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E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


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 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


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UTILIDADES DAS AVES CRIADAS POR DEUS.
UTILIDADES DAS AVES CRIADAS POR DEUS.

UTILIDADES DAS AVES CRIADAS

POR DEUS

 

 

As aves (latim científico: Aves) constituem uma classe de seres vivos vertebradosbípedes, homeotérmicos, ovíparos, caracterizados principalmente por possuírem penas, apêndices locomotores anteriores modificados em asasbico córneo e ossos pneumáticos. Habitam todos os ecossistemas do globo, do Ártico à Antártica. As aves atuais variam muito em tamanho, do Mellisuga helenae de 5 centímetros ao avestruz de 2,75 metros. O registro fóssil indica que as aves evoluíram dos dinossauros terópodes durante o período Jurássico, por volta de 150-200 milhões de anos atrás (Ma), e a primeira ave conhecida é o Archaeopteryx do Jurássico Superior, cerca de 150-145 Ma. A maioria dos paleontólogos considera as aves como o único clado de dinossauros a sobreviver ao evento de extinção Cretáceo-Paleogeno, aproximadamente 65,5 Ma. São reconhecidas aproximadamente 10 000 espécies de aves no mundo.

Note que todos os pássaros são aves, mas nem todas as aves são pássaros. Os pássaros estão incluídos na ordem Passeriformes, constituindo a ordem mais rica, ou seja, com maior número de espécies dentro do grupo das aves.

Enquanto a maioria das aves se caracteriza pelo voo, as ratitas não podem voar ou apresentam voo limitado, uma característica considerada secundária, ou seja, adquirida por espécies "novas" a partir de ancestrais que conseguiam voar. Muitas outras espécies, particularmente as insulares, também perderam essa habilidade. As espécies não-voadoras incluem o pinguimavestruzquivi, e o extinto dodo. Aves não-voadoras são especialmente vulneráveis à extinção por conta da ação antrópica direta (destruição e fragmentação do habitat, poluição etc.) ou indireta (introdução de animais/plantas exóticas, mamíferos em particular).

Evolução e taxonomia

A primeira classificação das aves foi desenvolvida por Francis Willughby e John Ray, no Ornithologiae de 1676Carolus Linnaeus modificou a denoninação em 1758 para o sistema de classificação taxonômica atual. As aves estão posicionadas na classe Aves na taxonomia de Linnaeus, entretanto, na taxonomia filogenética agrupa-se as aves junto aos dinossauros terópodesAves e Crocodylia são os únicos membros viventes do clado reptiliano Archosauria. Na filogenética, o termo Aves é comumente definido como sendo todos os descendentes do mais recente ancestral das aves modernas e do Archaeopteryx.

Archaeopteryx, do Jurássico Superior (entre 150–145 milhões de anos atrás), é a ave mais antiga conhecida, dentro dessa definição. Outros autores partidários ao Phylocode, como Jacques Gauthier, tem definido Aves para incluir somente os grupos de aves modernas, excluindo muitos grupos conhecidos apenas pelo registro fóssil, e assinalando-os ao clado Avialae, em parte para evitar as incertezas sobre o posicionamento do Archaeopteryx em relação aos animais tradicionalmente conhecidos como dinossauros terópodes.

Todas as aves modernas pertencem a subclasse Neornithes, que está subdividida em: Palaeognathae e Neognathae.3 Estas duas subdivisões são frequentemente assinaladas a posição taxonômica de superordem,6 embora Livezey e Zusi assinalaram-nas como coorte.3

Dependendo do ponto de vista taxonômico, o número de espécies de aves existentes conhecidas varia entre 9 800 a 10 050.

Origem das aves

Evidências fósseis e análises biológicas intensas tem demonstrado que as aves descendem dos dinossauros terópodes. Mais especificamente, elas são membros do clado Maniraptora, um grupo de terópodes que inclui as famílias Dromaeosauridae e Oviraptoridae. Com a descoberta de mais terópodes não pertencentes ao clado Avialae, a distinção entre terópodes e aves ficou ofuscada. Recentes descobertas na província de Liaoning no nordeste da China, que demonstraram que muitos pequenos terópodes possuíram penas, contribuíram para essa ambiguidade.

Evolução e diversificação das aves

As aves se diversificaram numa grande variedade de formas durante o período Cretáceo. Muitos grupos retiveram características primitivas, como garras nas asas e dentes, embora os dentes foram perdidos independentemente em vários grupos de aves. Enquanto as formais primitivas, como o Archaeopteryx e o Jeholornis, retiveram os longos ossos da cauda dos seus ancestrais, as caudas das aves mais avançadas foram encurtadas com o advento do osso pigóstilo no clado Pygostylia.

A primeira linhagem grande e diversa de aves de cauda curta a evoluir foi a Enantiornithes, nomeada em função da construção dos ossos do ombro estarem em posição contrária a das aves modernas. Os Enantiornithes ocuparam uma grande variedade de nichos ecológicos, de filtradores de areia e piscívoros a trepadores e granívoros. Alguns linhagens mais avançadas também se especializaram em um dieta a base de peixes, como a classe Ichthyornithes. Uma ordem de aves marinhas do Mesozoico, a Hesperornithiformes, tornou-se tão adaptada ao ambiente aquático que perdeu a capacidade de voar. Apesar dessas especializações extremas, os Hesperornithiformes representam uma das linhagens mais próximas as aves modernas.

Classificação

A classificação tradicional segue o padrão de Clements (também conhecido como as ordens de Clements):

A classificação radicalmente diferente de Sibley-Monroe (Taxonomia de Sibley-Ahlquist), baseada em dados moleculares de hibridização DNA-DNA, encontrou corroboração, por evidências moleculares, fósseis e anatômicas, de algumas modificações propostas, entre elas o apoio para o clado Galloanserae.

Distribuição geográfica e habitat

A distribuição do pardal-doméstico (Passer domesticus) tem se expandido devido a atividade humana.

As aves estão distribuídas em todos os continentes e por quase todas as ilhas, e em todos os principais habitats de cavernas a montanhas, de desertos a florestas tropicais. Também são encontradas em todos os mares e oceanos, inclusive na Antártida, onde a ave mais austral, a Pagodroma nivea, cujas colônias reprodutivas alcançam até 440 quilômetros no interior.

A maior diversidade de aves ocorre em regiões tropicais, sendo a Colômbia (1.897) o país com o maior número de espécies, seguida do Peru (1.842) e Brasil (1.832). Historicamente foi determinada que esta alta diversidade fosse o resultado de maiores taxas de especiação nos trópicos, no entanto, um estudo encontrou maiores taxas de especiação nas altas latitudes que foram compensadas por maiores taxas de extinção do que nos trópicos. Várias famílias de aves se adaptaram para viver nos mares, com algumas espécies de aves marinhas que vêm a terra apenas para procriar e alguns pinguins com registros de mergulhos de até 300 metros de profundidade.

Muitas espécies de aves têm se estabelecido em áreas onde foram introduzidas pelo homem. Algumas dessas introduções foram deliberadas, como no caso do faisão-de-pescoço-anelado (Phasianus colchicus), que foi introduzido em várias partes do mundo como uma ave de caça. Outras têm sido acidental, como no caso da caturrita (Myiopsitta monachus) que se espalhou em várias cidades norte-americanas depois de escapar do cativeiro. Algumas espécies, incluindo a garça-vaqueira (Bubulcus ibis), o caracará-branco (Milvago chimachima) e a cacatua-galah (Eolophus roseicapilla), se espalharam naturalmente, muito além de suas distribuições originais, devido às práticas agrícolas que criaram habitats adequados para estas espécies.

Adaptações ao voo

No seu caminho evolutivo, as aves adquiriram várias características essenciais que permitiram o voo ao animal. Entre estas podemos citar:

  1. Endotermia
  2. Desenvolvimento das penas
  3. Desenvolvimento de ossos pneumatizados
  4. Perda, atrofia ou fusão de ossos e órgãos
  5. Desenvolvimento de um sistema de sacos aéreos
  6. Postura de ovos
  7. Asas
  8. Presença de quilha, expansão do osso esterno, na qual se prendem os músculos que movimentam as asas
  9. Ausência de bexiga urinária
  10. Ausência de dentes
  11. Corpo leve e aerodinâmico

As penas, consideradas como diagnóstico das aves atuais, estão presentes em outros grupos de dinossauros, entre eles o próprio Tyrannosaurus rex. Estudos apontam que a origem das penas se deu a partir de modificações das escamas dos répteis, tornando-se cada vez mais diferenciadas, complexas e, posteriormente, vieram a possibilitar os voos planado e batido. Acredita-se que as penas teriam sido preservadas na evolução por seu valor adaptativo, ao auxiliar no controle térmico dos dinossauros – uma hipótese que aponta para o surgimento da endotermia já em grupos mais basais de Dinosauria (com relação às aves) e paralelamente com a aquisição da mesma característica por répteis Sinapsida, que deram origem aos mamíferos.

Os ossos pneumáticos também são encontrados em outros grupos de répteis. Apesar de serem ocos (sendo um termo melhor "não-maciços"), os ossos das aves são muito resistentes, pois preservam um sistema de trabéculas ósseas arranjadas piramidalmente em seu interior.

