DEUS NÃO É RELIGIÃO OU SEITA, POIS RELIGIÕES E SEITAS SÃO COISAS DOS HOMENS E MULHERES, COMO AS CRENDICES.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


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 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


 

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MENDIGOS (PEDINTES, POBRES MISERÁVEIS) E ORAÇÃO.
MENDIGOS (PEDINTES, POBRES MISERÁVEIS) E ORAÇÃO.

MENDINGOS (PEDINTES, POBRES

MISERÁVEIS

 

Mendigomendicantepedintemorador de ruasem-teto ou sem-abrigo é o indivíduo que vive em extrema carência material, não conseguindo obter as condições mínimas de salubridade e conforto com meios próprios. Tal situação de indigência material força o indivíduo a viver na rua, perambulando de um local para o outro, recebendo o adjetivo devagabundo, ou seja, aquele que vaga, que tem uma vida errante.

O estado de indigência ou mendicância é um dos mais graves dentre as diversas gradações da pobreza material. Muitas das situações de indigência estão associadas a problemas relacionados com toxicodependência, alcoolismo, ou patologias do foro psiquiátrico.

Os mendigos obtêm normalmente os seus rendimentos através de subsídios de sobrevivência estatais ou através da prática da mendicância à porta de igrejas, em semáforos ou em locais bastante movimentados como os centros das grandes metrópoles.

No Brasil

No Brasil, numa tentativa de abordar de forma mais politicamente correta a questão dos que vivem em carência material absoluta, criou-se as expressões pessoas em situação de rua e sem-teto para denominar este grupo social.

Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em 2003 havia cerca de 10.700 moradores de rua na cidade de São Paulo.

Até 2009 a mendicância era considerada uma contravenção penal no Brasil, quando este artigo da Lei de Contravenções Penais foi revogado pela Lei nº 11.983, de 2009.

No Brasil existem muitos casos de "falsos mendigos", uma vez que parte da população possui moradia, porém apenas dorme na rua, devido à impossibilidade de pagar por transporte público diário para retornar ao seu lar devido à seus parcos rendimentos. Também existem diversos casos de "mendigos profissionais", pessoas que escolheram a mendicância como forma de vida, por acharem mais fácil e lucrativo mendigar do que exercer um emprego normal.

Em Portugal

Em Portugal foi criada a expressão sem-abrigo para designar os membros pertencentes ao grupo social que integra as pessoas que vivem em carência material absoluta. Em Portugal existem uma série de instituições e meios que visam sanar ou diminuir a indigência ou a mendicância, tais como o Banco Alimentar contra a Fome, a Mitra de Lisboa, diversas instituições de solidariedade social, ou o próprio Estado social, através do Rendimento Social de Inserção da Segurança Social.

Segundo um levantamento feito em dezembro de 2013 em Portugal existem cerca de 2200 sem-abrigo, cuja grande maioria são homens com baixas qualificações académicas. Destes cerca de 90% estão concentrados em Lisboa e no Porto. Metade dos sem-abrigo em Portugal têm problemas relacionados com toxicodependência ou álcool e 1/4 tem problemas de saúde. 

Sem-teto

sem-teto ou um desabrigado, ou sem-abrigo, é uma pessoa que não possui moradia fixa, sendo sua residência os locais públicos de uma cidade.

É comum identificar a figura do sem-teto com a do mendigo ou do morador de rua de uma forma geral.

Encarado como um problema social, está presente em praticamente todos os países como um indicador de desajuste (casos de alcoolismo, vícios, distúrbios psicológicos, etc.) ou reflexo das condições econômicas.

Definição

desabrigados ou sem-teto são um segmento de uma comunidade que não têm acesso legal comum em edifícios para se abrigar. Essas pessoas muitas vezes preferem o termo "sem teto" do que o termo "sem-abrigo". Pode-se usar o termo moradores de rua que na realidade não abrange todos os desabrigados que em muitos casos não vivem necessariamente em uma zona urbana, sendo assim não podem ser considerados "de rua". Muitos desabrigados preferem converter os edifícios desocupados em moradias, ou ainda habitar em montanhas ou, mais frequentemente, em prados de baixa altitude, riachos e praias.

Uma porção de pessoas sem-teto vivem geralmente em trânsito, mas não há nenhuma terminologia aceita para descrevê-los. Para alguns nomenclatura é freqüentemente associada com conotações depreciativas e, assim, o jargão profissional e vernáculo para descrever estas pessoas é ao mesmo tempo em evolução e não falta de controvérsia. Grande parte da preocupação com a nomenclatura decorre da situação que ocorre no continente europeu, onde o "sem teto" pode ser classificado como uma pessoa de determinada descendência étnica, com conotação explicitamente preconceituosa, como é o caso do cigano. Outros termos que alguns usam a respeito de pessoas em trânsito são: elemento transitório, andarilho, vagabundo ou vagabundo dos trilhos (referentes aos andarilhos que seguem linhas férreas). Ocasionalmente, esses termos são intercambiáveis ​​com outros termos não implicando necessariamente que a pessoa é um viajante, isto é, algum hobbie. O termo "vagabundo" é usado para pessoas sem uma ética voltada ao trabalho, ou de ética em geral, mas a sua aplicação a pessoas puramente na base da falta de moradia é estritamente uma forma de rotulagem prejudicial. O termo "transitórios" é freqüentemente usada em relatórios policiais, sem definições precisas através das jurisdições.

