DEUS NÃO É RELIGIÃO OU SEITA, POIS RELIGIÕES E SEITAS SÃO COISAS DOS HOMENS E MULHERES, COMO AS CRENDICES.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


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 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


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RELIGIÕES E SEITAS DO PLANETA TERRA - CUIDADO!
RELIGIÕES E SEITAS DO PLANETA TERRA - CUIDADO!

RELIGIÕES E SEITAS DO PLANETA

TERRA, CUIDADO!

 

As diversas religiões e seitas do planeta Terra se tornaram os anti-DEUS e os anti-CRISTO, sendo organizações financeiras e políticas, com o único objetivo do lucro e promoção de seus dirigentes.  Pelo colocado a única salvação que os necessitados possuem é a Bíblia, onde você encontra a palavra de DEUS, não havendo necessidade de deslocamento para as igrejas, deixando de se tornar macaco de auditório, e tornando-se realmente um servo de DEUS.


COMO BUSCAR A DEUS

 

“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” (Jr. 29:13)

Eis um tema que muito tempo queria discutir. Sempre ouvimos daqueles que tem mais tempo na igreja sobre buscar ao Senhor. No entanto, pouco se é ensinado sobre a melhor forma de buscar a DEUS. Na verdade não existe uma única forma padrão, mas o melhor jeito é você se sentir a vontade diante do Senhor DEUS. A Bíblia nos ensina que devemos buscá-lo de todo o coração, ou seja, de corpo e alma, ansiando por Sua presença. E neste artigo trago a vocês algumas dicas importantes que lhe farão chegar mais perto de DEUS.

Primeiramente é necessário você conhecer a DEUS e prosseguir em conhecê-lo cada vez mais, e isso só é possível através da Bíblia que nos diz “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor…” (Os. 6:3). O conhecer a DEUS nos leva a uma busca por Ele, porém muitos não tem tido o resultado esperado pois não sabem como se entregar ao Senhor. O primeiro passo rumo à comunhão com DEUS é você reconhecer quem DEUS é e o que Ele representa na sua vida. Isso chama-se adoração, o ato de admirarmos o caráter de DEUS. Mas não basta apenas admirarmos a DEUS pela sua soberania, mas temos que dizer para Ele o que de fato representa em nossa vida. O que DEUS representa para você? Ele é apenas uma fonte de bênçãos para você? Quantas vezes você falou pra DEUS o quanto você depende dEle? Se observarmos ao nosso redor veremos que se não fosse as misericórdias do Senhor, certamente não estaríamos aqui partilhando desse conhecimento. Portanto, adore a DEUS admirando Sua soberania e poder, mas não se esqueça de declarar o que Ele representa na sua vida, porém seja sincero! Analise quanto tempo você tem dedicado em conhecer ao Senhor. Já pensou que, se DEUS fosse nos dar atenção mediante o tempo que dedicamos a Ele, com certeza teríamos pouco da atenção dELE. Mas DEUS é tão bom, que nos dá todo o tempo do mundo, pois Ele se interessa pela sua amizade.

Após você reconhecer quem é DEUS (mesmo que você não tenha experiência com Ele, mas diga o que você pensa dEle e o que Ele representa na sua vida, você deve apresentar o motivo da sua busca, ou seja, o porquê de você querer a amizade de DEUS). Não adianta chegar diante do Senhor sem propósito algum. Muitos buscam a DEUS somente para adquirir coisas materiais, mas o Senhor quer algo além de uma relação de mercantilismo: Ele quer ser seu amigo. Já imaginou você tendo a honra de guardar um segredo de DEUS? Ou em andar com DEUS, assim como Enoque andou todos os dias da sua vida. (Gn. 5:24)? DEUS sabe de todas as nossas necessidades, e como nosso Amigo, Ele quer que depositamos toda a nossa confiança nEle. DEUS sabe do que você precisa, mas Ele não quer apenas servir de uma fonte de provisão, mas, como nosso Pai e Amigo, Ele quer fazer parte de todos os momentos de nossa vida, independente da situação.

Devemos reconhecer que precisamos e sempre precisaremos de DEUS. Sem Ele nada somos e nada poderemos fazer. Se tomarmos atitudes com esse propósito, com certeza seremos mais íntimos de DEUS. Ele não quer que tenhamos uma comunhão de servo para Senhor, mas de filho para Pai, fundamentada numa amizade. A Bíblia relata em Jo. 15:15, o Senhor Jesus nos levando a um outro nível de intimidade com DEUS, quando fala que “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer”.

Quando mais nos dedicamos em conhecer a DEUS, adquirimos intimidade com Ele, e consequentemente, experiência. O apóstolo Paulo nos descreve em 1Co. 6:17 “Mas aquele que se une ao Senhor é um mesmo espírito com Ele.”, ou seja, quando nos tornamos íntimos de DEUS, partilhamos do mesmos pensamentos, visões, ideologias e propósitos, nos tornando conhecedores da Sua graça e poder.

A partir do momento em que partilhamos do conhecimento do Senhor, estamos apto a sermos intercessores e precursores do Evangelho do Reino do Céus. O Senhor deseja que nós declaremos ao mundo o que Ele tem feito em nossas vidas, para que outras pessoas também possam desfrutar das maravilhas do amor desse DEUS bondoso. Devemos anunciar as boas novas de salvação! E também devemos cuidar daqueles que estão fracos na fé, tornando-nos intercessores dos mesmos. Mas não podemos esquecer-nos de agradecer por tudo aquilo que o Senhor DEUS tem feito para com a nossa vida. Devemos agradecê-lo pelo ar que respiramos, pelo sol que nasce e se põe, pela grandeza de Sua misericórdia, pelo alimento espiritual e material que a cada dia nos dá, pelo folego de vida, pela salvação de nossa alma, enfim, sejamos gratos em tudo, desde as pequenas coisas até as mais grandiosas bênçãos do Senhor em nossa vida. Agradeça a DEUS por tudo o que Ele fez por você, pelo que está fazendo por sua vida, e por aquilo que ainda irá realizar em benefício do seu bem estar.

Quando nos dedicamos em buscar ao Senhor, adquirimos experiência com DEUS, e segundo a Bíblia, a experiência produz esperança, e a esperança não traz confusão e é o fundamento da fé do cristão. A nossa busca pelo Senhor tem que ter propósito, objetivo, pois há uma grande diferença entre você querer mais do poder de DEUS e você querer mais da Sua presença. O poder do Senhor é revelado em um determinado momento, mas Sua presença é cativante em todos os momentos de nossa vida. Reconheçamos uma vez mais a soberania do Senhor, e também não nos esqueçamos de declarar o que o Senhor DEUS representa em nossa vida. Agradeça a DEUS por tudo o que Ele operou na sua vida, na vida de seus familiares. Lembre-se que pelo simples fato de você está lendo esta postagem, foi porque DEUS lhe deu mais uma oportunidade de você ouvir a Sua voz. Pois o tempo que você dedica em conhecer ao Senhor revela se você reconhece e trata DEUS como um Pai, Senhor ou uma simples fonte de bênçãos materiais.


 

PADRE

 

As ordens ministeriais da Igreja Católica Romana incluem as ordens dos bisposdiáconos e presbíteros. O sacerdócio ordenado e o sacerdócio comum (ou sacerdócio de todos os batizados) são diferentes em função e essência.

A distinção deve ser feita entre o "padre" e "presbítero". De acordo com o Código de Direito Canônico de 1983, "As palavras em latim sacerdos esacerdotium são usadas para se referir, em geral, ao sacerdócio ministerial compartilhado por bispos e presbíteros. As palavras presbyter, presbyterium e presbyteratus referem-se a sacerdotes e presbíteros".

O sacerdócio na Igreja Católica inclui os sacerdotes de ambas as partes, do Rito Latino e dos Ritos Orientais. Em maio de 2007, o site do Vaticanoafirmou que havia cerca de 406.411 sacerdotes que servem a Igreja em todo o mundo.

As pessoas consagradas, que podem ser leigos ou clérigos, normalmente agrupam-se em institutos de vida religiosa (congregações e ordens religiosas) ou em institutos seculares, existindo, porém, aqueles que vivem isoladamente ou até em comunidade aberta, junto dos outros leigos não consagrados.

História

Antigo Testamento descreve como Yahweh fez de seu povo "um reino de sacerdotes e uma nação santa". Dentre as doze tribos de Israel, a tribo de Levi foi à escolhida para exercer o serviço litúrgico de oferecer o sacrifício como sacerdotes. O sacerdote representava um mediador entre DEUS e os seres humanos, aquele que oferece os sacrifícios e intercede pelo povo.

Novo Testamento descreve Jesus como o "grande sumo sacerdote" da Nova Aliança que, em vez de oferecer os rituais de sacrifício animal prescritos pela lei judaicaoferece a si mesmo na cruz como o sacrifício verdadeiro e perfeito. O sacerdócio católico é uma participação neste sacerdócio de Cristo e, portanto, traça as suas origens até o próprio Jesus. Assim, o Novo Testamento diz que como sumo sacerdote, Jesus fez a Igreja, "um reino de sacerdotes para DEUS, o Pai". Todos os que são batizados recebem uma participação no sacerdócio de Cristo, isto é, são conformados com Cristo e tornam-se capazes de oferecer a verdadeira adoração e louvor a DEUS como cristãos. Toda a comunidade dos crentes é, como tal, sacerdotal.