Com relação a características ósseas relacionadas à adaptação ao voo, podemos citar:

  • Diminuição do crânio, sendo este composto por ossos completamente fusionados no estágio adulto;
  • Rostrum (mandíbula + maxilar) leve, podendo ser "oco" (p. ex. em tucanosRamphastidae) e coberto por uma camada córnea, a ranfoteca;
  • Forame magno direcionado posteriormente, facilitando a posição "horizontal" da ave (quando em voo);
  • Diminuição do número de vértebras, em especial no sinsacrum (fusão de vértebras e outros ossos da cintura pélvica) e pigóstilo (vértebras caudais fusionadas);
  • Tarsos (mãos) com grande fusão de ossos, sendo que atualmente só se observam três dedos;
  • Fusão das clavículas formando a fúrcula (conhecido popularmente como "osso da sorte"), como adaptação ao fechamento dos órgãos dentro de uma caixa óssea;
  • Costelas dotadas de um processo uncinar (projeção óssea posteriormente direcionada de modo a fixar uma costela com a costela imediatamente atrás), também uma adaptação ao fechamento;
  • Prolongamento do osso esterno e desenvolvimento da carena ou quilha esternal, sendo que, o primeiro também é uma adaptação à formação da caixa óssea e o segundo uma adaptação para a implantação dos músculos do voo, necessariamente fortes.
  • Fusão de ossos nas pernas (apêndices locomotores posteriores) formando a tíbia-tarso e tarso-metatarso.

Quanto a outros órgãos, as aves perderam os dentes (redução do peso total do animal) e as bexigas, e a grande maioria dos grupos de aves perderam o ovário direito. O sistema de sacos aéreos funciona em conjunto com o sistema respiratório (por isso a respiração em aves é diferente dos outros grupos de tetrápodes). Ainda tem função de diminuir a densidade do animal, facilitando o voo e a natação (no caso de aves que mergulham).

Todas essas características já são observadas em outros grupos de répteis, em especial nos Dinosauria, o que levou especialistas a classificar as aves não como um grupo à parte (Classe Aves, como era conhecida antigamente), e sim como um grupo especializado de dinossauros (veja Ascendência das aves).

Morfologia

Do ponto de vista morfológico, as aves constituem um grupo um tanto particular e uniforme dentro dos tetrápodes (Tetrapoda) atuais. Particular porque se distinguem facilmente de outros grupos de animais vivos e uniformes porque, apesar do grande número de espécies e adaptações das mais variadas para diferentes nichos ecológicos, o grupo como um todo mantém sua morfologia bastante semelhante (diferentemente, p. ex., dos mamíferos).

Entre as características morfológicas de grande importância ecológica e evolutiva, estão o formato do bico e dos pés e a proporção área alar/tamanho corporal.

Do ponto de vista sistemático, a estrutura da siringe é de particular interesse, tendo sido de fundamental importância na divisão da ordem Passeriformes em Tyranni (Suboscines, ou "aves gritadoras") e Passeri (Oscines, ou "aves canoras, que cantam"). Mais recentemente, a estrutura da siringe também tem sido usada para estudos filogenéticos em grupos de aves não-Passeriformes (p. ex. os Falconiformes).

Sistema urinário

As aves são incapazes de urinar da forma como os mamíferos, como elas não possuem bexiga para armazenar a urina, ao ingerirem líquidos, estes são depositados no intestino, onde são absorvidos chegando aos rins, onde são filtrados. As impurezas são formadas por uma substância chamada urato, um derivado direto do Ácido úrico, que se depositam com as fezes numa parte do intestino denominada coprodeu localizado na cloaca. A parte esbranquiçada observada nas fezes de aves é o que conhecemos pelo urato.

Reprodução

A reprodução da ave é interna. Enquanto a fêmea geralmente tem um único ovário, situado no lado esquerdo, onde produz óvulos, o macho sempre possui dois testículos e libera espermatozoides. Ocorrências de dois ovários entre as aves são raras e, nestes casos, apenas um deles é funcional (por exemplo, no quivi). A incubação do ovo é externa, até o momento da eclosão. Em raros casos em que a incubação do ovo ocorre dentro do corpo da ave, a mesma ou a cria podem chegar a óbito prematuro.

As aves descendem de répteis Diapsida Theropoda, ao passo que os mamíferos fazem parte da linhagem Sinapsida.

Archaeopteryx é o mais antigo fóssil conhecido de ave e data de aproximadamente 140 milhões de anos atrás, do período Jurássico. Era um pouco maior que um pombo e possuía cauda longa, percorrida pela coluna vertebral, como os répteis, além de dentes, dedos individualizados com garras e, como característica mais marcante, penas do corpo e penas de voo assimétricas (indícios de que esse animal era capaz de voar).

As aves pertencem ao mesmo grupo dos dinossauros, sendo que já foram descobertas penas (ou estruturas semelhantes, mais primitivas) em outros grupos de Dinosauria. Portanto, atualmente aceita-se o grupo aves não como Classe (a exemplo de Mammalia), mas um grupo bastante diversificado e atual de Dinosauria.

Há cerca de 65 milhões de anos, com a extinção da maioria dos grandes grupos de répteis ocorreu uma grande radiação adaptativa e consequente diversificação das aves, que passaram a povoar praticamente todos ambientes terrestres.

A filogenia dos grupos atuais de aves ainda está pouco elucidado, sendo difícil afirmar quais os grupos ancestrais e quais os mais derivados e de quem descendem.

 

Origem das aves

 

 

origem das aves foi um tópico controverso dentro da biologia evolutiva por muitos anos, porém mais recentemente surgiu um consenso científico que acredita que as aves são um grupo de dinossauros terópodes que evoluíram na era mesozoica. Uma relação íntima entre aves e dinossauros foi inicialmente proposta no século XIX após a descoberta da ave primitiva Archaeopteryx na Alemanha, que foi confirmada desde a década de 1960 pela anatomia comparativa e pelo método de análise cladístico de relações evolucionárias. A descoberta progressiva de fósseis de dinossauros emplumados na província de Liaoning na China deu nova luz ao assunto tanto para especialistas quanto para o público em geral. No sentido filogênico, as aves são dinossauros.

As aves compartilham centenas de características do esqueleto com os dinossauros, especialmente com as derivadas dos terópodes maniraptoranos como os dromeossaurídeos, que a maioria das análises mostra serem seus parentes próximos. Ainda que difícil de identificar no registro fóssil, as similaridades nos sistemas digestivo e cardiovascular, assim como similaridades comportamentais e a presença comum de penas, também ligam as aves aos dinossauros. A descoberta de tecidos macios fossilizados de Tyrannosaurus rex permitiu a comparação da anatomia celular e da sequência das proteínas do colágeno, e ambos ofereceram evidências adicionais corroborando a relação dinossauro-ave.

Apenas alguns cientistas ainda debatem a origem "dinossauriana" das aves, sugerindo descendência de outros tipos de répteisarcossauros. Até entre aqueles que apoiam a ancestralidade dinossauriana, a exata posição filogênica das primeiras aves dentro dos terópodes permanece controversa. A origem do voo das aves é uma questão separada, mas relacionada, para a qual há também várias respostas propostas.

História investigativa

Huxley, o Archaeopteryx e pesquisa inicial

investigação científica da origem das aves começou logo depois da publicação em 1859 de A Origem das Espécies de Charles Darwin, o bombástico livro que descreveu sua teoria da evolução pela seleção natural. Em 1860, uma pena fossilizada foi descoberta em um depósito calcário do Jurássico Superior em Solnhofen, na Alemanha. Christian Erich Hermann von Meyer descreveu esta pena como Archaeopteryx lithographica no ano seguinte, e Richard Owen descreveu um esqueleto quase completo em 1863, reconhecendo-o como uma ave, apesar de muitas características lembrarem répteis, inclusive unhas nos membros dianteiros e uma longa cauda óssea.

biólogo Thomas Henry Huxley, conhecido como "O Buldogue de Darwin" por seu feroz apoio à nova teoria da evolução, quase imediatamente definiu o Archaeopteryx como um fóssil de transição entre aves e répteis. Começando em 1868, Huxley fez comparações detalhadas do Archaeopteryx com vários répteis pré-históricos e julgou que ele era muito similar a dinossauros como o hipsilofodonte e ocompsognato. A descoberta no final da década de 1870 do icônico "espécime de Berlim" do Archaeopteryx completo com um conjunto de dentes reptilianos, forneceu mais evidências. Huxley foi o primeiro a propor uma relação evolutiva entre aves e dinossauros, embora ele tivesse a oposição do muito influente Owen, que permanecia um sólido criacionista. As conclusões de Huxley foram aceitas por muitos biólogos, inclusive pelo barão Franz Nopcsa, enquanto outros, notavelmente Harry Govier Seeley, argumentaram que as similaridades eram devidas à convergência evolutiva.

Heilmann e a hipótese tecodonte

Uma virada ocorreu no começo do século XX com o trabalho de Gerhard Heilmann da Dinamarca. Artista por ocupação, Heilmann tinha um interesse erudito pelas aves e de 1913 a 1916 ele publicou os resultados de sua pesquisa em várias partes, tratando da anatomia, embriologia, comportamento, paleontologia e evolução das aves. Seu trabalho, originalmente escrito em dinamarquês sob o título Vor Nuvaerende Viden om Fuglenes Afstamning, foi compilado, traduzido para o inglês e publicado em 1926 sob o título The Origin of Birds (A Orgiem das Aves).