Muitos países têm desenvolvido programas para localizar estas pessoas, e encaminha-las a abrigos de emergência em curto prazo, muitas vezes as igrejas ou outros bens institucionais participam destas ações, particularmente durante os períodos frios. Estes são referidos como centros de aquecimento, e são creditados por seus defensores como órgãos salvadores de vidas.

Definição da Organização das Nações Unidas

As Nações Unidas, busca desde 1940 através de suas agências ou através de consensos na Assembléia Geral a concordância acerca das condições mínimas para uma pessoa ser contabilizada ​​como sem-teto. Entende-se que essas definições legais para os sem-teto como uma pessoa que está refugiada e é pelo menos parcialmente ligado à definição de sem-teto.

Em 2004 o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, definiu como uma família sem-teto:

 

Famílias sem-teto são aquelas famílias sem abrigo que carecem de habitação. Eles carregam suas poucas posses com eles, dormindo nas ruas, ou em outros espaços, numa base mais ou menos aleatória.

 

Em 2009, uma reunião da Comissão Econômica e de Conferência Estatística Europeia, realizada em na OMS Genebra, definiu como falta de moradia e pessoas desabrigadas em dois grandes grupos:

  1. sem abrigo primário. Esta categoria inclui as pessoas que vivem nas ruas sem abrigo que se classifica no âmbito da zona de habitação;
  2. sem abrigo secundário. Esta categoria pode incluir pessoas sem local de residência habitual que se deslocam freqüentemente entre os vários tipos de acomodações (incluindo moradias, abrigos e instituições para os alojamentos de sem teto ou outros). Esta categoria inclui pessoas que vivem em residências particulares, mas relatam "endereços não usuais" nos censos.

O Comissão Econômica e de Conferência Estatística Europeia reconhece que a abordagem acima não fornece uma definição completa do "sem abrigo".

O Artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotado em 10 dezembro de 1948 pela Assembléia Geral das Nações Unidas, contém este texto sobre habitação e qualidade de vida:

 

Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a saúde e o bem-estar próprio e de sua família, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança social em caso de desemprego, na doença, invalidez, viuvez, velhice ou falta de meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle.

 

No Brasil

Existe hoje no Brasil um outro tipo de sem-teto: aquele que vive na casa de parentes, de favor, em área de risco (à beira de rios, por exemplo) ou em imóvel alugado. Nas favelas reside a maior parte dos sem-teto do país. Em 2005, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, o déficit habitacional no país era da ordem de 7,9 milhões de unidades.

Devido a este motivo surgiram os chamados movimentos pela moradia; muitos organizados pela própria população sem-teto, estão entre os principais movimentos sociais urbanos do país. Tais movimentos muitas vezes operam segundo uma agenda unificada de reivindicações, mas a reforma urbana é uma bandeira comum a todas estas entidades. Elas se organizam pelas principais capitais brasileiras, dentre as quais destacam-se:

Há também os sem tetos que moram sob pontes ou viadutos. Por motivos familiares, desemprego, alcoolismo ou mesmo o consumo de entorpecentes, acabam por ficar sem moradia, seja porque pais ou familiares os colocam para fora de casa ou decidem por si mesmos saírem de suas moradias e acabam por morar nas ruas.

 

Eles não são mendigos

 

Os bem-sucedidos tratam os beneficiários das políticas sociais como pedintes, não sujeitos de direito.

Eleições suscitam polarização de opiniões e exageros de pontos de vista. A campanha eleitoral já em curso, como outras, emite sinais de pródigas manifestações de maniqueísmo. O expediente de satanizar o adversário revela, esta é minha opinião, indigência mental e despreparo para a convivência democrática. Intelectuais, incluídos os jornalistas, não escapam desses desígnios: as sagradas funções da crítica e da dúvida sistemática são atropeladas pela paixão política.

Leio sistematicamente as colunas dos jornais brasileiros. Leio sempre com o espírito disposto a considerar os argumentos, mesmo aqueles que não batem com meus juízos e julgamentos.

Pois, embrenhado no cipoal de opiniões, deparei-me com um luminar da sabedoria nativa que, do alto de sua coluna, alertava a nação para os perigos da exploração do “coitadismo”. Imagino que vislumbrasse nas políticas de redução da pobreza uma afronta aos méritos dos cidadãos úteis e eficientes.