O sacerdócio ministerial de sacerdotes e bispos católicos tem uma história distinta. Este sacerdócio ministerial está a serviço do sacerdócio de todos os crentes e envolve a consagração direta de um homem a Cristo através do sacramento da ordem, para que Ele possa agir na pessoa de Cristo para o bem dos fiéis, sobretudo na dispensação dos sacramentos. Entende-se ter começado na Última Ceia, quando Jesus Cristo instituiu a Eucaristia na presença dos Doze Apóstolos, ordenando-lhes, "fazei isto em memória de mim". O sacerdócio católico, portanto, é uma participação no sacerdócio de Cristo e traça as suas origens históricas para os Doze Apóstolos nomeados por Cristo. Os apóstolos, por sua vez, selecionaram outros homens para sucedê-los, como os bispos ("episkopoi", palavra grega para "bispos") das comunidades cristãs, com os quais foram associados presbíteros ("presbyteroi", palavra grega para "anciãos") e diáconos("diakonoi”, palavra grega para "servos"). Como as comunidades se multiplicaram e cresceram em tamanho, os bispos nomeavam mais e mais presbíteros para presidir à Eucaristia em seus lugares nas comunidades em cada região. Os diáconos evoluiram como os assistentes litúrgicos do bispo e de seus representantes, para a administração dos fundos da Igreja e programas de auxílio aos pobres. Hoje, o posto de "presbítero" é geralmente associado a "sacerdote", embora tecnicamente, tanto um bispo e um presbítero são "sacerdotes" no sentido de que eles compartilham o sacerdócio ministerial de Cristo e oferecem o sacrifício a DEUS na pessoa de Cristo.

Teologia do sacerdócio

Páscoa e Cristo

A teologia do sacerdócio católico está enraizada no sacerdócio de Cristo e compartilha alguns elementos do antigo sacerdócio hebráico. Um padre é aquele que preside a um sacrifício e o oferta juntamente com as orações a DEUS, em nome dos fiéis. O antigo sacerdócio judeu funcionava no templo em Jerusalém, animais eram oferecidos em sacrifício em vários momentos ao longo do ano por diversas razões.

Na teologia cristã, Jesus é o cordeiro fornecido pelo próprio DEUS como um sacrifício pelos pecados do mundo. Antes de sua morte na cruz, Jesus celebrou a Páscoa com seus discípulos, abençoando o pão e o vinho, respectivamente, dizendo: "Tomai e comei, isto é o meu corpo" e "Bebei DELE todos, pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado por muitos para remissão dos pecados” (Mateus 26:26b-28, Bíblia de Jerusalém). No dia seguinte, o corpo e o sangue de Cristo estavam visivelmente sacrificados na cruz. Os católicos crêem que é este mesmo corpo, sacrificado na cruz e ressuscitado no terceiro dia que se faz presente na oferta de cada sacrifício eucarístico. No entanto, o catolicismo não acredita que a doutrina da presença real de Cristo na Eucaristia implica uma mudança nas reais características do pão e do vinho: análises científicas dos elementos eucarísticos indicam que as propriedades físicas do pão e do vinho não mudam.

Assim, os padres católicos (e bispos que são "sumos sacerdotes") ao presidirem à Eucaristia, juntam cada oferta dos elementos eucarísticos em união com o sacrifício de Cristo. Os ministros católicos ordenados são conhecidos como padres porque, por sua celebração da Eucaristia, a sua oferta torna presente o sacrifício eterno de Cristo.

O catolicismo não ensina que Cristo é sacrificado novamente, mas que "o sacrifício de Cristo e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício". Em vez disso, a Igreja Católica mantém o conceito judaico de memorial no qual "... memorial não é apenas uma recordação de eventos passados... esses eventos tornam-se de certa forma presente e real", portanto, "... o sacrifício que Cristo ofereceu uma vez por todas na cruz permanece sempre presente". Propriamente falando, na teologia católica, expressa por São Tomás de Aquino, "Só Cristo é o verdadeiro sacerdote, os outros são seus ministros". Assim, o clero católico compartilha um único sacerdócio, o sacerdócio de Cristo.

Educação

Código de Direito Canónico da Igreja Católica defende que o sacerdócio é um estado vocacional sagrado e perpétuo, não apenas uma profissão. Como regra geral, os estudos para se tornar um sacerdote são extensos e duram cerca de cinco ou seis anos, dependendo do programa nacional de formação sacerdotal.

Nos Estados Unidos, os sacerdotes devem ter um diploma universitário de filosofia católica (quatro anos) mais uma pós-graduação com formação no seminário em teologia (quatro a cinco anos), com foco em pesquisas bíblicas.

Na Escócia, há um ano obrigatório de preparação antes de entrar no seminário para um ano dedicado à formação espiritual, seguido por vários anos de estudo.

Na EuropaAustralásia e América do Norte, geralmente, os seminaristas são formados com pós-graduação em teologia com graus de Mestre em Divindade ou Mestre em Teologia, um curso profissional de quatro anos (ao contrário de um Mestre das Artes, que é um grau académico). Devem ser feitos no mínimo quatro anos de estudos teológicos no Seminário Maior.

Na ÁfricaÁsia e América do Sul, os programas são mais flexíveis, sendo desenvolvidos de acordo com a idade e habilidades acadêmicas daqueles que se preparam para a ordenação.

Independentemente de onde uma pessoa se prepara para a ordenação, ela inclui não somente a formação acadêmica, mas também a formação humana, social, espiritual e pastoral. O propósito da educação no seminário é preparar os homens para serem pastores de almas. No final, entretanto, um bispo é responsável pela chamada oficial para o sacerdócio e apenas ele pode ordenar. Quaisquer ordenações feitas antes do tempo programado (antes da conclusão dos estudos) devem ter a aprovação explícita do bispo; todas as ordenações feitas com mais de um ano de antecedência devem ter a aprovação da Santa Sé.

Rito de ordenação

O Rito de Ordenação realizado por um bispo validamente ordenado é o que "faz" um sacerdote (já tendo sido um diácono).

O Rito de Ordenação ocorre dentro do contexto da Santa Missa. Depois de ter sido chamado para a frente e apresentado à assembléia, o candidato é questionado. Ele promete com diligência desempenhar as funções do sacerdócio, respeitando e obedecendo aos seus superiores religiosos. Em seguida, o candidato se prostra diante do altar, enquanto os fiéis reunidos se ajoelham e rezam, cantando a Ladainha de Todos os Santos.

A parte essencial do rito é quando o bispo impõe as mãos em silêncio sobre o candidato (seguido por todos os sacerdotes presentes), antes de oferecer a oração consecratória, dirigida a DEUS Pai, invocando o poder do Espírito Santo sobre aquele que está sendo ordenado.

Após a oração consecratória, o recém-ordenado é investido com uma estola e uma casula, pertencentes ao Sacerdócio Ministerial, em seguida, o bispo unge as mãos com crisma antes de apresentá-lo com o cálice sagrado e a patena que ele vai usar quando presidir à Eucaristia. Depois disso, os dons do pão e do vinho são apresentadas pelo povo e dado ao novo padre. Então, todos os sacerdotes presentes, concelebram a Eucaristia com o recém-ordenado tomando o lugar de honra à direita do bispo. Se houver vários recém-ordenados, são Eles que se reúnem mais próximo do bispo durante a Oração Eucarística.

A imposição das mãos do sacerdócio é encontrado em 1 Timóteo, 4:14:

"Não desprezes o dom que você tem, o que foi conferido a você através da palavra profética com imposição das mãos do presbítero".

Celibato

Os padres católicos, especialmente os de rito latino (ocidental), ao serem ordenados (consagrados), adotam um estilo de vida celibatário, que compreende a proibição do casamento e portanto de uma esposa (para que se dediquem inteiramente à Igreja), já que concubinas não são permitidas. O celibato no rito latino é imposto como condição ao assumir o cargo pretendido. Na Igreja Católica de rito oriental, a opção dos padres pelo celibato é voluntária, podendo estes se casar, se assim o desejarem. A Igreja Católica reconhece tanto os padres celibatários como os casados. O celibato já era uma opção considerável na Igreja Católica de rito latino desde o início do século IV D.C. e foi fortemente favorecido durante o pontificado de São Leão Magno (440-461). Porém, no rito latino, o celibato só se tornou obrigatório e plenamente implementado pelo Primeiro Concílio de Latrão (1123), Segundo Concílio de Latrão (1139), Quarto Concílio de Latrão (1215) e Concílio de Trento (1545-1563).

Em Portugal

Em Portugal havia 4443 sacerdotes do clero diocesano em 1970, reduzidos a 2871 em 2007.

Quanto às ordens religiosas, havia 945 presbíteros em 1970 e 1025 em 2007.

Em 1970 havia 7100 candidatos ao sacerdócio. Em 2007, os pretendentes eram 1253.

Terminologia

Padre é o título com que, nas línguas ibéricas, são chamados os fiéis católicos cuja função é, em primeiro lugar, segundo o concílio Vaticano II, pregar a Palavra de DEUS contida, pelo cristianismo de denominação católica, na coleção de setenta e dois (ou setenta e três, conforme a divisão) livros à qual dão o nome de "Bíblia", "Testamento" ou "Escritura", e dessa forma entendido como "protetor/pai, da palavra da Bíblia, Testamento ou Escritura", segundo entendimento de uma maioria de teológico católicos e não católicos.

Como foi dito acima, portanto, não há unanimidade, sobre qual seria o melhor termo para se se referir àquele que é intitulado padre, missionário, pastor, cura e muitos outros que tentam a tradução sem indução dessa tradução, uma vez que vem do aramaico antigo. Alguns julgam melhor chamá-lo de "sacerdote", porquanto está ligado às coisas do sagrado entre os "capelães" que acompanhavam os exércitos grego e romano, com objetivo de acompanhar o soldado espiritualmente. Outros já preferem a denominação "presbítero", que provém do grego e significa "ancião” (velho conhecedor da palavra). Os que empregam mais o termo sacerdote têm, geralmente, a opinião de que o principal elemento distintivo do padre em relação aos demais fiéis católicos é o estar em posição de mediação entre DEUS e os homens. Na ordenação presbiteral isso fica claro no rito de entrega do pão e do vinho pelo bispo ao novo padre: "Recebe a oferenda do povo para apresentá-la a DEUS. Toma consciência do que vais fazer e põe em prática o que vais celebrar, conformando tua vida ao mistério da cruz do Senhor."

