A cavala vista pela peixaria do Pingo Doce

A cavala “é um peixe que faz muito bem”, diz-nos Maria Teresa Teixeira, de 46 anos, que está há 19 anos na secção da peixaria do Pingo Doce. A popularidade da cavala, muito alta há algumas gerações atrás, está a voltar em força graças à aposta de alguns restaurantes na recriação de pratos tradicionais. O aumento do interesse pela cavala pode também ser atribuído aos resultados de muitos estudos científicos que apontam para os benefícios do consumo deste peixe azul. O seu alto teor de ácidos gordos ómega 3, tornam-na um aliado da saúde cardiovascular e também da memória.

A cavala é muito simples de preparar, refere a especialista, uma vez que não tem escamas nem grandes barbatanas. Mesmo assim, não tem de se preocupar com esse pormenor: Maria Teresa e a sua equipa encarregam-se disso, com muito prazer. “Gosto muito de trabalhar nesta secção. Gosto de arranjar o peixe, gosto de atender o cliente, adoro fazer a montra, pô-la atractiva. Gosto de tudo, mesmo”.

Maria Teresa é chefe de secção no Pingo Doce de Alfragide, onde está desde Abril de 2014 (já passou pelas lojas da Graça, Rossio e Algés) e coordena uma equipa de 4 pessoas para quem só tem elogios: “São todos excelentes.”

A cavala fica bem em qualquer receita

Quanto à melhor forma de cozinhar cavala, Maria Teresa destaca a versatilidade deste peixe que pode ser frito, escalado, cozido, grelhado ou feito no forno. E sempre com bons resultados.

Assim, além da cavala no forno com beringelas, a chefe de secção recomenda ainda cavala no forno com pimento e cavala com sementes de sésamo, esta cortada em filetes e temperada com limão. Tudo com a garantia de qualidade e sabor dadas por uma verdadeira especialista.

Aprenda mais sobre cavala e como prepará-la, na Fileira do Pescado.