Lembrei-me de uma palestra memorável do escritor americano David Foster Wallace. Diante dos estudantes do Kenyon College, Foster Wallace começou sua fala com um apólogo:

“Dois peixinhos estão nadando juntos e cruzam com um peixe mais velho, nadando em sentido contrário.

Ele os cumprimenta e diz:


– Bom dia, meninos. Como está a água?

Os dois peixinhos nadam mais um pouco, até que um deles olha para o outro e pergunta:
– Água? Que diabo é isso?”

Wallace prossegue: “O ponto central da história dos peixes é que a realidade mais óbvia, ubíqua e vital costuma ser a mais difícil de ser reconhecida. ... Os pensamentos e sentimentos dos outros precisam achar um caminho para serem captados, enquanto o que vocês sentem e pensam é imediato, urgente, real. Não pensem que estou me preparando para fazer um sermão sobre compaixão, desprendimento ou outras ‘virtudes’. Essa não é uma questão de virtude – trata-se de optar por tentar alterar minha configuração-padrão original, impressa nos meus circuitos. Significa optar por me libertar desse egocentrismo profundo e literal que me faz ver e interpretar absolutamente tudo pelas lentes do meu ser”.

O povo brasileiro tem manifestado seu desacordo com os bacanas que, como os peixinhos, mergulhados em seu egocentrismo, não conseguem reconhecer o ambiente social em que vivem. Por isso, os bem-sucedidos tratam os beneficiários das políticas sociais como pedintes, não enquanto sujeitos de direito.

Nas últimas décadas, certos liberais brasileiros julgam defender o mercado, desfechando invectivas contra as políticas públicas que, em sua visão, contradizem os critérios “meritocráticos”.

Em 1942, na Inglaterra ainda maltratada pela guerra, o liberal Sir William Beveridge, em seu lendário Relatório, defendeu o mercado ao fincar as estacas que iriam sustentar as políticas do Estado do Bem-Estar.

Associado à ruptura causada nas concepções da economia convencional pela Teoria Geral do Juro, do Emprego e da Moeda – obra magna do também liberal, porém iconoclasta,  John Maynard Keynes –, o Relatório Beveridge cuidou dos princípios e políticas que deveriam orientar a ação do Estado britânico do pós-Guerra.

O liberal Beveridge apontou os “Demônios Gigantes da vida moderna” que os governos estavam obrigados a enfrentar: Carência, Doença, Ignorância, Miséria e Inatividade. Sob sua inspiração, os trabalhistas Atlee e Bevan implantaram a duras penas o National Health Service. Os direitos criados pelo Serviço Nacional de Saúde resistiram bravamente às investidas dos governos conservadores, desde Thatcher até os tempos do mauricinho Cameron.

Na Inglaterra dos anos 20 e 30 do século passado, as diferenças educacionais entre as classes sociais estavam legitimadas por suposições pseudocientíficas, mas, na verdade, preconceituosas a respeito da “inteligência”. A eugenia não foi prerrogativa da Alemanha nazista, mas se espalhava por toda a Europa nas asas do pensamento conservador, que entre outras monstruosidades produziu o criminoso nato de Lombroso. Para os “anticoitadistas” de então, a capacidade intelectual estava predeterminada por hereditariedade e, portanto, nem todos poderiam se beneficiar da educação.

Em seu Relatório, Beveridge proclamou que a ignorância é uma erva daninha que os ditadores cultivam entre seus seguidores, mas que a democracia não pode tolerar entre seus cidadãos. Temo que algumas democracias tenham se descuidado das ignorâncias.

 

POR QUE EXISTE O MENDIGO?

            

As grandes e médias cidades dos tempos de hoje (século XX), estão impregnadas de problemas os mais difíceis possíveis, dentre os quais podem se citar alguns de grande efeito dentro da economia, política e sociologia dos seres humanos, tais como: seqüestros, roubos e furtos, prostituição, homossexualismo, desemprego, menores de rua, desigualdades sociais, mendicância e alguns outros de complicada solução. Tais problemas têm preocupado as autoridades governamentais, especialmente os civis que se encontram prisioneiros sem praticar qualquer delito repugnável pelos códigos penais e pelo direito civil, que é quem regula e vigia aqueles que não estão de acordo com as normas constituídas pelos hábitos e costumes de uma sociedade, consciente de seus limites. Ao se fazer uma meditação sobre essas patologias, é que se pensou em detalhar um pouco mais a situação dos mendigos, que se avolumam nas cidades de grande porte, constituindo um problema de distribuição de renda aos trabalhadores, de desprezo aos carentes, e, até mesmo, de esconderijo aos marginais, que procuram essa farsa para seus crimes.