Os que, por sua vez, se inclinam à palavra "presbítero" entendem o padre como o ancião. Não no sentido de idade, mas no sentido de que é um homem experiente na intimidade com DEUS e, por isso, fala com autoridade quando diz publicamente uma palavra em nome de seu Senhor, Jesus, que pela fé católica e de outras denominações cristãs é o Filho de DEUS, a segunda pessoa da Trindade.

"Presbítero" ou "sacerdote", aquele que é usualmente tratado como padre (padre Aloísio, padre Geraldo, padre Joaquim) é, no catolicismo, sempre um indivíduo do sexo masculino. Embora existam objeções ao interdito às mulheres de que sejam "sacerdotisas" ou "presbíteras", na Igreja romana essa possibilidade nunca existiu e, pela mentalidade atual de seus dirigentes em escala global (o colégio dos bispos, presidido pelo bispo de Roma, o papa), jamais poderá se estender às mulheres, pois se trata, segundo eles, duma vontade do próprio Jesus. Este teria instituído, para seus discípulos mais íntimos, doze homens. Os doze fizeram o mesmo quando, percebendo que cedo ou tarde morreriam e era preciso oferecer aos pósteros a possibilidade de conhecer a palavra de DEUS em Jesus, fizeram o mesmo, ordenando apenas homens para o ofício.

Mulheres

As objeções à recusa de que as mulheres sejam ordenadas são muitas. Tem-se, por exemplo, a opinião de as mulheres poderiam, sim, celebrar as ordens sacras porque, do tempo de Jesus até hoje, as culturas evoluíram e, no ocidente, onde o cristianismo tem maior alcance, já se caminha para o reconhecimento da plena igualdade de direitos entre homens e mulheres em todas as instâncias da vida. Outra objeção que se coloca é de caráter teológico. Afirma que o Espírito Santo assiste continuamente a Igreja para que ela possa perseverar no caminho da verdade. Logo, a Igreja de hoje não precisa ser cópia da Igreja de ontem. A tarefa mesma dos presbíteros seria, para os que assim pensam, ajudar o povo (sobretudo seus líderes gerais, isto é, o papa e os demais bispos) a entender a ordenação de mulheres como algo que não fere a vontade do Senhor.

Dom Pedro Casaldáliga é a favor da ordenação de mulheres.

Em alguns países, a Igreja Anglicana, assim como certas denominação mais liberais da Igreja Protestante, aceitam a ordenação de mulheres como sacerdotisas e como episcopisas, sejam solteiras ou casadas, heterossexuais ou homossexuais, a depender do grau de liberalidade aceito.

Papa João Paulo II excluiu definitiva e categoricamente a possibilidade de que as mulheres pudessem algum dia ser ordenadas como sacerdotes na Igreja Católica, através da Carta Apostólica "Ordinatio Sacerdotalis” .

Requisitos

Os requisitos mínimos para que um fiel da Igreja Católica se torne padre são: ter pelo menos 25 anos de idade; ser do sexo masculino; ter cursado teologia em alguma faculdade autorizada pelo bispo e na maioria dos casos também filosofia; ter sido ordenado diácono; ser solteiro e assim desejar permanecer por toda a vida.

Todo padre católico pode ser, a partir da idade de 35 anos e pelo menos cinco anos de ordenação presbiteral, nomeado bispo.

Os pré-requisitos para um padre ser bispo são: fé sólida eminente; piedade; zelo; boa reputação; ao menos 35 anos de idade; sacerdote ao menos há cinco anos; e mestrado ou doutorado em área teológica.

Tornar-se bispo, porém, ocorre com uma minoria, escolhida, na atual disciplina da Igreja, pelo Papa. com auxílio da Congregação para os Bispos.


 

  PASTOR (religião)

 

Pastor ou Ministro do Evangelho são os títulos atribuídos ao ministro religioso no Cristianismo.

Em algumas denominações o ministério pastoral é reconhecido como o mais alto patamar eclesiástico.

Dependendo da posição e da denominação, o ministro religioso pode ser chamado de pastor, reverendo, presbítero, padre, missionário, bispo (em Igrejas Luteranas, Presbiterianas, Anglicanas e Pentecostais), diácono (embora em algumas igrejas essa posição não seja de ministro), ancião (em algumas igrejas pentecostais, como a Congregação Cristã no Brasil) e, recentemente, apóstolo. O rito de investidura do pastor é chamado ordenação ou consagração.

De acordo com o apóstolo Paulo, uma Igreja Local poderia ser dirigida por uma equipe de pastores.

Dependendo do ramo da Igreja, a função do pastor é desempenhada pelo presbítero ou bispo. Há situações no Novo Testamento onde esses termos parecem ser sinônimos.

Nos países de língua inglesa é normal referir-se aos párocos católicos romanos como pastor.

A função do pastor

No geral, é dever do pastor dirigir a Igreja Local e cuidar de suas necessidades espirituais. Em Atos 20.28-31, estão discriminadas algumas atribuições específicas do pastor, tais como: apascentar a Igreja, refutar heresias doutrinárias e exercer vigilância contra pretensos opositores.

A figura do pastor é primordial para que a Igreja alcance seus propósitos, devendo o mesmo ter como modelo o próprio Jesus Cristo, qualificado como "o bom pastor".

Em sua primeira carta universal, o apóstolo Pedro identificou Jesus Cristo como sendo o "Sumo Pastor" da Igreja Cristã.

Atos 20:28-30 

Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de DEUS, que Ele resgatou com seu próprio sangue.
Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho;
E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.

1 Timóteo 3:1-5

Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.
Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;

Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;

Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia
(Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de DEUS? );
Tito 1:5-7

Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei:

Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.

Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de DEUS, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;

João 10:10-14

O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas.

Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas.

Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.

1 Pedro 2:25

Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas.

1 Pedro 5:2-4

Apascentai o rebanho de DEUS, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;

Nem como tendo domínio sobre a herança de DEUS, mas servindo de exemplo ao rebanho.

E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.


 

CRÍTICAS À IGREJA CATÓLICA

 

Críticas à Igreja Católica é uma denominação abrangente para as diversas observações críticas feitas a respeito das posições atuais ou históricas da Igreja Católica. Uma vez que a Igreja Católica é a maior das igrejas cristãs, representando mais de metade de todos os cristãos, e de um sexto da população do mundo. Estas críticas podem não representar a opinião maioritária de todos os crentes cristãos, existindo um certo pluralismo entre os próprios teólogospadres, e bispos.

O catolicismo e sua relação com outras religiões e sociedades [editar | editar código-fonte]

Relações com a maçonaria

Historicamente, as relações entre o catolicismo e a maçonaria são muito difíceis. Clemente XII foi o primeiro papa a confrontar abertamente a Maçonaria, através de sua bula In Eminenti. Após ele, diversos papas se opuseram à maçonaria, dentre os quais podemos citar Bento XIVPio VIILeão XIIPio VIIIGregório XVIPio IX e Leão XIIIBento XVI, em 1983, quando ainda eracardeal e prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, explicitou a posição da Igreja Católica que classifica a Maçonaria como "associação que maquina contra a Igreja".

A Igreja criticava os posicionamentos dos maçons contra alguns Estados no século XIX, a defesa da separação entre Igreja e Estado e a visão que Leão XIII chamava de "naturalista". A Igreja também critica o caráter semi-secreto da maçonaria. Em tempos passados os católicos eram proibidos de pertencerem a Maçonaria, sob pena de excomunhão; ainda hoje a Igreja Católica mantém sua posição em relação à instituição, embora pertencer à associação ainda se caracterize "pecado grave", mas não mais sujeito a excomunhão, mas tem restrita a sua participação nos sacramentos.

Apesar da proibição oficial, há membros da igreja na maçonaria. Vários académicos, incluindo alguns estudiosos próximos do catolicismo tradicionalista, afirmam que os Papas João XXIII e Paulo VI seriam ligados a certas lojas maçônicas, ou mesmo filiados à Maçonaria. Também há de se notar que vários maçons e católicos (principalmente os tradicionalistas) consideraram oConcílio Vaticano II como responsável por uma maior tolerância, ou mesmo aproximação, entre Maçonaria e Igreja Católica.

Relações com o protestantismo

Os protestantes e os católicos sempre entraram em controvérsia quanto à veneraçãopurgatórioprimazia papaljustificação pela fé e outras doutrinas, fazendo acusações mútuas de heresia. Apenas pelos esforços ecumênicos, a tese da justificação pela fé foi esclarecida, e não é mais um ponto controverso entre protestantes luteranos históricos e católicos.

Há esforços ecumênicos para deixarem de lado as diferenças. Porém são criticados por alguns membros de ambos os lados: para o lado protestante, há a acusação de a Igreja Católica "não mudar"; e para o lado católico, há a acusação de que o verdadeiro ecumenismo não se dá abandonando a verdade revelada, mas seguindo-a plenamente através da "Igreja do DEUS Vivo, Coluna e sustentáculo da Verdade" (I Tim 3:15), a qual os católicos crêem ser a Igreja Católica. Além disso, o dogma católico "fora da Igreja não há salvação" é considerado pelos protestantes como uma barreira que impede a eficácia de um ecumenismo de "mão-dupla". Mas, a Igreja Católica afirma também que todos os não-católicos podem ser salvos, desde que "procuram sinceramente DEUS e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade". Mas, ela defende que todas as pessoas (católicas ou não) que obtiveram a salvação é, de alguma forma, por causa da Igreja Católica, porque a salvação só se tornou possível pelo sacrifício pascal de Jesus Cristo, o fundador e cabeça da Igreja.

Relações com Cultos Afro-Brasileiros

Ainda sob outras denominações, a Umbanda estava incluída na lista dos inimigos do catolicismo já nos anos 1940 do século XX.

Devido ao surgimento e proliferação da Umbanda, a Igreja criou em 1952 um Secretariado Especial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, com o objetivo de enfrentar o crescimento do número de fiéis da Umbanda e demais "cultos mediúnicos". Tal subdivisão foi denominada de Secretariado Nacional de Defesa da Fé.

