DEUS NÃO É RELIGIÃO OU SEITA, POIS RELIGIÕES E SEITAS SÃO COISAS DOS HOMENS E MULHERES, COMO AS CRENDICES.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


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 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


 

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MULHERES QUE SURGIRAM DA COSTELA DO HOMEM.
MULHERES QUE SURGIRAM DA COSTELA DO HOMEM.

MULHERES QUE SURGIRAM DA

COSTELA DO HOMEM

 Mulher

 

Uma mulher (do latim muliere) é um ser humano adulto do sexo feminino. Na infância, normalmente é denominada em português como "menina" e, na adolescência, como "moça" ou "rapariga". O termo "mulher" é usado para indicar tanto distinções sexuais biológicas quanto distinções nos papéis sócio-culturais.

Passagens

As passagens da infância para a adolescência e da adolescência para a idade adulta são feitas pela sociedade baseada em critérios tanto biológicos quanto sócio-culturais e, desta forma, pode variar grandemente entre diferentes culturas. Mas, do ponto de vista biológico, a passagem para a adolescência é marcada pela menarca, ou seja, pelo início da menstruação.

Símbolo

O símbolo de Vénus, também referido para o gênero feminino, remete à deusa Vénus, deusa do amor e da beleza na mitologia romana, equivalente à Afrodite na mitologia grega. É uma representação simbólica do espelho na mão da deusa Vénus ou um símbolo abstrato para esta deusa: um círculo com uma pequena cruz equilateral embaixo (Unicode). O símbolo de Vénus também representa a feminilidade e na antiga alquimia representava o Cobre. Os alquimistas compunham o símbolo com um círculo, representativo do espírito sobre uma cruz equilateral, que representa a matéria.

Idade e terminologia

Uma criança do sexo feminino se torna mulher após a fase da infância, mudança geralmente marcada biologicamente pela ocorrência da menarca. Muitas culturas apresentam ritos de passagem para simbolizar a chegada da maturidade, como a confirmação em algumas ramificações do cristianismo, o B'nai Mitzvá no judaísmo ou até mesmo o costume de se realizar uma celebração especial para um determinado aniversário, geralmente entre 12 e 21 anos, como o baile de debutante, geralmente realizado no aniversário de 15 anos. É interessante observar que debutante vem do francês debutante, que pode ser traduzido como "a jovem que se estreia na vida social".

A palavra "mulher" pode ser usada genericamente significando todo o ser humano fêmea ou, especificamente, significar um humano fêmea adulto como contrastado a "menina". A palavra "menina" significa, originalmente, uma criança do sexo feminino. "Menina" é usada atualmente de forma coloquial quando se refere a uma mulher nova ou solteira, ou de forma afetuosa. No início da década de 1970, o movimento feminista contestou tal emprego, e o uso da palavra como referência a uma mulher inteiramente crescida passou a poder ser considerado ofensivo. Em particular, termos anteriormente comuns, tais como a "menina de escritório", já não são tão usados.

De forma recíproca, em determinadas culturas há a ligação entre a honra da família com a virgindade feminina. A referência a uma mulher solteira como "mulher" pode, em tal cultura, implicar a suposição de que ela já tenha tido uma experiência sexual, o que seria um insulto à família.

Biologia e gênero

Nos termos da biologia, os órgãos sexuais femininos estão envolvidos no sistema reprodutivo, enquanto que caracteres sexuais secundários estão envolvidos na nutrição da cria pré e pós o parto ou, de acordo com culturas, atraindo um emparceiro. Os ovários, além de regularem a produção de hormônios, produzem o gameta feminino, o óvulo, que quando fertilizado pelo gameta masculino, o espermatozoide, dá origem a um indivíduo geneticamente novo. O útero é um órgão composto por uma série de tecidos que promovem a proteção e a nutrição do feto. É revestido por uma camada de músculos lisos que realizam as contrações durante o parto para promover a saída da cria através do canal vaginal. A vagina pode ser um órgão com funções de cópula e de parto. Frequentemente a palavra "vagina" é usada de forma coloquial e incorreta para se referir à vulva ou à genitália externa das fêmeas, que inclui também os lábios, o clitóris e a uretra. Os seios evoluíram a partir das glândulas de suor para a produção do leite, uma secreção nutritiva que é a característica mais específica dos mamíferos. Em mulheres maduras, o seio é geralmente mais proeminente quando comparado a maioria dos outros mamíferos, mesmo no período em que não está amamentando. Esta proeminência não é necessária para a produção de leite. O quadril apresenta um aumento de tamanho entre a infância e a maturidade sexual para permitir o acúmulo de reservas de energia em forma de gordura, para posterior utilização, quando servirão ao desenvolvimento do feto e à amamentação.

Um desequilíbrio de níveis hormonais e alguns produtos químicos, como o uso de drogas, podem alterar as características sexuais primárias ou secundárias do feto. A maioria das mulheres têm o cariótipo 46, XX, mas aproximadamente uma em cada mil mulheres será 47, XXX, e uma em 2500 mulheres será 45, X, porém tal variação não constitui problema para a portadora, pois em uma mulher normal XX, apenas um X está em funcionamento. Isto contrasta com o cariótipo masculino típico de 46, XY; assim, os cromossomos X e Y são conhecidos como cromossomo feminino e cromossomo masculino, respectivamente. Ao contrário do cromossomo Y, o X pode vir tanto da mãe como do pai. Sendo assim, os estudos de genética que focalizam a linhagem feminina usam o DNA mitocondrial, que tipicamente provém da mãe.

A maioria de mulheres ao terem a menarca já podem então ficar grávidas e terem a criança. Isto requer a fertilização interna de um dos seus óvulos com o esperma de um homem geralmente durante a atividade sexual, ou através de inseminação artificial ou da implantação cirúrgica de um embrião pré-existente. As mulheres geralmente alcançam a menopausa entre o final dos 40 anos e o início dos 50. Neste ponto, seus ovários cessam de produzir o estrogênio e ela já não pode mais ficar grávida.

Saúde

Em geral, as mulheres sofrem das mesmas doenças que os homens. Existem determinadas doenças que afetam com mais frequência as mulheres, tais como o lupus(bem como existem doenças que afetam mais os homens). Também há algumas doenças sexo-relacionadas que são encontradas mais frequentemente ou exclusivamente nas mulheres, como, por exemplo, o câncer de mama, o qual, em 80 por cento dos casos, é em mulheres contra os 20 por cento de ocorrência nos homens, e o câncer cervical ou o câncer de ovário, exclusivos em mulheres. Mulheres e homens podem apresentar sintomas diferentes para a mesma doença e podem também responder diferentemente a um mesmo tratamento médico.

Nem sempre os fatores biológicos são suficientemente claros para determinar o género de uma pessoa. No caso das pessoas que apresentam intersexualidade (que misturaram características físicas e/ou genéticas dos dois géneros) podem ser usados outros critérios para justificar a decisão. Em termos legais esta decisão é tomada por terceiros, pois, obviamente, um bebê não tem capacidade de a tomar e há a obrigação legal de classificar os cidadãos em termos de sexo. Há também mulheres que têm uma psicologia tipicamente masculina e/ou se sentem socialmente como homens na totalidade ou em diversos graus, ver transgénero e transexualidade.

Visão bíblica

Eva

Segundo a Bíblia, a mulher foi feita a partir de uma costela de Adão, significando, com isso, que ela é a companheira, ou seja, está a seu lado, tal qual as costelas. O osso da costela alude à igualdade entre homem e mulher, dado que não foi utilizado um osso inferior (um osso do pé, por exemplo), nem um osso superior (do crânio, por exemplo), mas sim um osso do lado. Outra interpretação, em sintonia com a primeira, lembra que a mulher é protetora da vida, dado que os ossos da costela protegem o coração.