            Ao iniciar os questionamentos sobre o que significa mendigo, pode-se enumerar uma lista muito grande de conceitos que caracterizam este termo, tais como: simplesmente pedinte, ou aquele que anda pelas ruas, sujos, com roupas rasgadas, e dormindo nas marquises das lojas sofisticadas, ou aquele que sai de porte em porta pedindo um pedaço de pão para saciar sua fome e de seus filhos e esposa. Mas, porque surge o mendigo? Será a preguiça como diz o bem empregado? Será a fuga do campo, que não consegue colocação em um emprego digno, mesmo desqualificado? Será a distribuição de renda, que exclui do mercado de trabalho, aqueles de idade avançada? Ou será como dizem os reencarnacionistas a lei de causa e efeito em atuação? Essas e outras perguntas farão parte das inquietações que deixam os cientistas, sociólogos, economistas e religiosos estupefatos quanto a essa problemática, que deixa a sociedade apavorada, devido à insegurança que as famílias enfrentam nos dias de hoje, cujos exemplos e correições não têm dado conta de uma situação tão difícil que se vive na atualidade.

            A princípio, o surgimento dos mendigos advém de coisas simples, isto é, pessoas pobres que não têm como se alimentar; não acham outro meio se não pedir um pouquinho ao vizinho ao lado, cuja sensibilidade do amigo ou conhecido não mediu distância, proporcionando condições para que aquele ser humano pudesse saciar a sua fome, ou procurar os meios de sobrevivência, isto é, uma atividade qualquer para executar. A questão da mendicância aparece com a divisão da sociedade entre pobres e ricos, cujo aumento desse diferencial, os pobres vão à miséria e os ricos mais ricos; aí, levanta-se o estigma entre o vestido, asseado e o que está sujo, mulambento e fedorento, que provoca a sensibilidade do sentimento, e a repulsa daquele que não quer sentir mal cheiro. Tudo isto a sociedade criou; como a lei de causa e efeito existe, a explicação dos reencarnacionistas é viável aos pensadores, certamente para quem já a sabe, pois quem se melou deve se limpar, pois quem contraiu qualquer maldade deve substituí-la com a prática do bem, caso contrário, os sofrimentos, um deles a mendicância, será o seu consolo real e triste.                  

            O mendigo vive uma lida muito complicada, sai pela manhã, de casa em casa a pedir pão, roupa velha, comida em geral, um trocadinho, isto é, alguma moeda que vai servir para tomar uma bicada (uma dose de cachaça) na mercearia da esquina e de bicada em bicada, fica bêbado, aumentando ainda mais o estigma daqueles que detestam mendigos, com sofrimentos maiores para sua família que almeja sobreviver. Muitas e muitas vezes, o pedinte não chega em sua casa, ficando na sarjeta, bêbado pelas calçadas, cujos companheiros são os cachorros e seus colegas de infortúnio, como se observa nas ruas escuras e debaixo das pontes, que são os seus berços acolhedores de mais um dia de cachaça e de dores para seus filhos que vivem numa mesma situação vibratória. A família desesperada aloca o filho para o trabalho de baixa qualificação, porque não teve oportunidade de conseguir nível escolar suficiente a um bom trabalho, pois ao se cansar de ganhar pouco, trilha pelo mesmo caminho do pai, ou de um irmão que está no mesmo destino, que é assumir seu nível espiritual de materialidade, de alimentar seu ego com a sua brutalidade. 

            As origens desta situação, os cientistas dizem que é problema da distribuição de renda, os sociólogos retrucam insinuando que são desajustes sociais, os historiadores colocam que são as raízes do desenvolvimento, porém, os espiritualistas trabalham a idéia de que é resultado de causa e efeito, que todos estão envolvidos no processo evolutivo do homem, ao estar-se no lugar que merece, de acordo com seu nível espiritual. De acordo com o espiritismo tudo que acontece no mundo é uma construção de todos os seres pensantes daquele ambiente, e a distribuição de renda má ou boa não está fora deste raciocínio, pois o amanhã é uma construção de tudo o que se faz hoje, tendo em vista que a construção do mundo é feita pelas inteligências que lá existem. Quanto aos desajustes sociais, decorre justamente dos níveis diferenciados entre as pessoas, porque o egoísmo, a vaidade, o orgulho, a ganância, e muitas outras formas de inferioridade, ou de maledicências que ainda estão bloqueando o uso da inteligência, que é a faculdade que melhor organiza o raciocínio, a razão, e dá lógica aos fatos que são as experiências da vida.

            O mendigo está no ventre de uma nação que vive sob o crivo de uma economia, de uma política, de uma sociologia, de uma história, esquecendo que acima de tudo existe uma força maior que dá ordenação a tudo que existe, sem imposição e sem ditadura de quem quer que seja para que tudo dê certo, pela livre e espontânea vontade de quem almeja aprender, ou criar consciência de sua existência, ou de seu próprio eu, como espírito e como alma. Os erros que acontecem são naturais, devem retornar a participar em algum lugar, para caminhar bem no aprendizado de sua vereda que está a seguir, assim como todos que estão envolvidos nesta trajetória direta ou indiretamente, pois quem não quer aprender com amor, da dor não fugirá, não como repressão da Criação Maior, mas como auto consciência. Por conseguinte, cada ser humano que nasce, vem com seu aprendizado, para construir uma nova vida como uma pessoa normal, cujo espírito necessita se auto descobrir, pois isto é feito a cada momento, tanto os lados bons como os maus, especialmente este, tendo em vista que ao seu lado a energia deve ser compatível com o lado inferior de todos no planeta.   

