DEUS NÃO É RELIGIÃO OU SEITA, POIS RELIGIÕES E SEITAS SÃO COISAS DOS HOMENS E MULHERES, COMO AS CRENDICES.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


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 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


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RECEITAS DE PEIXES - CAÇÃO OU TUBARÃO DELICIOSAS.
RECEITAS DE PEIXES - CAÇÃO OU TUBARÃO DELICIOSAS.

Cação ou Tubarão

 

Como ler uma caixa taxonómicaTubarões
Ocorrência: Siluriano - Recente
Um Carcharias taurus.

Um Carcharias taurus.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Superordem: Selachimorpha
Ordens

Carcharhiniformes
Hexanchiformes
Heterodontiformes
Lamniformes
Orectolobiformes
Pristiophoriformes
Squaliformes
Squatiniformes

Tubarão ou cação é o nome dado vulgarmente aos peixes de esqueleto cartilaginoso e um corpo hidrodinâmico (com exceção dos Squatiniformes, Hexanchiformes e Orectolobiformes) pertencente à superordem Selachimorpha. Os primeiros tubarões conhecidos viveram há aproximadamente 400 milhões de anos.

Os tubarões se diversificaram em aproximadamente 375 espécies (no Brasil são conhecidas 88), variando em tamanho desde o menor, o tubarão-lanterna anão, Etmopterus perryi, uma espécie de no máximo 21 centímetros de comprimento, ao tubarão-baleia, Rhincodon typus, o maior, que atinge cerca de 12 metros e que se alimenta por filtragem apenas de plâncton, lulas e pequenos peixes. Os tubarões são encontrados em todos os mares e são comuns em profundidades até 2000 metros.

Geralmente não vivem em água doce, com algumas exceções, como o tubarão-cabeça-chata e o tubarão de água doceque podem viver tanto em água salgada ou água doce. Respiram através de cinco ou sete fendas branquiaise possuem uma cobertura de escamas placoides, que protegem sua pele dos danos e dos parasitas, e melhoram a sua hidrodinâmica, permitindo que o tubarão se mova mais rápido. Eles também possuem vários conjuntos de dentes substituíveis.

As espécies mais conhecidas, são os tubarão-branco, o tubarão-tigre, o tubarão-azul, o tubarão-mako e o tubarão-martelo são superpredadores, no topo da cadeia alimentar subaquática. No entanto, sua sobrevivência está sob séria ameaça por causa da pesca e outras atividades humanas.

 

Etimologia e significado

Até o século XVI tubarões eram conhecidos por marinheiros como "cães marinhos". A palavra portuguesa "tubarão" e o termo espanhol "tiburón" são bastante similares e em ambas as línguas a etimologia é incerta. Durante o século XVI, em decorrência das navegações dos espanhóis e portugueses por águas tropicais, muitos relatos sobre a diversidade e quantidade desses peixes popularizaram os dois termos na Península Ibérica e posteriormente, o termo tiburóntambém foi usado, sem tradução, em livros em francês, alemão e inglês. Não se sabe ao certo se foram os espanhóis que tomaram uma palavra caraíba e cunharam o termo tiburón ou se foram os portugueses que criaram tubarão a partir de uma palavra do aruaque. Outras fontes apontam a origem tupi-guarani através do termo uperú (ou iperú) com a aglutinação de t- inicial, originando o português "tubarão" e posteriormente o espanhol "tiburón".

Embora inicialmente os termos ibéricos tenham sido usados em toda a Europa, as outras línguas europeias adotam atualmente nomes diferentes. A origem do nome inglês "shark" também é incerta. Uma teoria é que ela deriva da palavra xoc da língua Iucateque, cuja pronuncia 'shok' chega bem próximo da palavra "shark". Evidência para esta etimologia vem do Oxford English Dictionary, que registra que o nome shark foi usado pela primeira vez após o marinheiro Sir John Hawkins exibir um espécime em Londres, em 1569 e usou a palavra "sharke" para se referir aos grandes tubarões do Mar do Caribe.

Uma outra etimologia diz que o sentido original da palavra era a de "predador, aquele que ataca os outros" a partir da palavra Schorck do alemão, uma variante de Schurke "vilão, canalha", que mais tarde foi aplicado para os peixes devido ao seu comportamento predatório.

Segundo o Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa, na variante brasileira, tubarão é a designação geral dos grandes seláquios, peixes de corpo alongado e de nadadeiras peitorais moderadamente desenvolvidas; que tem como sinônimo cação e esqualo e como plural tubarões. Na definição popular tubarão pode significar também comerciante ganancioso. Segundo o dicionário online Priberam, tubarão também pode significar pessoa que come muito ou indivíduo que obteve muitos cargos rendosos.

Anatomia

Características físicas gerais do tubarão.
Os dentes do tubarão-tigre são oblíquos e serrilhados para cortar através da carne.

Dentes

Dentes de tubarão são incorporados nas gengivas e não diretamente no maxilar, e são constantemente substituídos ao longo da vida. Diversas linhas de dentes substitutos crescem em um sulco na parte interna da mandíbula e progressivamente avançam como em uma "escada rolante"; os tubarões perdem em média 6.000 dentes por ano e chegam a perder 30.000 durante toda sua vida. A taxa de substituição de dentes varia de uma vez a cada oito ou dez dias a vários meses. Na maioria das espécies os dentes são substituídos um por vez, exceto no peixe-charuto, Isistius, onde toda a linha de dentes é substituída simultaneamente.

A forma do dente depende da dieta: os tubarões que se alimentam de moluscos e crustáceos têm densos dentes achatados para esmagarem, aqueles que se alimentam de peixes tem dentes afiados para prenderem e aqueles que se alimentam de presas maiores, como os mamíferos, têm os dentes inferiores pontiagudos para prender e os dentes superiores triangulares e com bordas serrilhadas para cortar. Os dentes dos que se alimentam de plâncton, como o tubarão-elefante são menores e não funcionais.

Esqueleto de um Dalatias licha, no Museu Nacional de História Natural, Estados Unidos.

Esqueleto

Os esqueletos de tubarões são muito diferentes dos esqueletos de peixes ósseos e vertebrados terrestres. Tubarões e outros peixes cartilagíneos (raias e quimeras) possuem esqueletos feitos de cartilagem e tecido conjuntivo. A cartilagem é flexível e durável e tem cerca de metade da densidade do osso. Isto reduz o peso do esqueleto, poupando energia. No entanto a cartilagem de tubarões mais velhos, às vezes, pode ser parcialmente calcificada, tornando-a mais pesada e mais semelhante a um osso. Os tubarões não têm caixa torácica e, portanto, em terra, o próprio peso de um tubarão pode esmagá-lo.

Mandíbula

Como seus parentes, raias e quimeras, a mandíbula do tubarão não é anexada ao crânio. A superfície da mandíbula, assim como as vértebras do tubarão e as guelras, necessitam de suporte extra devido à sua forte exposição ao stress físico e a necessidade do uso de força. Eles têm uma camada de minúsculas placas hexagonais chamados de "tésseras", que são blocos cristalinos de sais de cálcio dispostos como um mosaico.

Geralmente os tubarões têm apenas uma camada de tésseras, mas as mandíbulas de espécies de grande porte, como o tubarão-cabeça-chata, o tubarão-tigre e o tubarão-branco tem de duas a três camadas ou mais, dependendo do tamanho do corpo. As mandíbulas de um grande tubarão branco podem ter até cinco camadas. No rostro (focinho), a cartilagem pode ser esponjosa e flexível para absorver a energia dos impactos.

A força da mordida do tubarão não é influenciada pelo quanto sua mandíbula está aberta. E por conta de sua mandíbula superior ser móvel sua mordida se torna mais letal.

Barbatanas[editar | editar código-fonte]

O esqueleto das barbatanas é alongado e apoiado com raios moles e não segmentados chamados de ceratotrichia, filamentos de proteína elástica que se assemelha ao da queratina dos cabelos e penas. A maioria dos tubarões têm oito barbatanas. Tubarões só podem desviar-se de objetos diretamente à sua frente ficando à deriva, porque suas barbatanas não permitem que nadem para trás.

O cabo de uma katana.

Escamas placoides

Ao contrário dos peixes ósseos, os tubarões têm um espartilho dérmico complexo feito de fibras flexíveis de colágeno e disposto como uma rede helicoidal em torno de seu corpo. Isso funciona como um esqueleto externo, proporcionando fixação para os músculos de nado, e assim economizando energia. Suas escamas placoides dão-lhes vantagens hidrodinâmicas como reduzir a turbulência enquanto nadam.

A pele dos tubarões pode ser tão áspera como uma lixa pela ação dessas escamas, a tal ponto que têm sido observado que, a utilização de suas escamas podem ferir suas presas. Algumas empresas industriais têm usado até mesmo a pele de tubarão para a produção de ferramentas (como o oroshiganes japonês ou lixas). No Japão também, os tradicionais fabricantes de katana usam a pele do tubarão para cobrir o punho da espada e torná-la menos escorregadia.

Cauda

As caudas dos tubarões variam consideravelmente de acordo com a espécie e é adaptada aos seus estilos de vida. A cauda provém impulsão e também velocidade e aceleração dependendo da forma da cauda. Os tubarões possuem uma nadadeira heterocercal na qual a porção dorsal geralmente é visivelmente maior do que a porção ventral. Isto é devido a coluna vertebral do tubarão se estender até a parte dorsal, proporcionando uma maior área de superfície para a fixação dos músculos. Isto permite a locomoção mais eficiente entre estes peixes cartilaginosos negativamente impulsionados. Em contraste, a maioria dos peixes ósseos possui uma barbatana caudal homocercal.

A cauda do tubarão tigre tem um grande lobo superior que oferece potência máxima para curvas lentas ou explosões súbitas de velocidade. O tubarão-tigre deve ser capaz de girar e virar na água facilmente enquanto caça para manter a sua dieta variada, enquanto o tubarão-sardo, que caça peixes em cardume, como o carapau e o arenque, tem um grande lóbulo inferior para ajudá-lo a manter o ritmo de nado de sua rápida presa.

Fisiologia

Um tubarão-enfermeiro(Ginglymostoma cirratum) repousando no fundo do oceano.

Flutuabilidade

Ao contrário dos peixes ósseos, os tubarões não têm bexigas cheias de gás para a flutuabilidade (bexigas natatórias) . Em vez disso, os tubarões dependem de um fígado grande, cheio de óleo que contém esqualeno e o fato de que a cartilagem é cerca de metade da densidade do osso. Seu fígado constitui até 30% da sua massa corporal. A eficácia do fígado é limitada, então tubarões utilizam a sustentação dinâmica para manter a profundidade, e afundam quando param de nadar. Tubarões-tigre da areia armazenam ar em seus estômagos, utilizando-o como uma forma de bexiga natatória. A maioria dos tubarões precisa nadar constantemente para respirar e não podem dormir por muito tempo, isso tudo, sem afundar. No entanto, algumas espécies de tubarão, como o tubarão-enfermeiro, são capazes de bombear água através de suas guelras, o que lhes permite descansar no fundo do oceano.

Alguns tubarões, se colocados de barriga para cima ou se acariciam seus narizes, entram em um estado natural de imobilidade tônica. Pesquisadores usam essa condição para lidar com tubarões em segurança.

Musculatura

A musculatura do tubarão é dividida em 3 grupos:

  1. Músculos cardíacos;
  2. Músculos viscerais, são encontrados em várias partes internas, como nas tripas, nas artérias, e nos órgãos excretores e reprodutores.
  3. Músculos esqueléticos, que movem o esqueleto são divididos em dois tipos:
    1. Músculo vermelho, presente em finas camadas debaixo da pele do tubarão, que funciona quebrando a gordura do corpo do tubarão. Tem um bom suprimento de sangue e permite que o tubarão nade lentamente por longos períodos sem se cansar;
    2. Músculo branco, funciona usando a energia da quebra de açúcares, tem um suprimento de sangue pobre e é usado apenas para explosões de velocidade curtas e rápidas e quando o tubarão persegue a presa ou quando precisa evitar o perigo.