 

A Umbanda é a revivescência das crendices absurdas que os infelizes escravos trouxeram das selvas de sua martirizada pátria africana. Favorecer a Umbanda é involuir, é aumentar a ignorância, é agravar doenças.

 

 

A Igreja Católica, alegava publicamente que a Umbanda negava importantes fatores sociais, assim o catolicismo vinculava a Umbanda a práticas supersticiosas e sincréticas.

Boaventura Kloppenburg, considerado o mais conhecido e influente intelectual católico do período, assim descrevia os cultos afro-brasileiros:

"Perguntamos, anos atrás, a um grupo de médicos psiquiatras e especialistas em doenças nervosas se é aconselhável, sob o ponto de vista psíquico e médico, "desenvolver a mediunidade" ou "provocar fenômenos espíritas". E todos, com absoluta unanimidade, responderam negativamente, declarando que semelhantes práticas são "nocivas", "prejudiciais", "perigosíssimas", etc. (…) São clamores das autoridades competentes a gritar que as práticas espíritas e umbandistas contrariam a ordem pública, e que, por isso, são contra a Constituição que veda expressamente o exercício da "religião" que "contraria a ordem pública".

Santo Agostinho (354-430), dizia que aBíblia deveria ser interpretada à luz daciência.

Um tema sustentando entre estudiosos na cultura ocidental desde o Iluminismo no século XVIII, é que a religião católica "é inimiga do progresso científico", e muitos consideram que a Igreja e o cristianismo aprovam a "repressão científica". Críticas católicos argumentam, contrariamente que a Igreja Católica teve um papel fundamental no desenvolvimento do pensamento ocidental, uma vez que após a queda do Império Romano, foi a principal responsável pela preservação de textos da Antiguidade Clássica na Europa OcidentalMonges e religiosos católicos foram um dos principais grupos de tradutores de textos antigos gregos para o latim. Ademais, Santo Agostinho já afirmava, no século V, que as Escrituras deveriam ser interpretadas de acordo com os conhecimentos disponíveis em cada época sobre o mundo natural21 declarando que a Criação do mundo e do homem, conforme narrada no Livro de Gênesis, possuía elementos metáforicos. São Tomás de Aquino, no século XIII, defendeu também que a  e a razão são complementares, porque "provêm ambas de DEUS". A Igreja também pediu desculpas por alguns crimes cometidos no passado por homens católicos contra cientistas.

A Igreja Católica oficialmente considera que alguns trechos das Escrituras são alegorias, portadoras de verdade teológica, mas não verdade histórica. Motivo pelo qual muitos teólogos consideram que o criação do homem narrada no Gênesis é alegórica, e aceitam o evolucionismo. Não obstante começando em 1950 com o Papa Pio XII, por meio da encíclica Humani Generis, a Igreja assumiu uma posição neutra com relação à evolução, porém, alguns setores católicos, notadamente tradicionalistas, se demonstram cétidos na aceitação da teoria. No entanto, a Igreja também afirma que o criacionismo e o design inteligente, não são teorias científicas nem teológicas.

Por outro lado, a Igreja Católica e a Ciência continuam a discordarem-se em questões mais teológicas relacionadas com a infalibilidade e a autenticidade da Revelação divina contida nas Escrituras e na Tradição oral; com a não aceitação da existência de DEUS e da alma (e da sua imortalidade) por ausência completa de evidências; com os momentos exactos do princípio e do fim da vida humana; e com as implicações éticas daclonagem, da contracepção ou fertilização artificiais, da manipulação genética e do uso de células-tronco embrionárias na investigação científica.

 Galileu: católico convicto, foi condenado a prisão domiciliar perpétua pela Inquisição pelas suas idéias científicas.

Provavelmente, o caso mais famoso de atrito entre um pensador e a Igreja Católica é o de Galileu Galilei, mas historiadores e cientistas modernos veem o caso de Galileu como algo mais complexo do que apenas um confronto entre ciência e religião. Galileu era um grande físico eastrônomo de Pisa, e um dos mais importantes personagens da Revolução Científica.

À época, o modelo cosmológico mais aceito e proclamado pela Igreja e pelo mundo medieval era o de Ptolomeu, que afirmava que a Terra era o centro do universo e os astros a orbitavam. Porém, quase um século antes de Galileu, o cónego Nicolau Copérnico (1473-1543) propõe a teoria heliocêntrica, segundo a qual a Terra, na verdade, gira à volta do Sol, e não o contrário. Naquela altura, as discussões cosmológicas eram favorecidas por certos membros importantes da Igreja, que ficaram positivamente impressionados pelo heliocentrismo e insistiram que essas idéias fossem melhor desenvolvidas. O próprio Cardeal Bellarmino, uma figura importante da Cúria Romana, defendeu a possibilidade da reinterpretação da Bíblia, caso o heliocentrismo fosse provado como cientificamente verdadeiro.

As experiências de Galileu levam-no a defender a veracidade do heliocentrismo, apesar das suas provas experimentais e teóricas não serem totalmente conclusivas. Porém, Galileu foi demasiado longe na sua defesa do heliocentrismo: ele chegou a reinterpretar e usar várias passagens bíblicas para defender o heliocentrismo. Naquela época, a Igreja Católica, opondo-se ao protestantismo, defende que a interpretação da Bíblia era um trabalho exclusivamente reservado para os teólogos, sendo estes supervisionados pelo Santo Ofício. A princípio, a Igreja Católica não é contra o heliocentrismo, mas em 1615 o Tribunal do Santo Ofício declara o heliocentrismo herético e a teoria de que a Terra se move "teologicamente errada". Esta condenação do Santo Ofício mostra que a discussão em torno do heliocentrismo, que deveria ser de caráter científico e filosófico, passou a incluir a exegese bíblica e a teologia. O principal livro de Copérnico entra para o index e é proibida a defesa da validade física (mas não da hipótese matemática) do heliocentrismo. Galileu, porém, não se restringe a trabalhar sobre a hipótese, mas defende que a Terra orbita o Sol. Como conseqüência, é proibido de expressar suas opiniões em relação ao heliocentrismo.

Em 1623Urbano VIII, amigo de Galileu, torna-se o novo Papa. Na década seguinte, concede a Galileu a oportunidade de escrever um livro dissertando sobre as duas teorias, dando-lhe uma oportunidade de defender o heliocentrismo como uma hipótese. Galileu escreve, então, seu Diálogo sobre os dois grandes sistemas do mundo. O caráter ácido do livro e alguns mal-entendidos levam o Papa a crer que Galileu aproveitou-se da oportunidade para ofendê-lo. A Inquisição, então, julga e condena Galileu a abjurar publicamente suas opiniões. Ademais, Galileu é condenado a prisão domiciliar por tempo indeterminado (durante a qual faleceu) e seus livros são postos no Index Librorum Prohibitorum. Apesar disso, pôde continuar a trabalhar em outros estudos científicos que não estavam relacionados com a defesa da veracidade do heliocentrismo.

Porém, com a diminuição das tensões e dos conflitos marcados pela Reforma protestante, a Igreja Católica revê a sua posição quanto à teoria de Copérnico e Galileu. Em 1758, a Igreja retirou as obras heliocêntricas do Index Librorum Prohibitorum. Em 1979, o Papa João Paulo II lamentou os sofrimentos de Galileu causados por católicos e organismos eclesiásticos e defendeu, mais uma vez, que as duas verdades, de fé e de ciência, não podem nunca contradizer-se, acabando por citar também uma afirmação do próprio Galileu: "procedendo igualmente do verbo divino, a escritura santa e a natureza, a primeira como ditada pelo Espírito Santo, a segunda como executora fidelíssima das ordens de DEUS." No ano 2000, o Papa João Paulo II emitiu finalmente um pedido formal de desculpas por todos os erros cometidos por alguns católicos nos últimos 2.000 anos de história da Igreja Católica, incluindo o julgamento de Galileu Galilei pela Inquisição.

Críticas a eventos ocorridos na sua história

Inquisição

Estudiosos protestantes a partir do século XVI, e pensadores políticos e filosóficos do século XVII, viam a Inquisição como "um símbolo ideal da intolerância religiosa", estes filósofos e políticos denunciaram a Inquisição, citando-a como a causa para todos as falhas políticas e econômicas em seus países, e a Igreja Católica foi considerada o pior mal religioso da Europa. Católicos por sua vez, destacam algumas singularidades dessa instituição, como o fato, de ter sido criada principalmente para impedir a ação de abusos da população ou de governantes seculares, como Frederico II, que executava hereges por questões políticas, sendo que a Inquisição usava avançados meios judiciais para a época, opondo-se aos ordálios e outras superstições jurídicas. Muitos historiadores também consideram que a visão predominante sobre a Inquisição é um conjunto "de lendas e mitos que, entre os séculos XVI e século XX, estabeleceram o caráter e a percepção dos tribunais inquisitoriais e influenciaram todos os esforços que se seguiram para recuperar sua realidade histórica".

Cruzadas

Desde o início do século VII exércitos islâmicos do Califado haviam conquistado grande parte do sul do Mediterrâneo, e representavam uma ameaça para a cristandade, assim em 1095, o imperador bizantino Aleixo I pediu ao Papa Urbano II para ajudá-lo militarmente contra as invasões muçulmanas, Urbano convoca a Primeira Cruzada, e os próximos papas as estenderiam até a Nona, destinadas a auxiliar o Império bizantino a retomar os antigos terrítórios cristãos, especialmente Jerusalém. Enquanto alguns críticos veêm as Cruzadas como "violência sistemática" por parte da Igreja, outros a consideram um movimento militar defensivo necessário da Europa Ocidental para impedir a dominação islâmica da mesma.