            Enquanto existir todo tipo de inferioridade dentro da humanidade, os problemas sociais vão sempre estar presentes, com isto justificam-se os desajustes econômicos, as desigualdades sociais, as contendas políticas e os pequenos conflitos sociais como: a prostituição, o roubo, os assassinatos, a busca pela droga, os estupros, as guerras entre irmãos e todo tipo de picuinhas, próprio de quem não saiu ainda da animalidade. Esta é uma fase difícil, porque o entendimento de algo que seja transcendental, não há como perceber ainda, pela limitação de experiências e conhecimentos reais que não adentrarem com facilidade em uma mente que é resistente à própria evolução, por não ter como enxergar a força das palavras que pode direcionar melhor a sua maneira de ser, ainda diminuta. Assim, são todos aqueles que não têm condições de enxergar o seu verdadeiro caminho, ao considerar que a dureza do coração não aceita aquilo que não conhece, e nesta faixa de vibração e de vivência estão os mendigos, que não sabem seguir com a força de sua consciência, pois quase todos que vivem esta vida, cumprem forte expiação, que é dolorosa.

            Normalmente atribui-se como uma das causas da mendicância a relação existente entre a cidade e o campo, dado que o homem do campo, ao se ver sem recursos financeiros, vai em busca de conseguir algum sustento para sua vida, isto é um trabalho na cidade, poder educar seus filhos, ter uma situação melhor e sair da pobreza que paira sobre as famílias que vivem abandonadas nas brenhas de um matagal imprestável. A bem da verdade, o que existe na mente destes irmãos é a inferioridade que se apresenta de uma outra forma, que vai proporcionar evasão a outros tipos de sofrimentos, advindo do orgulho, vaidade, inveja, e algumas outras que a ciência ainda não conseguiu detectar naqueles que desejam conhecer o luxo, a potentade, e algumas arrogâncias mais. Isto é um fato incontestável, somente como uma forma distante ou perto de indicar a ignorância em que vive o homem, que quer melhorar-se mesmo que passe por cima dos seus irmãos, que almeja trabalhar o perpassar da vida para o conhecimento da pureza maior que independe da materialidade, de tudo que existe no planeta, necessário, apenas para o evoluir de todos.   

            O mendigo já caracteriza a apresentação de sentimento, que faz aflorar a sensibilidade de estar no processo de transformação, isto significa dizer, transferir-se do estágio de animalidade para o hominal com raciocínio, na utilização da lógica, e com o poder de pensar, ou em outras palavras poder usar a inteligência, que é a faculdade própria do ser humano, de uma fase mais espiritualizada, isto é o ser pensante. O sentimentalismo é o ponto mais explorado por aqueles que tentam tirar proveito de alguma circunstância e nesta situação encontra-se o mendigo, que se apega da parte sensível de alguns homens, alicerçado no medo pregado pelos grupos religiosos, buscam explorar os que de boa fé se entregam à sensibilidade frágil, mascarando o próprio eu. Não se deve confundir sensibilidade com amor ao próximo, como obrigação de uns para com os outros, com fraternidade que todos devem estar imbuídos, com uma entrega descabida a quem pensa em obter ganhos do sentimentalismo de alguém que não controla suas emoções, cuja finalidade da vida é usar a razão, sem atropelar a grandeza de cada um.   

            Muitas vezes quando um mendigo faz parte de uma determinada família, existem várias hipóteses que devem ser consideradas, como por exemplo: pessoa que abusou com alguma riqueza que já possuiu para poder sensibilizar alguém da família que vive em prepotência, servir de exemplo para alguns irmãos próximos, irmão que vem provar que está acima de tudo isto que existe na terra, outras mais podem ser enumeradas. Inegavelmente, vai se encontrar pessoas que se adaptam a todas essas hipóteses, ou em algumas outras que não foram ventiladas nesta citação, quase sempre inconsciente do por que está naquela situação de sofrimento e dor, no entanto, algumas sabem, mas somente seu consciente acusa, porque o mundo espiritual é quem lhe mostra esta realidade pura. Assim sendo, o número de revolta é grande, por olhar ao lado ver tanta riqueza, tanta abundância nas mãos de poucos e ao lado algumas famílias que jazem na fome, no frio, a mercê das intempéries do tempo, como prova de que cabe a cada um a construção de um amanhã cheio de felicidade, cujos mendigos suportarem com paciência e crescerem mais rápido.