Segundo Joseph Campbell, a "metade da população mundial acha que as metáforas das suas tradições religiosas são fatos. A outra metade afirma que não são fatos de forma alguma. O resultado é que temos indivíduos que se consideram fiéis porque aceitam as metáforas como fatos, e outros que se julgam ateus porque acham que as metáforas religiosas são mentiras". Uma dessas grandes metáforas é a de Eva. Campbell expõe que a metáfora da costela de Adão exemplifica o distanciamento dos hebreus da religião cultuada entre os antigos — a do culto à Mãe Terra, Mãe Cósmica ou Deusa Mãe. Este culto insere-se dentro de um contexto social e religioso cujas raízes remontam aos registros pré-históricos do Paleolítico e do Neolítico.

arqueologia pré-histórica e a mitologia pagã registram esta origem do culto à Deusa Mãe. As mais remotas descobertas de uma religião humana remontam, inicialmente, ao culto aos mortos, e ao intenso culto da cor vermelha ou ocre associado ao sangue menstrual e ao poder de dar a vida. Na mitologia grega, a chamada "mãe de todos os deuses", a deusa Reia (ou Cibele, entre os romanos), exprime este culto na própria etimologiareia significa "terra" ou "fluxo". Campbell argumenta que Adão (do hebraico אדם, relacionado tanto a adamá ou "solo vermelho", "barro vermelho", quanto a adom ou "vermelho", e dam, "sangue") foi criado a partir do barro vermelho ou argila. A identidade da religião com a Mãe Terra, a fertilidade, a origem da vida e da manutenção da mesma com a mulher, seria, segundo Campbell, retratada também na Bíblia: "... a santidade da terra, em si, porque ela é o corpo da Deusa. Ao criar, Jeová cria o homem a partir da terra [da Deusa], do barro, e sopra vida no corpo já formado. Ele próprio não está ali, presente, nessa forma. Mas a Deusa está ali dentro, assim como continua aqui fora. O corpo de cada um é feito do corpo dela. Nessas mitologias dá se o reconhecimento dessa espécie de identidade universal".

Segundo Campbell, o patriarcalismo surgido com os hebreus deve-se, entre outras razões, à atividade belicosa de pastoreio de gado bovino e caprino, e às constantes perseguições religiosas que desencadeavam o nomadismo e a perda de identidade territorial.

O papel da mulher na Bíblia

O papel atribuído à mulher é referido na Bíblia como portadora, tal como o homem, da marca da divindade, de Deus; esposas têm papel sempre importante, seja como amadas parceiras ou como companheiras dos maridos (Gênesis, 2:20-24; Provérbios, 19:14; Eclesiastes, 9:9); do Monte Sinai, Deus ordenou às crianças que honrem tanto a mãe como o pai (Êxodo, 20:12). Não há qualquer motivo para considerar Eva marginalizada ou relegada a qualquer status secundário a Adão; muito pelo contrário, a escritura situa a mulher com honras especiais (Primeira Epístola de Pedro, 3:7); maridos são orientados a amar suas mulheres de maneira sacrificada se for necessário, até com custo de suas vidas (Epístola aos Efésios, 5:25-31); e a Bíblia celebra e reconhece o valor de mulheres virtuosas (Provérbios, 12:4; 31:10; Primeira Epístola aos Coríntios, 11:7).

 História das mulheres

 

História das mulheres é o estudo do papel que as mulheres têm desempenhado ao longo da história, e também dos métodos necessários para estudar o tema. Ela inclui o estudo da história do desenvolvimento dos direitos das mulheres pelo registro da história, a análise de mulheres individuais com significado histórico e o efeito que os eventos históricos tiveram nas mulheres. Inerente ao estudo da história das mulheres é a crença de que registros mais tradicionais minimizaram ou ignoraram as contribuições das mulheres e o efeito que os eventos históricos tiveram nas mulheres como um todo; assim, a história das mulheres é muitas vezes uma forma de revisionismo histórico, procurando confrontar ou expandir o consenso histórico tradicional.

Na perspectiva feminista, até a metade do século XX, as sociedades ocidentais concediam um tratamento favorável aos homens, mas que subjugava as mulheres, tanto no ponto de vista do direito quanto dos usos e costumes. De fato, a maioria das tradiçõesatribui uma importância particular ao papel social da mulher no lar, que deveria se consagrar às tarefas domésticas, à reprodução e à educação dos filhos. Contudo, notamos que a desobrigação da mulher de seguir esse papel feminino tradicional é recente, relacionada ao atual modelo de desenvolvimento econômico, que estimula a produção para a família e também para o mercado.

Definições do Campo de Estudo

A História das mulheres é um campo de estudo da História que produz uma crítica à visão da história dominante, predominantemente masculina, que, criada nessas condições, reflete uma diferença social.

Desde o início da escrita da história as relações entre seres humanos na sociedade são desiguais. A escrita da história, desde seu início, foi feita por homens, registrando grandes fatos historiográficos que são os grandes acontecimentos realizados pelos homens ou, caso englobe um fato realizado por uma mulher, ainda essa é, na maioria das vezes, contada pelos mesmos.

Assim, vê-se que não existiu uma história do ser humano no geral, mas sim, uma história focada em um dos gêneros. A reviravolta feminista do século XX começou a contestar isso, e as mulheres começaram não somente a adentrar na história como sujeito e como centros de questões particulares, bem como aumentaram, também, a sua participação na escrita da história, criando assim a categoria de estudo “mulher”.

Entretanto, a própria categoria “mulher” sofreu críticas porque essa identidade única, diferenciada de “homem”, não seria suficiente para representar todas as diferenças entre as mulheres, expressar as necessidades e os mais diversos direitos da mulher, pois as mulheres estão inseridas em diferentes formas de opressão.

Uma linha de trabalhos acadêmicos passou a incluir na narrativa da história universal a presença das mulheres levando em conta as vivências comuns, lutas e resistências.

A palavra “gênero” foi utilizada por Robert Stoller em 1968 para designar uma identidade sexual que vai além da biológica. No movimento feminista a palavra “gênero” era utilizada nos debates para discutir a subordinação das mulheres pelos homens. Para Joan Scott, "gênero é a organização social da diferença sexual".

Pré-História e História Antiga

A pré-história é caracterizada justamente pela inexistência de documentos escritos. Por isso, não se sabe ao certo o papel da mulher no período pré-histórico. O que sabe-se é que a figura feminina tinha um enorme peso nas sociedades de todo o mundo. Não eram sociedades matriarcais, e sim matricêntricas, pois a mulher não dominava, mas as sociedades eram centradas nela por causa da fertilidade.

As civilizações antigas (ElamCretaSuméria, .EgitoBabilôniaGréciaRoma, entre outras) foram amplas em cultuar a mulher e a feminilidade nas figuras de diversas deusas (horaseríniasmoirasmusas). As mulheres também se destacaram no mundo clássico como sacerdotisas (Diotima de MantineaTemistocléia) sábias, filósofas, matemáticas (Hipátia de AlexandriaTheanoDamo), pitonisas (Pítia), ou na tradição lendária, como guerreiras (as amazonas).