Respiração

Como outros peixes, os tubarões extraem oxigênio da água do mar ao passa-la sobre suas guelras. Alguns tubarões têm uma fenda modificada chamado de espiráculo localizada logo atrás dos olhos, que é usado na respiração. Devido ao seu tamanho e a natureza do seu metabolismo, os tubarões têm uma maior demanda de oxigênio do que a maioria dos peixes e eles não podem contar com as correntes de água do ambiente para fornecerem um suprimento adequado de água oxigenada. Se um tubarão parar de nadar, a circulação da água cairia abaixo do nível necessário para a respiração e o animal poderia morrer sufocado. O processo de garantir um fluxo adequado das guelras para mover-se para a frente é conhecido como "ventilação ram". Alguns tubarões, como o tubarão-de-pontas-negras-do-recife, Carcharhinus melanopterus, e o tubarão-enfermeiro, Ginglymostoma cirratum, podem bombear água sobre suas guelras. Há também registros, como em certas cavernas ao longo da costa de Iucatã, onde os tubarões repousam sobre o chão da caverna e permitem que o escoamento de água doce passe por cima deles. O escoamento é forte o suficiente para ainda permitir a respiração; acredita-se que a razão para este comportamento é que a água fresca ajuda a remover parasitas.

O processo de respiração e da circulação começa quando o sangue desoxigenado viaja ao coração de duas câmaras do tubarão. Lá o tubarão bombeia o sangue para suas guelras através da artéria aorta ventral, onde se ramifica em artérias aferentes braquiais. A reoxigenação ocorre nas brânquias e o sangue reoxigenado flui para as artérias eferentes braquiais, que se unem para formar a aorta dorsal. O sangue flui da aorta dorsal para todo o corpo. O sangue desoxigenado do corpo, então, flui através das veias cardinais posteriores e entra na cavidade posterior cardeal. A partir daí, o sangue entra no ventrículo do coração e o ciclo se repete.

Rete mirabile.

Termorregulação

A maioria dos tubarões é "sangue frio", ou mais precisamente poiquilotérmicos, o que significa que a temperatura interna do seu corpo não difere da temperatura de seu ambiente. Membros da família Lamnidae, como o tubarão-mako e o tubarão branco, são homeotérmicos e mantem uma temperatura corporal maior do que a da água circulante. Nestes tubarões, uma faixa de músculo vermelho aeróbico localizado perto do centro do corpo gera o calor, o que mantém o corpo através de um mecanismo de troca em contracorrente por um sistema de vasos sanguíneos chamados de rete mirabile("rede maravilhosa"). O tubarão raposa, Alopias vulpinus, tem um mecanismo semelhante para manter uma temperatura corporal elevada, o que leva a pensar que ele evoluiu de forma independente.

Osmorregulação

Em contraste com peixes ósseos, com exceção do celacanto, o sangue e outros tecidos dos tubarões e Chondrichthyes em geral, é isotônico aos seus ambientes marinhos por causa da alta concentração de ureia e trimetilamina, permitindo-lhes estar em equilíbrio osmótico com a água do mar. Esta adaptação faz com que a maioria dos tubarões não sobrevivam em água doce, e por isso, são confinados a ambientes marinhos. A poucas exceções a esta regra existe, como o tubarão-cabeça-chata que desenvolveu uma maneira de mudar a sua função renal para excretar grandes quantidades de ureia. Quando um tubarão morre, a ureia é dividida em amônia pelas bactérias - por isso, o corpo irá gradualmente começar a cheirar a amônia.

Digestão

A digestão pode levar um longo tempo. A comida se move desde a boca até o estômago em forma de J, onde é armazenada e a digestão inicial ocorre. Itens indesejados podem nunca passar pelo estômago e, ao invés do tubarão vomitar, ele vira seu estômago do avesso e ejeta itens indesejados de sua boca.

Uma das maiores diferenças entre a digestão dos tubarões e a dos mamíferos é que o intestino dos tubarões é extremamente curto. Este comprimento curto é conseguido através da válvula espiral com várias voltas dentro de uma única seção curta em vez de um intestino longo como um tubo. A válvula fornece uma superfície longa, exigindo que a comida circule no interior do intestino curto até que seja totalmente digerida, os resíduos restantes passam para a cloaca.

Órgãos dos sentidos

A forma da cabeça do tubarão-martelo pode melhorar o olfato pelo fato do espaçamento entre as narinas ser maior (Compagno 1984).

Olfato

O olfato do tubarão é extremamente apurado, permitindo-lhes identificar substâncias bastante diluídas na água, como concentrações de sangue abaixo de uma parte por milhão, o que equivale a perceberem uma gota de sangue a 300 m de distância em pleno oceano. Por esta razão são por vezes designados como "narizes nadadores". Quando detectam o cheiro de sangue ou de corpos em decomposição, facilmente encontram o local de origem, utilizando principalmente o seu olfato (ou a visão para distâncias inferiores a 30 m).

Visão

O olho de um tubarão.

Alguns cientistas creem que, como muitos outros peixes, os tubarões são míopes, estando a sua visão adaptada apenas para distâncias entre 2 e 3 metros, embora possa ser utilizada para distâncias de até 30 m com um menor grau de definição. Contrastando com essa informação, outros pesquisadores acreditam que a lente dos tubarões está fortemente suspensa por um ligamento dorsal, e fica normalmente fixada para a visão à distância; para a visão próxima ela é movida para frente pela tração de um pequeno músculo protrator, fixo à lente. Seus olhos por ficarem nas laterais da cabeça podem ampliar seu campo de visão para quase 360°.

A abertura pupilar varia de circular a oval quando aberta. Na luz brilhante a pupila pode ser apenas um pequeno círculo ou fenda, que pode ser vertical ou horizontal. O seu olho possui uma camada reflectiva, a qual permite um aproveitamento superior da luminosidade em locais com pouca luz, como as águas turvas ou profundas e à noite.

Investigadores da Universidade de Queensland e da Universidade da Austrália Ocidental realizaram um estudo de micro-espectrofotometria com 17 espécies de tubarão e descobriram que 10 tinham apenas os bastonetes e não tinham cones em suas retinas dando-lhes uma boa visão noturna, enquanto os tornam daltônicos. As sete espécies restantes tinham, além dos bastonetes um único tipo de fotorreceptor de cone sensível ao verde, com que faz que eles vejam apenas tons de cinza e verde, acredita-se que sejam efetivamente daltônicos. O estudo indica que o contraste de um objeto contra o fundo, ao invés da cor, pode ser mais importante para a detecção de objetos.

Audição

A sua grande sensibilidade às vibrações, provoca comportamentos semelhantes. O seu ouvido interno, responsável pelo equilíbrio e detecção das vibrações de baixa frequência, situa-se postero-superiormente ao olho. Possui três canais semicirculares e detecta vibrações a longas distâncias, podendo o tubarão se aperceber do som de um peixe a debater-se a uma distância de 250 a 1500 m. Em conjunto com o olfato, esta sensibilidade às vibrações, é o primeiro mecanismo utilizado na detecção de potencial alimentação. Uma vibração desconhecida, tanto pode provocar curiosidade como medo ao tubarão.

Eletrorrecepção

As ampolas de Lorenzini são órgãos electroreceptores localizados na cabeça especialmente ao redor do focinho. Os tubarões usam as Ampolas de Lorenzini para detectar os campos eletromagnéticos que todas as coisas vivas produzem. Isso ajuda os tubarões (particularmente o tubarão-martelo) a encontrarem presas. O tubarão tem maior sensibilidade elétrica do que qualquer outro animal. Os tubarões conseguem encontram presas escondidas na areia, detectando os campos eletricos que elas produzem. Correntes oceânicas que se deslocam no campo magnético da Terra também geram campos elétricos que os tubarões podem usar para orientação e possivelmente para navegação.

Linha lateral dos tubarões.

Linha lateral

As suas linhas laterais, que se estendem das guelras à cauda, são também capazes de captar vibrações de médias e baixas frequências, correntes, mudanças na temperatura e pressão da água, assim como localizar obstáculos e alimentos em águas turvas. Do mesmo modo, podem também detectar, pela turbulência causada, a aproximação de um inimigo de grande porte. O tubarão pode perceber frequências na faixa de 20 a 50 Hz.

Vida

A expectativa de vida de um tubarão varia de acordo com a espécie. A maioria vive entre 20 e 30 anos. O cação espinhoso, Squalus acanthias, tenha a maior vida útil podendo chegar até a mais de 100 anos. O Tubarões-baleia, Rhincodon typus, também podem viver mais de 100 anos.

Hemipénis de um tubarão macho da espécie Orectolobus maculatus.

Reprodução

Diferentemente da maioria dos peixes ósseos, os tubarões são reprodutores da seleção K, o que significa que eles produzem um pequeno número de jovens bem desenvolvidos em oposição a um grande número de jovens pouco desenvolvidos. A fecundidade em tubarões varia de 2 a mais de 100 jovens por ciclo reprodutivo. Tubarões se tornam maduros lentamente em relação a muitos outros peixes. Por exemplo, os tubarões-limão atingem a maturidade sexual por volta dos anos 13 ou 15.

Sexuada

Os tubarões praticam a fertilização interna. A parte posterior da nadadeira pélvica de um tubarão macho é modificada em um par de órgãos chamados clásperes, análogo a um pênis dos mamíferos, um deles é usado para levar o esperma até a fêmea.

Acasalamento entre tubarões raramente tem sido observado. O menor Scyliorhinidae frequentemente acasala-se com o macho curvado em torno da fêmea. Em espécies menos flexíveis, os dois tubarões nadam paralelamente, enquanto o macho insere um clásper dentro do oviduto da fêmea. As fêmeas em muitas das espécies de maior porte têm marcas de mordidas que parecem ser o resultado de um agarrão dos machos para manter a posição durante o acasalamento. As marcas de mordidas também podem demonstrar um comportamento de namoro: o macho pode morder a fêmea para mostrar o seu interesse. Em algumas espécies, a pele das fêmeas evoluiu, se tornando mais espessa para suportar estas mordidas.

Assexuada

Há dois casos documentados em que a fêmea de um tubarão que não esteve em contato com um macho concebeu um filhote por conta própria através da partenogênese. Os detalhes deste processo não são bem compreendidos, mas as impressões digitais genéticas mostraram que os filhotes não tinham contribuição genética paterna, descartando a possibilidade de armazenamento de espermatozoides. Os mamíferos são agora o único grande grupo de vertebrados em que a partenogênese natural não foi observada, no entanto casos de partenogênese através de testes de laboratórios já aconteceram.

Os cientistas afirmam que a reprodução assexuada em animais selvagens é raro, e provavelmente um último esforço para se reproduzir, quando um companheiro não está presente. Reprodução assexuada reduz a diversidade genética, o que ajuda a construir defesas contra as ameaças à espécie. Espécies que dependem exclusivamente dela estão em risco de extinção. A reprodução assexuada pode ter contribuído para o declínio do tubarão-azul na costa irlandesa.

Recipiente para os ovos de um tubarão Jackson Port, encontrado perto da praia de Vincentia, no Território da Baía Jervis, Austrália.

Filhotes

Tubarões mostram três maneiras de ter seus filhotes, que variam dependendo da espécie, através da oviparidade, viviparidade e ovoviviparidade.

Ovoviviparidade

A maioria dos tubarões é ovovivíparo, o que significa que os ovos eclodem no oviduto dentro do corpo da mãe e que a gema do ovo e os fluidos secretados por glândulas nas paredes do oviduto alimentam os embriões. Os jovens continuam a serem alimentados pelos restos da gema e fluidos do oviduto. Como na viviparidade, os jovens nascem vivos e funcionando perfeitamente. Tubarões Lamniformes praticam a oofagia, onde os primeiros embriões a eclodirem comem os ovos restantes. Os filhotes de Carcharias taurus praticam o canibalismo intrauterino, e levam isso a um passo adiante e consomem outros embriões ainda em desenvolvimento. A estratégia de sobrevivência para as espécies ovovivíparas está em chocar os jovens até um tamanho relativamente grande antes do nascimento. A maioria dos tubarões ovovivíparos dá à luz em áreas protegidas, incluindo baías, estuários e recifes rasos. Eles escolhem tais áreas pela proteção contra predadores (principalmente outros tubarões) e a abundância de alimentos. O Squalidae tem o maior período de gestação conhecido entre os tubarões, de 18 a 24 meses. O tubarão-elefante e o tubarão-cobra parecem ter períodos de gestação maiores, mas ainda faltam dados que comprovem isso.

O saco de ovos de um tubarão, também conhecido por "Bolsa de Sereia."