            A sobrevivência do mendigo é muito difícil, porque ele é pobre, muitas vezes cheira mal, não tem o que comer e vive a pedir para poder passar mais alguns momentos sobre a terra, que ao acostumar-se com aquela situação torna-se preguiçoso, inconveniente, e muitas vezes não respeita a condição dos outros que tecem uma discriminação incontrolável sobre aquele que deseja completar sua tarefa evolutiva. A discriminação existente entre os seres humanos denota claramente as condições em que estão submetidos, tendo em vista que estão presos a todo tipo de inferioridade, de animalidade que ainda domina aquele que se encontra impregnado nas coisas da matéria, e é preciso que se procure libertar, para conseguir um mundo cada vez melhor. Das formas de inferioridades, a discriminação é um tipo que mais incita o orgulho, a inveja, e o estigma entre os irmãos que precisam uns dos outros para estar juntos auxiliando-se no processo de evolução, que tanto a humanidade necessita, sem a imposição de alguém e sem o auto sofrimento ao gerar piedade em coração sensível, que já avançou um pouco.

            Finalmente, neste artigo, objetivou-se e conseguiu-se sentir a problemática do mendigo, suas causas, o por que de tudo que está acontecendo, o processo discriminatório no estamento social onde vive, as dores e os sofrimentos que ele atravessa todos os instantes e como dar solução a essa questão que tanto atormenta a sociedade moderna, como coisa que as suas raízes fossem unicamente de cunho sócio econômico moderno. O que se tem notícia, é que esse tipo de situação nasce da teoria da palingênese, isto significa dizer, advém de muitas encarnações que o homem já passou, porque o agora é o ontem, e o amanhã será o hoje que os seres pensantes constroem, quer em uma construção benéfica ou maléfica, isto é obstáculo ou ajuda ao progresso humano. Portanto, tudo o que existe aqui no planeta terra é fruto da criação do homem, que com sua inteligência, cria o seu conhecimento de libertação ou de prisão devido a sua própria condição ao enveredar pelo caminho que julgar verdadeiro, de acordo com a sua materialidade e arrogância para a felicidade de um mundo que ele não conhece e julga-se dominador.  

 

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE OS

MENDIGOS (PEDINTES)

 

Os religiosos no geral, não se preocupam com os mendigos ou pobres miseráveis. Falam escrevem conforme acima e pouco fazem para eliminar essa classe (os pobres miseráveis), procurando com palavras bonitas ou feias descrever a situação que provoca melindres ao eleitor. Politicamente os participantes são iguais, buscam os votos induzindo os eleitores a acreditarem, que o motivo é a incapacidade dos seus antecessores administrativos, porem obtida a posição política desejada, se esquecem dos pobres miseráveis. Sejam os religiosos católicos, evangélicos ou lá sei o que, possuem as mesmas qualidades dos políticos interesseiros. justiça seja feita, a Prefeitura Munucipal da capital de São Paulo, possui um programa para devolver a dignidade a estes indivíduos, não sei se funciona e se continuará funcionando. Divulgue este artigo entre seus amigos e parentes, para que formemos uma corrente buscando a DEUS, em prol desses pobres miseráveis. Abaixo colocamos parte do que consta da Bíblia:

Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem atropeles na porta o aflito; Provérbios 22:22

Nem ao pobre favorecerás na sua demanda. Êxodo 23:3

E encontrou-se nela um sábio pobre, que livrou aquela cidade pela sua sabedoria, e ninguém se lembrava daquele pobre homem. Eclesiastes 9:15

Porém, se for homem pobre, não te deitarás com o seu penhor. Deuteronômio 24:12

Levanta o pobre do pó e do monturo levanta o necessitado, Salmos 113:7

O pobre fala com rogos, mas o rico responde com dureza. Provérbios 18:23

As riquezas granjeiam muitos amigos, mas ao pobre, o seu próprio amigo o deixa. Provérbios 19:4

O rico e o pobre se encontram; a todos o Senhor os fez. Provérbios 22:2

O que vê com bons olhos será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre. Provérbios 22:9

De sorte que o clamor do pobre subisse até ele, e que ouvisse o clamor dos aflitos. Jó 34:28

O pobre e o usurário se encontram; o Senhor ilumina os olhos de ambos. Provérbios 29:13

Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; Lucas 16:20

O homem pobre que oprime os pobres é como a chuva impetuosa, que causa a falta de alimento. Provérbios 28:3

O que oprime ao pobre para se engrandecer a si mesmo, ou o que dá ao rico, certamente empobrecerá. Provérbios 22:16

O que dá ao pobre não terá necessidade, mas o que esconde os seus olhos terá muitas maldições. Provérbios 28:27

Não perverterás o direito do teu pobre na sua demanda. Êxodo 23:6

Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagará o seu benefício. Provérbios 19:17