A mulher e a família em Roma

A civilização romana prezava o casamento e a família como uma das instituições centrais da vida social e em torno dela foram estabelecidas as três virtudes romanas: a gravitas, que era o sentido de responsabilidade; a pietas, que configurava a obediência à autoridade; e a simplicitas, que impedia que os romanos fossem guiados pela emoção, mantendo sempre a razão. A religião e o culto aos deuses era o lastro desta instituição, cujo poder, "de vida e morte", era exercido exclusivamente pelo pai sobre os filhos, os escravos e (em alguns casos) sobre a mulher. Este poder ou pater familias tem origem no patriarcado hebreu que pela primeira vez na históra denominou de pai ou Deus à Deusa Mãe e com isso centralizou o culto e a religião na figura masculina. Os valores cultivados na família romana levaram à valorização da mulher que a despeito de obedecer o (pater) marido, era vista como um alicerce fundamental e o trabalho doméstico como uma virtude. Mais tarde, no século I a.C., a flexibilização das leis garantiu maior liberdade à mulher e maior participação na vida pública.

Idade Média

Durante a Idade Média as mulheres tinham acesso a grande parte das profissões, assim como o direito à propriedade. Também era comum assumirem a chefia da família quando se tornavam viúvas. Há também registros de mulheres que estudaram nas universidades da época, porém em número muito inferior aos homens. Mulheres como Hilda de Whitby, que no século VII fundou sete mosteiros e conventos, incluindo a Abadia de Whitby; a religiosa alemã Rosvita de Gandersheim, autora de dezenas de peças de teatro; e similarmente, também na Alemanha, a prolífica religiosa Hildegarda de Bingen (ou Hildegard von Bingen, na língua alemã); Ana Comnena fundou em 1083 uma escola de medicina onde lecionou por vários anos; a rainha Leonor, Duquesa da Aquitânia, exerceu relevante papel político na Inglaterra e fundou instituições religiosas e educadoras. No mundo Islâmico, entre os séculos VIII e IX conhecem a glória: religiosas, eruditas, teólogas, poetisas e juristas, rainhas.

Política

A mulher medieval trabalhou e estudou, fundou conventos e mosteiros, lecionou e também governou. Recebeu uma educação moral, prática (técnica) e intelectual, que lhe permitiu desempenhar um papel social de colaboradora do marido, seja na agricultura, no comércio ou na administração de um feudo. Um governo que se estendeu do âmbito privado ao público: quando morria o marido era ela quem assumia a administração do negócio. Como governantes, Branca de CastelaAnne de BeaujeuMatilde II de Bolonha, que reina na Toscana e na Emília durante meio século, institui-se protetora da Santa Sé e combateu Henrique IV, obrigando-o a ajoelhar-se diante de Gregório VII. Em todos os grandes feudos, num momento ou outro, as mulheres reinaram: entre 1160 e 1261 sete mulheres se sucederam no condado de Boulogne. Ícone medieval, Joana D´Arc, jovem chefe guerreira, conquista oito cidades em três meses e apesar de ferida continua a combater.

Literatura

A escritora italiana Christine de Pizan (1364 - 1430), autora do livro A Cidade das Mulheres defende na obra que há igualdade por natureza entre os sexos, pode ser considerada uma das primeiras feministas por apresentar um discurso a favor da igualdade entre os sexos, defendendo, por exemplo, uma educação idêntica a meninas e meninos.

 

Mulheres na filosofia

 

Antiguidade (Séc. XXIII)

Enheduana

Foi o primeiro ser humano de que se tem notícia a assinar suas próprias obras, sendo por isso a primeira pensadora da História. Foi também a primeira sacerdotisa (sábia, filósofa) do templo da deusa lua; nestes templos dirigia várias atividades, comércio, artes; também eram ensinados matemática, ciências e especialmente o movimento das estrelas e dos planetas. Escreveu 42 hinos para a deusa Inana e é por isso uma das principais fontes da mitologia suméria.

Antiguidade (Séc. IX - IV)

Lopamudra

Foi uma filósofa da Índia, que viveu em cerca de 800 A.C.; a ela deve-se um dos hinos do Rigveda e a disseminação dos mil nomes da Deusa mãe.

Temistocléia

Foi uma filósofa, matemática e uma alta profetisa de Delfos, que viveu no século VI A.C. e foi, segundo o filósofo Aristoxenos a grande mestra de Pitágoras, introduzindo-o aos princípios da ética, Depois de Pitágoras criar o termo filosofia, Temistocléia teria sido a primeira mulher filósofa do Ocidente.

Melissa

Melissa foi uma filósofa e matemática pitagórica.

Safo de Lesbos(VII-VI a. C)

Poetisa e educadora nascida em Mitilene, na ilha de Lesbos. Rivalizou com o poeta Alceo e, junto com ele, representa a criação da poesia lírica grega, em contraposição à poesia épica (Homero). Da sua obra conservaram-se dez livros.

Aristocleia (Século V a. C.) 

Aristocléa (também Aristocleia; grego: Ἀριστόκλεια), (do século V A.C.) foi uma sacerdotisa grega em Delfos na Grécia Antiga. Ela foi citada por muitos antigos escritores como uma tutora do filósofo e matemático Pitágoras (Entre 580 A.C. - 500 a.C.)

Theanã (546 a. C. -)

Nascida em 546 A.C., viveu na última parte do século VI a.C. foi uma matemática grega. É também conhecida como filósofa e física. Theana foi aluna de Pitágoras e supõe-se que tenha sido sua mulher. Acredita-se que ela e as duas filhas tenham assumido a escola pitagórica após a morte do marido.

Aspásia de Mileto (470-410 a. C.)

Nascida em Mileto, pertenceu ao círculo da elite de Atenas onde conhece Péricles e com ele tem um filho. Como sofista da época, Aspásia também nada escreveu, e os relatos de sua habilidade como argumentadora e educadora, bem como sua influência política sobre Péricles encontram-se na obra de Platão.

Diotima de Mantineia (427- 347 a C)   

Personagem criada por Platão é apresentada como sábia no diálogo o Banquete. Não se sabe ao certo se existiu, mas acredita-se que sim. A ela atribui-se toda a teoria socrático-platônica do amor.

Asioteia de Filos (393 – 270 a C)  

Ensinava física na Academia de Platão ao lado de outras mulheres que frequentavam a escola.

Hipárquia de Maroneia  

Aristocrata, é elogiada por Diógenes Laertios pela cultura e raciocínio, comparando-a com Platão. Escreveu: “Cartas e Tragédias”.

Maria, a judia, ou Miriam (séc. I d C) 

Viveu em Alexandria, seguidora do culto de Isis é considerada como a fundadora da alquimia. Entre os escritos está o livro de Magia Prática. Atribui-se a ela a descoberta do ácido clorídrico e é em homenagem às suas descobertas com o ponto de ebulição da água o nome de banho-maria.

Hipácia de Alexandria (415 d C)

Cultivou superiormente as matemáticas e a filosofia. Manteve viva a chama do pensamento helênico de raiz ateniense numa Alexandria dilacerada pelas lutas religiosas. Foi brutalmente assassinada por uma multidão de fanáticos cristãos.

Idade Média (Séc. V – XIV)

Hildegarda de Bingen (1098-1179)

Conhecida como terapeuta e visionária. Vasta obra de ciência natural sobre biologia e botânica, astronomia e medicina. Fundou um monastério em 1165, seus escritos místicos e teológicos filosóficos são de inspiração platônica.

Heloísa de Paráclito (1101-1164)

Francesa, foi abadessa do convento de Paráclito, uma comunidade monástica fundada pelo filósofo Pedro Abelardo, seu professor e amante. A longa correspondência dos dois documenta a paixão e o debate que nutriam ao longo da vida (Correspondências ou Epístolas). Também escreveu um texto chamado “Problemata”.

Akka Mahadevi (1130-1160)

Suas Vachanas são consideradas uma forma de poesia didática e sua maior contribuição para a literatura Kannada Bhakti. A ela foi concedido o título honorífico Akkapela relevância da obra. Sabe-se que foi ativa em favor de causas femininas e do bem-estar das mulheres; participou de grupos de estudo em filosofia do Anubhavamantapa e de ascensão espiritual (Moksha; por ela nomeado de arivu).