Críticas ao papado

Muitos estudiosos têm acusado a corrupção de determinados papas ao longo da história como sendo os responsáveis pelos principais erros cometidos pela Igreja Católica e pelas críticas direcionadas a ela, especialmente durante o saeculum obscurum e o renascimento, destacando a simonia e o nepotismo.53 Católicos, por sua vez, argumentam que estes acontecimentos surgiram dentro do contexto social, cultural e religioso de sua época, sendo anacronismo interpretá-los fora desse contexto.

Contrareforma

O alemão Martinho Lutero, ao ouvir discursos não aprovados pela Igreja a respeito de uma salvação concedida por indulgências, na Alemanha no Século XVI para a construção da Basílica de São Pedro, publica 95 teses protestando contra esta atitude, iniciando a Reforma Protestante, que originou o Protestantismo. Isso deu lugar a Contrarreforma ou Reforma Católica, usada para combater o Protestantismo e para expandir a fé católica para lugares além da Europa, mandando missões jesuítas para catequizarem outros povos.

Por outro lado, diversos historiadores, alegam que a contra-reforma não foi somente um movimento reacionário, por exemplo, Daniel-Rops, da Academia Francesa, nega a existência de relações de causa e efeito entre a reforma católica da reforma protestante: "Nem na ordem cronológica nem na ordem lógica temos o direito de falar de "contrarreforma" para caracterizar esse salto gigantesco, esse admirável esforço de rejuvenescimento e ao mesmo tempo de reorganização que, em cerca de trinta anos, deu à Igreja um rosto novo “…"Se, cronologicamente, a Reforma católica não é uma "contrarreforma", também não é no processo do seu desenvolvimento."

Segunda Guerra Mundial

A posição da Igreja Católica e do clero perante a Alemanha nazista é considerada controversa, e existem várias opiniões e conclusões diferentes sobre a questão. Na Alemanha enquanto alguns membros do clero, simpatizaram com o Regime, outros, como o bispo católico de Münster Clemens August von Galen eram ferrenhamente antinazistas e antiracistas.

Prisioneiros sobreviventes nocampo de concentração de Dachauno dia da liberação. Dos 2.600 clérigos católicos que foram presos lá durante a Segunda Guerra Mundial, 2000 foram mortos.

Em 30 de janeiro de 1933, Adolf Hitler foi nomeado chanceler, até então o governo ainda era democrático e pluripartidário, Hitler desejando os votos do Partido do Centro Católico do Reichstag, afirma desejar uma aproximação e uma concordata com a Santa Sé, para definir claramente quais os direitos da Igreja na Alemanha, a concordata (Reichskonkordat) foi assinada em 20 de Julho. Porém o governo nazista rapidamente violaria a concordata, dissolvendo organismos da Igreja, bem como o início dos sucessivos atos de violência anti-semíticos, em especial as leis de esterilização obrigatória para as "raças inferiores" de 25 de Julho, ofenderiam principalmente a Igreja Católica , que mantinha uma posição tradicional insistindo na doutrina de que “perante DEUS todos são iguais independente de raça". Por conseqüencia antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1937, a encíclica Mit brennender Sorge, do Papa Pio XI, "condenava o neopaganismo da ideologia nazista especialmente sua teoria da superioridade racial (...)". Adolf Hitler foi descrito como um louco e arrogante, sendo o primeiro documento oficial de denúncia do nazismo feita por qualquer organização importante.

Por sua vez, outros historiadores apontam que membros do clero católico, teriam colaborado com o regime nazista, como pelo fato de que após a Segundo Guerra Mundial, clérigos teriam ajudado nazi-fascistas a fugirem para a América do Sul, expedindo-lhes passaportes e salvos condutos, no processo denominado de Ratlines, e durante a Guerra, clérigos terem usado escravos durante o nazismo, pelo que a Santa Sé, achou conveniente indenizar os sobreviventes. O papa João Paulo II em 2005 pediu desculpas pela igreja não ter agido de forma mais ativa contra o nazismo.

Outros historiadores, apontam que milhares de clérigos católicos também foram perseguidos, assassinados ou mandados para campos de concentraçãopor se manifestarem contra o regime nazista.  A reação de Hitler devido a condenação de Pio XII do nazismo, foi violenta e recrudesceu fortemente a perseguição de católicos. A Igreja Católica também mantinha rotas de fuga usadas por opositores do nazismo, como judeus e ciganos tendo salvado de 700.000 a 850.000 judeus. Posteriormente Pio XII alertou um grupo de peregrinos que o anti-semitismo é incompatível com o Cristianismo.

O Tratado de Latrão

Em fevereiro de 1929, o Papa Pio XI assinou o Tratado de Latrão com o ditador da Itália Benito Mussolini, nesse acordo que pôs fim à Questão Romana, foi criado o Vaticano, um estado independente da Itália governado pelo Papa e sucessor dos Estados Pontifícios. Mesmo assim, em 1931, o Papa Pio XI editou a encíclica Non abbiamo bisogno que condenava o fascismo, e como retaliação a sua publicação, o ditador fascista Benito Mussolini ordenou que fossem dissolvidas as associações católicas de jovens na Itália. Em 1937, o mesmo Papa, por meio da encíclica Mit brennender Sorge condenou o nazismo alemão e sua ideologia racista.

Abusos sexuais de crianças

Foram cometidos atos de abuso sexual de crianças por clérigos (cerca de 2% a 4% dos clérigos nos EUA). Foram feitas denúncias de abuso sexual de menores em muitas partes do mundo, com os casos mais notórios a chegarem às primeiras páginas no BrasilPortugalAlemanha , AustráliaEspanhaBélgicaFrançaReino UnidoIrlandaCanadáEstados Unidos. Muitas destas denúncias resultaram ou em condenações ou em acordos entre a instituição e os queixosos. Sociólogos e psicólogos afirmam que esse número é comparável com o de outros denominações e grupos religiosos, bem como que a quantidade de clérigos do sexo masculino envolvidos em abusos sexuais é significativamente menor do que a população geral adulta masculina, que pode dobrar esses números.

Face às crescentes denúncias e à gravidade do escândalo, o Papa Bento XVI escreveu, em Março de 2010, uma carta pastoral condenando mais uma vez a pedofilia, que já era condenada peladoutrina católica. Nesta carta, o Papa Bento XVI, que foi acusado de encobrir vários casos de padres pedófilos, expressou a sua profunda "vergonha" pelos crimes de pedofilia cometidos pelos clérigos católicos, "pediu desculpa às vítimas" e disse ainda "que os culpados devem responder diante de DEUS e dos tribunais”. O Papa ainda "“assinalou erros graves de julgamento e falhas de liderança” dentro da Igreja e pediu a continuação dos “esforços para remediar os erros passados e prevenir situações idênticas através do direito canónico e da cooperação com as autoridades civis”.

Doutrina ligada à Sexualidade

A Igreja Católica considera o Sexo uma dádiva divina e condena atos como Masturbação e Pornografia. A inseminação artificial é considerada imoral tal como qualquer forma de planejamento familiar que não seja a continência periódica e o recurso aos períodos infecundos como é o caso do Método Billings.

Castidade pré-marital

A Igreja Católica condena o Sexo antes do casamento. Segundo a igreja, o sexo é instrumento divino e abençoado por DEUS que concede aos casais o poder da Vida e por isso precisa da devida bênção divina, que é dada no ato do Casamento.

Proibição de métodos contraceptivos e DST-preventivos[editar | editar código-fonte]

A Igreja Católica é contra a grande maioria dos métodos contraceptivos, exceto a castidade, o controle de natalidade natural e o método billings. Por consequência também se opõe ao uso do preservativo e à pílula.

Essa posição é criticada mesmo por alguns membros da própria Igreja que alegam que representa risco à saúde da sociedade perante DSTs e um aumento das situações de gravidezindesejada.

Para a Igreja, a fidelidade no casamento, a castidade e a abstinência sexual são os melhores meios de impedir o avanço do HIV/Aids. Ela considera que promover o uso de preservativos incentiva o que julga um estilo de vida imoral. Para os críticos dessa posição, esta representa um comportamento que contribui para o alastramento da doença.

Postura ante a homossexualidade

Os atos sexuais entre pessoas homossexuais são considerados moralmente errados pela Igreja Católica porque violam a "iconografia de diferenciação e complementaridade sexuais" entre o homem e a mulher e porque são incapazes de gerar vida. Entretanto, para a Igreja, ter tendências homossexuais não é considerado um pecado nem um castigo, mas apenas uma provação. O pecado está em ceder a essas tendências e adotá-las na prática.

Na mesma linha, a Igreja repudia também qualquer reconhecimento legal das uniões entre pessoas do mesmo sexo, tendo-as identificado como (citações durante o ano de 2006): teoria obscuraloucuraataque violento contra a família e o matrimônio tradicionalforma de ofuscar ou suplantar a famíliaataque diabólico para eliminar as famíliasuma transgressão, uma falsa liberdade, entre outras.

Em 2005, o acesso ao sacerdócio na Igreja passou a ser explicitamente negado a quem tenha tendências homossexuais profundas ou apoie a cultura gay, mesmo que não pratique a homossexualidade. No entanto tal regra não se aplica aos padres já ordenados.

Questões ligadas ao conceito de alma e ao valor da vida[editar | editar código-fonte]

Aborto

aborto é acerrimamente condenada pela Igreja Católica, que alega que o direito à vida consagrado na Bíblia é o mais importante e deve ser respeitado em qualquer circunstância.

Pesquisas com células-tronco

A Igreja é contra as pesquisas usando células-tronco embrionárias. Nos métodos utilizados atualmente para a pesquisa necessita-se utilizar embriões recém-formados, o que para a Igreja é pecaminoso pois ela considera que o início da vida se dá no instante da fecundação, visto que de acordo com seus preceitos a vida não pode ser tirada de qualquer forma.

A Igreja Católica não se opõe ao uso de células-troncos adultas pois, de acordo com ela, estas células podem ser obtidas sem a necessidade de se tirar a vida de um ser humano.