Ao orfãozinho arrancam dos peitos, e tomam o penhor do pobre. Jó 24:9

E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas; Lucas 21:2

O resgate da vida de cada um são as suas riquezas, mas o pobre não ouve ameaças. Provérbios 13:8

O que oprime o pobre insulta àquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado o honra. Provérbios 14:31

Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o perverso de lábios e tolo. Provérbios 19:1

O que o homem mais deseja é o que lhe faz bem; porém é melhor ser pobre do que mentiroso. Provérbios 19:22

Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o de caminhos perversos ainda que seja rico. Provérbios 28:6

O homem rico é sábio aos seus próprios olhos, mas o pobre que é entendido, o examina. Provérbios 28:11

Melhor é a criança pobre e sábia do que o rei velho e insensato, que não se deixa mais admoestar. Eclesiastes 4:13

Porque um sai do cárcere para reinar; enquanto outro, que nasceu em seu reino, torna-se pobre. Eclesiastes 4:14

Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. Marcos 12:42

E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva; Lucas 21:3

O pobre, do sulco da terra, tira mantimento em abundância; mas há os que se consomem por falta de juízo. Provérbios 13:23

O pobre é odiado até pelo seu próximo, porém os amigos dos ricos são muitos. Provérbios 14:20

O que escarnece do pobre insulta ao seu Criador, o que se alegra da calamidade não ficará impune. Provérbios 17:5

O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido. Provérbios 21:13

De madrugada se levanta o homicida, mata o pobre e necessitado, e de noite é como o ladrão. Jó 24:14

Ao povo da terra oprimem gravemente, e andam roubando, e fazendo violência ao pobre e necessitado, e ao estrangeiro oprimem sem razão. Ezequiel 22:29

Compadecer-se-á do pobre e do aflito, e salvará as almas dos necessitados. Salmos 72:13

Assim há esperança para o pobre; e a iniqüidade tapa a sua boca. Jó 5:16

Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado. Provérbios 31:20

Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis. 2 Coríntios 8:9

Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre; o SENHOR o livrará no dia do mal. Salmos 41:1

Julgou a causa do aflito e necessitado; então lhe sucedeu bem; porventura não é isto conhecer-me? diz o Senhor. Jeremias 22:16

Como leão rugidor, e urso faminto, assim é o ímpio que domina sobre um povo pobre. Provérbios 28:15

Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. Salmos 82:3

Inclina, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito. Salmos 86:1

Pois estou aflito e necessitado, e o meu coração está ferido dentro de mim. Salmos 109:22

Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias. Salmos 34:6

E o SENHOR enviou Natã a Davi; e, apresentando-se ele a Davi, disse-lhe: Havia numa cidade dois homens, um rico e outro pobre. 2 Samuel 12:1

Não oprimirás o diarista pobre e necessitado de teus irmãos, ou de teus estrangeiros, que está na tua terra e nas tuas portas. Deuteronômio 24:14

Porque, que mais tem o sábio do que o tolo? E que mais tem o pobre que sabe andar perante os vivos? Eclesiastes 6:8

Então disse eu: Melhor é a sabedoria do que a força, ainda que a sabedoria do pobre foi desprezada, e as suas palavras não foram ouvidas. Eclesiastes 9:16

Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com trajes preciosos, e entrar também algum pobre com sórdido traje, Tiago 2:2

Mas vós desonrastes o pobre. Porventura não vos oprimem os ricos, e não vos arrastam aos tribunais? Tiago 2:6

Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; Apocalipse 3:17

E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. Lucas 16:22

Pois nunca deixará de haver pobre na terra; pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra. Deuteronômio 15:11

Quando entre ti houver algum pobre, de teus irmãos, em alguma das tuas portas, na terra que o Senhor teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás a tua mão a teu irmão que for pobre; Deuteronômio 15:7

Todos os meus ossos dirão: Senhor, quem é como tu, que livras o pobre daquele que é mais forte do que ele? Sim, o pobre e o necessitado daquele que o rouba. Salmos 35:10

Não farás injustiça no juízo; não respeitarás o pobre, nem honrarás o poderoso; com justiça julgarás o teu próximo. Levítico 19:15

Pois se porá à direita do pobre, para o livrar dos que condenam a sua alma. Salmos 109:31

Porque eu livrava o miserável, que clamava, como também o órfão que não tinha quem o socorresse. Jó 29:12

Os ímpios na sua arrogância perseguem furiosamente o pobre; sejam apanhados nas ciladas que maquinaram. Salmos 10:2

Mas deixarei no meio de ti um povo humilde e pobre; e eles confiarão no nome do Senhor. Sofonias 3:12

Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como um usurário; não lhe imporeis usura. Êxodo 22:25

E não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente cada um, em seu coração, o mal contra o seu irmão. Zacarias 7:10

Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios. Salmos 82:4

Clama alto com a tua voz, ó filha de Galim! Ouve, ó Laís! Ó tu pobre Anatote! Isaías 10:30