Como Huxley, Heilmann comparou o Archaeopteryx e outras aves com uma exaustiva lista de répteis pré-históricos, ele também chegou à conclusão que dinossauros terópodes como o Compsognato eram os mais similares. No entanto, Heilmann notou que as aves possuíam clavículas fundidas para formar um osso chamado fúrcula, e enquanto as clavículas eram conhecidas nos répteis mais primitivos, elas ainda não tinham sido identificadas nos dinossauros. Visto que ele acreditava firmemente no princípio de Dollo, que afirma que a evolução não é reversível, Heilmann não poderia aceitar que as clavículas foram perdidas nos dinossauros e se desenvolveram novamente nas aves. Ele foi então forçado a rejeitar os dinossauros como ancestrais das aves e relacionou todas as suas similaridades à convergência evolutiva. Heilmann afirmou que em vez disso, os ancestrais das aves seriam encontrados entre a classe de répteis mais primitiva "tecodonte". A descrição extremamente completa de Heilmann assegurou que seu livro se tornasse um clássico no campo e suas conclusões sobre as origens das aves, como a maioria dos outros tópicos, foram aceitas por quase todos os biólogos evolucionários pelas quatro décadas seguintes.

As clavículas são ossos relativamente delicados e então há o perigo de serem destruídos ou pelo menos danificados antes de serem identificados. Apesar disso, clavículas foram encotradas em dinossauros terópodes antes que Heilmann escrevesse seu livro, mas não foram reconhecidas. A ausência de clavículas nos dinossauros se tornou a opinião ortodoxa apesar da descoberta de clavículas no terópode primitivo Segisaurus em 1936. O próximo registro de clavículas em um dinossauro ocorreu em 1983, e foi um artigo russo publicado antes do final da Guerra Fria.

Contrário ao que Heilmann acreditava, os paleontólogos agora aceitavam as que clavículas e na maioria dos casos as fúrculas são uma característica padrão não apenas dos terópodes, mas também dos dinossauros saurísquios. Até o final de 2007 fúrculas fossilizadas (ou seja, feitas de ossos e não de cartilagem) foram encontradas em quase todos os tipos de terópodes exceto nos mais basais, Eoraptor e Herrerasaurus. O registro original de uma fúrcula no terópode primitivo Segisaurus (1936) foi confirmado por uma nova análise em 2005. Além disso, clavículas em forma de fúrculas também foram encontradas no Massospondylus, um sauropodomorfo do Jurássico Inferior.

Ostrom, Deinonychus e a renascença dinossauro

A similaridade dos membros dianteiros do Deinonychus (esquerda) e do Archaeopteryx (direita) levaram John Ostrom a renovar a ligação entre dinossauros e aves.

A maré começou a se voltar contra a hipótese "tecodonte" após a descoberta em 1964 de um novo dinossauro terópode em Montana, Estados Unidos. Em 1969, este dinossauro foi descrito e batizado de Deinonychus por John Ostrom da Universidade Yale. No ano seguinte, Ostrom descreveu novamente um espécime de Pterodactylus no Museu Teyler de Haarlem nos Países Baixos como outro esqueleto de Archaeopteryx. O espécime consistia principalmente de uma única asa e sua descrição conscientizou Ostrom das similaridades entre os pulsos do Archaeopteryx e do Deinonychus.

Em 1972, o paleontólogo britânico Alick Walker formou a hipótese de que as aves apareceram não de ancestrais "tecodontes", mas de ancestrais crocodilianos como o Sphenosuchus. Os trabalhos de Ostrom com terópodes e aves primitivas levou-o a responder com uma série de publicações na metade da década de 1970 onde ele mostrava as muitas similaridades entre aves e dinossauros terópodes, ressuscitando as ideias inicialmente produzidas por Huxley um século antes. A identificação de Ostrom da ancestralidade dinossauriana das aves, junto com outras novas ideias sobre metabolismo, níveis de atividade e cuidado paterno dos dinossauros, iniciou o que é conhecido como "renascença dinossauro", que começou na década de 1970 e continua até hoje.

As revelações de Ostrom também coincidiram com a adoção crescente da sistemática filogênica (cladística), que começou na década de 1960 com o trabalho de Willi Henning. A cladística é um método de organizar espécies baseado estritamente em sua relações evolucionárias, usando uma análise estatística de suas características anatômicas. Na década de 1980, a metodologia cladística foi aplicada à filogenia dos dinossauros pela primeira vez por Jacques Gauthier e outros, mostrando inequivocamente que as aves eram um grupo derivado dos dinossauros terópodes. As análises iniciais sugeriram que terópodes dromaeossaurídeos como o Deinonychus eram particularmente parentes próximos das aves, um resultado que fora corroborado muitas vezes anteriormente.

Pesquisa moderna e dinossauros emplumados da China

O começo da década de 1990 viu a descoberta de fósseis de aves espetacularmente preservados em várias formações geológicas do Cretáceo inferior na província de Liaoning no nordeste da China. Em 1996, paleontólogos chineses descreveram o Sinosauropteryxcomo um novo gênero de ave, a partir de um fóssil da formação Yixian, mas este animal foi rapidamente identificado como um dinossauro terópode parente próximo do Compsognathus. Surpreendentemente, seu corpo era coberto por longas estruturas filamentosas. Estas estruturas foram chamadas de "protopenas" e consideradas homólogas às penas mais avançadas das aves, embora alguns cientistas discordem dessa avaliação. Cientistas chineses e norte-americanos descreveram o Caudipteryx e o Protarchaeopteryx logo depois. Baseando-se nas características dos esqueletos, estes animais eram dinossauros que não eram aves, mas seus resquícios de furos de penas completamente formadas são muito parecidos com os das aves. O Archaeoraptor, descrito sem a análise de um especialista em um artigo de 1999 da National Geographic, mostrou-se ser uma falsificação contrabandeada, mas restos legítimos continuam a ser extraídos de Yixian, legal e ilegalmente. Penas ou "protopenas" foram encontradas numa ampla variedade de terópodes em Yixian, e as descobertas de dinossauros extremamente parecidos com aves, assim como de aves primitivas parecidas com dinossauros, encerrou quase inteiramente a lacuna morfológica entre terópodes e aves.

Uma pequena minoria, incluindo os ornitologistas Alan Feduccia e Larry Martin, continuam a afirmar que em vez disso as aves são descendentes dos antigos arcossauros, tais como o Longisquama ou o Euparkeria. Estudos embriológicos da biologia do desenvolvimento das aves têm despertado dúvidas sobre a homologia digital dos membros dianteiros das aves e dos dinossauros. Todavia, devido à evidência covincente fornecida pela anatomia comparativa e pela filogenética, assim como os surpreendentes fósseis de dinossauros emplumados da China, a ideia de que as aves são derivadas dos dinossauros, primeiramente defendida por Huxley e depois por Nopcsa e Ostrom, desfruta de um apoio quase unânime entre os paleontólogos atuais.

Filogenia

Archaeopteryx historicamente tem sido considerado como a primeira ave, ou Urvogel. Ainda que novas descobertas fósseis tenham eliminado a lacuna entre os terópodes e o Archaeopteryx, assim como a lacuna entre o Archaeopteryx e as aves modernas, taxonomistas filogenéticos, mantendo a tradição, quase sempre usam o Archaeopteryxcomo o modelo para ajudar a definir as aves. As aves tem sido mais raramente definidas como um clado consistindo apenas das aves modernas. Quase todos os paleontólogos consideram as aves como dinossauros terópodes celulossaurianos. Dentro da infraordem Coelurosauria, várias análises cladísticas têm encontrado apoio para um clado chamado Maniraptora, consistindo dos TherizinosauroideaOviraptorosauriaTroodontidaeDromaeosauridae e das aves. Destes, os dromeossaurídeos e os troodontídeos são geralmente unidos no clado Deinonychosauria, que é um grupo irmão das aves (juntos formando o clado-nó Eumaniraptora) dentro do clado-tronco Paraves.

Outros estudos têm proposto filogenias alternativas nas quais certos grupos de dinossauros que não são geralmente considerados como relacionados com as aves são sugeridos como tendo evoluído de ancestrais relacionados às aves. Por exemplo, uma análise de 2002 incluiu oviraptossauros como sendo aves basais. Alvarezsaurídeos, conhecidos da Ásia e das Américas, têm sido de diversas maneiras classificados como maniraptoranos basais, paravianos, no táxon irmão Ornithomimosauria, assim como aves primitivas especializadas. O gênero Rahonavis, originalmente descrito como uma ave primitiva, foi identificado como um dromaeossaurídeo não relacionado às aves em vários estudos. Sugere-se que os dromaeossaurídeos e os troodontídeos estão situados dentro das aves e não fora dele.

Características ligando aves e dinossauros

Mais de uma centena de características anatômicas distintas são compartilhadas por aves e dinossauros terópodes. Algumas das similaridades mais interessantes são tratadas a seguir.

Penas

Archaeopteryx, o primeiro bom exemplo de "dinossauro emplumado", foi descoberto em 1861. O espécime inicial foi encontrado no depósito de pedra calcária de Solnhofen no sul da Alemanha, uma formação geológica rara e fora do comum conhecida por seus fósseis admiravelmente detalhados. O Archaeopteryx é um fóssil de transição, com características claramente intermediárias entre aquelas dos répteis modernos e das aves. Descoberto apenas dois anos após a seminal obra A Origem das Espécies de Darwin, sua revelação estimulou o debate nascente entre os proponentes da biologia evolutiva e do criacionismo. Esta ave primitiva é tão parecida com os dinossauros que, sem uma clara impressão das penas na rocha que a cerca, pelo menos um espécime foi descrito de forma equivocada como Compsognathus.

Desde a década de 1990, vários dinossauros emplumados adicionais foram encontrados, fornecendo evidencias mais fortes do relacionamento próximo entre os dinossauros e as aves modernas. A maioria destes espécimes foi escavada na província de Liaoning, no nordeste da China, que foi parte de uma ilha continente durante o Cretáceo. Apesar de as penas terem sido encontradas no depósito da formação Yixian e em poucos outros lugares, é possível que dinossauros não relacionados às aves em outros lugares do mundo fossem também emplumados. A falta de evidências fósseis frequentes de dinossauros não relacionados às aves emplumados deve ser devida ao fato de que características delicadas como pele e penas não são frequentemente preservadas pela fossilização e dessa forma estão ausentes no registro fóssil.