Catalina de Siena (1347-1380)

Liderou uma comunidade de homens e mulheres, sendo considerada a última reformadora religiosa do período medieval. Escreveu “Diálogo da Doutrina Divina”.

Cristina de Pizan (1365-1431)

Considerada a primeira autora profissional. Sua obra mais famosa foi escrita em 1405, “A Cidade das Mulheres”. Questiona a autoridade masculina dos grandes pensadores e poetas que contribuíram para a tradição misógina e decide fazer frente às acusações e insultos contra as mulheres.

Idade Moderna (Séc. XV – XVIII)

Teresa de Jesus (de Ávila) (1515-1582)

A partir de 1562 começa a fundar monastérios das carmelitas descalças na Espanha, uma variante feminina da ordem da qual pertencia. Obras: “Caminho da Perfeição”, a autobiografia “Livro de sua Vida”, “Castelo Interior” ou “As Moradas”.

Louise Labé (1524-1566)

Francesa erudita, literata e música. Obras: “Sonetos”, “Debate entre a Loucura e o Amor”. Na dedicatória deste livro escreve uma espécie de manifesto das reivindicações femininas: o direito das mulheres à ciência e outros conhecimentos.

Oliva Sabuco (1525/30)

Médica e filósofa espanhola; foi pioneira em medicina psicossomática, apontando a necessidade de unir filosofia e medicina, corpo, alma, mente e demonstrando que até a cosmologia pode afetar a saúde humana. Escreveu uma obra holística com sete tratados sobre o assunto, publicada em 1587.

Mary Astell (1666-1731)

Uma pensadora que unificou suas convicções filosóficas e religiosas em uma visão feminista. Inovou o campo moral e pedagógico de sua época. Obras: “A Serious Proposal to the Ladies for the Advancement of their true and greater Interests” e “By a lover of her Sex”.

Maria Gaetana Agnesi (1718-1799)

Foi uma linguista, filósofa e matemática italiana. Agnesi é reconhecida como tendo escrito o primeiro livro que tratou, simultaneamente, do cálculo diferencial e integral. Escreveu em latim a obra "Propositiones philosophicae" (Proposições Filosóficas), publicada em Milão em 1738; mas o que a tornou notável foi o seu compêndio profundo e claro de análise algébrica e infinitesimal na obra "Instituzioni Analitiche" (Instituições Analíticas), traduzida para o inglês e para o francês.

Mary Wollstonecraft (1739- 1797)

Escreveu seu primeiro livro em 1787, “Pensamentos sobre a Educação das Filhas”, onde se percebe a influência de Locke e Rousseau. Em 1790 escreve a “Reivindicação dos Direitos dos Homens” e, em 1792, sua obra mais importante, um tratado político-filosófico intitulado “A Reivindicação dos Direitos das Mulheres”.

Olímpia de Gouges (1748-1793)

São mais de quatro mil páginas de escritos revolucionários, peças de teatro, panfletos, novelas, sátiras, utopias e filosofia. Foi presa por questionar a escravidão dos negros; tomou posições em favor dos direitos da mulher (divórcio, maternidade, educação e liberdade religiosa) e defendeu oprimidos e humilhados com tal dedicação será condenada à guilhotina, em 1793. Das obras destacam-se: “Memórias de Mme. De Valmont”, “Carta ao Povo”, “Os Direitos da Mulher e Cidadã”.

Harriet Taylor (1807 – 1858)

Foi uma filósofa e defensora dos direitos das mulheres. A estreita relação com Stuart Mill torna difícil dizer o quanto cada um assumiu o trabalho que produziram coletivamente, principalmente a obra The Subjection of Women.

Idade Contemporânea (Séc. XIX - XX)

Rosa de Luxemburgo (1871-1919)

Publicava, em Paris, o Jornal A Causa Operária, em 1906. Participou sempre à esquerda das atividades do Partido Social Democrata Polonês e do III Congresso da Internacional Socialista. Foi presa diversas vezes. Em 1919 é assassinada pela polícia em uma prisão alemã. Obras: “Acumulação do Capital”, “Contribuição para a explicação do Imperialismo”, “Militarismo, guerra e classe operária”, “A revolução Russa.”

Lou Andreas-Salomé (1861-1937)

Em 1919 escreve seu primeiro ensaio de argumento psicológico, “O Erotismo”. Passou então a freqüentar o debate psicanalítico e encontrou os argumento que necessitava para articular seus maiores interesses: a arte, a religião e a experiência amorosa como pode se verificar em sua obra: “Reflexões sobre o problema do amor”, “Religião e Cultura”, “Jesus, o judeu”, “Meu agradecimento a Freud”.

Edith Stein (1891-1942)

Lecionava na Universidade de Gottinger. E 1915 presta serviço a Cruz Vermelha. Em 1925 dedica-se a uma intensa atividade, traduzindo obras de São Tomás de Aquino e Newman e publicando “Sobre o Estado e a Fenomenologia de Husserl”. Interessou-se pela questão feminina no campo filosófico e religioso, publicando “Ethos” das profissões das mulheres. Morreu em 1942 em Auschwitz numa câmara de gás.

Maria Zambrano (1904-1991)

Em 1936 faz parte de um grupo de intelectuais que com missões pedagógicas, iniciam uma experiência de educação popular. A relação entre poesia e filosofia, o mito e a razão, a paixão e o intelecto, a obra e a ação, o papel dos intelectuais e o sentido da história parecem ser as principais preocupações de Maria Zambrano.

Hannah Arendt (1906-1975)

A partir de “As origens do Totalitarismo”, inicia uma reflexão dos acontecimentos de sua época; pensa de um modo novo a política e critica a tradição filosófica de seu tempo e seus contemporâneos. Obras: “A condição Humana”, “Entre o passado e o futuro”, “Crises da República”, “Eichmann em Jerusalém”, “A banalidade do mal”, “A vida do Espírito. O pensar, o querer e o julgar”

Simone de Beauvoir (1908-1986)

Representante do Existencialismo. Colaboradora da Revista Tempos Modernos. Nas décadas de 50 e 60 viajou pelo mundo debatendo sua produção filosófica, com grupos políticos e feministas. O “Segundo Sexo”, obra sobre a condição feminina, transformou-se em ícone do movimento feminista. Escreveu também: “Por uma moral da ambiguidade”, “A força das coisas” e “Balanço final”, entre outros.

Foi professora mas, seguindo seu impulso político, decidiu fazer parte da classe operária. Seus textos refletem suas experiências e suas intuições, bem como seu percurso pelo marxismo até a religião. Obras: “Reflexões sobre as Causas da liberdade e da opressão social”, “Reflexões sobre a Origem do Hitlerismo”, etc.

Angela Davis (1944)

Ativista radical dos anos 70 no movimento político Black Power- as panteras negras. Debate os conceitos de liberdade e liberação, bem como a reflexão sobre o sexismo e racismo, ao lado da classe e o poder. Seus escritos trazem um pensamento transformador para a reflexão filosófica no século XX.

Susanne Langer (1895-1985)

Susanne Langer (Susanne Katherina Knauth, Nova Iorque20 de dezembro de 1895 — Nova Iorque, 17 de julho de 1985) foi uma grande especialista em filosofia da arte, seguidora de Ernst Cassirer. Sua publicação mais conhecida em português é Filosofia em Nova Chave, seus principais escritos enfocam o papel da arte no conhecimento humano. Entre suas principais influências destacam-se também o filósofo e matemático Alfred North Whitehead, o músico Heinrich Schenker, o filósofo da educação Louis Arnaud Reid, o psiquiatra e neurologista alemão Kurt Holdstein. Define a obra de arte como um símbolo presentacional que articula a vida emocional do ser humano.