Oviparidade

Algumas espécies são ovíparas como a maioria dos outros peixes, colocando seus ovos na água. Na maioria das espécies de tubarões ovíparos, um saco de ovos com a consistência de couro protege o(s) embrião(ões) em desenvolvimento. Uma vez vazio esse é conhecido como "bolsa de sereia" e podem ser levados pelas marés até a terra. Tubarões ovíparos incluem as espécies Scyliorhinidae, Heterodontus francisci, Heterodontus portusjacksoni e Cephaloscyllium ventriosum.

Viviparidade

Finalmente alguns tubarões mantem um vínculo placentário para os jovens em desenvolvimento, este método é chamado de viviparidade. Este modo é mais parecido à gestação de mamíferos do que a de outros peixes. Os jovens são nascidos vivos e funcionando perfeitamente. O tubarão-martelo, os Carcharhinidae (que inclui o tubarão-cabeça-chata e o tubarão-azul) e os Mustelus são vivíparos. O tubarão-baleia é classificado agora como vivíparo, ao em vez de ovíparo, porque agora se pensa que os ovos extra-uterinos podem ter sido abortados.

Comportamento

Um grupo de tubarões-martelo-recortados (Sphyrna lewini).

A visão clássica descreve um caçador solitário, que percorre os oceanos em busca de comida. No entanto, isso se aplica a apenas algumas espécies. A maioria vive muito mais sedentários, na zona bentônica. Mesmo os tubarões solitários se encontram para reprodução ou em áreas ricas para caça, o que pode levá-los a percorrer milhares de quilômetros em um ano.

Os tubarões podem ser altamente sociais, mantendo-se em grandes grupos. Às vezes, mais de cem tubarões-martelo-recortados se reúnem em torno de montes submarinos e ilhas, por exemplo, no Golfo da Califórnia. Pode também haver hierarquia entre as diferentes espécies. Por exemplo, os tubarões sedosos durante a refeição demostram um certo medo de tubarões-brancos-oceânicos do mesmo tamanho. Quando são pressionados, alguns tubarões (em particular, este comportamento é observado nos Carcharhinidae) promulgam um sinal de ameaça para avisar ao grupo da chegada do predador. Normalmente, estes sinais consistem em movimentos de nado exagerados que variam de intensidade dependendo do nível de perigo.

Um golfinho saltando para fora d'água.

Medo de golfinhos

São contadas muitas histórias sobre golfinhos que protegeram humanos de ataques de tubarões. E por este motivo há muitas pessoas que dizem que os tubarões têm medo de golfinhos, e esse fenômeno foi investigado em um episódio de MythBusters do canal Discovery Channel, em que um tubarão-branco ataca um pedaço de carne crua de foca, mas enquanto há um golfinho (mecânico) nadando junto a ele, ele não ataca. No entanto não houve nenhum estudo científico conclusivo que explicasse esse comportamento.

Velocidade

Em geral, os tubarões nadam a uma velocidade média de 8 km/h (5,0 mph), mas quando se alimenta ou ataca o tubarão pode atingir velocidades de mais de 19 km/h (12 mph). O tubarão-mako, é o tubarão mais rápido e um dos peixes mais rápidos, podendo ultrapassar a velocidades de até 50 km/h (31 mph). O tubarão-branco também é capaz de explosões de velocidade. Essas exceções podem ser causadas devido à natureza de "sangue quente" (homeotérmica) da fisiologia destes tubarões.

Inteligência

Ao contrário do senso comum que diz que eles são "máquinas de comer" movidas pelo instinto, estudos recentes têm indicado que muitas espécies possuem poderosas habilidades de resolução de problemas, competência social e curiosidade. Além disso, a relação entre as massas corporais e cerebrais dos tubarões é semelhante ao dos mamíferos e outras espécies de vertebrados mais avançados, embora, naturalmente, é muito pequena comparada com a do homem. Em 1987, perto da Baia de Smitswinkle, na África do Sul, um grupo de sete tubarões brancos trabalharam juntos para mover a carcaça de uma baleia (mais precisamente, uma Caperea marginata) morta e parcialmente encalhada para águas mais profundas para se alimentarem. Sabemos também que os tubarões são capazes de praticar atividades lúdicas, como é visto em cetáceos e primatas. Exemplares de Lamna nasus em particular, têm sido observados repetidamente envoltos em algas marinhas enquanto perseguiam um ao outro.

Sono

Alguns tubarões conseguem viver no fundo enquanto estiverem bombeando água em suas guelras, mas seus olhos permanecem abertos. Quando um tubarão está descansando, ele não usa as suas narinas, mas sim seus espiráculos. Se um tubarão tentar usar sua narinas enquanto descansa no fundo do oceano, ele iria "inspirar" a areia em vez de água. Muitos cientistas acreditam que esta é uma das razões pelas quais os tubarões têm espiráculos. A natação de um tubarão-espinhoso é coordenada pela medula espinhal ao invés de seu cérebro, assim ele pode continuar a nadar durante o sono. Também é possível que os tubarões durmam de forma similar aos golfinhos, um hemisfério cerebral de cada vez, mantendo assim alguma consciência e atividade cerebral em todos os momentos.

Alimentação

Como muitos tubarões, o tubarão branco é um superpredador em seu ambiente.

Todos os tubarões são carnívoros. Algumas espécies, incluindo os tubarões-tigre, comem quase tudo. A grande maioria procuram presas em particular, e raramente variam a sua dieta. Os tubarões-baleia, tubarões-elefante e o tubarão-boca-grande se alimentam por filtragem. Estes três evoluíram independentemente alimentando-se de plâncton e usando estratégias diferentes. Os tubarões-baleia usam de sucção para recolher plânctons e pequenos peixes. Os tubarões-frade filtram o plâncton enquanto se deslocam na água. Os tubarões-boca-grande fazem uma sucção de alimentos mais eficiente, usando tecidos luminescentes no interior da boca para atrairem presas no fundo do oceano. Este tipo de alimentação exige rastros branquiais, longos filamentos delgados que formam uma peneira muito eficiente, análogo as barbas das grandes baleias. O tubarão captura o plâncton nesses filamentos e engole de vez em quando em bocados grandes. Dentes nestas espécies são relativamente pequenos, porque eles não são necessários para a alimentação.

Outros predadores altamente especializados incluem Isistius brasiliensis que se alimentam de carne em fatias de outros peixes maiores e de mamíferos marinhos. Seus dentes são enormes em relação ao tamanho do animal. Os dentes inferiores são particularmente acentuados. Embora eles nunca tenham sidos observados durante a alimentação, acredita-se que usem seus lábios grossos para prender suas presas, torcendo seus corpos para arrancar a carne.

Algumas espécies que habitam o leito do mar são predadores altamente eficazes por emboscada. Os tubarões-anjos e os Orectolobidae usam camuflagem e ficam à espreita para sugar as presas para suas bocas. Muitos tubarões bentônicos alimentam-se exclusivamente de crustáceos que esmagam com seus dentes molariformes.

Outros tubarões se alimentam de lulas e peixes, que engolem inteiros. O Trigonognathus kabeyai tem dentes que podem apontar para fora para golpear e capturar presas, em seguida, as engolem intactas. O tubarão-branco e outros predadores de grande porte ou engolem a presa inteira se forem pequenas ou mordem grandes animais. Os tubarões-debulhadores usam suas longas caudas para atordoarem cardumes de peixes e os tubarões-serra ou atiçam as presas do fundo do mar ou atacam suas presas enquanto nadam com seus dentes.

Muitos tubarões, incluindo os tubarões-galha de recife são predadores cooperativos e caçam em bandos para juntar e capturar presas indescritíveis. Estes tubarões sociais muitas vezes são migratórios, viajando grandes distâncias em torno de bacias oceânicas. Essas migrações podem ser parcialmente necessárias para encontrar novas fontes de alimento.

Habitat

Os tubarões são encontrados em todo o globo, de norte a sul em todos os oceanos e grandes mares. Geralmente vivem em água salgada, mas exceções são conhecidas como o tubarão-cabeça-chata e as espécies consideradas com sendo de rios (as seis espécies do gênero Glyphis de Carcharhinidae) que podem viver tanto em água salgada ou em água doce. Tubarões são comuns até profundidades de 2.000 metros (7.000 pés), e alguns vivem ainda em lugares mais fundos, mas quase não há tubarões abaixo de 3.000 metros (10.000 pés). Um relatório confirmou que o mais profundo que um tubarão vive é a 3.700 metros (12.100 pés), um tubarão da espécie Centroscymnus coelolepis.

Relação com os humanos

O jornal The Philadelphia Inquirer relata a notícia da captura de um tubarão na costa de Nova Jersey após os ataques.
Um sinal de alerta sobre a presença de tubarões na Praia de Boa Viagem, Recife.
Um mergulhador nadando perto de um tubarão-de-pontas-negras-do-recife (Carcharhinus melanopterus). Em raras ocasiões, principalmente no caso de pouca visibilidade, esta espécie morderia um humano, confundindo-o com sua presa. Em condições normais, eles são inofensivos e tímidos.

Ataques

Antes de tudo é preciso distinguir ataque provocado de ataque não provocado. É definido com ataque de tubarão não provocado um incidente em que o animal em seu habitat natural ataca um homem ainda vivo, sem ter sido previamente provocado. Todos os incidentes ocorridos em aquários públicos ou em centros de pesquisa, incidentes onde o tubarão ataca um homem morto (especialmente contra vítimas de afogamento), ataques a barcos, e também todos os ataques que ocorrem dentro ou fora da água e que de alguma forma foram uma resposta à atitude humana, são classificados como ataques provocados.

Em 2006, o International Shark Attack File (ISAF) realizou uma investigação em 96 alegações de ataques de tubarão, confirmando 62 delas como ataques não provocados e 16 como ataques provocados. A média de mortes em todo o mundo por ano entre 2001 e 2006 a partir de ataques de tubarões não provocados foi de 4,3.

Ao contrário da crença popular, apenas poucos tubarões são perigosos para os seres humanos. Entre mais de 375 espécies, apenas quatro estiveram envolvidas em um número significativo de mortes, por ataques não provocados a seres humanos: o tubarão-branco, o galha-branca-oceânico, o tubarão-tigre e o tubarão-cabeça-chata. Estes tubarões são grandes e poderosos predadores, e às vezes podem atacar e matar pessoas. Apesar de serem responsáveis pelos ataques a humanos, em todos os casos, eles foram filmados sem o uso de uma gaiola de proteção.

No ano de 2000, foi estimado que o risco de que uma pessoa fosse atacada por um tubarão é de uma em 11.500 milhões e o risco de morte é de uma em 264.1 milhões. O ataque tubarão não é algo comum, por exemplo, a cada pessoa que morre através de um ataque de tubarão 3.306 pessoas morrem afogadas e 4.757 morrem em acidentes no trânsito.

A percepção de tubarões como animais perigosos foi popularizada pela publicidade dada a alguns casos isolados de ataques de tubarão, como os ataques de tubarão em Nova Jersey no ano de 1916, e através de populares obras de ficção sobre ataques de tubarão, como a série de filmes Tubarão. Peter Benchley o autor de Tubarão bem como o diretor Steven Spielberg, posteriormente, tentaram dissipar a imagem de tubarões como monstros comedores de homens.

Em cativeiro

Até recentemente, apenas algumas poucas espécies de tubarões bentônicos, como Heterodontus francisci, Triakis semifasciata e Scyliorhinidae sobreviveram em aquários por um ano ou mais. Isso deu origem à crença de que os tubarões, além de serem difíceis de serem capturados e transportados, eram difíceis de serem cuidados. Mais conhecimento tem levado a mais espécies (incluindo os grandes tubarões pelágicos) a viverem muito mais tempo em cativeiro. Ao mesmo tempo, técnicas mais seguras de transporte permitiram o transporte de longa distância.

A maioria das espécies não é apropriada para aquários domésticos e nem todas as espécies vendidas por pet shopssão adequadas para tais. Algumas espécies podem viver em aquários de água salgada em casa. Comerciantes sem escrúpulos ou desinformados vendem tubarões jovens como o tubarão-enfermeiro que ao atingirem a idade adulta é muito grande para aquários domésticos comuns. Aquários públicos em geral, não aceitam os espécimes doados que cresceram em aquários domésticos. Então, alguns donos de tubarões têm sido tentados a abandona-los. Espécies adequadas para aquários domésticos representam consideráveis investimentos territoriais e financeiros, que geralmente são adultos de comprimentos de 3 metros e que podem viver até 25 anos.