Um desenvolvimento recente no debate centrados em torno da descoberta de impressões de "protopenas" envolve muitos fósseis de dinossauros. Estas protopenas sugerem que tiranossaurídeos podem ter sido emplumados. Contudo, outros declaram que estas protopenas são simplesmente o resultado da decomposição do colágeno que fortalecia o tegumento dos dinossauros.

Os dinossauros emplumados descobertos até aqui incluem BeipiaosaurusCaudipteryxDilongMicroraptorProtarchaeopteryx, ShuvuuiaSinornithosaurusSinosauropteryx e Jinfengopteryx, junto com aves semelhantes a dinossauros, tal como Confuciusornis, que são anatomicamente mais próximas das aves modernas. Todos eles foram encontrados na mesma área e formação, no norte da China. A família Dromaeosauridae, em particular, parece ter sido bastante emplumada e pelo menos um dromaeossaurídeo, o Cryptovolans, pode ter sido capaz de voar.

Esqueleto

Devido ao fato de que as penas são frequentemente associadas às aves, os dinossuaros emplumados são muitas vezes apregoados como o elo perdido entre aves e dinossauros. No entanto, as várias características do esqueleto também compartilhadas pelos dois grupos representam a ligação mais importante para os paleontólogos. Além disto, é de modo crescente evidente que a relação entre aves e dinossauros, e a evolução do voo, são tópicos mais complexos que previamente imaginado. Por exemplo, enquanto se acreditava que as aves evoluíram dos dinossauros em uma progressão linear, alguns cientistas, mais notavelmente Gregory S. Paul, concluíram que dinossauros tais como os dromaeossauros devem ter evoluído de aves, perdendo o poder de voar enquanto mantinham suas penas numa maneira similar ao moderno avestruz e outros ratitas.

Comparações de esqueletos de aves e dinossauros, assim como análises cladísticas, fortalecem a justificativa da ligação, particularmente para um ramo dos terópodes chamados Maniraptora. As similaridades dos esqueletos incluem o pescoço, o púbis, o punho, membro dianteiro, cintura escapularescápulafúrcula e osso da garganta.

Pulmões

Grandes dinossauros comedores de carne tinham um complexo sistema de sacos de ar similares àqueles encontrados nas aves modernas, de acordo com uma investigação que foi conduzida por Patrick O'Connor da Universidade de Ohio. Os pulmões dos dinossauros terópodes (carnívoros que caminhavam sobre duas pernas e tinham pés semelhantes aos das aves) provavelmente bombeavam ar para cavidades ocas em seus esqueletos, como nas aves. "O que foi uma vez formalmente considerado único das aves estava presente de alguma forma nos ancestrais das aves", disse O'Connor. O estudo foi financiado em parte pela Fundação Nacional da Ciência (NSF, National Science Foundation).

Coração e postura de descanso

Mapeamentos de uma cavidade de tórax de dinossauro por tomografia computadorizada moderna (realizados em 2000) encontraram resquícios aparentes de um coração de quatro cavidades complexo, muito parecido com os encontrados em mamíferos e aves atuais. A teoria é controversa dentro da comunidade científica, sendo atacada como ciência anatômica negligente ou simplesmente como pensamento desejoso. Um fóssil troodonte recentemente descoberto demonstra que os dinossauros descansavam como certas aves modernas, com suas cabeças enfiadas sob os membros anteriores. Este comportamento, que deve ter ajudado a manter a cabeça aquecida, também é característica das aves modernas.

Biologia reprodutiva

A descoberta de características em um esqueleto de Tyrannosaurus rex recentemente forneceram mais evidências de que dinossauros e aves evoluíram de um ancestral comum e, pela primeira vez, permitiram aos paleontólogos estabelecer o sexo de um dinossauro. Quando põem ovos, as aves fêmeas desenvolvem um tipo especial de osso nos membros das. Este osso medular, que é rico em cálcio, forma uma camada por dentro da parte externa dura do osso que é usada para fazer as cascas dos ovos. A presença de tecidos ósseos desse tipo revestindo o interior das cavidades da medula óssea de partes dos membros traseiros do espécime de Tyrannosaurus rex sugerem que ele usava estratégias reprodutivas similares, e revelou qye o espécime era uma fêmea. Pesquisas posteriores encontraram ossos medulares no terópode Allosaurus e no ornitópode Tenontosaurus. Devido ao fato de que a linha de dinossauros que inclui o Allosaurus e o Tyrannosaurus ter divergido da linha que leva ao Tenontosaurus muito antes na evolução dos dinossauros, isto sugere que os dinossauros em geral produziam tecido medular.

Incubação e cuidado das crias

Vários espécimes de Citipati foram encontrados descansando sobre os ovos em seu ninho numa posição que lembra o ato de chocar ovos.

Várias espécies de dinossauros, por exemplo o Maiasaura, foram encontrados em bandos reunindo indivíduos adultos e muito jovens, sugerindo profunda interação entre eles.

Um embrião de dinossauro foi encontrado sem dentes, o que sugere que certo cuidado dos pais era necessário para alimentar o jovem dinossauro, possivelmente o dinossauro adulto regurgitando comida dentro da boca do jovem dinossauro. Este comportamento é visto em várias espécies de aves; as aves mãe e pai regurgitam comida nas bocas dos recém-nascidos.

Pedras da moela

Outra evidência de que aves e dinossauros são proximamente relacionados é o uso de pedras de moela. Estas pedras são engolidas por animais para ajudar a digestão e decompor a comida e as fibras duras quando entram no estômago. Quando encontradas junto com fósseis, as pedras de moela são chamadas de gastrolitos. Pedras de moela também são encontradas em alguns peixes (tainhas, sáveis do lodo e no gillaroo, um tipo de truta) e em crocodilos.

Evidência molecular e tecidos macios

Um dos melhores exemplos de impressões de tecidos macios em um fóssil de dinossauro foi descoberto em PetraroiaItália. A descoberta foi informada em 1998, e descreveu o espécime de um pequeno e muito jovem celurossauro, o Scipionyx samniticus. O fóssil inclui porções de intestino, cólon, fígado, músculos e traqueia deste dinossauro imaturo.

Na edição de março de 2005 da revista Science, a Dra. Mary Higby Schweitzer e sua equipe anunciaram a descoberta de material flexível parecendo tecido macio atual dentro de um osso da perna de um Tyrannosaurus rex de 68 milhões de anos oriundo da formação Hell Creek em Montana. Os sete tipos de colágeno obtidos dos fragmentos de ossos, comparados com um colágeno de aves viventes ( especificamente de uma galinha) revelou que antigos terópodes e aves são parentes próximos.

Quando o osso fossilizado foi tratado por várias semanas para remover o conteúdo mineral da cavidade da medula óssea fossilizada (um processo chamado de desmineralização), Schweitzer encontrou evidências de estruturas intactas tais como vasos sanguíneos, cartilagens e membranas conjuntivas (fibras ósseas). O exame detalhado sob o microscópio depois revelou que o suposto tecido macio dinossauro tinha retido finas estruturas (microestruturas) até a nível celular. A natureza exata e a composição desse material, e as implicações da descoberta da Dra. Schweitzer ainda não são claras; o estudo e a interpretação dos espécimes estão em andamento.

A extração bem sucedida de DNA antigo de dinossauros fósseis foi registrado em duas ocasiões separadas, mas sob inspeção posterior e revisão por pares, nenhum destes relatos pode ser confirmado. Todavia, um peptídeo visual funcional de um dinossauro teórico foi deduzido usando métodos de reconstrução de filogenética analítica sobre sequências de genes de espécies modernas aparentadas tais como répteis e aves. Além disso, várias proteínas foram presumidamente detectadas em fósseis de dinossauros, inclusive hemoglobina.

Debates

Origem do voo das aves

Debates sobre a origem do voo das aves são quase tão antigos quanto a ideia de que as aves evoluíram dos dinossauros, surgindo logo após a descoberta do Archaeopteryx em 1862. Duas teorias têm dominado a maioria das discussões desde então: a teoria cursória ("do solo para cima") propõe que as aves evoluíram de predadores pequenos e velozes que corriam no solo; a teoria arbórea ("das árvores para baixo") propõe que o voo de propulsão própria evoluiu do voo deslizante sem propulsão de animais arbóreos (escaladores de árvores). Uma teoria mais recente, "corrida inclinada com a ajuda de asas", é uma variante da teoria cursória, e propõe que as asas desenvolveram suas funções aerodinâmicas como resultado da necessidade de correr mais rapidamente ladeira abaixo, por exemplo para escapar de predadores.

Teoria cursória ("do solo para cima")   

A teoria cursória da origem do voo foi inicialmente proposta por Samuel Wendell Williston e elaborada pelo Barão Nopcsa. Esta hipótese propõe que alguns animais corredores velozes com longas caudas usavam seus membros anteriores para manter o equilíbrio enquanto corriam. Versões modernas desta teoria diferem em muitos detalhes da versão de Williston-Nopcsa, principalmente por causa das descobertas desde a época de Nopcsa.