Ayn Rand (1905-1982)

Ayn Rand foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa estado-unidense de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo. A filosofia e ficção enfatizam noções de individualismo, egoísmo racional, e capitalismo. Os romances preconizam o individualismo filosófico e liberalismo econômico.

Sarah Kofman (1934–1994)

Foi uma filósofa francesa com mais de 20 livros publicados, sobre diferentes assuntos; estudos sobre a mulher na psicanálise freudiana (considerada a mais completa análise sobre a sexualidade feminina em Freud), a trajetória da mulher na filosofia ocidental e estudos sobre Nietzsche.

Julia Kristeva (1941)

É uma filósofa búlgara-francesa. Erudita, é autora vários livros em variadas áreas de conhecimento, como artelinguísticafeminismo e pós-estruturalismo.

 

Mulheres na ciência

 

As mulheres contribuíram para a ciência desde os primeiros dias, mas não foram reconhecidas. Historiadores interessados em estudos sobre gênero e ciência trouxeram à luz as contribuições femininas, as barreiras enfrentadas e as estratégias implementadas para conseguir a aceitação do trabalho científico.

Antiguidade

O envolvimento de mulheres no campo da medicina foi registrado em diversas civilizações antigas. Uma egípcia, Merit Ptah(2.700 A.C.), além de Peseshet, era definida numa inscrição como "médica chefe", é o mais antigo registro de de uma mulher na história da ciênciaAgamede foi citada por Homero como uma curadora na Grécia Antiga antes da Guerra de Troia.Agnodice foi a primeira mulher médica a exercer a profissão de maneira reconhecida pela lei na Atenas do século IV a.C.

O estudo da filosofia natural na Grécia Antiga era aberto às mulheres. Exemplos como os de Aglaonice, que previa eclipses lunares; e Theano, matemática e física, pupila e possivelmente também mulher de Pitágoras, da escola de Crotona, na qual estudavam muitas outras mulheres. Temistocléia era filósofa, matemática e alta profetisa de Delfos foi mestra de Pitágoras e o introduziu aos princípios da ética.

Existem muitos registros de mulheres que contriburiam para a proto-ciência da alquimia em Alexandria por volta do primeiro ou segundo século a.C., onde a tradição gnóstica valoriza as mulheres. A mais conhecida, Maria, a Judia, foi a inventora de equipamentos para a química, como o banho-maria (de onde o nome Maria, em homenagem) e um tipo de alambique ou aparelho de destilação simples.

Hipátia de Alexandria (370-415) era filha de Teão de Alexandria, acadêmico e diretor da Biblioteca de Alexandria. Ela escreveu textos sobre geometriaálgebra, astronomia, e credita-se a ela a invenção do hidrômetro, de um astrolábio e um instrumento para destilar água.

Europa Medieval

A educação universitária era disponível para algumas mulheres na Idade Média européia. A física Trotula supostamente ocupou uma cadeira na Escola de Salerno no século XI, aonde ministrou aulas a mulheres da nobreza italiana, um seleto grupo por vezes referido como "as senhoras de Salerno". Inúmeros textos que se referem à medicina feminina, em obstetrícia eginecologia, entre outros tópicos, também são a ela creditados. A Universidade de Bolonha permitia às mulheres assitir aulas desde o começo em 1088Dorotea Bucca ocupou uma cadeira em medicina no século XV. De uma maneira geral, eram excluidas das universidades.

Conventos medievais foram outro ambiente de educação para mulheres, e algumas dessas comunidades ofereciam oportunidades para que as mulheres contribuissem para a pesquisa acadêmica. Um exemplo foi a alemã Hildegard de Bingen, cujos inúmeros e prolificos escritos abrangiam os mais variados assuntos científicos, como medicina, botânica e história natural.

 

Mulheres na política

 

Mulheres na política têm sido historicamente sub-representadas nas sociedades ocidentais em comparação com os homens. Muitas mulheres, no entanto, teem sido eleitas politicamente para ser chefes de Estado e de governo. Uma das mais proeminentes líderes de potências mundiais do sexo feminino pode ser Margaret Thatcher como primeiro-ministro do Reino Unidoprimeiro-ministro da Índia Indira Gandhiprimeiro-ministro de Israel Golda MeirChanceler da Alemanha Angela Merkelprimeiro-ministro do Canadá Kim Campbellprimeiro-ministro da França Edith CressonPresidente da República Popular da China Soong Ching-ling (AKA Rosamond Soong), eDiretor da Revolução Cultural, ditador Jiang Qing.

Primeira mulher a presidir um pais

Foi na República de Tuva, em 1940, que uma mulher foi pela primeira vez presidente da república de um pais na época moderna, a presidente Khertek Anchimaa-Toka, falecida em 2008 aos 96 anos. Já no cargo de Primeira-Ministra a primeira a ocupá-lo foi Sirimavo Bandaranaike (1916-2000) no Sri Lanka de 1960 a 1965 e em mais duas ocasiões de 1970 a 1977 e de 1994 a 2000.

Organizações internacionais

Ainda não houve uma mulher Secretário Geral das Nações Unidas. A tanzaniana Asha-Rose Migiro, foi nomeada em 2007, para ocupar o cargo de Vice Secretária-geral das Nações Unidas.

Brasil

A primeira mulher Chefe de Estado na História do Brasil, foi D. Maria IRainha Reinante do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 1815; quando o Brasil deixou de ser Colônia Portuguesa e foi elevado a Reino do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, tendo o Rio de Janeiro como Capital.

A segunda mulher Chefe de Estado na História do Brasil foi D. Leopoldina que atuou como Regente em 1822, grande foi sua influência no processo de Independência do Brasil.

A terceira mulher Chefe de Estado na História do Brasil foi D. Isabel que foi Regente do Brasil em vários períodos (1870 — 1871, 1876 — 1877 e 1887 — 1888) durante o período em que ela regeu o Brasil ela sancionou em 13 de maio de 1888 a Lei Áurea (Lei Imperial n.º 3.353) foi a lei que extinguiu a escravidão no Brasil, considerada um grande marco na História do Brasil, e que a eternizou como a Redentora.

Durante grande parte da História do Brasil República, as mulheres foram excluídas de qualquer participação na política, pois a elas eram negados os principais direitos políticos como, por exemplo, votar e se candidatar. Somente em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, as mulheres conquistaram o direito do voto. Também puderam se candidatar a cargos políticos.