Questões hierárquicas e de organização

Cristo escolheu apenas homens para seu grupo de 12 apóstolos, por isso a Igreja postula que só homens devem ser sacerdotes.

Celibato dos ordenados

Salvo algumas exceções, nomeadamente de casos de ex-pastores protestantes convertidos ao catolicismo e de padres dos ordinariatos pessoais para anglicanos, o celibato é obrigatório para todos os clérigos da Igreja Católica Latina.

Porém, respeitando as tradições orientais, a Santa Sé permitiu nas Igrejas orientais católicas sui iuris que o celibato seja apenas obrigatório para os bispos, que são escolhidos de entre os sacerdotes celibatários, nomeadamente os monges. Nestas Igrejas orientais, os homens casados podem ser ordenados sacerdotes, mas é proibido aos sacerdotes solteiros contraírem "matrimônio depois da ordenação". Isto quer dizer que eles só podem casar antes de se ordenarem, ou seja, antes de se tornarem sacerdotes.

Ordenação de mulheres

A posição católica oficial e histórica é a de que as mulheres não podem ser padres ou bispos devido à doutrina de sucessão apostólica. Os padres e os bispos são sucessores dos Apóstolos e, uma vez que Jesus Cristo escolheu apenas homens para o seu grupo de doze apóstolos, só homens se podem tornar padres ou bispos. Além disso, tem sido claramente estes os ensinamentos da Igreja desde o tempo dos Apóstolos. A 22 de Maio de 1994, o Papa João Paulo II emitiu uma carta apostólica, Ordinatio Sacerdotalis (Ordenação sacerdotal) que reafirmou tal posição e concluiu:

Embora a doutrina sobre a ordenação sacerdotal que deve reservar-se somente aos homens, se mantenha na Tradição constante e universal da Igreja e seja firmemente ensinada pelo Magistério nos documentos mais recentes, todavia actualmente em diversos lugares continua-se a retê-la como discutível, ou atribui-se um valor meramente disciplinar à decisão da Igreja de não admitir as mulheres à ordenação sacerdotal.

Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cfr Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja.


Controvérsias no protestantismo

 

Controvérsias no Protestantismo refere-se às controvérsias e críticas existentes nas posições e atitudes do protestantismo e das igrejas que adotam esta doutrina (Protestantes e Evangélicas), em suas ações, ensinamentos, estrutura ou natureza, bem como em suas divergências e interpretações teológicas.

Atualmente existem diversas igrejas protestantes, sendo que especialmente no século XX houve uma enorme multiplicação das mesmas, muitas delas sem ligações entre si, com diferentes pontos de vista, e muitas vezes com certa rivalidade, no que tange a questões doutrinárias e a aquisição de novos fiéis.

Catolicismo e Protestantismo

Os protestantes e católicos sempre entraram em controvérsia em certas doutrinas, fazendo acusações mútuas de heresia.

A atitude especialmente de novos movimentos religiosos, que acatam alguns escritos polêmicos de orientação anticatólicos de reformadores que afirmam que o papa seria supostamente o "anticristo", tais como Martinho LuteroJoão CalvinoThomas CranmerJohn KnoxCotton Mather, e John Wesley, atitude semelhante tomada pela Igreja Episcopal Irlandesa, a Igreja Presbeteriana e a Igreja Batista, é uma barreira que impede um ecumenismo eficaz e deteriora as relações já muitos ruins entre católicos e protestantes. Calvino despertou revolta inclusive entre seus próprios seguidores ao chamar de papistas muitos cristãos respeitados.

Predestinação e Calvinismo

A peça fundamental da doutrina de João Calvino é a predestinação, atualmente considerada controversa, por muitos setores da sociedade e grupos religiosos.

Calvino acreditava que DEUS havia planejado o destino humano e por consequência o ser humano estava predestinado desde o dia de seu nascimento a merecer o céu ou o inferno. Segundo sua crença alguns foram eleitos por DEUS para serem salvos e outros foram condenados à maldição eterna, independente dos atos que estas pessoas cometam em vida. Calvino considerava o trabalho e a prosperidade financeira um sinal das bênçãos de DEUS, legitimizando o lucro. Assim o calvinismo ganhou popularidade e força entre os burgueses.

História

Razões políticas na Reforma

Reforma protestante foi iniciada por Martinho Lutero, e foi principalmente impulsionada por razões políticas e sociais.

  • os conflitos políticos entre autoridades da Igreja Católica e governantes das monarquias europeias, tais governantes desejavam para si o poder espiritual e religioso da Igreja e do Papa,12 15muitas vezes para assegurar o direito divino dos reis;
  • Práticas como a usura era condenada pela ética católica, assim a burguesia capitalista que desejava altos lucros econômicos sentiram-se mais "confortáveis" se pudessem seguir uma nova ética religiosa, adequada ao espírito capitalista, necessidade que foi atendida pela ética protestante e conceito de Lutero de que a fé sem as obras justifica (Sola fide);
  •  Algumas causas econômicas para a aceitação da Reforma foram o desejo da nobreza e dos príncipes de se apossar das riquezas da igreja católica e de se ver livre da tributação papal. Também na Alemanha, a pequena nobreza estava ameaçada de extinção em vista do colapso da economia senhorial. Muitos desses pequenos nobres desejavam às terras da igreja. Somente com a Reforma, estas classes puderam expropriar as terras;
  • Durante a Reforma na Alemanha, autoridades de várias regiões do Sacro Império Romano-Germânico pressionadas pela população e pelos luteranos, expulsavam e mesmo assassinavam sacerdotes católicos das igrejas, substituindo-os por religiosos com formação luterana.

Perseguição e massacre de anabatistas

Martinho Lutero era radicalmente contra o corpo doutrinário e o movimento anabatista que originou-se na Reforma, que foi liderado por Thomas Münzer. Münzer inicialmente era adepto de Lutero, porém ao defender juntamente com seu movimento uma sociedade sem diferenças entre ricos e pobres, e sem propriedade privada, este foi fortemente atacado por Lutero, e eles romperam. Lutero argumentou para Münzer que a existência de "senhores e servos era vontade divina", legitimando assim o poder político.

Em 1524 Münzer iniciou uma revolta camponesa comandada pelos anabatistas, que provocou a Guerra dos Camponeses, comandando massas camponesas contra a nobreza imperial. Nesse conflito Lutero escreveu aos príncipes contra Munzer, afirmando: "Contras as hordas de camponeses (...), quem puder que bata, mate ou fira, secreta ou abertamente, relembrando que não há nada mais peçonhento, prejudicial e demoníaco que um rebelde".

Após a derrota dos Camponeses na guerra, os anabatistas continuaram sendo perseguidos e executados em países protestantes, por exemplo, a Holanda e Frísia, que massacraram aproximadamente 30.000 anabatistas nos dez anos que se seguiram a 1535.

Reforma Inglesa

Reforma Inglesa foi promovida pelas necessidades políticas de Henrique VIII. Sendo este casado com Catarina de Aragão, que não lhe havia dado filho homem, Henrique solicitou ao PapaClemente VII a anulação do casamento. Perante a recusa do Papa, por razões pessoais Henrique fez-se proclamar, em 1531, chefe absoluto da igreja inglesa. O "Ato de Supremacia", votado no Parlamento em novembro de 1534, colocou Henrique e os seus sucessores na liderança da igreja. Os súditos deveriam submeter-se ou então seriam excomungados, perseguidos e executados, tribunais religiosos foram instaurados e católicos foram obrigados à assistir cultos protestantes, muitos importantes opositores foram mortos, tais como Thomas More, o Bispo John Fischer, bem como sacerdotes, frades franciscanos e monges cartuchos.

Quando Henrique foi sucedido pelo seu filho Eduardo VI em 1547, implantou o calvinismo como doutrina oficial da Igreja Anglicana, doutrina religiosa mais conveniente à nova nobreza e burguesia.

Calvino e Genebra

Miguel Servet, cientista e reformador protestante, sentenciado à morte a fogueira por suas ideias teológicas pelo Conselho de Genebra presidido por João Calvino.

João Calvino juntamente com seus seguidores instalaria em Genebra um governo de caráter teocrático, e, quem descumprisse as normas e doutrinas oficiais do estado, era punido. Centenas de pessoas seriam sentenciadas à morte. O caso mais famoso é o do cientista e reformador Miguel Servet, primeiro a descrever a circulação pulmonar, condenado à morrer na fogueira por suas idéias teológicas pelo Conselho de Genebra presidido por Calvino, que havia inclusive consultado outros reformadores sobre o assunto, como os seguidores de Martinho Lutero, que concordaram universalmente com sua execução. Servert, por exemplo defendia o Anti-Trinitarismo (motivo pelo qual foi condenado em países católicos e protestantes.) Após o ocorrido Calvino escreveu:

Quem sustenta que é errado punir hereges e blasfemadores, pois nos tornamos cúmplices de seus crimes (…). Não se trata aqui da autoridade do homem, é DEUS que fala (…). Portanto se Ele exigir de nós algo de tão extrema gravidade, para que mostremos que lhe pagamos a honra devida, estabelecendo o seu serviço acima de toda consideração humana, que não poupamos parentes, nem de qualquer sangue, e esquecemos toda a humanidade, quando o assunto é o combate pela Sua glória.

Lutero de forma semelhante escreveria sobre o papado:

(…)Tanto o bastão quanto a espada deveriam se dirigir para o mesmo lado (…) que se quebre o braço do ímpio, que se persigua sua iniqüidade (…). Estas palavras nos ensinam que é desta maneira que a autoridade do Papa (…) será destruída". - Trecho do opúsculo "Sincera admoestação a todos os cristãos para que se guardem de toda revolta" (escrito originalmente em 1522 por Martinho Lutero).