Nopcsa teorizou que o aumento da área da superfície dos membros anteriores estendidos poderia ter ajudado pequenos predadores cursórios a manter seu equilíbrio, e que as escamas dos antebraços se tornaram alongadas, evoluindo para penas. As penas podem também ter sido usadas como uma armadilha para capturar insetos ou outras presas. Progressivamente, os animais saltariam por grandes distâncias, ajudados pelas suas asas desenvolvidas. Nopcsa também propôs que houve três estágios principais na evolução do voo. Primeiro, o voo passivo era realizado, no qual as estruturas das asas desenvolvidas serviam como um tipo de paraquedas. Segundo, o voo ativo era possível, no qual o animal executava o voo batendo suas asas. Ele usou o Archaeopteryx como um exemplo deste segundo estágio. Finalmente, as aves ganharam a habilidade de levantar voo .

Agora acredita-se que as penas não evoluíram de escamas, porque as penas são feitas de proteínas diferentes. Seriamente, a teoria de Nopcsa supõe que as penas evoluíram como parte da evolução do voo, mas descobertas recentes provam que essa suposição é falsa.

As penas são muito comuns nos dinossauros celurossaurianos (incluindo o antigo dilong tiranossauroide). As aves modernas são classificadas como celurossauros por quase todos os paleontólogos, embora não sejam por alguns ornitólogos. A versão moderna da hipótese "do solo para cima" argumenta que os ancestrais das aves eram dinossauros predadores corredores pequenos e emplumados (especialmente como o papaléguas em seu estilo de caça) que usa seus membros dianteiros para o equilíbrio enquanto perseguem a presa, e que os membros dianteiros e as penas depois evoluíram em formas que permitiram planar e depois o voo de propulsão. As funções originais das penas mais amplamente sugeridas incluem o isolamento térmico e a exposição competitiva, como nas aves modernas.

Muitos dos fósseis de Archaeopteryx são oriundos de sedimentos marinhos e foi sugerido que as asas podem ter ajudado as aves a correr sobre a água da mesma maneira que o lagarto Basiliscus basiliscus.

Ataques mais recentes a esta hipótese tentam refutar a suposição da versão moderna de que as aves são dinossauros celurossaurianos modificados. Os ataques mais fortes são baseados em análises embriológicas que concluem que as asas das aves são formadas pelos dedos 2, 3 e 4 (correspondendo ao dedos indicador, médio e anular nos humanos; o primeiro dedo de uma ave de três dedos forma a álula, que é usado para evitar o estol em voos de baixa velocidade, por exemplo quando aterrissando); mas as mãos dos celurossauros são formadas pelos dedos 1, 2 e 3 (polegar, indicador e médio nos humanos). Todavia, estas análises foram imediatamente desafiadas pela razão embriológica de que as "mãos" muitas vezes se desenvolvem diferentemente em clados que perderam alguns dedos no decorrer da evolução, e que as "mãos" das aves se desenvolveram dos dedos 1, 2 e 3. Este debate é complexo e ainda não está resolvido - ver "homologia digital" adiante.

Corrida inclinada com a ajuda das asas

A hipótese da corrida inclinada com a ajuda das asas foi estimulada pela observação de jovens filhotes de perdizes de chukar (Alectoris chukar), e propõe que as asas desenvolveram suas funções aerodinâmicas como resultado da necessidade de correr rapidamente subindo planos inclinados tais como tronco de árvores, por exemplo para escapar de predadores. Isto torna-se um tipo especializado da teoria cursória. Observe-se que, neste cenário, as aves necessitam de pressão para baixo (downforce) para dar a seus pés apoio crescente. Mas as primeiras aves, incluindo o Archaeopteryx, eram desprovidas do sistema muscular pelo qual as asas das aves modernas produzem rápidos e poderosos movimentos para cima. Visto que a pressão para baixo da qual a corrida inclinada com a ajuda das asas depende é gerada pelos movimentos para cima, parece que as primeiras aves eram incapazes da corrida inclinada com a ajuda das asas.

Teoria arbórea ("das árvores para baixo")   

A hipótese arbórea afirma que os ancestrais das aves viviam em árvores, saltando de galho em galho. Este estilo de vida teria favorecido a evolução de metatarsos (ossos dos pés) alongados e um hálux ("dedão do pé") voltado para trás para poder segurar nos galhos. Os membros dianteiros e os membros traseiros teriam se tornado adaptados para propósitos separados; os frontais para escalar e os traseiros para saltar. A hipótese propõe que os membros dianteiros, usados para escalar, permaneceram longos e não foram reduzidos, como é comum na evolução dos animais cursórios. A superfície de suas "asas" progressivamente cresceu para desenvolver uma boa habilidade de planar. Após planar, elas teriam começado a oscilar para aumentar sua eficiência de voo.

Há poucas evidências de dinossauros escaladores de árvores - apenas o Epidendrosaurus/Scansoriopteryx e talvez o Microraptor - se comparado com os numerosos terópodes de pernas longas e que viviam no solo, mas estes dinossauros têm consistentemente sido incluídos por recentes análises filogenéticas como sendo muito próximos às primeiras aves. O fato de que sedimentos florestais são apenas raramente preservados poderia ser um motivo para esta escassez.

Algumas pesquisas recentes questionam a hipótese arbórea sugerindo que as primeiras aves e seus ancestrais imediatos não escalavam árvores. As aves modernas que vivem nas árvores têm unhas dos dedos muito mais curvas que aquelas que vivem no chão; as unhas dos dedos das aves mesozoicas e dos parentes próximos não-aves dinossauros terópodes são semelhantes aquelas das modernas aves terrestres.

A diminuição da importância do Archaeopteryx     

Archaeopteryx foi o primeiro e por um longo tempo o único animal emplumado do Mesozoico (ou dinossauro, se for aceita a opinião majoritária que as aves são dinossauros modificados). Por isso, a discussão da evolução das aves e do voo das aves foi centralizado noArchaeopteryx até pelo menos a metade da década de 1990.

Há ponderações sobre se o Archaeopteryx poderia realmente voar. Parece que o Archaeopteryx tinha as estruturas cerebrais e os sensores de equilíbrio do ouvido interno que as aves usam para controlar seu voo. O Archaeopteryx também tinha um arranjo de asas emplumadas como o das aves modernas e similarmente penas de voo assimétricas e suas asas e cauda. Mas o Archaeopteryxera desprovido do sistema muscular pelo qual as asas das aves modernas produzem o rápido e poderoso movimento para cima ( ver desenho acima sobre a polia supracoracoide); isto deve significar que ele e outras aves antigas eram incapazes do voo com bater de asas e poderiam apenas planar.

Mas a descoberta a partir do começo da década de 1990 de muitos dinossauros emplumados significou que o Archaeopteryx não era mais a figura principal na evolução do voo das aves. Outro celurossauro pequeno e emplumado do Cretáceo e do Jurássico Superior mostra características que devem ser precursoras do voo das aves, por exemplo: o Rahonavis, um corredor terrestre que tinha uma unha em forma de foice como o Velociraptor no segundo dedo e que alguns paleontólogos acreditam ser melhor adaptado ao voo que oArchaeopteryx; o Epidendrosaurus, um dinossauro arbóreo que pode fornecer algum apoio para a teoria "das árvores para baixo"; o Microraptor, um dinossauro arbóreo que deve ter sido capaz do voo propulsionado, mas, se assim for, mais como um biplano, porque ele tinha penas bem desenvolvidas nas suas pernas.

Incapacidade de voar secundária nos dinossauros

Uma teoria, defendida notavelmente por Gregory Paul em seus livros Predatory Dinosaurs of the World (1988) e Dinosaurs of the Air (2002), sugere que alguns grupos de dinossauros carnívoros, especialmente os dinonicossauros, mas talvez outros, como osovirraptorossauros, os terizinossauros, os alvarezsaurídeos e os ornitomimossauros, são na verdade descendentes de formas que podiam voar. Esta teoria afirma que criaturas semelhantes ao Archaeopteryx não são parentes tão próximos às aves existentes que esses dinossauros eram.

De qualquer forma, pelas análises cladísticas mais atuais, o Archaeopteryx está mais próximo das aves que dinonicossauros e ovirraptorossauros. Animais como o Microraptor ou o Sinornithosaurus aparentemente estão próximos à base do clado dinonicossauriano e parecem ter mais adaptações ao voo que os dinonicossauros posteriores. O Archaeopteryx ainda é basal o bastante em suas características para sugerir que descendentes do Cretáceo inferior e médio das aves mais antigas poderiam teoricamente ter revertido a um modo de vida mais dinossauriano. O Hesperornis, cujos ancestrais se tornaram incapazes de voar secundariamente mais ou menos na fronteira que divide o Jurássico do Cretáceo, sugere que o bico semelhante ao das aves era menos de ser perdido novamente que a habilidade semelhante às das aves de voar, mas que os dentes devem ter evoluído novamente mais facilmente que parece à primeira vista. O fato de que uma galinha moderna nasceu com dentes mostra que um gene particular foi capaz de permanecer dormente por quase 100 milhões de anos e então reaparecer numa galinha mutante.

 

Pela inserção de novos dados fornecidos pelo décimo fóssil de Archaeopteryx descrito numa base de dados cladística principal existente, Mayr et al.(2005) mostrou que o Archaeopteryx estava num clado irmão de um clado consistindo de dois grupos que são tradicionalmente vistos como terópodes não-aves, especialmente o Deinonychosauria e o Troodontidae, assim como as aves mais derivadas, representadas na análise pelo Confuciusornis. Como na hipótese de Paul, neste cenário o Deinonychosauria e o Troodontidae são partes das aves, a linhagem própria, e incapazes de voar secundariamente. Isto é, todavia uma questão de definição taxonômica e filogenética.