Na cultura popular e nas artes

Jonas e a Baleia por Gustave Doré.
S. J. Sharkie, o mascote dos San Jose Sharks.

Os tubarões, em uma visão geral, popularmente são vistos como ameaças ou monstros, mas também são usados como mascotes, tratados como seres pacíficos e até como deuses.

A passagem bíblica Jonas e a Baleia, que conta a história de Jonas que fica dentro do ventre de uma baleia durante três dias e três noites no mar mediterrâneo pode, ao invés de uma baleia, ter se referido na verdade a um tubarão; a revista National Geographic sugere que tenha sido o tubarão-baleia, uma vez que a versão hebraica usa a palavra tannium, que pode se referir a qualquer animal marinho de grande porte. Isto faz outros acreditarem que pode ter sido um cachalote a ter transportado Jonas em sua boca. É conhecido um caso de um homem que foi salvo por um cachalote, que se assemelha à história contada na Bíblia.

A Marinha Alemã possui uma unidade de operações especiais, a Kampfschwimmer, que tem como emblema um tubarão. Na década de 30, posters que diziam "a pneumonia ataca com um tubarão comedor de homens" foram distribuídos pela Works Projects Administration para a prevenção da doença.

No esporte

Uma equipe de hóquei no gelo da California, os San Jose Sharks, tem como mascote um tubarão negro chamado S. J. Sharkie, desde 15 de abril de 1992.[102] Três equipes de rugby, uma da África do Sul, os Sharks, uma da Austrália, os Cronulla-Sutherland Sharks e outra dos Estados Unidos, os Devon Sharks, têm como símbolo. No Brasil há quatro times com o nome tubarão, três em Santa Catarina, o Clube Atlético Tubarão, o Tubarão Futebol Clube e o Tubarão Predadores, este último um time de futebol americano parceiro do Clube Atlético Tubarão, e os outros dois de futebol, e há também um clube de futebol sediado em Palmas, o Tubarão Esporte Clube e ainda o time do Maranhão

Sampaio Correia que o tem como seu mascote . Times de outras modalidades também adotaram o tubarão com símbolo e/ou mascote, na Repúlica Theca há um time de softbol, o žraloci ledenice, na Itália há uma equipe de corrida, o Race UP Team, o time New York Sharks de futebol feminino, além do time de futebol australiano, sediado na Escócia, os Glasgow Sharks.

Na mitologia

Na mitologia da Polinésia, especialmente no Havaí, há um relacionamento especial com os tubarões. Na mitologia polinésia há muitos deuses tubarões, e eles eram considerados guardiões do mar e defensores do povo havaiano. Além disso, havia também histórias de homens-tubarão. Em outras partes da Polinésia, como Tonga, acredita-se que o tubarão seja alimento enviado pelos espíritos ancestrais para manter a população. Em contraste com a cultura ocidental moderna, em que a ideia sobre os tubarões é em maior parte baseada em filmes como "Tubarão", os habitantes da Polinésia, durante muito tempo viveram à beira-mar em contato com esses seres, tendendo a respeitar os tubarões e até divinizá-los.

Kamohoali'i é o mais conhecido e reverenciado dos deuses tubarão, ele era o mais velho e favorecido irmão de Pele, que ajudou e viajou com ela para o Havaí. Ele era capaz de assumir a forma de humano e de tubarão. O cume de um penhasco sobre a cratera de Kilauea era um dos pontos que mais considerava sagrado. Em um momento ele criou um heiau (templo ou santuário) dedicado a si mesmo na ilha de Molokai. Kamohoali'i era um deus ancestral, e não um ser humano que se tornara um tubarão, e proibiu o consumo de seres humanos após ele mesmo ter comido um. Na mitologia fijiana, Dakuwaqa era um deus tubarão e um dos mais conhecidos dos deuses, ele era o guardião muito temido da entrada do recife das ilhas, mesmo hoje, quando os pescadores locais saem para pescas noturnas o reverenciam derramando uma taça de kava (planta conhecida como yaqona em Fiji) no mar.

Na cultura japonesa, os tubarões são monstros do mar, que tomam as almas dos pecadores. Várias menções de tubarões são encontradas na mitologia grega. Na Austrália, assim como em Tonga, os nativos acreditam que os tubarões fazem parte dos recursos naturais para os seres humanos sobreviverem. Algumas comunidades aborígenes no nordeste da Terra de Arnhem acreditam serem descendentes do tubarão-cinzento chamado Mäna.

Watson e o tubarão, descrito em 1778 por John Singleton Copley.

Na ficção

Nos filmes e desenhos animados o tubarão, em geral, costuma ser tratado como uma máquina assassina, como nos filmes Tubarão dirigido por Steven Spielberg (que popularizou esta ideia), Do Fundo do Mar e Tubarões Assassinos, mas, às vezes, o tubarão é tratado como um ser pacífico como se vê no desenho animado Tutubarão, chegando até a ser retratado como vegetariano em filmes como Procurando Nemo e O Espanta Tubarões.

Na literatura muitos livros sobre tubarões foram escritos como o O Velho e o Mar de Ernest Hemingway, que conta a história de um pescador que tenta sobreviver no mar e sofre ataque de tubarões, Following the Equator de Mark Twain, que narra a história de um homem que após achar um jornal The Times no estômago de um tubarão enriquece.

Propriedades anticancerígenas

Nos anos 70 houve um rumor generalizado de que os tubarões não contraiam câncer, o que na verdade é uma lenda urbana, porque eles podem contrair tumores benignos e malignos. E além disso, os tubarões também podem contrair câncer. As evidências de que os tubarões são resistentes ao câncer e doenças é mais anedótica e foram poucos ou nenhum, os estudos científicos ou estatísticos que mostram que tubarões têm imunidade elevada à doença. Outros rumores errados são de que a cartilagem das barbatanas de tubarões previnem o câncer e a osteoartrite. Nenhuma prova científica apoia estas alegações, resultados de estudos foram negativos: cartilagem de tubarão não mostra nenhum benefício no tratamento do câncer, tanto em termos de sobrevivência ou em termos de qualidade de vida. Por exemplo, um estudo duplo-cego realizado em uma amostra de controle de 379 pacientes, apresentado no 43º Congresso da Sociedade Americana de Oncologia em 2007, mostrou que o extrato AE-941 ou Neovastat da cartilagem de tubarão não tem propriedades anti-cancerígenas. Em 1997, um estudo semelhante foi realizado pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica, com conclusões semelhantes.

Conservação

A captura de tubarões anual tem aumentado rapidamente nos últimos 50 anos.
O valor das barbatanas de tubarão para preparo de sopa levou a um aumento das capturas de tubarões. Normalmente, apenas as barbatanas são mantidas para consumo, enquanto o resto do tubarão é descartado, geralmente no mar.
Um tubarão-tigre de 4,3 m e 544 kg capturado na baia de Kaneohe, Oahu, em 1966.

Pesca

Estima-se que 100 milhões de tubarões são mortos por pessoas a cada ano, devido à pesca comercial e recreativa. A carne de tubarão é considerada um alimento comum em muitos lugares, incluindo Japão e Austrália. No estado australiano de Vitória, tubarão é o peixe mais comumente usado no preparo de fish and chips, no qual a carne de tubarão é chamada de flake. Na Índia, pequenos tubarões ou tubarões bebês (sora na língua tâmil) são vendidos em mercados locais. Dado que a carne ainda não está totalmente desenvolvida, uma vez fervida ela quebra em pedaços pequenos que depois são fritos em azeite e especiarias para criar o prato conhecido como sora puttu. Mesmo os ossos são moles e podem ser facilmente mastigados. O sora puttu é considerados uma iguaria no litoral de Tamil Nadu. Na Islândia o tubarão-da-groenlândia é usado para a produção do hákarl, onde é considerado um prato nacional.

Os tubarões são freqüentemente mortos para se fazer a sopa de barbatana de tubarão. Pescadores capturam tubarões vivos, pegam sua barbatana, e despejam o animal de volta na água. O Shark finning envolve a remoção da barbatana com uma lâmina de metal quente. O tubarão, consequentemente imobilizado morre por asfixia ou pelo ataque de predadores. A barbatana de tubarão tornou-se uma grande mercadoria no mercado negro em todo o mundo. Barbatanas eram vendidas a cerca de 300 libras em 2009. Segundo estatísticas, Hong Kong é o centro mundial do comércio de barbatanas de tubarão, ocupando aproximadamente 50% deste segmento de mercado, e desse total 27% abastece a União Europeia. A causa anti-finning, ganhou repercussão quando o empresário do grupo Vigin, Richard Branson, e o ex-jogador de basquete da NBA, Yao Ming, declararam serem contra o finning.

A sopa de barbatana de tubarão é um símbolo de status em países asiáticos, e é considerada saudável e cheia de nutrientes. Tubarões também são mortos pela sua carne. Na Europa, por exemplo, há uma grande demanda por carne de pata-roxa, Mustelus mustelus, tubarão-mako, Lamna nasus e também de raias. Ao contrário, nos Estados Unidos está se tentando mudar a lei para acabar com o abate ilegal de tubarões. A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) listou tubarões como um dos quatro peixes (o peixe-espada, Scomberomorus cavalla e Malacanthidae) cujo alto teor de mercúrio é perigoso para crianças e mulheres grávidas.

A maior parte da pesca de tubarão tem pouca gestão e monitoramento. O aumento da demanda de produtos de tubarão aumenta a pressão sobre a pesca. Grandes declínios nos estoques de tubarão foram registrados, algumas espécies foram extintas em mais de 90% nos últimos 20 a 30 anos, com declínio incomum de 70% da população. Muitos governos e as Nações Unidas reconheceram a necessidade da gestão da pesca de tubarões, mas pouco progresso foi feito devido ao seu baixo valor econômico, os pequenos volumes de produtos produzidos e má imagem pública dos tubarões.

Outra ameaças

Outras ameaças incluem as alterações e danos ao habitat, e perda de desenvolvimento costeiro, poluição e o impacto da pesca sobre as espécies de leito marinho e presas. O documentário de 2007, Sharkwater expôs como os tubarões estão sendo caçados até a sua extinção.

De acordo com o grupo de especialistas em tubarões da IUCN, 24% das espécies estão sob ameaça de extinção.

Proteção

Em 1991 a África do Sul foi o primeiro país no mundo a declarar o tubarão-branco uma espécie legalmente protegida. Em 2009, a Lei de Conservação do tubarão, foi aprovada pela Câmara dos Representantes dos Estados Unidos e sancionada pelo Senado em 2010. Em 2010, a CITES rejeitou as propostas do Estados Unidos e do Palau[140], que obrigava os países a regular o comércio de várias espécies como o tubarão-martelo-recortado, o Galha-branca-oceânico e o Squalus acanthias. A maioria, mas não o necessário (dois terços dos delegados que votaram), aprovou a proposta. A China, de longe, o maior mercado mundial de tubarões, e o Japão, que batalha para estender a convenção para as espécies marinhas, lideraram a oposição.

Em 2010, o Greenpeace acrescentou o tubarão-vitamínico, o tubarão-mako, o Tubarão-azul e Squalus acanthias à sua lista de frutos do mar vermelhos, uma lista de peixes comuns em supermercados que muitas vezes são provenientes da pesca insustentável. O grupo de advocacia Shark Trust faz campanhas para limitar a pesca do tubarão e o grupo de advocacia Seafood Watch orienta os consumidores americanos a não comerem tubarões.

No dia 4 de janeiro de 2011, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tornou o Ato de Conservação do Tubarão, uma lei oficial no Estados Unidos. Também, em janeiro, as Ilhas Marianas do Norte aprovaram uma lei que proíbe a posse, a venda e a distribuição de barbatanas de tubarão. A lei também proíbe o desembarque de tubarões em todos os portos do arquipélago.

Em 24 de fevereiro de 2011, o Senado de Guam, um território dos EUA no oceano Pacífico, aprovou um projeto que proíbe a venda, posse e distribuição de barbatanas de tubarão. Com esta legislação, apoiada pelo vice-presidente da câmara dos deputados, B.J. Cruz, as ilhas do Pacífico continuaram a liderar o mundo na luta pela conservação dos tubarões. Depois disso o projeto foi encaminhado ao governador Eddie Baza Calvo para obterem a sua assinatura. Em março a lei entrou em vigor, esta lei também proíbe a retenção de todos os tubarões capturados nas águas pertencentes ao território de Guam.