Principais participações das mulheres na política brasileira

  • Em 1929, Alzira Soriano conquistou 60% dos votos e em 1º de janeiro do ano seguinte foi empossada prefeita de Lajes, no Rio Grande do Norte. Foi à primeira mulher da América Latina a assumir o governo de uma cidade.
  • A ata geral emitida pela 13ª junta apuradora do Tribunal Eleitoral de Quixeramobim prova a conquista de Quixeramobim. Aos 12 de outubro de 1958 a 13ª junta apuradora da Justiça Eleitoral da comarca de Quixeramobim declarava encerrada a apuração dos votos para o cargo majoritário no município sertanejo situado a 206km de Fortaleza. O extrato da ata geral anunciava Aldamira Guedes Fernandes vencedora do pleito para o Poder Executivo local. Com maioria absoluta de votos, exatos 59%, comemorava a conquista, sendo empossada aos 25 de março do ano seguinte. No Brasil, pela primeira vez, uma mulher assumia o cargo por meio do voto livre.
  • Daquela época, a pioneira no cenário político nacional recorda que não existiam comícios, não se distribuíam bonés e nem blusas dos candidatos; não haviam carros de som fazendo propagandas pelas ruas, cartazes e nem outdoors. Ela explica que só existiam duas amplificadoras de som na cidade. Uma delas, a da Paróquia de Santo Antônio e a outra, do radialista Fenelon Câmara. “A gente tinha que conquistar o eleitor era na visita, na conversa, mostrando nossas propostas de trabalho. Era comum a gente pedir o voto às comadres e compadres, assegurando por conta disso, uma boa margem de votos”, diz ela.
  • Em 1933, Carlota Pereira de Queirós tornou-se a primeira deputada federal brasileira.
  • Em 1979, Eunice Michiles tornou-se a primeira senadora do Brasil.
  • Entre 24 de agosto de 1982 e 15 de março de 1985, o Brasil teve a primeira mulher ministra de Estado, foi Esther de Figueiredo Ferraz, ocupando a pasta da Educação e Cultura.
  • Em 1986, Iolanda Fleming se tornou a primeira mulher a governar um estado brasileiro.
  • Em 1986, Maria Luíza Fontenele tomou posse como à primeira mulher prefeita de uma capital estadual brasileira.
  • Em 1989, Luíza Erundina tomou posse como à primeira mulher prefeita da maior capital do país.
  • Em 1989, ocorre a primeira candidatura de uma mulher para a presidência da República. A candidata era Lívia Maria Pio, do PN (Partido Nacional).
  • Em 1990, Zélia Cardoso de Mello foi empossada como a primeira e única mulher a ocupar o cargo de ministra da Fazenda.
  • Em 2006, Ellen Gracie, então Presidente da Suprema Corte, foi, interinamente, a primeira mulher presidente do Brasil. Na necessidade do Presidente, do Vice e dos presidentes do senado e câmara baixa irem à Argentina, ela foi à Base Áerea se encontrar com o então presidente Lula para a sucessão do cargo.
  • Em 31 de outubro de 2010, Dilma Rousseff (PT - Partido dos Trabalhadores) venceu as eleições presidenciais no segundo turno, tornando-se a primeira mulher a ser eleita presidente da República Federativa do Brasil.
  • Ela é a segunda mulher chefe de estado do Brasil República, e a 5ª Chefe de Estado da História do Brasil, 195 anos depois de D. Maria I.

 

História das mulheres

 

História das mulheres é o estudo do papel que as mulheres têm desempenhado ao longo da história, e também dos métodos necessários para estudar o tema. Ela inclui o estudo da história do desenvolvimento dos direitos das mulheres pelo registro da história, a análise de mulheres individuais com significado histórico e o efeito que os eventos históricos tiveram nas mulheres. Inerente ao estudo da história das mulheres é a crença de que registros mais tradicionais minimizaram ou ignoraram as contribuições das mulheres e o efeito que os eventos históricos tiveram nas mulheres como um todo; assim, a história das mulheres é muitas vezes uma forma de revisionismo histórico, procurando confrontar ou expandir o consenso histórico tradicional.

Na perspectiva feminista, até a metade do século XX, as sociedades ocidentais concediam um tratamento favorável aos homens, mas que subjugava as mulheres, tanto no ponto de vista do direito quanto dos usos e costumes. De fato, a maioria das tradições atribui uma importância particular ao papel social da mulher no lar, que deveria se consagrar às tarefas domésticas, à reprodução e à educação dos filhos. Contudo, notamos que a desobrigação da mulher de seguir esse papel feminino tradicional é recente, relacionada ao atual modelo de desenvolvimento econômico, que estimula a produção para a família e também para o mercado.

Definições do Campo de Estudo

A História das mulheres é um campo de estudo da História que produz uma crítica à visão da história dominante, predominantemente masculina, que, criada nessas condições, reflete uma diferença social.

Desde o início da escrita da história as relações entre seres humanos na sociedade são desiguais. A escrita da história, desde seu início, foi feita por homens, registrando grandes fatos historiográficos que são os grandes acontecimentos realizados pelos homens ou, caso englobe um fato realizado por uma mulher, ainda essa é, na maioria das vezes, contada pelos mesmos.

Assim, vê-se que não existiu uma história do ser humano no geral, mas sim, uma história focada em um dos gêneros. A reviravolta feminista do século XX começou a contestar isso, e as mulheres começaram não somente a adentrar na história como sujeito e como centros de questões particulares, bem como aumentaram, também, a sua participação na escrita da história, criando assim a categoria de estudo “mulher”.

Entretanto, a própria categoria “mulher” sofreu críticas porque essa identidade única, diferenciada de “homem”, não seria suficiente para representar todas as diferenças entre as mulheres, expressar as necessidades e os mais diversos direitos da mulher, pois as mulheres estão inseridas em diferentes formas de opressão.

Uma linha de trabalhos acadêmicos passou a incluir na narrativa da história universal a presença das mulheres levando em conta as vivências comuns, lutas e resistências.

A palavra “gênero” foi utilizada por Robert Stoller em 1968 para designar uma identidade sexual que vai além da biológica. No movimento feminista a palavra “gênero” era utilizada nos debates para discutir a subordinação das mulheres pelos homens. Para Joan Scott, "gênero é a organização social da diferença sexual".

Pré-História e História Antiga

A pré-história é caracterizada justamente pela inexistência de documentos escritos. Por isso, não se sabe ao certo o papel da mulher no período pré-histórico. O que sabe-se é que a figura feminina tinha um enorme peso nas sociedades de todo o mundo. Não eram sociedades matriarcais, e sim matricêntricas, pois a mulher não dominava, mas as sociedades eram centradas nela por causa da fertilidade.

As civilizações antigas (ElamCretaSuméria, EgitoBabilôniaGréciaRoma, entre outras) foram amplas12 em cultuar a mulher e a feminilidade nas figuras de diversas deusas (horaseríniasmoirasmusas). As mulheres também se destacaram no mundo clássico como sacerdotisas (Diotima de MantineaTemistocléia) sábias, filósofas, matemáticas (Hipátia de AlexandriaTheanoDamo), pitonisas (Pítia), ou na tradição lendária, como guerreiras (as amazonas.)

A mulher e a família em Roma

A civilização romana prezava o casamento e a família como uma das instituições centrais da vida social e em torno dela foram estabelecidas as três virtudes romanas: a gravitas, que era o sentido de responsabilidade; a pietas, que configurava a obediência à autoridade; e a simplicitas, que impedia que os romanos fossem guiados pela emoção, mantendo sempre a razão. A religião e o culto aos deuses era o lastro desta instituição, cujo poder, "de vida e morte", era exercido exclusivamente pelo pai sobre os filhos, os escravos e (em alguns casos) sobre a mulher. Este poder ou pater familias tem origem no patriarcado hebreu que pela primeira vez na históra denominou de pai ou Deus à Deusa Mãe e com isso centralizou o culto e a religião na figura masculina. Os valores cultivados na família romana levaram à valorização da mulher que a despeito de obedecer o (pater) marido, era vista como um alicerce fundamental e o trabalho doméstico como uma virtude. Mais tarde, no século I a.C., a flexibilização das leis garantiu maior liberdade à mulher e maior participação na vida pública.