Confuciusornis é atualmente considerado mais próximo das aves modernas que oArchaeopteryx; não é razoável ter divergido dos ancestrais das aves modernas muito depois do Archaeopteryx de qualquer modo, e seu esqueleto é muito diferente de ambos. O aparato de voo é muito mais avançado que no Archaeopteryx, mas para um tipo de condição "intermediária" (apesar de que o ensaio de Mayr et al. talvez indique que ele não estivesse numa posição filogenética intermediária, visto que se revelou um clado irmão doMicroraptor). A única coisa que aparece claramente do estudo de Mayr et al. é que das duas aves primitivas comparadas - nenhuma das quais é necessariamente muito próximo aos ancestrais das aves modernas - o Confuciusornis estava mais próximo a um grupo distinto de terópodes, tradicionalmente visto como não-aves, em comparação ao Archaeopteryx.

O ensaio iniciou um debate vigoroso, no qual os autores deixaram claro que eles consideravam seus dados ainda duvidosos para definir se o voo das aves ou se a diversificação terópode principal veio primeiro. Nem as aves mais modernas que o Confuciusornis, nem muitos terópodes interessantes foram incluídos, e então o ponto principal do estudo é solidificar o caso que o voo semelhante ao das aves estava presente não apenas nos ancestrais das aves modernas. Será que o voo foi desenvolvido independentemente várias vezes como sugerido por Barsbold ou apenas uma, com a maioria se não todos os terópodes terrestres sendo incapazes de voar secundariamente, é uma questão não resolvida; embora a avaliação estatística da base de dados temporariamente sugerir a segunda opção, a segurança é insuficiente para chegar a uma conclusão a este respeito.

Em 2007, saliências de penas foram encontradas na ulna (um dos dois ossos do "antebraço") de um Velociraptor, e os pesquisadores concluíram que este terópode tinha penas que pareciam modernas, compostas de uma haste e barbas formadas por farpas. Eles pensaram que isso poderia indicar que o Velociraptor tivesse ancestrais voadores - mas apontaram que as penas talvez tivessem outras funções que o voo, por exemplo para exibição ou para defender um ninho.

Homologia digital

Há um debate entre embriologistas e paleontólogos se as mãos dos dinossauros terópodes e das aves são essencialmente diferentes, baseados na contagem falângica, a contagem do número de falanges (dedos) na mão. Esta é uma área de pesquisa impostante e ferozmente debatida porque seus resultados podem contestar o consenso de que as aves são descendentes dos dinossauros.

Os embriologistas (e alguns paleontólogos que se opõem à ligação ave-dinossauro) por muito tempo tem numerado os dedos das aves como II-III-IV baseados em múltiplos estudos do desenvolvimento no ovo. Isto é baseado no fato de que na maioria dos amniotas o primeiro dígito para formar uma mão de cinco dedos é o dígito IV, que desenvolve um eixo primário. Então, os embriologistas identificam o eixo primário nas aves como dígito IV, e os dígitos existente como II-III-IV. Os fósseis de mãos de terópodes avançados têm os dígitos I-II-III. Se isto for verdadeiro, então o desenvolvimento dos dígitos II-III-IV nas aves é incompatível com a ancestralidade terópode (dinossauro). Todavia, sem base ontogênica para afirmar definitivamente quais dígitos estavam nas mãos dos terópodes (porque não terópodes podem ser observados crescendo e se desenvolvendo hoje, exceto as aves), a designação da mão terópode não é absolutamente conclusiva.

Os paleontólogos tradicionalmente identificam os dígitos das aves como I-II-III. Eles argumentam que os dígitos das aves numeram-se I-II-III, da mesma forma que os dos dinossauros terópodes, pela fórmula falângica conservada. A contagem falângica dos arcossauros é 2-3-4-5-3; muitas linhagens arcossauro têm um número reduzido de dígitos, mas têm a mesma fórmula falângica nos dígitos que permaneceram. Em outras palavras, os paleontólogos afirmam que os arcossauros de linhagens diferentes tendem a perder os mesmos dígitos quando a perda de dígitos ocorre, de fora para dentro. Os três dígitos dos dromaeossauros e do Archaeopteryx têm a mesma fórmula falângica I-II-III dos arcossauros basais. Então, os dígitos perdidos seriam V e IV. Se isto for verdadeiro, as aves modernas também possuiriam os dígitos I-II-III. Além disso, uma equipe de pesquisa propôs uma mudança na estrutura dos dígitos da linha terópode conduzindo às aves (dessa forma transformando o dígito I no dígito II, o II no III, e assim por diante). No entanto, tais mudanças de estrututra são raras nos amniotas e teriam ocorrido somente nos membros dianteiros e não nos traseiros (uma condição atualmente desconhecida em qualquer animal) na linhagem terópode-ave para que fossem consistente com a origem terópode das aves.

 

 

 

As aves desempenham importantes funções nos ecossistemas e contribuem ativamente para o equilíbrio ambiental. Elas interagem com a vegetação, nos processos de polinização e dispersão de inúmeras plantas. Muitas espécies de aves se alimentam de invertebrados, neste sentido, atuam controlando populações de insetos e outros pequenos animais, que poderiam tornar-se muito abundantes e de alguma forma desequilibrar o ambiente. Além disso, sua presença torna o ambiente mais agradável para o ser humano, pois tanto adultos quanto crianças geralmente consideram prazeroso, e sente-se bem ao observar as aves, principalmente devido a grande variedade de cores que estas possuem e aos sons que produzem, que agradam olhos e ouvidos.

De uma forma geral as regiões do EVL e áreas adjacentes mais ricas em aves são aquelas mais próximas aos cursos d’água, e os trechos com vegetação mais estruturada e/ou densa. A criação e manutenção de determinados habitats é fundamental para a conservação da avifauna. O reflorestamento do entorno do lago e de outros locais dentro do EVL deve ser realizado o quanto antes. Recomendamos enfaticamente a utilização do maior número possível de espécies vegetais nativas, e zoocóricas, ou seja, plantas que fornecem frutos comestíveis para a fauna. Esta medida pode favorecer, não só a avifauna como também outros animais; este fato deve ser levado em consideração quando for realizado o reflorestamento previsto.

Outro fator, a ser levado em consideração para a conservação da avifauna do EVL é a necessidade de conectividade com os habitats adjacentes, especialmente com os habitats aquáticos e florestais. Esta conectividade pode ser conseguida, utilizando a mata riparia dos ribeirões como corredores florestal. A conectividade entre as áreas é importante para a dispersão de espécies, de aves, principalmente aquelas com dificuldade ou mesmo incapazes de cruzar áreas abertas, favorecendo a diversidade de espécies, assim bem como a variabilidade genética e a manutenção das populações em longo prazo.

Como discutido acima as aves que frequentam o habitat aquático utilizam nichos distintos e sua conservação no lago do EVL esta fortemente associada a manutenção destes nichos. Quando o lago estiver totalmente cheio, este deverá apresentar um grande espelho d’água, mas é esperado que haja uma redução no número de nichos a serem explorados pelas aves, principalmente quanto à ocorrência de vegetação aquática, regiões litorâneas rasas e praias. Somado a isto, suas margens, em relação a vegetação arbórea, deveram ficar relativamente mais simplificadas em termos estruturais, por questões principalmente estéticas.

Uma única medida, bem direcionada, pode auxiliar tanto no aumento da conectividade entre o EVL e o fragmento florestal mais próximo a ele como também aumentar a disponibilidade de nichos pra as aves relacionadas ao habitat aquático. Recomendamos veementemente a criação de um refugio para a vida selvagem dentro do EVL. O local que reúne as melhores características para a implementação deste refugio é o ponto onde o córrego do Spa desemboca no lago do EVL. Este local é o mais próximo entre o remanescente florestal e o EVL, e a conexão será feita pela mata ciliar do ribeirão contínua (deverá ser cortada pela rua perimetral) com a vegetação do entorno do lago do EVL, otimizando a conectividade com os habitats florestais e aquáticos.

Com relação ao habitat aquático propriamente dito, neste local o lago do EVL forma um braço, onde antes corria o ribeirão do Spa. Uma área com extensão de dezenas de metros, ou mais (em caso da implementação deste refugio esta distância deverá ser melhor estipulada) pode ser reservada neste local, para que nela se permita o desenvolvimento de vegetação aquática, flutuantes e enraizadas. Nesta região do refugio, as margens devem ser manejadas de forma que não sejam tão inclinadas, propiciando a formação de locais rasos, próximo as margens e mesmo pequenas praias.

Ao longo deste refugio, recomendamos também que a vegetação a ser implantada nas margens seja mais adensada do que nas outras regiões do entorno do lago, incluindo vegetação baixa. Isto resultará em uma estrutura mais complexa da vegetação e na oferta de mais nichos, o que tenderá a abrigar mais espécies de aves. Ressaltamos que este adensamento da vegetação não implicará em prejuízo estético para o EVL, não encobrindo a visão de nenhum ponto considerável. Somado a isto, o local apresenta uma inclinação muito acentuada no terreno, e não deverá ser utilizada para outros fins.

É importante mencionar que a criação deste refúgio da vida selvagem não beneficiará apenas a avifauna. A fauna em geral deverá ser favorecida com e criação e manutenção deste refugio, especialmente a ictiofauna, pois está contará também com um considerável aumento no número de nichos a serem explorados, além de abrigos contra predadores e locais de reprodução para algumas espécies.

Entendemos que a criação e a manutenção do refúgio da vida selvagem aqui proposto terão um determinado custo. Contudo, isto irá evidenciar ainda mais o comprometimento ambiental dos idealizadores e executores do EVL, que já o demonstraram, através da pioneira iniciativa da realização do monitoramento da fauna. Isto, com certeza, têm grande peso na relação custo beneficio, e poderá ser explorado também comercialmente.