Em junho de 2011, em um sinal de que o movimento global pela proteção dos tubarões está avançando, o presidente de Honduras, Porfirio Lobo Sosa declara suas águas como um santuário permanente dos tubarões. O movimento torna permanente uma moratória à pesca comercial de tubarões, que havia sido anunciada por Honduras um ano antes, em uma declaração conjunta com a ilha de Palau, na Micronésia.[149] Em setembro do mesmo ano, Bahamas, Colômbia, Honduras, Ilhas Maldivas, Ilhas Marshall, México, Micronésia e Palau, assinaram um acordo que proíbe a pesca comercial de tubarões em mais de 2,7 milhões de quilômetros quadrados do oceano.

Em julho de 2011, autorização do desenvolvimento de uma proibição regional sobre a posse, venda, oferta e comércio de barbatanas de tubarão nos oceanos dos Estados Federados da Micronésia e seus quatro Estados-Membros, a República das Ilhas Marshall, a República do Palau, o território de Guam e das Ilhas Marianas do Norte e para o desenvolvimento de um quadro estratégico, a fim de implementar um programa de conservação marinha que irá estabelecer o maior e o primeiro santuário regional de tubarões do mundo na Micronésia até dezembro de 2012. No mesmo mês, Bahamas proíbe toda a pesca comercial de tubarões em águas do país. O turismo relacionado a tubarões contribuiu com mais de 800 milhões de dólares para a economia das Bahamas nos últimos 20 anos, e esta decisão reforça os dados de uma pesquisa que concluiu que os tubarões são mais valiosos vivos do que mortos. Ainda em julho, os membros da Inter-American Tropical Tuna (Comissão Interamericana do Atum Tropical) concordaram em proteger o galha-branca-oceânico no leste do Pacífico. Uma vez que, esta espécie estava sofrendo declínios dramáticos, em parte devido à pesca do atum que acontece no habitat do tubarão.

Em agosto de 2011, o Chile proíbe a remoção das barbatanas de tubarões e exige que todos os navios que capturam tubarões tragam-nos ao país com suas barbatanas. Em setembro, o Toquelau, um território auto-administrado da Nova Zelândia formado por três atóis no Pacífico Sul, declara-se um santuário de tubarões, baleias, e tartarugas. Em outubro, a República das Ilhas Marshall estabelece o maior santuário mundial de tubarões, que cobre uma área do oceano com cerca de três vezes o tamanho da França. Em novembro, os 48 membros da Comissão Internacional para a Conservação do Atum Atlântico comprometem-se a proibir a retenção de Carcharhinus falciformis capturados acidentalmente durante a pesca. Entre meio milhão e um milhão e meio de Carcharhinus falciformis são capturados anualmente por causa das suas barbatanas.

Evolução

Uma coleção de dentes de tubarão fossilizados.

Evidências para a existência de tubarões durante o período Ordoviciano, a cerca de 450 ou 420 milhões de anos atrás, antes mesmo dos vertebrados terrestres e de muitas plantas ocuparem os continentes. Apenas as escamas das primeiras espécimes de tubarões foram encontradas e nem todos os paleontólogos concordam que estas eram de tubarões de verdade. As mais velhas escamas geralmente aceitas são de cerca de 420 milhões de anos atrás, no período Siluriano. Os primeiros tubarões pareciam ser muito diferentes dos tubarões modernos. A maioria dos tubarões modernos podem ser encontrados a partir de cerca de 100 milhões de anos atrás.

Praticamente só foram encontrados fósseis dos dentes e dos dentículos de tubarões, embora estes sejam frequentemente encontrados em grandes quantidades. Apenas em alguns casos, foram encontrados partes do esqueleto e em casos mais raros ainda, o tubarão fóssil quase completo. Estimativas sugerem que cresçam dezenas de milhares de dentes de tubarões durante toda a vida, o que explica os fósseis em abundância. Os dentes consistem em fosfato de cálcio e apatita que facilmente são fossilizados. Quando um tubarão morre, o esqueleto em decomposição se rompe, espalhando os prismas de apatita, o esqueleto completo só poderá ser preservado se o cadáver do animal for rapidamente enterrado em sedimentos do fundo do mar.

  Carcharodon megalodon (tamanho máximo)
  Carcharodon megalodon (tamanho médio)
  Homem

Um dos tubarões mais antigos e primitivos é o Cladoselache, de cerca de 370 milhões de anos atrás, que foi encontrado em estratos geológicos da era Paleozoica (principalmente no devoniano) em Ohio, Kentucky e no Tennessee. Nesse ponto da história da Terra estas rochas originaram os sedimentos moles do fundo do mar do vasto oceano raso que cobria a maior parte da América do Norte. Cladoselache media apenas cerca de 1 metro (3,3 pés) e possuía duras barbatanas triangulares e a mandíbula fina. Seus dentes tinham vários cúspides pontudos, que perdera com o uso repetido. Pelo pequeno número de dentes encontrados juntos, é mais provável que o Cladoselache não substituísse seus dentes tão regularmente quanto os tubarões modernos. Suas barbatanas caudais tinham uma forma semelhante a do tubarão-branco e do tubarão-mako. A presença de peixe inteiros dispostos em seu estômago sugere que os Cladoselache foram rápidos nadadores e com grande agilidade.

A maioria dos fósseis de tubarão é de cerca de 300 a 150 milhões de anos e podem ser atribuídos a um dos dois grupos. Os Xenacanthida que eram quase exclusivos em ambientes de água doce. No momento em que este grupo foi extinto a cerca de 220 milhões de anos atrás, eles tinham se espalhado pelo mundo. O outro grupo, os Hybodontiformes, apareceram a cerca de 320 milhões de anos e viveram na maior parte nos oceanos, mas também em água doce.

Dentes fósseis de tubarões Lamniformes foram datados no Cretáceo Inferior. Uma das famílias mais recentes é a do tubarão-martelo (família Sphyrnidae), que surgiu no Eoceno. O dente mais antigo de tubarão-branco foi datado entre 60 e 65 milhões de anos atrás, na época da extinção dos dinossauros. A evolução do tubarão-branco se iniciou a partir de pelo menos duas linhagens: uma linhagem é a de tubarões-brancos, com dentes grosseiramente serrilhados que provavelmente deu origem ao grande tubarão branco moderno, e a outra linhagem é de tubarões-brancos com dentes finamente serrilhados. Tubarões que atingiram proporções gigantescas incluem o extinto megalodonte, Carcharodon megalodon. Como a maioria dos tubarões extintos, o Carcharodon megalodontambém é conhecido principalmente pelos seus dentes e vértebras fósseis. Este tubarão gigante atingiu um comprimento total de mais de 16 metros (52 pés). O Carcharodon megalodon pode ter se aproximado a um tamanho de no máximo 20,3 metros (67 pés) de comprimento total e 103 toneladas métricas de massa.[170] Evidências paleontológicas sugerem que esse tubarão era um predador ativo de cetáceos de grande porte.

Taxonomia

Os tubarões pertencem a superordem Selachimorpha na subclasse Elasmobranchii que pertence à classe dos Chondrichthyes. Os Elasmobranchii também incluem as raias; os Chondrichthyes também incluem as quimeras. Hoje se pensa que os tubarões formam um grupo polifilético: alguns tubarões são mais estreitamente relacionados às raias do que com alguns outros tubarões.

A superordem Selachimorpha é dividida em Galea (ou Galeomorphii) e Squalea. Os Galeans são os Heterodontiformes, os Orectolobiformes, os Lamniformes e os Carcharhiniformes. Lamnoids e Carcharhinoids são geralmente colocados em uma clade, mas estudos recentes mostram que Lamnoids e Orectoloboids são uma clade. Alguns cientistas pensam que os eterodontoids pode ser Squalean. O Squalea é dividido em Hexanchoidei e Squalomorpha. O Hexanchoidei inclui os Hexanchiformes e o Chlamydoselachidae. Os Squalomorpha contêm os Squaliformes e o Hypnosqualea. O Hypnosqualea pode ser inválido. Ele inclui os Squatiniformes, e o Pristorajea, que também podem ser inválidos, mas inclui o Pristiophoriformes e o Bathoidea.

As aproximadamente 375 espécies de tubarões são divididas em oito ordens, listadas abaixo, em aproximadamente, sua relação evolutiva do antigo ao moderno:

  • Hexanchiformes: Inclui 2 famílias e 6 espécies. Esta é provavelmente a mais antiga das ordem, e tem como característica ter um maior número de aberturas das guelras do que outras ordens, isto é, 6 ou 7. Os membros desta ordem têm apenas uma barbatana dorsal. Exemplos de Hexanchiformes são o tubarão-albafar (Hexanchus griseus) e o Tubarão-de-sete-guelras (Heptranchias perlo).
  • Squaliformes: A ordem é composta por 7 famílias e 118 espécies. As espécies que pertencem são caracterizados pelo fato de não terem a barbatana anal. Exemplos pertencentes a esta ordem são o peixe-prego (Echinorhinus brucus) e o Squalidae.
  • Pristiophoriformes: É constituída por uma única família com 6 espécies (tubarões são muito raros). Eles são caracterizados por um focinho produzido em uma longa lâmina plana com dentes de cada lado. Pertencem a esta ordem os Pristiophorus nudipinnis e os Pliotrema warreni.
  • Squatiniformes: Ela inclui uma única família de 17 espécies. Este é um grupo de peixes cartilaginosos que está em uma grande diminuição. Como exemplo, temos o peixe anjo.
  • Heterodontiformes: A ordem é constituída de uma única família com 9 espécies. Isso inclui o Heterodontus francisci e o Heterodontus portusjacksoni.
  • Orectolobiformes: Inclui 7 famílias e 36 espécies. A ordem é muito grande e povoada principalmente na zona Indo-Pacífico, é a única espécie que está presente também no Oceano Atlântico. Estes tubarões são caracterizados pela presença de barbilhões nasais. Pertencem a esta ordem o tubarão-baleia (Rhincodon typus) e o Orectolobus maculatus.
  • Lamniformes: A ordem é dividida em sete famílias e 16 espécies. Ele só inclui os tubarões com corpo fusiforme. Algumas espécies são perigosas para os seres humanos, especialmente aqueles da família Lamnidae que incluem o infame tubarão-branco (Carcharodon carcharias) e o cação mangona (Carcharias taurus).
  • Carcharhiniformes: A ordem é dividida em oito famílias e 266 espécies. Algumas delas são perigosas para os seres humanos. Por exemplo, podemos citar o Galha-branca-oceânico (Carcharhinus longimanus) e o tubarão-tigre (Galeocerdo cuvier).

Alguns autores consideram as oito ordens de tubarões como sub-ordens, atribuída à ordem Selachoidei WEBSTER, 1913.

Pesca do tubarão pelos nativos das Américas

Abatendo tubarão

A grande variação de clima, relevo, fauna e flora existente entre o Alasca e a Patagônia determinou a composição da dieta de cada povo, dependendo do local em que habitava no continente. A versátil capacidade de adaptação alimentar do ameríndio foi o fator determinante para a sua sobrevivência. Ao longo dos séculos aprendeu a se utilizar de recursos alimentícios presentes em terra firme, nos rios, lagos, mangues, igarapés e no mar. Embora considerado um predadortemido, o tubarão também fez parte da dieta de vários povos e métodos audaciosos foram adotados para a sua captura.

Os visitantes europeus ficavam maravilhados ao assistirem os indígenas abatendo tubarões. O comum era pescá-los com laço ou arpão. O que fascinava era verem que, munido apenas de um pedaço de pau pontiagudo, o índio lançava-se ao mar nadando e, quando o tubarão ia abocanhá-lo, ele introduzia o pau na boca do animal que, ao tentar fechá-la, ficava com o pau espetado em suas mandíbulas superior e inferior.

Outra proeza era o índio enfrentar a fera com um pedaço de pau comprido e, ao ser atacado, introduzi-lo na garganta do animal, asfixiando-o.

No relato do pirata inglês Anthony Knivet sobre os Goitacase do Rio de Janeiro:

Já os vi pegar grandes tubarões pela cauda e arrastá-los para a praia.

Os indígenas brasileiros do século XVI se alimentavam de peixes de água doce e salgada e de frutos do mar. Caçavam tubarões em águas salgadas e mesmo os que encalhavam nas praias, assim como acontecia com baleias, serviam de alimento.

Os dentes dos tubarões eram usados como pontas de flecha. Índios de Pernambuco utilizavam, no início do século XVII, dentes de tubarão como pontas de suas flechas.