Idade Média

Durante a Idade Média as mulheres tinham acesso a grande parte das profissões, assim como o direito à propriedade. Também era comum assumirem a chefia da família quando se tornavam viúvas. Há também registros de mulheres que estudaram nas universidades da época, porém em número muito inferior aos homens. Mulheres como Hilda de Whitby, que no século VII fundou sete mosteiros e conventos, incluindo a Abadia de Whitby; a religiosa alemã Rosvita de Gandersheim, autora de dezenas de peças de teatro; e similarmente, também na Alemanha, a prolífica religiosa Hildegarda de Bingen (ou Hildegard von Bingen, na língua alemã); Ana Comnena fundou em 1083 uma escola de medicina onde lecionou por vários anos; a rainha Leonor, Duquesa da Aquitânia, exerceu relevante papel político na Inglaterra e fundou instituições religiosas e educadoras. No mundo Islâmico, entre os séculos VIII e IX conhecem a glória: religiosas, eruditas, teólogas, poetisas e juristas, rainhas.

Política

A mulher medieval trabalhou e estudou, fundou conventos e mosteiros, lecionou e também governou. Recebeu uma educação moral, prática (técnica) e intelectual, que lhe permitiu desempenhar um papel social de colaboradora do marido, seja na agricultura, no comércio ou na administração de um feudo. Um governo que se estendeu do âmbito privado ao público: quando morria o marido era ela quem assumia a administração do negócio. Como governantes, Branca de CastelaAnne de BeaujeuMatilde II de Bolonha, que reina na Toscana e na Emília durante meio século, institui-se protetora da Santa Sé e combateu Henrique IV, obrigando-o a ajoelhar-se diante de Gregório VII. Em todos os grandes feudos, num momento ou outro, as mulheres reinaram: entre 1160 e 1261 sete mulheres se sucederam no condado de Boulogne. Ícone medieval, Joana D´Arc, jovem chefe guerreira, conquista oito cidades em três meses e apesar de ferida continua a combater.

Literatura

A escritora italiana Christine de Pizan (1364 - 1430), autora do livro A Cidade das Mulheres defende na obra que há igualdade por natureza entre os sexos, pode ser considerada uma das primeiras feministas por apresentar um discurso a favor da igualdade entre os sexos, defendendo, por exemplo, uma educação idêntica a meninas e meninos.

 

Mulheres na Idade Média

 

As mulheres na Idade Média, além de exercerem o papel tradicional de esposas, mães e filhas, também se ocupavam de diversos outros papéis sociais. Muitas mulheres tinham uma profissão e até conduziam alguma forma de negócio sem a tutela de seus maridos, de forma autônoma. Por exemplo, os registros documentais de Paris do século XIII apresentam mulheres professorasmédicasboticáriastintureirascopistasminiaturistas, encadernadorasarquitetas, mas também alguns papéis de liderança importantes, tais como abadessas e rainhas. Além disso, as mulheres tinham direito de voto nas comunas burguesas.

Muitas forças sociais influenciaram o papel da mulher nesse período, mas a força que guiava toda a população medieval era a Igreja Católica Romana, com o seu predomínio cultural e religioso sob a mentalidade popular. A Igreja foi uma grande influência unificadora da cultura na Idade Média, com o ensino da cultura latina, preservação da arte e da escrita e uma administração que se estabelecia por um estatuto criado após a queda do Império romano em que havia uma maior predominância do direito canônico, aplicado pelos bispos. Outra influência foi as culturas celto-germânicas ou 'bárbaras' da Europa Ocidental, onde a mulher era independente e tinha status social, nessas antigas sociedades bárbaras as mulheres tinham grande prestigio.

A partir do século XII a imagem de Maria se impõe na sociedade medieval, através do culto mariano que tem início no século XI no Ocidente. Essa intensa valorização da imagem de Maria na Idade Média intensificou a presença e a promoção feminina na religião.

Houve muitas mulheres entre os mártires. Desde muito cedo muitas foram eleitas como santidades, mas durante os primeiros séculos da Idade Média, o modelo masculino de santidade predominava na figura dos bispos, sendo os santos desse período, em sua maioria, esses homens de fé.

Outros aspectos influenciaram muito a vida feminina, como a baixa expectativa de vida, especialmente na Alta Idade Média, e a ascensão das guildas ou corporações de ofício, entre a Idade Média Central e a Baixa Idade Média, as quais tornaram-se predominantemente masculinas ao final do medievo.

O casamento e o papel da mulher na família

No judaísmo, a mulher era quase totalmente subordinada ao marido. No paganismo romano, porém, o sistema era um pouco mais complexo: anterior ao modelo cristão, e precedeu o rito medieval, visto que a mulher romana tinha o status de uma menor, não podendo participar e cumprir determinados atos jurídicos sem a permissão do marido. Todavia, a civilização romana desenvolveu um conceito igualitário para essa união com a designação "Ubi Gaius tu Gaia""onde sou Gaius, tu és Gaia".

Teoricamente o casamento na Idade Média, de forma geral, ocorria quando as mulheres ainda eram muito jovens em relação a seus maridos, o que forjava um domínio completo do esposo, conduzindo numa perda dos direitos legais que a mulher possuía quando solteira. Mas, ao se casar a mulher tornava-se responsável pela manutenção de seu lar, sendo essa sua principal atribuição e obrigação. Santo Agostinho expressava em três palavras o propósito do casamento: prole, a fidelidade e o sacramento. No entanto, a composição da família e o casamento variou de região para região, de local para local, sendo muito relativo, muitas camponesas solteiras ou casadas eram chefes ou anciãs de suas Aldeias, a situação da mulher frente ao homem era igualitária nas classes populares como os camponeses. Uma serva trabalhava tanto quanto um servo e uma mulher da taverna urbana ou a burguesa tinha tanta preocupação em fechar balanços positivos e vigiar tratos com agiotas ou com a guilda, quanto seu marido.

Para o medievalista Georges Duby, o dever mais importante do chefe da família era vigiar e possuir o controle sobre a vida das mulheres que viviam sob sua tutela, tendo total liberdade para tomar decisões sobre suas vidas. Assim, a condição feminina na Idade Média sempre foi transmitida como uma condição de 'submissão' em relação aos homens, pelo menos entre a aristocracia feudal.

Contudo, Régine Pernoud apresenta uma opinião contrária, e entende que o chefe da casa possuía a autoridade para colocar em prática suas funções como marido e pai; todavia, não possuía sobre a mulher e os filhos um poder ilimitado. Segundo esse ponto de vista, a mulher cooperava tanto na organização da comunidade em que vivia quanto na educação de seus filhos, entretanto cabia ao marido o sustento da família. Mas, na ausência do marido a mulher tornava-se a chefe do lar, e caso a mulher falecesse sem herdeiros, seus bens pessoais regressariam para sua família de origem.

O ensino

família medieval mostrava-se menos inclinada em instruir suas filhas, embora no século XIV sejam observadas, por exemplo, crianças de ambos os sexos em instituições de ensino em Florença. A chance da instrução feminina rendeu uma enérgica discussão e muitos moralistas da época foram avessos a essa ideia. Contudo, as damas da sociedade constituíam um situação exclusiva, já que suas responsabilidades sociais condiziam com um certo nível de educação e cultura. Por isso, sabiam ler e escrever, muitas de forma perfeita e algumas até dominavam o latim e o grego.

As moças eram separadas dos rapazes e frequentavam estabelecimentos de ensino particular, que podiam ser em menor quantidade, mas os estudos ocorriam de forma muito ativa. A abadia de Argenteuil, onde foi educada Heloísa de Cluny, ensinava às moças as Sagradas Escrituras, as letras, a medicina e mesmo a cirurgia, sem contar o grego e o hebraico. Entretanto, fora do meio privilegiado, a formação feminina era orientada antes de mais nada pelas compreensões do casamento, dos filhos, das responsabilidades e da vida privada. As mulheres deviam ser educadas para serem mães zelosas, educadoras da moral e da fé e exemplos para suas filhas, sendo a figura materna a verdadeira depositária dos valores privados.