O grupo aves é relativamente bem estudado e deve ser usado como uma ferramenta na proposição de medidas de conservação. Com a realização do diagnóstico da avifauna do EVL e áreas adjacentes, nós obtivemos um “retrato” das comunidades de aves que ocorrem na área, contudo, as comunidades de aves não são estáticas, pelo contrário, são extremamente dinâmicas ao longo do tempo. Estes dados irão servir de referência em estudos futuros.

Só com a realização de um monitoramento é possível compreender como as comunidades de aves se comportam ao longo do tempo; quais espécies se estabelecem, quais são extintas, quais são novos colonizadores etc. Os sensos de aves periódicos previstos para o monitoramento da fauna do EVL podem auxiliar na indicação da qualidade do ambiente, auxiliando na compreensão da dinâmica da fauna, que é o primeiro passo, para qualquer medida que vise à conservação das espécies. 

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TODOS OS SERES VIVOS CRIADOS POR DEUS, POSSUEM UMA FUNÇÃO ESPECÍFICA EM SUAS VIDAS, CUJO OBJETIVO É AUXILIAR O ECOSSISTEMA NA VIDA DO HOMEM/MULHER, PROVOCANDO O EQUILIBRIO DO REFERIDO, SERVINDO INCLUSIVE PARA A ALIMENTAÇÃO, EVITANTO O PREDOMÍNIO DE QUALQUER RAÇA, MANTENDO O CONTRÔLE COMO LHES FOI DETERMINADO PELO CRIADOR.

 

 


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COMO ABENÇOAR AQUELES QUE TU AMAS

 

O Senhor te abençoe e te guarde; O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. Livro de Números, Capítulo 6, Versículos 22 ao 27. 


FLORES PARA TUA VIDA

 

http://youtu.be/_KONToq43vU

http://youtu.be/8FO9kBPXxzU

http://youtu.be/-AIsA33LMh4

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LEIA A BÍBLIA E ELA SE TORNARÁ

 O TEU AMULETO  E TALISMà


SERVIDÃO SOB OS MEDIANITAS

 

Porém os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR; e o SENHOR os deu nas mãos dos midianitas por sete anos.
E, prevalecendo a mão dos midianitas sobre Israel, fizeram os filhos de Israel para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, as cavernas e as fortificações.
Porque sucedia que, semeando Israel, os midianitas e os amalequitas, e também os do oriente, contra ele subiam.
E punham-se contra ele em campo, e destruíam os frutos da terra, até chegarem a Gaza; e não deixavam mantimento em Israel, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos.
Porque subiam com os seus gados e tendas; vinham como gafanhotos, em grande multidão que não se podia contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra, para a destruir.
Assim Israel empobreceu muito pela presença dos midianitas; então os filhos de Israel clamaram ao Senhor.
E sucedeu que, clamando os filhos de Israel ao Senhor por causa dos midianitas,
Enviou o Senhor um profeta aos filhos de Israel, que lhes disse: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Do Egito eu vos fiz subir, e vos tirei da casa da servidão;
E vos livrei da mão dos egípcios, e da mão de todos quantos vos oprimiam; e os expulsei de diante de vós, e a vós dei a sua terra.
E vos disse: Eu sou o Senhor vosso Deus; não temais aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; mas não destes ouvidos à minha voz.

O ANJO FALA COM GIDEÃO

Então o anjo do Senhor veio, e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas.
Então o anjo do Senhor lhe apareceu, e lhe disse: O Senhor é contigo, homem valoroso.
Mas Gideão lhe respondeu: Ai, Senhor meu, se o Senhor é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém agora o Senhor nos desamparou, e nos deu nas mãos dos midianitas.
Então o Senhor olhou para ele, e disse: Vai nesta tua força, e livrarás a Israel das mãos dos midianitas; porventura não te enviei eu?
E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai.
E o Senhor lhe disse: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como se fossem um só homem.
E ele disse: Se agora tenho achado graça aos teus olhos, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo.
Rogo-te que daqui não te apartes, até que eu volte e traga o meu presente, e o ponha perante ti. E disse: Eu esperarei até que voltes.
E entrou Gideão e preparou um cabrito e pães ázimos de um efa de farinha; a carne pôs num cesto e o caldo pôs numa panela; e trouxe-lho até debaixo do carvalho, e lho ofereceu.
Porém o anjo de Deus lhe disse: Toma a carne e os pães ázimos, e põe-nos sobre esta penha e derrama-lhe o caldo. E assim fez.
E o anjo do Senhor estendeu a ponta do cajado, que estava na sua mão, e tocou a carne e os pães ázimos; então subiu o fogo da penha, e consumiu a carne e os pães ázimos; e o anjo do Senhor desapareceu de seus olhos.
Então viu Gideão que era o anjo do SENHOR e disse: Ah, Senhor DEUS, pois vi o anjo do SENHOR face a face.
Porém o Senhor lhe disse: Paz seja contigo; não temas; não morrerás.
Então Gideão edificou ali um altar ao SENHOR, e chamou-lhe: O SENHOR É PAZ; e ainda até o dia de hoje está em Ofra dos abiezritas.
E aconteceu naquela mesma noite, que o Senhor lhe disse: Toma o boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derruba o altar de Baal, que é de teu pai; e corta o bosque que está ao pé dele.
E edifica ao Senhor teu Deus um altar no cume deste lugar forte, num lugar conveniente; e toma o segundo boi, e o oferecerás em holocausto com a lenha que cortares do bosque.
Então Gideão tomou dez homens dentre os seus servos, e fez como o Senhor lhe dissera; e sucedeu que, temendo ele a casa de seu pai, e os homens daquela cidade, não o fez de dia, mas fê-lo de noite.
Levantando-se, pois, os homens daquela cidade, de madrugada, eis que estava o altar de Baal derrubado, e o bosque estava ao pé dele, cortado; e o segundo boi oferecido no altar que fora edificado.
E uns aos outros disseram: Quem fez esta coisa? E, esquadrinhando, e inquirindo, disseram: Gideão, o filho de Joás, fez esta coisa.
Então os homens daquela cidade disseram a Joás: Tira para fora a teu filho; para que morra; pois derribou o altar de Baal, e cortou o bosque que estava ao pé dele.
Porém Joás disse a todos os que se puseram contra ele: Contendereis vós por Baal? Livrá-lo-eis vós? Qualquer que por ele contender ainda esta manhã será morto; se é deus, por si mesmo contenda; pois derrubaram o seu altar.
Por isso naquele dia lhe chamaram Jerubaal, dizendo: Baal contenda contra ele, pois derrubou o seu altar.
E todos os midianitas e amalequitas, e os filhos do oriente se ajuntaram, e passaram, e acamparam no vale de Jizreel.
Então o Espírito do SENHOR revestiu a Gideão, o qual tocou a buzina, e os abiezritas se ajuntaram após ele.
E enviou mensageiros por toda a tribo de Manassés, que também se ajuntou após ele; também enviou mensageiros a Aser, e a Zebulom, e a Naftali, que saíram-lhe ao encontro.
E disse Gideão a Deus: Se hás de livrar a Israel por minha mão, como disseste,
Eis que eu porei um velo de lã na eira; se o orvalho estiver somente no velo, e toda a terra ficar seca, então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão, como disseste.
E assim sucedeu; porque no outro dia se levantou de madrugada, e apertou o velo; e do orvalho que espremeu do velo, encheu uma taça de água.
E disse Gideão a Deus: Não se acenda contra mim a tua ira, se ainda falar só esta vez; rogo-te que só esta vez faça a prova com o velo; rogo-te que só o velo fique seco, e em toda a terra haja o orvalho.
E Deus assim fez naquela noite; pois só o velo ficou seco, e sobre toda a terra havia orvalho.

Juízes 6:1-40


 O PROGRESSO E A GLÓRIA DE SIÃO

 

Canta alegremente, ó estéril, que não deste à luz; rompe em cântico, e exclama com alegria, tu que não tiveste dores de parto; porque mais são os filhos da mulher solitária, do que os filhos da casada, diz o SENHOR.
Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas.
Porque transbordarás para a direita e para a esquerda; e a tua descendência possuirá os gentios e fará que sejam habitadas as cidades assoladas.
Não temas, porque não serás envergonhada; e não te envergonhes, porque não serás humilhada; antes te esquecerás da vergonha da tua mocidade, e não te lembrarás mais do opróbrio da tua viuvez.
Porque o teu Criador é o teu marido; o Senhor dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; que é chamado o Deus de toda a terra.
Porque o Senhor te chamou como a mulher desamparada e triste de espírito; como a mulher da mocidade, que fora desprezada, diz o teu Deus.
Por um breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias te recolherei;
Com um pouco de ira escondi a minha face de ti por um momento; mas com benignidade eterna me compadecerei de ti, diz o Senhor, o teu Redentor.
Porque isto será para mim como as águas de Noé; pois jurei que as águas de Noé não passariam mais sobre a terra; assim jurei que não me irarei mais contra ti, nem te repreenderei.
Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão abalados; porém a minha benignidade não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não mudará, diz o Senhor que se compadece de ti.
Tu, oprimida, arrojada com a tormenta e desconsolada, eis que eu assentarei as tuas pedras com todo o ornamento, e te fundarei sobre as safiras.
E farei os teus vitrais de rubis, e as tuas portas de carbúnculos, e todos os teus termos de pedras aprazíveis.
E todos os teus filhos serão ensinados do Senhor; e a paz de teus filhos será abundante.
Com justiça serás estabelecida; estarás longe da opressão, porque já não temerás; e também do terror, porque não chegará a ti.
Eis que seguramente poderão vir a juntar-se contra ti, mas não será por mim; quem se ajuntar contra ti cairá por causa de ti.
Eis que eu criei o ferreiro, que assopra as brasas no fogo, e que produz a ferramenta para a sua obra; também criei o assolador, para destruir.
Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justiça que de mim procede, diz o Senhor.