Destruição de patrimônio artístico e cultural na Holanda

Durante a Reforma nos Países Baixos iniciada em 1560, a partir de agosto de 1566, uma multidão de calvinistas invadiu a Igreja de Hondschoote na Flandres(atualmente Norte da França) com a finalidade de destruir imagens, ícones, esculturas e obras de arte católicas. Esse incidente provocou outros semelhantes nas províncias do norte e sul, até Beeldenstorm, em que calvinistas invadiram igrejas e outros edifícios católicos, para destruir estátuas e imagens de santos em toda a Holanda, o que provocou uma enorme perda de patrimônio histórico e cultural daquela época.

Críticas a atos de instituições protestantes e seus membros

Tribunais religiosos e Caça as Bruxas

Tribunais religiosos e a caça às bruxas, bem como outros métodos de combate à heresia foram perpetradas tanto pela Igreja Católica quanto pelas Igrejas Protestantes (como a Igreja AnglicanaIgreja Luterana Igreja Calvinista e Igreja Presbiteriana ). Por exemplo, a Caça às Bruxas naNova Inglaterra nos Estados Unidos em 1692 (as Bruxas de Salém) foi financiada por puritanos.

Censura literária

Com a invenção da máquina tipográfica de Johannes Gutenberg, as Igrejas Protestantes, ao mesmo tempo em que propagavam a bíblia e suas idéias, também tornaram proibidos uma série de livros católicos e outros que contrariavam suas doutrinas. Tais como a Igreja Luterana e a Igreja Anglicana.

Controvérsias envolvendo Martinho Lutero

Anti-semitismo

"A Alemanha deve ficar livre de judeus, aos quais após serem expulsos, devem ser despojados de todo dinheiro e jóias, prata e ouro, e que fossem incendiadas suas sinagogas e escolas, suas casas derrubadas e destruídas (…), postos sob um telheiro ou estábulo como os ciganos (…), na miséria e no cativeiro assim que estes vermes venenosos se lamentassem de nós e se queixassem incessantemente a DEUS". – "Sobre os judeus e suas mentiras" de Martinho Lutero.

O historiador Robert Michael escreve que Lutero estava preocupado com a questão judaica toda a sua vida, apesar de dedicar apenas uma pequena parte de seu trabalho para ela. Seus principais trabalhos sobre os judeus são Von den Juden und Ihren lügen ("Sobre os judeus e suas mentiras"), e Vom Schem Hamphoras und vom Geschlecht Christi ("Em Nome da Santa linhagem de Cristo") - reimpressas cinco vezes dentro de sua vida - ambas escritas em 1543, três anos antes de sua morte. Nesses trabalhos Lutero afirma que os judeus já não eram o povo eleito, mas o "povo do diabo". A sinagoga era como "uma prostituta incorrigível e uma devassa maléfica" e os judeus estavam "cheios das fezes do demónio,... nas quais se rebolam como porcos". Lutero aconselhou as pessoas à incendiarem às sinagogas, destruindo os livros judaicos, proibir os rabinos de pregar, e apreender os bens e dinheiro dos Judeus, bem como também expulsá-los, ou fazê-los trabalhar forçosamente. Lutero também parecia aconselhar seus assassinatos, escrevendo "É nossa a culpa em não matar eles."

A campanha contra os judeus de Lutero, foi bem sucedida na SaxóniaBrandenburg, e Silésia. Josel de Rosheim (1480-1554), que tentou ajudar os judeus na Saxónia, escreveu em seu livro de memórias a situação de intolerância foi causada por "(…) esse sacerdote cujo nome é Martinho Lutero - (…) seu corpo e alma vinculada até no inferno!! - que escreveu e publicou muitos livros heréticos no qual disse que quem ajudasse judeus seriam condenados à perdição." Josel teria pedido a cidade de Estrasburgo para proibir a venda das obras antijudaicas de Lutero; porém seu pedido foi-lhe negado quando um pastor luterano de Hochfelden argumentou em um sermão que os seus paroquianos deviam assassinar juDEUS. O anti-semitismo de Lutero persistiu após a sua morte, ao longo de todo o ano 1580, motins expulsaram juDEUS de vários estados luteranos alemães.

A opinião predominante64 entre os historiadores é que a sua retórica antijudaica contribuiu significativamente para o desenvolvimento do anti-semitismo na Alemanha, e na década de 1930 e 1940 auxiliou na fundamentação do ideal do nazismo de ataques a juDEUS. O próprio Adolf Hitler em sua autobiografia Mein Kampf considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, o Grande, e Richard Wagner. Em 5 de outubro de 1933, o Pastor Wilhelm Rehm de Reutlingen, declarou publicamente, que "Hitler não teria sido possível, sem Martinho Lutero". Julius Streicher, o editor do jornal Nazista Der Stürmer, argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg "que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martinho Lutero não tivesse dito 400 anos antes". Em novembro de 1933, uma manifestação protestante que reuniu um recorde de 20.000 pessoas, aprovou três resoluções: Adolf Hitler é a conclusão da Reforma;

Judeus Batizados devem ser retirados da Igreja;

O Antigo Testamento deve ser excluído da Sagrada Escritura.

Diversos historiadores (entre os quais se destacam William L. Shirer e Michael H. Hart) sugerem que a influência de Lutero tenha auxiliado a aceitação do nazismo na Alemanha pelos protestantes no século XX. Shirer fez a seguinte observação em Ascensão e queda do Terceiro Reich:

"É difícil compreender a conduta da maioria dos protestantes nos primeiros anos do nazismo, salvo se estivermos prevenidos de dois fatos: sua história e a influência de Martinho Lutero (para evitar qualquer confusão, devo explicar aqui que o autor é protestante). O grande fundador do protestantismo não foi só anti-semita apaixonado como feroz defensor da obediência absoluta à autoridade política. Desejava a Alemanha livre de judeus (…) – conselho que foi literalmente seguido quatro séculos mais tarde por HitlerGöring eHimmler.

Por outro lado, especialmente Shirer recebeu críticas por essa sua observação, sendo acusado de não conhecer suficientemente a história alemã, e por ter interpretado incorretamente certos acontecimentos, ou mesclado suas opiniões pessoas em seu livro. Também os cristãos luteranos, afirmam que a Igreja Luterana, tem esse nome em homenagem ao seu mais famoso líder, porém não acata todos os escritos teológicos de Lutero, principalmente os escritos que atacam os judeus.

Desde os anos 1980, alguns órgãos da Igreja Luterana, formalmente denunciaram, e dissociaram-se dos escritos de Lutero sobre os judeus. Em Novembro de 1998, no 60º aniversário de Kristallnacht, a Igreja Luterana da Baviera emitiu uma afirmação: "é imperativo para a Igreja Luterana, que sabe que é endividada ao trabalho e a tradição de Martinho Lutero, de levar a sério também as suas declarações anti-judaicas, reconhece a sua função teológica, e reflete nas suas consequências. Temos que nos distanciar de cada [expressão de] antissemitismo na teologia Luterana."

Controvérsia com Filipe de Hesse

Em dezembro de 1539, Filipe I, Margrave de Hesse, que já era casado, queria se casar novamente com uma das damas-de-espera de sua esposa e assim, praticar a bigamia. Filipe solicitou a aprovação dos principais reformadores alemães; Lutero, Melanchthon e Bucer, e se justificou citando como precedente a poligamia dos patriarcas. Lutero e os demais teólogos não tomaram uma decisão geral, e informaram a Filipe que, se ele de fato, estava determinado, deveria se casar secretamente e manter silêncio sobre o assunto.

Como resultado, em 4 de março de 1540, Filipe casou com uma segunda esposa, Margarethe von der Venda, com Melanchthon e Bucer entre as testemunhas. No entanto, Felipe não conseguiu manter em segredo o casamento, e ele ameaçou tornar público o conselho de Lutero. Lutero disse-lhe para "dizer uma boa e grossa mentira" e negar o casamento completamente, o que Filipe fez durante a controvérsia pública subsequente. Na opinião do biógrafo de Lutero, Martin Brecht, "dar conselhos confessionais para Filipe de Hesse foi um dos piores erros que Lutero cometeu, e (...) a história considera Lutero como principal responsável". Brecht defende que o erro de Lutero não era seus conselhos pastorais particulares, mas que ele calculou mal as consequências políticas.. O caso causou danos duradouros à reputação de Lutero.

Nos Estados Unidos

WASP[

WASP é a sigla que em inglês significa "Branco, Anglo-Saxão e Protestante" (White, Anglo-Saxon and Protestant). Surgiu no início do século XX tendo como base o combate à raça, nacionalidade e religião alheia (eram especialmente intolerantes contra o catolicismo, que representava uma minoria nos Estados Unidos). Inicialmente combatiam os negros e não-protestantes, mas logo voltaram seus ideais contra outros grupos, os italianos, os irlandeses e os judeus. Grupos como a Ku Klux Klan tinham como princípio a Wasp.

Abuso sexual de menores

Em vários países, pastores de grupos luteranosmórmonstestemunhas de Jeová e outras denominações evangélicas cometeram abuso sexual de menores. Especialmente as testemunhas de Jeová foram muito criticadas nos Estados Unidos, quando foi descoberto que alguns religiosos sabiam sobre os abusos e transferiam os acusados, em vez de denunciá-los e removê-los, embora administradores escolares procedem de forma semelhante quando lidam com professores acusados, assim como escoteiros e clérigos católicos.

No Brasil tornou-se notório o "Caso Lucas Terra", em que Lucas Terra, um menino de 14 anos, fora abusado sexualmente e depois queimado vivo por um pastor, um bispo e outros fiéis da Igreja Universal do Reino de DEUS em SalvadorBahia.

Na Alemanha

Segundo Reich

No Segundo Reich, após a unificação da Alemanha, o chanceler Otto Von Bismarck, apoiado pela maioria protestante iniciaria a famosa campanha contra a minoria católica: Bismarck restringiria a livre prática religiosa, reprimindo os direitos católicos.

Terceiro Reich

Na Alemanha as igrejas protestantes luteranas e reformadas apoiaram e foram cúmplices do nazismoAdolf Hitler disse que "Por meu intermédio, a igreja Protestante poderia tornar-se a igreja oficial, como na Inglaterra". Embora a Igreja Confessional, a Igreja Católica, e a maioria dos grupos dasTestemunhas de Jeová.