Cuidados pessoais

Imagem de 1493. Dama medieval com vestuário luxuoso e cabelo trançado. A longa cabeleira feminina na Idade Média era vista como um atributo sexual, e por isso era necessário discrição. A presença dos longos cabelos era tida como um véu natural, necessário às mulheres para demonstrar-lhes sua inferioridade nativa, sua sujeição. Assim, o cuidado com seus longos cabelos deveria ser um hábito íntimo legado ao quarto. E, quando fossem sair as ruas deviam prendê-los numa trança, já que na época o cabelo solto tinha um poderoso efeito erótico. Só as mulheres que viviam da prostituição mantinham seus cabelos soltos. Mulheres que não eram mais meninas, principalmente as casadas, ao estarem em público deviam encerrar suas tranças numa touca.

Os trajes

Usualmente, as mulheres medievais da elite usavam roupas que seguiam a linha do corpo, com um busto muito justo e amplas saias. O corpete ficava por dentro de uma camisa de tecido, e as mangas eram por vezes duplas, as primeiras - traje de cima- nos cotovelos, e as de baixo, de tecido mais simples, indo até aos pulsos. O pescoço era sempre bem destacado, enquanto as saias arrastavam pelo chão, presas por um cinto onde por vezes sobressaia uma fivela de joalheria.

A diversidade dos trajes luxuosos não deixou de aumentar ao longo das gerações. A qualidade dos tecidos tornou-se mais refinada com o uso de uma seda mais rica. Os guarda-roupas foram ficando mais variados. A partir de uma análise dos inventários que nos restam das famílias da Idade Média, podemos concluir que as mulheres da aristocracia estavam cada vez mais habilitadas, no século XV, a marcar sua posição por meio da maneira como se vestiam. Desse modo, a forma ostensiva como o vestuário feminino era exibido em público tornou-se a maneira de caracterizar a situação social da família a que pertenciam. O vestuário feminino foi um meio de valorização da imagem das mulheres medievais, e, simultaneamente, uma forma de liberação e de represália contra a sua subordinação pessoal.

O quarto

quarto foi o espaço indicado para aprisionar as damas medievais - as senhoras bem-nascidas. Além de sujeitá-las em seus aposentos, era necessário ocupá-las, pois o ócio era tido como um perigo a natureza feminina. Por isso, o tempo tinha que ser dividido entre oração e trabalhos manuais ligados à costura. No quarto, fiava-se e bordava-se na companhia das outras mulheres da casa, e das mãos femininas vinha a produção dos enfeites da casa e do quarto, além de peças do próprio vestuário.

A sociedade doméstica era atravessada por uma separação nítida entre o masculino e o feminino e o encontro, no interior da morada, entre o senhor e a dama tinha uma única função: a fecundação. Porém, vários outros encontros se produziam nesse ambiente, com outros propósitos. Apesar de uma tentativa de delimitar os espaços pré-destinados às mulheres dentro de uma separação nítida entre masculino e feminino, e reafirmar que existia uma constante vigilância sobre elas, muitos encontros ilegítimos se consumavam ali. Essa situação gerava uma preocupação para o senhor, visto que a manutenção da honra era assunto masculino, público, mas que dependia essencialmente do comportamento das mulheres, isto é, do privado.

A prostituição

A maior forma de marginalidade feminina na Idade Média era a prostituição, que em quase todos os casos começava por volta dos 17 anos, mas um terço delas se vendia antes dos 15 anos. A metade havia sido submetida mediante violência (27% eram vítimas de violações públicas) e cerca de uma quarta parte havia sido prostituída pelas suas famílias ou arrastada à prostituição pelo caráter repulsivo do ambiente familiar. Somente 15% das mulheres parecem ter vendido o corpo por iniciativa própria e sem qualquer coerção.

O retorno do direito romano

A aplicação do direito romano, também conhecido como Corpus Juris Civilis ou códico de Justiniano I modificou a estrutura social medieval. A mulher foi uma das mais afetadas, pois a influência e o uso do Corpus Juris Civilis inspirado nos preceitos cristãos foram minando a liberdade feminina, o que conduziu a um declínio de sua ocupação social no período. O direito romano foi bastante estudado e utilizado pelos que detinham propriedade e poder. O ressurgimento do direito romano foi um regresso às origens romanas, em relação ao direito consuetudinário medieval, e, segundo Régine Pernoud, configurava-se em uma perda, em especial para as mulheres, pois o direito consuetudinário baseado no uso e costumes permitia à mulher conservar o que lhe pertencia antes do matrimônio e a educação dos filhos era exercida em parceria pelo pai e a mãe, por exemplo. O estatuto da mulher dentro da Igreja era similar ao da sociedade civil; no entanto, aos poucos também foi sendo modificado, principalmente no fim da Idade Média e início da Idade Moderna.

A liberdade feminina vai se restringindo na medida em que o direito romano, na figura do pater familias, - chefe do lar - tem poder sobre a vida e a morte da mulher e dos filhos. As mulheres passam a ser propriedade dos pais e, depois de casadas, dos maridos. A maioridade aumenta para os 25 anos e sequencialmente aumenta o tempo de influência dos pais sobre os filhos. No período medieval, o pai administrava uma família, mas não detinha poder supremo sobre ninguém dela. A tarefa de proteção, educação dos filhos e administração dos bens era desempenhada de maneira conjunta por pai e mãe. Com as mudanças advindas do retorno do direito romano, a situação muda radicalmente. A mulher não passa de uma subordinada, sem ter mais direito de opinar sobre assuntos do lar e na criação dos filhos. Foi somente no fim do século XVI, por um decreto do Parlamento Francês de 1593, que a mulher foi claramente afastada de sua participação em funções públicas naquele país. Assim, a presença e atuação feminina foi se limitando ao lar e a educação dos filhos.1

Personagens de importância histórica

Abadessas como Hildegarda de Bingen (1098 - 1179) e Herrad de Landsberg (1130 - 1195), ambas contemporâneas no século XII, desenvolveram-se nos campos teológicos e científicos com maestria. A segunda, Herrad de Landsberg, escreveu a enciclopédia mais conhecida do século XII com o título Hortus Deliciarum, "Jardim de Delícias", fornecendo a síntese mais segura sobre as técnicas das ciências estudadas no período.

Cristina de Pisano (1364 - 1430), poetisa e filósofa, autora do livro A Cidade das Mulheres, recusou-se a aceitar a exclusão das mulheres nas universidades da França, no século XIV, reivindicando uma educação mais completa e acessível a todas as mulheres. Ela desenvolveu dois assuntos fundamentais para a sociedade contemporânea e para o pensamento feminista: a necessidade da educação feminina e a aspiração a uma sociedade pacífica.

Rainhas como Leonor da Aquitânia (1122 - 1204) e Branca de Castela (1188 - 1252), avó e neta, exerceram amplas funções reais, dominando seus reinos devido a ausência dos respectivos maridos e reis, assumindo o reinado com poder ilimitado.25 A imperatriz Adelaide da Itália desempenhou importante papel político junto ao marido Oto I e após viuvar assegurou o trono para seu filho Oto IITeofânia Escleraina, a nora de Adelaide, deu continuidade a esta influência no cenário político apesar das dificuldades pelo fato de ser estrangeira e quando viuvou, foi ajudada pela sogra a assegurar o trono para seu filho Oto III. Ambas também incentivaram as artes na corte do império.

No final do período medieval Isabel I de Castela e o marido Fernando II de Aragão, conhecidos como os Reis Católicos, concluiram a Reconquista da Espanha, financiaram a viagem de Cristovão Colombo, iniciaram a inquisição espanhola que expulsou, converteu ou reprimiu os judeus e islâmicos que viviam no Reino de Aragão.


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