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COMO ABENÇOAR AQUELES QUE TU AMAS

 

O Senhor te abençoe e te guarde; O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. Livro de Números, Capítulo 6, Versículos 22 ao 27. 


FLORES PARA TUA VIDA

 

http://youtu.be/_KONToq43vU

http://youtu.be/8FO9kBPXxzU

http://youtu.be/-AIsA33LMh4

http://youtu.be/O5uB9J14h4k


PREVISÃO DO TEMPO, CLIK NOS LINKS ABAIXO:

http://www.climatempo.com.br/videos/sudeste


LEIA A BÍBLIA E ELA SE TORNARÁ

 O TEU AMULETO  E TALISMà


SERVIDÃO SOB OS MEDIANITAS

 

Porém os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR; e o SENHOR os deu nas mãos dos midianitas por sete anos.
E, prevalecendo a mão dos midianitas sobre Israel, fizeram os filhos de Israel para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, as cavernas e as fortificações.
Porque sucedia que, semeando Israel, os midianitas e os amalequitas, e também os do oriente, contra ele subiam.
E punham-se contra ele em campo, e destruíam os frutos da terra, até chegarem a Gaza; e não deixavam mantimento em Israel, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos.
Porque subiam com os seus gados e tendas; vinham como gafanhotos, em grande multidão que não se podia contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra, para a destruir.
Assim Israel empobreceu muito pela presença dos midianitas; então os filhos de Israel clamaram ao Senhor.
E sucedeu que, clamando os filhos de Israel ao Senhor por causa dos midianitas,
Enviou o Senhor um profeta aos filhos de Israel, que lhes disse: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Do Egito eu vos fiz subir, e vos tirei da casa da servidão;
E vos livrei da mão dos egípcios, e da mão de todos quantos vos oprimiam; e os expulsei de diante de vós, e a vós dei a sua terra.
E vos disse: Eu sou o Senhor vosso Deus; não temais aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; mas não destes ouvidos à minha voz.

O ANJO FALA COM GIDEÃO

Então o anjo do Senhor veio, e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas.
Então o anjo do Senhor lhe apareceu, e lhe disse: O Senhor é contigo, homem valoroso.
Mas Gideão lhe respondeu: Ai, Senhor meu, se o Senhor é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém agora o Senhor nos desamparou, e nos deu nas mãos dos midianitas.
Então o Senhor olhou para ele, e disse: Vai nesta tua força, e livrarás a Israel das mãos dos midianitas; porventura não te enviei eu?
E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai.
E o Senhor lhe disse: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como se fossem um só homem.
E ele disse: Se agora tenho achado graça aos teus olhos, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo.
Rogo-te que daqui não te apartes, até que eu volte e traga o meu presente, e o ponha perante ti. E disse: Eu esperarei até que voltes.
E entrou Gideão e preparou um cabrito e pães ázimos de um efa de farinha; a carne pôs num cesto e o caldo pôs numa panela; e trouxe-lho até debaixo do carvalho, e lho ofereceu.
Porém o anjo de Deus lhe disse: Toma a carne e os pães ázimos, e põe-nos sobre esta penha e derrama-lhe o caldo. E assim fez.
E o anjo do Senhor estendeu a ponta do cajado, que estava na sua mão, e tocou a carne e os pães ázimos; então subiu o fogo da penha, e consumiu a carne e os pães ázimos; e o anjo do Senhor desapareceu de seus olhos.
Então viu Gideão que era o anjo do SENHOR e disse: Ah, Senhor DEUS, pois vi o anjo do SENHOR face a face.
Porém o Senhor lhe disse: Paz seja contigo; não temas; não morrerás.
Então Gideão edificou ali um altar ao SENHOR, e chamou-lhe: O SENHOR É PAZ; e ainda até o dia de hoje está em Ofra dos abiezritas.
E aconteceu naquela mesma noite, que o Senhor lhe disse: Toma o boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derruba o altar de Baal, que é de teu pai; e corta o bosque que está ao pé dele.
E edifica ao Senhor teu Deus um altar no cume deste lugar forte, num lugar conveniente; e toma o segundo boi, e o oferecerás em holocausto com a lenha que cortares do bosque.
Então Gideão tomou dez homens dentre os seus servos, e fez como o Senhor lhe dissera; e sucedeu que, temendo ele a casa de seu pai, e os homens daquela cidade, não o fez de dia, mas fê-lo de noite.
Levantando-se, pois, os homens daquela cidade, de madrugada, eis que estava o altar de Baal derrubado, e o bosque estava ao pé dele, cortado; e o segundo boi oferecido no altar que fora edificado.
E uns aos outros disseram: Quem fez esta coisa? E, esquadrinhando, e inquirindo, disseram: Gideão, o filho de Joás, fez esta coisa.
Então os homens daquela cidade disseram a Joás: Tira para fora a teu filho; para que morra; pois derribou o altar de Baal, e cortou o bosque que estava ao pé dele.
Porém Joás disse a todos os que se puseram contra ele: Contendereis vós por Baal? Livrá-lo-eis vós? Qualquer que por ele contender ainda esta manhã será morto; se é deus, por si mesmo contenda; pois derrubaram o seu altar.
Por isso naquele dia lhe chamaram Jerubaal, dizendo: Baal contenda contra ele, pois derrubou o seu altar.
E todos os midianitas e amalequitas, e os filhos do oriente se ajuntaram, e passaram, e acamparam no vale de Jizreel.
Então o Espírito do SENHOR revestiu a Gideão, o qual tocou a buzina, e os abiezritas se ajuntaram após ele.
E enviou mensageiros por toda a tribo de Manassés, que também se ajuntou após ele; também enviou mensageiros a Aser, e a Zebulom, e a Naftali, que saíram-lhe ao encontro.
E disse Gideão a Deus: Se hás de livrar a Israel por minha mão, como disseste,
Eis que eu porei um velo de lã na eira; se o orvalho estiver somente no velo, e toda a terra ficar seca, então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão, como disseste.
E assim sucedeu; porque no outro dia se levantou de madrugada, e apertou o velo; e do orvalho que espremeu do velo, encheu uma taça de água.
E disse Gideão a Deus: Não se acenda contra mim a tua ira, se ainda falar só esta vez; rogo-te que só esta vez faça a prova com o velo; rogo-te que só o velo fique seco, e em toda a terra haja o orvalho.
E Deus assim fez naquela noite; pois só o velo ficou seco, e sobre toda a terra havia orvalho.

Juízes 6:1-40


 O PROGRESSO E A GLÓRIA DE SIÃO

 

Canta alegremente, ó estéril, que não deste à luz; rompe em cântico, e exclama com alegria, tu que não tiveste dores de parto; porque mais são os filhos da mulher solitária, do que os filhos da casada, diz o SENHOR.
Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas.
Porque transbordarás para a direita e para a esquerda; e a tua descendência possuirá os gentios e fará que sejam habitadas as cidades assoladas.
Não temas, porque não serás envergonhada; e não te envergonhes, porque não serás humilhada; antes te esquecerás da vergonha da tua mocidade, e não te lembrarás mais do opróbrio da tua viuvez.
Porque o teu Criador é o teu marido; o Senhor dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; que é chamado o Deus de toda a terra.
Porque o Senhor te chamou como a mulher desamparada e triste de espírito; como a mulher da mocidade, que fora desprezada, diz o teu Deus.
Por um breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias te recolherei;
Com um pouco de ira escondi a minha face de ti por um momento; mas com benignidade eterna me compadecerei de ti, diz o Senhor, o teu Redentor.
Porque isto será para mim como as águas de Noé; pois jurei que as águas de Noé não passariam mais sobre a terra; assim jurei que não me irarei mais contra ti, nem te repreenderei.
Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão abalados; porém a minha benignidade não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não mudará, diz o Senhor que se compadece de ti.
Tu, oprimida, arrojada com a tormenta e desconsolada, eis que eu assentarei as tuas pedras com todo o ornamento, e te fundarei sobre as safiras.
E farei os teus vitrais de rubis, e as tuas portas de carbúnculos, e todos os teus termos de pedras aprazíveis.
E todos os teus filhos serão ensinados do Senhor; e a paz de teus filhos será abundante.
Com justiça serás estabelecida; estarás longe da opressão, porque já não temerás; e também do terror, porque não chegará a ti.
Eis que seguramente poderão vir a juntar-se contra ti, mas não será por mim; quem se ajuntar contra ti cairá por causa de ti.
Eis que eu criei o ferreiro, que assopra as brasas no fogo, e que produz a ferramenta para a sua obra; também criei o assolador, para destruir.
Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justiça que de mim procede, diz o Senhor.


Isaías 54:1-17 


DANIEL NA COVA DOS LEÕES

 

E pareceu bem a Dario constituir sobre o reino cento e vinte príncipes, que estivessem sobre todo o reino;
E sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes príncipes dessem conta, para que o rei não sofresse dano.
Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino.
Então os presidentes e os príncipes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.
Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a acharmos contra ele na lei do seu Deus.
Então estes presidentes e príncipes foram juntos ao rei, e disseram-lhe assim: Ó rei Dario, vive para sempre!
Todos os presidentes do reino, os capitàes e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
Por esta razão o rei Dario assinou o edito e a proibição.
Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinaste o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração.
Ouvindo então o rei essas palavras, ficou muito penalizado, e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou para salvá-lo.
Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram-lhe: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou decreto, que o rei estabeleça, se pode mudar.
Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e lançaram-no na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará.
E foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus senhores, para que não se mudasse a sentença acerca de Daniel.
Então o rei se dirigiu para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono.
Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei, e foi com pressa à cova dos leões.
E, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste; e disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?
Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!
O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum.
Então o rei muito se alegrou em si mesmo, e mandou tirar a Daniel da cova. Assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.
E ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.
Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e línguas que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada.
Da minha parte é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre, e o seu reino não se pode destruir, e o seu domínio durará até o fim.
Ele salva, livra, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele salvou e livrou Daniel do poder dos leões.
Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.


Daniel 6:1-28


 ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO A DEUS

  

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano, e perdoa os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve, e não nos conduzas em tentação, mas livro-nos do mal. DEUS eu te agradeço por tudo o que fizestes no dia de hoje, nos dias anteriores e o que tu farás daqui para frente, a mim, a minha casa, a meus parentes, a meus amigos e irmãos de fé, pela nossa vida e saúde, por tudo o que tu nos dá de comer, beber, vestir, calçar, andar, estudar, trabalhar, ir e vir, pela tua justiça, pela tua verdade e reputação, pelo dia, pelo sol, pela luz, pelas nuvens, pelas chuvas, pelas noites, pela lua, pelas estrelas, por vermos, ouvirmos, falarmos, pelos nossos paladares, olfatos e tatos, pelos montes, montanhas, planaltos e planícies, pelos lagos, rios e mares, pelas ervas, árvores e frutos, pelos animais terrestres e aquáticos e por tudo o mais que tu nos dá no dia a dia. Eu entrego em tuas mãos todos os meus inimigos, os da minha casa, parentes, amigos e irmãos de fé. Pai teu é o reino, teu é o poder e tua é toda a glória. Amém (que assim seja).


 CUIDADORA DE IDOSOS

danicris.louro39@gmail.com

 

Cuidado em domicílio

Cuidado em domícilio ou apoio domiciliário, por vezes descrita em seu termo em inglês, home care, é uma especialização na área da saúde com uma visão bem diferente da hospitalocêntrica: ao invés do paciente ir até o hospital ser tratado, os profissionais de saúde vão até sua casa tratá-lo.

Vantagens

  • O paciente é tratado fora do hospital e em contato com a família. Isso é bom, uma vez que o ambiente hospitalar, para muitos, não é confortável e causa estresse;
  • O paciente fica menos exposto aos riscos infectológicos existentes no âmbito hospitalar;
  • Melhora a "autonomia" do paciente;
  • Melhora a "privacidade" do paciente.
  • Diminui o custo do tratamento para o sistema de saúde.

Público alvo

Pacientes com patologias estáveis, quase sempre portadores de doenças crônicas, como doenças neurológicas degenerativas e músculo-esqueléticas usualmente são tratados por intermédio de cuidados paliativos em hospitais, hospices (termo em inglês) e cuidados em domicílio (home care em inglês). Entretanto o hospice ou o home care não podem ser vistos apenas como uma alternativa para pacientes crônicos ou idosos, devem ser vistos como alternativa para todas as idades e patologias, contanto que o paciente esteja clinicamente estável.