Isaías 54:1-17 


DANIEL NA COVA DOS LEÕES

 

E pareceu bem a Dario constituir sobre o reino cento e vinte príncipes, que estivessem sobre todo o reino;
E sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes príncipes dessem conta, para que o rei não sofresse dano.
Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino.
Então os presidentes e os príncipes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.
Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a acharmos contra ele na lei do seu Deus.
Então estes presidentes e príncipes foram juntos ao rei, e disseram-lhe assim: Ó rei Dario, vive para sempre!
Todos os presidentes do reino, os capitàes e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
Por esta razão o rei Dario assinou o edito e a proibição.
Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinaste o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração.
Ouvindo então o rei essas palavras, ficou muito penalizado, e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou para salvá-lo.
Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram-lhe: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou decreto, que o rei estabeleça, se pode mudar.
Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e lançaram-no na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará.
E foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus senhores, para que não se mudasse a sentença acerca de Daniel.
Então o rei se dirigiu para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono.
Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei, e foi com pressa à cova dos leões.
E, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste; e disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?
Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!
O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum.
Então o rei muito se alegrou em si mesmo, e mandou tirar a Daniel da cova. Assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.
E ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.
Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e línguas que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada.
Da minha parte é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre, e o seu reino não se pode destruir, e o seu domínio durará até o fim.
Ele salva, livra, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele salvou e livrou Daniel do poder dos leões.
Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.


Daniel 6:1-28


 ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO A DEUS

  

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano, e perdoa os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve, e não nos conduzas em tentação, mas livro-nos do mal. DEUS eu te agradeço por tudo o que fizestes no dia de hoje, nos dias anteriores e o que tu farás daqui para frente, a mim, a minha casa, a meus parentes, a meus amigos e irmãos de fé, pela nossa vida e saúde, por tudo o que tu nos dá de comer, beber, vestir, calçar, andar, estudar, trabalhar, ir e vir, pela tua justiça, pela tua verdade e reputação, pelo dia, pelo sol, pela luz, pelas nuvens, pelas chuvas, pelas noites, pela lua, pelas estrelas, por vermos, ouvirmos, falarmos, pelos nossos paladares, olfatos e tatos, pelos montes, montanhas, planaltos e planícies, pelos lagos, rios e mares, pelas ervas, árvores e frutos, pelos animais terrestres e aquáticos e por tudo o mais que tu nos dá no dia a dia. Eu entrego em tuas mãos todos os meus inimigos, os da minha casa, parentes, amigos e irmãos de fé. Pai teu é o reino, teu é o poder e tua é toda a glória. Amém (que assim seja).


 CUIDADORA DE IDOSOS

danicris.louro39@gmail.com

 

Cuidado em domicílio

Cuidado em domícilio ou apoio domiciliário, por vezes descrita em seu termo em inglês, home care, é uma especialização na área da saúde com uma visão bem diferente da hospitalocêntrica: ao invés do paciente ir até o hospital ser tratado, os profissionais de saúde vão até sua casa tratá-lo.

Vantagens

  • O paciente é tratado fora do hospital e em contato com a família. Isso é bom, uma vez que o ambiente hospitalar, para muitos, não é confortável e causa estresse;
  • O paciente fica menos exposto aos riscos infectológicos existentes no âmbito hospitalar;
  • Melhora a "autonomia" do paciente;
  • Melhora a "privacidade" do paciente.
  • Diminui o custo do tratamento para o sistema de saúde.

Público alvo

Pacientes com patologias estáveis, quase sempre portadores de doenças crônicas, como doenças neurológicas degenerativas e músculo-esqueléticas usualmente são tratados por intermédio de cuidados paliativos em hospitais, hospices (termo em inglês) e cuidados em domicílio (home care em inglês). Entretanto o hospice ou o home care não podem ser vistos apenas como uma alternativa para pacientes crônicos ou idosos, devem ser vistos como alternativa para todas as idades e patologias, contanto que o paciente esteja clinicamente estável.

Cuidados dispensados aos pacientes domiciliares

O paciente recebe um tratamento similar ao dado em um hospital, com toda estrutura necessária para sua estabilidade no ambiente doméstico, como sonda, cateter, soro-terapia, oxigeno-terapia, dentre outros. É traçada uma rotina para o cuidado ao paciente envolvendo todas as suas necessidades básicas e avançadas. É um trabalho interdisciplinar e pode envolver médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos, fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, dentre outros. Durante a assistência é eleito pela família um cuidador (que pode ser contratado ou escolhido entre seus familiares) para ser treinado no auxilio do paciente para suas atividades de vida diária como alimentação, banho, transporte, utilização do banheiro e etc...

Importância da Home Care

O aumento da expectativa de vida nos últimos anos tem acarretado para o Brasil uma população cada vez mais idosa. O problema não é envelhecer, mas envelhecer sem qualidade. O Brasil não está se desenvolvendo paralelamente à população e isto está causando uma população idosa e sem saúde. A superlotação dos serviços de saúde é consequencial, assim como os problemas previdenciários. A Home Care vem auxiliar no tratamento aos pacientes crônicos e estáveis, e um dos objetivos é tirar o paciente do hospital, sendo que ele pode ser tratado em casa. É menos custoso para o Serviço Público e menos incômodo para o paciente, que poderia passar meses ou anos num hospital, já que sua doença é crônica e/ou degenerativa.

Disponibilidade de Home Cares no Brasil

Apesar de todos esses benefícios, existem poucas home cares no Brasil, principalmente nas cidades do interior. Com isso, os pacientes enchem os hospitais, sendo que, na maioria das vezes, eles poderiam ser tratados em hospices ou em domicílio.

Mas existem três pontos que justificariam essa não disponibilidade de Home Cares no mercado:

  • Os cursos de especialização encontram-se apenas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte;
  • Existem poucos profissionais especializados na área;
  • É algo novo na área da saúde, inclusive com poucas referências bibliográficas.

Demência  danicris.louro39@gmail.com

Demência (do latim de: 'falta, diminuição + mens, genitivo mentis: 'mente') é a perda ou redução progressiva das capacidades cognitivas, de forma parcial ou completa, permanente ou momentânea e esporádica, suficientemente importante a ponto de provocar uma perda de autonomia do indivíduo.

Dentre as causas potencialmente reversíveis estão disfunções metabólicas, endócrinas e hidro eletrolíticas, quadros infecciosos, déficits nutricionais, distúrbios psiquiátricos, como a depressão (pseudodemência depressiva) e as doenças passíveis de tratamento neurocirúrgico, principalmente a hidrocefalia do idoso (hidrocefalia de pressão normal), hematoma subdural crônico, higroma e tumores cerebrais.

Tipicamente, essa alteração cognitiva provoca a incapacidade de realizar atividades da vida diária. Os déficits cognitivos podem afetar qualquer das funções cerebrais, particularmente as áreas da memória, a linguagem (afasia), a atenção, as habilidades visuo construtivas, as práxias e as funções executivas, como a resolução de problemas e a inibição de respostas. A demência pode afetar também a compreensão, a capacidade de identificar elementos de uso cotidiano, o tempo de reação e os traços da personalidade. Durante a evolução da doença, pode-se observar a perda de orientação espaço-temporal e de identidade. À medida que a doença avança, os dementes também podem apresentar traços psicóticos, depressivos e delírios ou alucinações.

Embora a alteração da memória possa, em poucos casos, não ser um sintoma inicialmente dominante, é alteração típica da atividade cognitiva nas demências - sobretudo para a mais frequente delas, ligada à doença de Alzheimer -, e sua presença é condição essencial para o diagnóstico.

A depender da origem etiológica, a demência pode ser reversível ou irreversível.

Prevalência

O envelhecimento da população leva a um aumento das doenças crônicas e degenerativas, acarretando um maior custo-paciente na área de saúde e a necessidade de inúmeras adaptações sociais, ambientais e econômicas. É provável que, em 2025, o Brasil se torne o 6º país com mais idosos no mundo. O número de vítimas de demências aumenta exponencialmente com a idade afetando apenas 1,1% dos idosos entre 65 e 70 anos e mais de 65% depois dos 100 anos. A média em São Paulo no ano de 1998 na população acima de 65 anos foi estimada em 7,1%. Porém, como é muito sub-diagnosticada, maior nas áreas rurais e com níveis educacionais mais baixos e tem aumentado muito nos últimos anos é provável que atualmente esteja por volta de 21,9% entre os maiores de 65 anos. A doença de Alzheimer, o tipo de demência mais comum, é mais comum em mulheres enquanto as demências vasculares, segundo tipo mais comum, são mais comuns em homens.

Os custos com demência no mundo passam de 600 bilhões, custo maior do que o de qualquer empresa do mundo. A estimativa da Alzheimer’s Disease International (ADI) é de que em 2010 havia 35,6 milhões de pessoas vivendo com demência no mundo. Este número deve subir para 65,7 milhões até 2030 e 115,4 milhões até 2050. No Brasil, estima-se que entre 70% e 94% dos pacientes com demência vivam em casa, subindo para 90 a 95% nas áreas rurais, média muito acima da dos países desenvolvidos que fica por volta de 66%.

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