O primeiro grupo protestante em apoio aos nazistas era uma comunidade minoritária, o Movimento da Fé dos Cristãos Alemães, baseado no cristianismo positivo e suscetível ao neo-paganismo sob a liderança de Ludwig Müller. em oposição a ele surgiu outro grupo minoritário, a Igreja Confessional, que rejeitava o nazismo. Em julho de 1933 foi criada a Igreja Nacional do Reich, da fusão das 28 igrejas protestantes luteranas e reformistas, somando mais de 48 milhões de protestantes. Seu bispo tornou-se Ludwig Müller.

Durante a Segunda Guerra Mundial a Igreja do Reich proibiria a vinculação da Bíblia, substituindo-a pelo Mein Kampf, a biografia que continha as ideias de Adolf Hitler e decretando que os crucifixos deviam ser substituídos pelas suásticas. Em 1934 o Pastor luterano Martin Niemöller, que inicialmente, assim como os demais clérigos protestantes e católicos havia acolhido positivamente o regime nazista, tornou-se líder da Igreja Confessional, que lutaria ardentemente contra a Igreja do Reich, que afirmava ser a igreja verdadeira. Niemöller seria mandado para um campo de concentraçãoposteriormente. Em 1937, muitos pastores protestantes passaram a prestar juramente de lealdade a Hitler.

Controvérsias nas igrejas pentecostais e neo-pentecostais

Relações com as religiões afro-brasileiras

No Brasil as igrejas pentecostais e neo-pentecostais são criticadas pela sua relação controversa com as religiões afro-brasileiras. Alguns livros destas instituições são acusados de serem preconceituosos contra as religiões afro-brasileiras, como o best-seller "Orixás, Caboclos e Guias: Deuses ou Demônios?" de 1988 escrito por Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de DEUS, que durante algum tempo teve sua veiculação proibida por ser considerado preconceituoso, e depois de julgamento, foi liberado, em certa ocasião o livro mostra um convite de uma festa de candomblé, tendo um tridente como emblema, e diz que: "O tridente do diabo revela o intuito deste ritual". O livro Mãe-de-santo escrito em 1968 por Robert McAlister, fundador da Igreja Pentecostal de Nova Vida no Rio de Janeiro, em 1960, escreveu que "É às vítimas do poder diabólico do Candomblé e da Umbanda, (…) que dedico este livro". O livro "Espiritismo, a magia do engano", de autoria de Romildo Ribeiro Soares (ou R.R. Soares), considera as entidades dessas religiões como "demônios afro-brasileiros", Soares também condena como demoníacos 19 fundadores de "falsas religiões", como MaoméConfúcio e BudaRaimundo de Oliveira da Assembleia de DEUS escreveu um livro chamado "Seitas e Heresias", na qual condena as religiões africanas.

A cidade de Salvador, é chamada pejorativamente de "capital da macumbaria" ou a "Sodoma e Gomorra da magia negra" por algumas igrejas neopentecostais. No Maranhão pastores são acusados de quando se instalarem em bairros, identificarem locais de culto de candomblé e umbanda da região, e estabelecerem prazos para fechá-los, como ocorreu com um terreiro naVila Embratel em São Luís, que sofre pressão para ser fechado por fiéis da Assembleia de DEUS. Umbandistas do Centro Espírita Irmãos Frei da Luz, no Rio de Janeiro, denunciam que são frequentemente agredidos com pedradas pelos freqüentadores de um templo da IURD situada ao lado deste Centro, na Abolição. Uma casa onde se praticava o candomblé, no bairro de Tancredo Neves, foi invadida por 30 fiéis da Igreja Internacional da Graça de DEUS, que jogaram sal grosso e enxofre nas pessoas ali reunidas, durante uma cerimônia religiosa. Neopentecostais invadiram no bairro Quinta da Boa Vista uma festa com cultos africanos, quebrando imagens e queimando roupas de santo. Uma adepta da Tenda Espírita Antônio de Angola, no bairro de Irajá, foi mantida em cárcere privado por pastores, em uma igreja evangélica em Duque de Caxias, com o objetivo de deixar sua religião, e converter-se ao protestantismo.

Teologia da Prosperidade

O ensino da Teologia da Prosperidade é por vezes criticada como materialismo disfarçado de teologia, com fórmulas simplistas, com base nesta última crítica, o evangelho da prosperidade é às vezes pejorativamente conhecido como "Diga o que quer e reivindique" (em inglês "Name-It-Claim-It"). Muitas vezes essa doutrina é considerada por alguns dentro da comunidade cristã como antítese ao ensinamento bíblico tradicional, e, mais genericamente como exploração de seus adeptos, com excessos financeiros e falta de transparência financeira na sua liderança. Os críticos argumentam que a Bíblia condena a busca de riquezas, e que a acumulação de bens materiais não serve ao propósito do Evangelho. Além disso, alguns comentaristas, como Robert Lowery também argumentam que o próprio Jesus não viveu ou procurou o que seria considerado uma vida de "prosperidade".

Críticos proeminentes dentro do próprio prostestantismo incluem o pastor e escritor Rick Warren, o teólogo reformado John Piper, e o ministro pentecostal Donnie Swaggart. O caso mais famoso de um crítico é o de Tammy Faye Bakkers, proprietário do PTL Club ministry (uma série televangelista), inicialmente defensor da teologia da Prosperidade foi preso por fraude, e em seguida, detalhou sua renúncia a essa teologia, dizendo que estava errado, em seu livro: I Was Wrong: The Untold Story of the Shocking Journey from PTL Power to Prison and Beyond. O jornalista Hanna Rosin argumenta que os milhões de adeptos do evangelho da prosperidade podem ter influenciado o problema no mercado imobiliário, que causou a crise econômica de 2008-2009, por ignorar fatores como salários por hora e extrato de conta bancária, bem como causa e efeito, e um cálculo prudente dos gastos oferecidos,, em favor de "milagres financeiros e a ideia de que o dinheiro é uma substância mágica que vem como um dom do alto".

Igreja Universal do Reino de DEUS

A Igreja Universal do Reino de DEUS é uma igreja neopentecostal que surgiu na década de 1970 no Brasil. Em 1992, Edir Macedo foi preso após o Ministério Público denunciar o líder da Universal por "delitos de charlatanismo, estelionato e lesão à crendice popular". Após ficar 15 dias detido, Macedo foi solto e livrou-se das acusações. A Rede Globo apresentou em 1995 uma reportagem na qual Edir Macedo ensinava pastores a convencer fiéis a doar dinheiro para a Igreja Universal.

Em 12 de outubro de 1995, data em que os católicos cElebram Nossa Senhora Aparecida, o então bispo da Igreja Universal Sérgio Von Helde chutou e deu socos em uma imagem da santa, durante os programas "Despertar da Fé" e "Palavra da Vida", da Rede Record. Von Helde foi indiciado na Justiça por ofensa à fé alheia.

Com base em uma denúncia do então deputado estadual de São Paulo Afanásio Jazadji, a Polícia Federal abriu em 2007 investigação contra Macedo pela suposta prática de crimes de falsidade ideológica, contra a fé pública, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Em 2009, a Justiça brasileira aceitou denúncia do Ministério Público Federal paulista contra o fundador e líder da Igreja Universal do Reino de DEUSEdir Macedo, e mais nove integrantes dessa entidade religiosa, pelas acusações de formação de quadrilha e de lavagem de dinheiro. Segundo a investigação, ao menos 50 empresas como emissoras de rádio e TV (em especial, a Rede Record ), gráficas e agências de turismo controladas direta ou indiretamente por integrantes da Igreja Universal são beneficiadas por doações feitas por fiéis em todo o país.137 . Pela maneira de como eles exploram os pobres, a IURD foi excluída da Aliança Evangélica Portuguesa em 1992.

 Desde 1995 a Federação de Entidades Religiosas Evangélicas da Espanha (Ferede) não reconhece a IURD como igreja evangélica. Em 1997, a Câmara dos Representantes da Bélgica descreveu a Universal como uma "associação criminosa, cujo único objetivo é o enriquecimento", "uma forma extrema de mercantilismo da fé ", cujas "atividades na Bélgica pode ser apenas uma fachada para ocultar atividades ilegais"; em Luxemburgo, "são talvez um sinal de que a organização está também envolvida em lavagem de dinheiro".

Doutrinas da Igreja Universal

Várias doutrinas da Igreja Universal tem gerado críticas pelas igrejas neo-pentecostais mais tradicionais. Uma de suas doutrinas é a Troca do anjo da guarda, que de acordo com outras igrejas neo-pentecostais, contrariaria Hb 1:14, pois segundo estas, não haveria um anjo em específico para cada pessoa e eles não poderiam ser trocados. Outra doutrina criticada é o Clamor diante da arca, que contrariaria Jeremias 3.16 (que afirma haver uma única arca da aliança) e que, segundo estas, induziria uma espécie de Politeísmo como "adoração da arca", semelhante às críticas feitas pelo Protestantismo contra a Igreja Católica.

Em uma reportagem da Rede GloboEdir Macedo aparece ensinando os pastores à extorquir os fiéis e diz a famosa frase "ou dá ou desce", e também afirma que a água no deserto de Moisés era coincidência. Em outro vídeo, aparece incentivando aguns pastores a jogar a Bíblia no chão e fazer comentários negativos sobre ela. Uma doutrina da IURD também criticada é a Terapia do amor, em que o pastor se compromete a trazer a pessoa amada em 7 dias, caso seja levada uma foto para ungí-la. De acordo com as outras igrejas neo-pentecostais, isto seria uma espécie de sincretismo do Protestantismo com a Umbanda e o Candomblé. Outra polêmica também é o apoio de Edir Macedo ao aborto, ao qual ele se mantém favorável, assim como a Rede Record.


 

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