Cuidados dispensados aos pacientes domiciliares

O paciente recebe um tratamento similar ao dado em um hospital, com toda estrutura necessária para sua estabilidade no ambiente doméstico, como sonda, cateter, soro-terapia, oxigeno-terapia, dentre outros. É traçada uma rotina para o cuidado ao paciente envolvendo todas as suas necessidades básicas e avançadas. É um trabalho interdisciplinar e pode envolver médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos, fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, dentre outros. Durante a assistência é eleito pela família um cuidador (que pode ser contratado ou escolhido entre seus familiares) para ser treinado no auxilio do paciente para suas atividades de vida diária como alimentação, banho, transporte, utilização do banheiro e etc...

Importância da Home Care

O aumento da expectativa de vida nos últimos anos tem acarretado para o Brasil uma população cada vez mais idosa. O problema não é envelhecer, mas envelhecer sem qualidade. O Brasil não está se desenvolvendo paralelamente à população e isto está causando uma população idosa e sem saúde. A superlotação dos serviços de saúde é consequencial, assim como os problemas previdenciários. A Home Care vem auxiliar no tratamento aos pacientes crônicos e estáveis, e um dos objetivos é tirar o paciente do hospital, sendo que ele pode ser tratado em casa. É menos custoso para o Serviço Público e menos incômodo para o paciente, que poderia passar meses ou anos num hospital, já que sua doença é crônica e/ou degenerativa.

Disponibilidade de Home Cares no Brasil

Apesar de todos esses benefícios, existem poucas home cares no Brasil, principalmente nas cidades do interior. Com isso, os pacientes enchem os hospitais, sendo que, na maioria das vezes, eles poderiam ser tratados em hospices ou em domicílio.

Mas existem três pontos que justificariam essa não disponibilidade de Home Cares no mercado:

  • Os cursos de especialização encontram-se apenas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte;
  • Existem poucos profissionais especializados na área;
  • É algo novo na área da saúde, inclusive com poucas referências bibliográficas.

Demência  danicris.louro39@gmail.com

Demência (do latim de: 'falta, diminuição + mens, genitivo mentis: 'mente') é a perda ou redução progressiva das capacidades cognitivas, de forma parcial ou completa, permanente ou momentânea e esporádica, suficientemente importante a ponto de provocar uma perda de autonomia do indivíduo.

Dentre as causas potencialmente reversíveis estão disfunções metabólicas, endócrinas e hidro eletrolíticas, quadros infecciosos, déficits nutricionais, distúrbios psiquiátricos, como a depressão (pseudodemência depressiva) e as doenças passíveis de tratamento neurocirúrgico, principalmente a hidrocefalia do idoso (hidrocefalia de pressão normal), hematoma subdural crônico, higroma e tumores cerebrais.

Tipicamente, essa alteração cognitiva provoca a incapacidade de realizar atividades da vida diária. Os déficits cognitivos podem afetar qualquer das funções cerebrais, particularmente as áreas da memória, a linguagem (afasia), a atenção, as habilidades visuo construtivas, as práxias e as funções executivas, como a resolução de problemas e a inibição de respostas. A demência pode afetar também a compreensão, a capacidade de identificar elementos de uso cotidiano, o tempo de reação e os traços da personalidade. Durante a evolução da doença, pode-se observar a perda de orientação espaço-temporal e de identidade. À medida que a doença avança, os dementes também podem apresentar traços psicóticos, depressivos e delírios ou alucinações.

Embora a alteração da memória possa, em poucos casos, não ser um sintoma inicialmente dominante, é alteração típica da atividade cognitiva nas demências - sobretudo para a mais frequente delas, ligada à doença de Alzheimer -, e sua presença é condição essencial para o diagnóstico.

A depender da origem etiológica, a demência pode ser reversível ou irreversível.

Prevalência

O envelhecimento da população leva a um aumento das doenças crônicas e degenerativas, acarretando um maior custo-paciente na área de saúde e a necessidade de inúmeras adaptações sociais, ambientais e econômicas. É provável que, em 2025, o Brasil se torne o 6º país com mais idosos no mundo. O número de vítimas de demências aumenta exponencialmente com a idade afetando apenas 1,1% dos idosos entre 65 e 70 anos e mais de 65% depois dos 100 anos. A média em São Paulo no ano de 1998 na população acima de 65 anos foi estimada em 7,1%. Porém, como é muito sub-diagnosticada, maior nas áreas rurais e com níveis educacionais mais baixos e tem aumentado muito nos últimos anos é provável que atualmente esteja por volta de 21,9% entre os maiores de 65 anos. A doença de Alzheimer, o tipo de demência mais comum, é mais comum em mulheres enquanto as demências vasculares, segundo tipo mais comum, são mais comuns em homens.

Os custos com demência no mundo passam de 600 bilhões, custo maior do que o de qualquer empresa do mundo. A estimativa da Alzheimer’s Disease International (ADI) é de que em 2010 havia 35,6 milhões de pessoas vivendo com demência no mundo. Este número deve subir para 65,7 milhões até 2030 e 115,4 milhões até 2050. No Brasil, estima-se que entre 70% e 94% dos pacientes com demência vivam em casa, subindo para 90 a 95% nas áreas rurais, média muito acima da dos países desenvolvidos que fica por volta de 66%.

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A prevalência média de demência, acima dos 65 anos de idade, é de 2,2% na África, 5,5% na Ásia, 6,4% na América do Norte, 7,1% na América do Sul e 9,4% na Europa.

Tipos

A demência é um termo geral para várias doenças neurodegenerativas que afetam principalmente as pessoas da terceira idade. Todavia a expressão demência senil, embora ainda apareça na literatura, tende a cair em desuso. A maior parte do que se chamava demência pré-senil é de fato a doença de Alzheimer, que é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade. Embora existam casos raros diagnosticados de pessoas na faixa de idade que vai dos 17 anos aos 50 anos e a prevalência na faixa etária de 60 aos 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30 a 40% da população.

Segundo a Organização Mundial da Saúde a exposição aos disruptores endócrinos poderá desencadear a doença de Alzheimer.

A demência pode ser descrita como um quadro clínico de declínio geral na cognição como também de prejuízo progressivo funcional, social e profissional. As demências mais comuns são:

No dicionário internacional de doenças outras demências são classificadas como:

CID 10 - F02.0 Demência da doença de Pick
CID 10 - F02.1 Demência na doença de Creutzfeldt-Jakob
CID 10 - F02.2 Demência na doença de Huntington
CID 10 - F02.3 Demência na doença de Parkinson
CID 10 - F02.4 Demência na doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)

Esses diagnósticos não são exclusivos sendo possível, por exemplo, a existência de Alzheimer simultaneamente com uma demência vascular. Outras classificações incluem a demência na Síndrome de Korsakoff.

Demência reversiva

Há fatores que podem causar demência e que podem ser revertidos. 

  • O uso de drogas
  • Depressão
  • Hipotiroidismo, encefalite de Hashimoto
  • Perda progressiva de visão e audição
  • Infecções , SIDA, sífilis
  • Deficiência de vitamina b12, ácido fólico: anemia.
  • Tumores, hidrocefalia
  • Reações tóxicas a medicamentos: antidepressivos, antihistaminicos, anticonvulsivos, corticosteroides, sedativos, antiparkinsonianos, anticonvulsivos, antiansiolíticos 

Tratamento integrativo

Um tratamento integrativo foi proposto em um estudo  cuja amostra foi formada por 35 pacientes (20 do sexo masculino, 15 do feminino) com uma idade média de 71,05 anos, diagnosticados com demência moderada e depressão. O tratamento proposto pelos autores incluiu: antidepressivos (sertralina, citalopram ou venlafaxina XR, apenas ou em combinação com bupropiona XR), inibidores de colinesterase (donepezil, rivastigmine ou galantamine), como também vitaminas e suplementos (multivitaminas, vitamina E, ácido alfa lipóico, omega-3 e coenzima Q-10). As pessoas participantes do estudo foram encorajadas a modificar a sua dieta e estilo de vida bem como a executarem exercícios físicos moderados. Os resultados do estudo demonstraram que a abordagem integrativa não apenas diminuiu o declínio cognitivo em 24 meses, mas até mesmo melhorou a cognição, especialmente a memória e as funções executivas (planejamento e pensamento abstrato).

Medicamentos

Atualmente, o principal tratamento oferecido para as demências baseia-se nas medicações inibidoras da colinesterase (donepezil, rivastigmina ou galantamina), que oferecem relativa ajuda na perda cognitiva, característica das demências, porém, com uma melhora muito pequena. Nesse sentido, a melhora das funções cognitivas verificadas no estudo avaliado não pode ser relacionada apenas a esse tipo de medicação.

Embora os pacientes do estudo avaliado evidenciassem um quadro de demência moderada e depressão, pesquisa de Kessing et al. (no prelo) demonstrou que o uso de antidepressivos em longo prazo, em pessoas com demência sem um quadro de depressão, diminuiu a taxa de demência e minimizou as perdas cognitivas associadas, sem, no entanto, ter reduzido tais perdas totalmente. Esse estudo também identificou que os antidepressivos utilizados em curto prazo geraram mais prejuízos às funções cognitivas em pessoas com demência. Portanto, apenas o uso de antidepressivos em longo prazo foi que surtiu um efeito protetivo.

Desse modo, podemos considerar que os antidepressivos usados em longo prazo, além de tratarem os quadros de depressão, que podem estar associados aos quadros de demência, são benéficos para o tratamento desta patologia. Alguns estudos revelaram que os antidepressivos podem ter efeitos neuroprotetivos, aumentando o nascimento e permitindo a sobrevivência de neurônios nas zonas do hipocampo (parte do cérebro relacionada principalmente à memória). Contudo, o uso apenas de antidepressivos não é suficiente para uma melhora acentuada das perdas cognitivas da demência.

Memória Reconstrutiva

Um estudo publicado no "Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory and Cognition" conclui que os declínios que se verificam na memória reconstrutiva são indicio de um comprometimento cognitivo leve e de demência de Alzheimer, e não se verificam no envelhecimento saudável. "A memória reconstrutiva é muito estável em indivíduos saudáveis​​, de modo que um declínio neste tipo de memória é um indicador de comprometimento neurocognitivo" revela Valerie Reyna.

Exercícios Mentais

O exercício mental tem um papel fundamental na preservação de uma boa saúde mental. Os exercícios deverão ser variados, com um certo grau de complexidade, ensinar algo de novo e devem ser agradáveis e feitos com regularidade. Deve-se treinar o calculo mental, ler em voz alta, aprender uma língua nova e treinar as imagens mentais (imagery), e também treinar os sentidos: da audição da visão e do cheiro. A perda da sensibilidade do cheiro, relacionada com o primeiro nervo craniano, é uma dos primeiras capacidades a serem infectados pela demência. Um estudo do Wellcome Trust Centre for Neuroimaging do UCL demonstrou que o treino intensivo de aprendizado levado a cabo pelos taxistas de Londres para obterem o certificado de motorista de táxi altera a estrutura do cérebro aumentando o volume da matéria cinzenta na área do hipocampo posterior. O estudo revela que o cérebro mantém a plasticidade mesmo em adulto e o treino mental intenso é fundamental para a criação de novos neurônios.

Videogames

  • Jogos multi-tarefa

Uma pesquisa, publicada na revista Nature, revela que pessoas idosas com dificuldades cognitivas podem treinar a mente e melhorar a atenção ( o foco de longo prazo) e a memória de curto prazo. Os neurocientistas revelam que alguns dos idosos de 80 anos que participaram da pesquisa conseguiram melhorar o seu desempenho e apresentar um padrão neurológico igual ao de um jovem de 20 anos. O treino com o jogo multi-tarefa, Neuro Racer, um jogo muito simples, desenvolvido por uma equipa da Universidade da Califórnia permitiu ainda registrar a alteração que se processa ao nível das ondas cerebrais.

  • Jogos de estratégia

Um outro estudo da UCL e Queen Mary University of London, usando o jogo StarCraft, também revela que após várias horas de treino há uma melhoria na flexibilidade cognitiva.  O Jogo Halo também foi objeto de estudo, e revela que é capaz de melhorar a capacidade de decisão ao torná-la mais rápida.

  • Tiro em primeira pessoa

Um estudo da universidade dos Países Baixos indica que os jogos de Tiro em primeira pessoa melhoram a memoria de curto prazo e a agilidade mental.

Há ainda a possibilidade do habito de jogar determinados tipos de jogos melhorar o bem estar e diminuir a possibilidade de ter depressão.

Segundo o Dr Adam Gazzaley "Isso confirma nossa compreensão de que os cérebros de adultos mais velhos, como os dos jovens, são 'plásticos' - o cérebro pode mudar em resposta ao treinamento focado" 

Um estudo revelou que jogar o jogo “Super Mario 64” provocava aumento nas regiões do cérebro responsáveis ​​pela orientação espacial, pela formação da memória e planejamento estratégico, bem como uma melhoria das capacidades motoras finas das mãos.

Jogar jogos diferentes, cada jogo focado no desenvolvimento específico de uma capacidade cognitiva distinta, e não apenas um só tipo de jogo, treina e desenvolve um leque mais vasto de capacidades cognitivas.

Exercícios físicos

Caminhada dos idosos promovido pela Secretaria de Saúde e Meio Ambiente em 2008

Em questão aos exercícios físicos, segundo Pérez e Carral (2008), estes apresentam um potencial de melhorar a plasticidade do cérebro, reduzindo as perdas cognitivas ou minimizando o curso progressivo da demência. A importância dos exercícios físicos no tratamento da demência pode ser apoiada por outros estudos.

O levantamento de pesos, comparado com outros exercícios revelou melhores resultados embora um conjunto de exercícios envolvendo levantamento de pesos, aeróbica e equilíbrio tivesse melhorado as capacidades linguísticas.

Alimentação

Uma dieta funcional e exercícios físicos associados também demonstraram serem protetivos contra o desenvolvimento da demência ou para diminuir o curso progressivo dessa patologia. Não obstante, pessoas com tendência a demência que utilizaram vitaminas antioxidantes (vitaminas C e E, por exemplo) apresentaram menor perda cognitiva que pessoas que não utilizaram tal recurso. 

A deficiência de vitamina D está associada a um risco significativamente maior do desenvolvimento de demências incluindo a doença de Alzheimer.

Ademais, Shatenstein e identificaram que pessoas com demência tenderam a ter uma alimentação mais pobre em macronutrientes, cálcio, ferro, zinco, vitamina K,vitamina A e ácidos gordurosos, o que pode acentuar o curso degenerativo da doença. Aspecto que justifica a administração de suplementos alimentares para essa população, devido à dificuldade de se alimentar, um dos sintomas que tendem a fazer parte do quadro de demência.

Em relação ao ácido alfalipóico e à coenzima Q10, potentes antioxidantes cerebrais, ou seja, redutores dos radicais livres, existem evidências em estudos que essas substâncias também contribuem significativamente para a redução da progressão das perdas cognitivas em pessoas com demência, além de serem agentes protetivos. Tais substâncias são produzidas naturalmente pelo organismo, mas essa produção tende a reduzir-se com a idade.

Comportamentos saudáveis

Metade das demências podem ser prevenidas ou pelo menos adiadas mantendo uma vida social, intelectual e profissional ativa

Uma vida com compromissos e ativa também revelou melhorar as perdas cognitivas em demências mais moderadas. O uso do fumo também pode vulnerabilizar as pessoas para a demência. Desse modo, a mudança do estilo de vida é um fator fundamental para minimizar o curso das perdas evidenciadas na demência.

Portanto, podemos observar que, no estudo de Bragin et al. (2005), foram utilizados como tratamento da demência vários recursos disponíveis para tanto. Ocorreu uma melhora significativa em funções cognitivas importantes, prejudicadas pela demência moderada.

Assim, o diagnóstico precoce da demência é um aspecto importante para que os tratamentos existentes possam diminuir a progressão das perdas cognitivas, funcionais, sociais e profissionais em pessoas com essa patologia. Conforme demonstrou o estudo de Bragin et al. (2005), o tratamento deve ser integrativo, envolvendo uma equipe multidiscliplinar, com medicações específicas e suplementação alimentar, além de uma mudança do estilo de vida que inclui exercícios físicos moderados, cessação do uso do fumo, uma alimentação adequada e uma vida com o máximo possível de atividades.

Uma abordagem integrativa pode reduzir o curso das perdas cognitivas da demência, porém, ainda não existem tratamentos que possam "curar" integralmente essa patologia. Assim, a prevenção ao longo da vida é o melhor recurso existente. É importante durante a vida manter uma alimentação saudável e exercícios físicos regulares; bem como, na aposentadoria, torna-se imprescindível manter um estilo de vida ativo.

Psicoterapia

É frequente a comorbidade entre depressão, transtornos de ansiedade, distúrbios comportamentais e transtornos delirantes e demências, por isso é importante o acompanhamento psicológico regular. Esse acompanhamento inclui os familiares pois a demência causa grande impacto nos cuidadores, especialmente na família nuclear, os deixando vulneráveis a transtornos psicológicos como síndrome de burnout (exaustão física e psicológica). São necessárias mais políticas públicas de apoio aos cuidadores pois, quando exaustos, tendem a colocar os idosos em asilos aumentando seriamente as despesas do governo.

Programa governamental no Brasil

O Ministério da Saúde brasileiro em parceria com o Ministério da Educação, a partir do decreto presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, vem desenvolvendo o programa Saúde na Escola com a visão de que os cuidados com a saúde começam na infância. Nesse programa, estão inclusos os cuidados com a alimentação e com os exercícios físicos regulares. O Ministério da Saúde é responsável pelo repasse de verbas às escolas locais; e o Ministério da Educação, pelos materiais educativos.

Essas ações governamentais são de especial importância, tendo em vista que a saúde é um recurso a ser preservado ao longo da vida para redundar em uma posteridade mais saudável. Contudo, acreditamos que tanto as esferas públicas como as privadas devem se engajar em programas preventivos e de saúde integral em prol da população. Os investimentos nesses programas serão bem menores que os custos financeiros com o tratamento da demência na terceira idade, já que essa patologia, com as perdas progressivas respectivas, acompanham as pessoas por mais de uma década de vida (MANCKOUNDIA e PFITZENMEYER, 2008). Nesse sentido, tais programas devem educar as pessoas em todas as faixas etárias, especialmente na infância; bem como as pessoas que estão ingressando na terceira idade devem ser alertadas para a necessidade de manterem um estilo de vida saudável.

Todos os países da UE têm regras para alimentação saudável nas escolas, embora o objetivo nao seja prevenir a demência, e nem sequer se cogita prevenir a demência numa idade tão precoce, mas melhorar a saúde, o desenvolvimento e o aproveitamento escolar das crianças.

Demência e oligofrenia

A oligofrenia ou retardo mental é o déficit da capacidade mental em que a morbidez ocorre antes do desenvolvimento completo do sistema nervoso central.

Dada esta diferenciação Esquirol dizia que o oligofrênico é o pobre que sempre o foi, ao passo em que o demente constitui-se no rico que empobreceu.


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 Nós somos a Conservação Internacional.

 Somos uma organização brasileira sem fins lucrativos, que promove o bem-estar humano, fortalecendo a sociedade no cuidado responsável e sustentável para com a natureza.

 Porque precisamos da natureza para prosperar. 

 Nosso trabalho

 Promovemos sociedades saudáveis e sustentáveis e o bem-estar humano através de nossos três eixos centrais:

 CAPITAL NATURAL

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Base para a existência e prosperidade

As pessoas precisam da natureza para prosperar. Proteger as regiões naturais críticas para o equilíbrio dos ecossistemas, restaurar as áreas degradadas essenciais para os serviços ambientais, criar e implementar mecanismos eficientes de proteção e gestão dos recursos naturais são eixos centrais da nossa estratégia e base para a promoção do bem-estar humano duradouro.

TERRITÓRIOS PRIORITÁRIOS

PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL
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Produzindo e conservando riquezas


Garantir que o uso econômico dos recursos naturais aconteça sem destruir a capacidade dos nossos ecossistemas de prover os serviços fundamentais ao bem-estar humano é um dos maiores desafios da atualidade. Para que a produção seja efetivamente sustentável, precisamos de muita inovação tecnológica, parcerias estratégicas e políticas públicas inteligentes.

NOSSAS INICIATIVAS

GOVERNANÇA
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Participação, transparência e políticas públicas

A proteção da natureza e a produção sustentável somente podem ocorrer efetivamente em um ambiente institucional adequado, onde haja a adequada participação social em processos decisórios transparentes. Para isso, apoiar a existência de fóruns apropriados e a construção de capacidades locais é parte integral de nossa estratégia.

TEMAS PRIORITÁRIOS

Nossa abordagem​

Nossa abordagem envolve o desenvolvimento de inovações de base científica para solução de problemas do mundo real e a realização de demonstrações de campo da efetividade dessas inovações.

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INÍCIOS DAS VIDAS NO PLANETA TERRA

 

Gênesis – Capítulo 1

 

1 No princípio criou Deus os céus e a terra.   

2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.   

3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.   

4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.   

5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. 

Neste período DEUS iniciou a dar condições ao planeta terra, para que fosse habitada pelos seres viventes, pois a luz e o calor são essenciais a vida dos animais e vegetais, tanto terrestres como aquáticos;

6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.   

7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.   

8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo. 

Neste período DEUS fez o espaço onde se situa a atmosfera terrestre, entendemos que este enorme espaço haja se formado pelo peso atômico dos gases;

9 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.   

10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.   

Neste período DEUS fez aparecer a parte seca, para a vida de todos as animais terrestres; 

11 E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que deem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, deem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.   

12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.   

13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.   

Neste período DEUS fez as ervas e árvores para o alimento dos animais que havia criado, principalmente os terrestres.

14 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;   

15 e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.   

16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.   

17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,   

18 para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.   

19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto. 

Neste período DEUS fez os luminares e a separação do dia e a noite, bem como as estações do ano;  

20 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu.   

21 Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.   

22 Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra.   

23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. 

Neste período DEUS criou os animais aquáticos e as aves; 

24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi.   

25 Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

Neste período DEUS criou todos os animais terrestres;   

26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.   

27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 

28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.

Neste período DEUS criou os espíritos do homem e da mulher, a sua imagem e semelhança;  

29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.   

30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.   

31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto. 

Neste período DEUS fez a sua primeira promessa ao espírito do homem e da mulher;  

 

Gênesis – Capítulo 2

 

1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército. 

Neste período após ter acabado as condições de sobrevivência do homem e da mulher na Terra, criou o seu exército espiritual;  

2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera.   

3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera.   

4 Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus   

5 não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra.   

6 Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra. 

Neste período DEUS provocou a evaporação da água, formando realmente a atmosfera terrestre, onde se iniciou a vida de tudo o que havia criado anteriormente. Existe 1 período a ser considerado:  O período pré-histórico, onde viveram animais enormes e inclusive espécies parecidas com o homem, porem irracionais. É importante frisar que animais criados que não serviam para conviver com os seres humanos foram eliminado por DEUS, e a nossa Ciência nos esclarece da existência de tais;  

7 E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. 

Neste período DEUS criou o homem racional e completo, quando em suas narinas lhe soprou o espírito. O espírito é o intelecto do ser humano e parte da vida, cuja não existiria sem o mesmo;  

8 Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o homem que tinha formado.   

9 E o Senhor Deus fez brotar da terra toda qualidade de árvores agradáveis à vista e boas para comida, bem como a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.   

10 E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.   

11 O nome do primeiro é Pisom: este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro;   

12 e o ouro dessa terra é bom: ali há obdélio, e a pedra de berilo.   

13 O nome do segundo rio é Giom: este é o que rodeia toda a terra de Cuche.   

14 O nome do terceiro rio é Tigre: este é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto rio é o Eufrates.   

15 Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e guardar.   

16 Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente;   

17 mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.   

18 Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.   

19 Da terra formou, pois, o Senhor Deus todos os animais o campo e todas as aves do céu, e os trouxe ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome.   

20 Assim o homem deu nomes a todos os animais domésticos, às aves do céu e a todos os animais do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea.   

21 Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar;   

22 e da costela que o senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem. 

Neste período DEUS iniciou a criação humana, formando a mulher também com o espírito, pois o referido espírito é o intelecto do ser humano e parte da sua vida, cuja não existiria sem o mesmo;     

23 Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.   

24 Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne.   

25 E ambos estavam nus, o homem e sua mulher; e não se envergonhavam.