Os bens do rico são a sua cidade forte, a pobreza dos pobres a sua ruína. Provérbios 10:15

Todos os irmãos do pobre o odeiam; quanto mais se afastarão dele os seus amigos! Corre após eles com palavras, que não servem de nada. Provérbios 19:7

Assim sobrevirá a tua pobreza como o meliante, e a tua necessidade como um homem armado. Provérbios 6:11

Assim te sobrevirá a tua pobreza como um vagabundo, e a tua necessidade como um homem armado. Provérbios 24:34

Há alguns que se fazem de ricos, e não têm coisa nenhuma, e outros que se fazem de pobres e têm muitas riquezas. Provérbios 13:7

Mas, se for mais pobre do que a tua avaliação, então apresentar-se-á diante do sacerdote, para que o sacerdote o avalie; conforme as posses daquele que fez o voto, o avaliará o sacerdote. Levítico 27:8

E os servos de Saul falaram todas estas palavras aos ouvidos de Davi. Então disse Davi: Parece-vos pouco aos vossos olhos ser genro do rei, sendo eu homem pobre e desprezível? 1 Samuel 18:23

Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus. Salmos 40:17

Portanto, visto que pisais o pobre e dele exigis um tributo de trigo, edificastes casas de pedras lavradas, mas nelas não habitareis; vinhas desejáveis plantastes, mas não bebereis do seu vinho. Amós 5:11

Também todas as armas do avarento são más; ele maquina invenções malignas, para destruir os mansos com palavras falsas, mesmo quando o pobre chega a falar retamente. Isaías 32:7

E atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado, Tiago 2:3

E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; Marcos 12:43

Então os vizinhos, e aqueles que dantes tinham visto que era cego, diziam: Não é este aquele que estava assentado e mendigava? João 9:8

O que aumenta os seus bens com usura e ganância ajunta-os para o que se compadece do pobre. Provérbios 28:8

Oprimir ao pobre e necessitado, praticar roubos, não tornar o penhor, e levantar os seus olhos para os ídolos, e cometer abominação, Ezequiel 18:12

Nela habitava o teu rebanho; tu, ó Deus, fizeste provisão da tua bondade para o pobre. Salmos 68:10

Arma ciladas no esconderijo, como o leão no seu covil; arma ciladas para roubar o pobre; rouba-o, prendendo-o na sua rede. Salmos 10:9

Os ímpios puxaram da espada e armaram o arco, para derrubarem o pobre e necessitado, e para matarem os de reta conduta. Salmos 37:14

Eu, porém, estou aflito e necessitado; apressa-te por mim, ó Deus. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; Senhor, não te detenhas. Salmos 70:5

O rico não dará mais, e o pobre não dará menos da metade do siclo, quando derem a oferta alçada ao Senhor, para fazer expiação por vossas almas. Êxodo 30:15

Exceto quando não houver entre ti pobre algum; pois o Senhor abundantemente te abençoará na terra que o Senhor teu Deus te dará por herança, para possuí-la. Deuteronômio 15:4

Quanto menos àquele, que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre; porque todos são obras de suas mãos. Jó 34:19

Se vires em alguma província opressão do pobre, e violência do direito e da justiça, não te admires de tal procedimento; pois quem está altamente colocado tem superior que o vigia; e há mais altos do que eles. Eclesiastes 5:8

Porque foste a fortaleza do pobre, e a fortaleza do necessitado, na sua angústia; refúgio contra a tempestade, e sombra contra o calor; porque o sopro dos opressores é como a tempestade contra o muro. Isaías 25:4

E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha. Atos 4:35

Semelhantemente não rabiscarás a tua vinha, nem colherás os bagos caídos da tua vinha; deixá-los-ás ao pobre e ao estrangeiro. Eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 19:10

No seu dia lhe pagarás a sua diária, e o sol não se porá sobre isso; porquanto pobre é, e sua vida depende disso; para que não clame contra ti ao Senhor, e haja em ti pecado. Deuteronômio 24:15

Não ames o sono, para que não empobreças; abre os teus olhos, e te fartarás de pão. Provérbios 20:13

Oh, não volte envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado. Salmos 74:21

Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados. Provérbios 31:9

Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Mateus 5:3

Ouvi isto, vós que anelais o abatimento do necessitado; e destruís os miseráveis da terra, Amós 8:4

E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. Atos 2:45

Que beba, e esqueça da sua pobreza, e da sua miséria não se lembre mais. Provérbios 31:7

 

ORAÇÃO EM PROL DOS MENDIGOS (PEDINTES, POBRES MISERÁVEIS) E ETC..

 

Senhor abençoe e guarde aqueles que andam perambulando pelas ruas, que não tem onde morar, que não tem onde fazer suas necessidades, que não tem onde dormir, não tem comida para comer, água para beber, roupa para vestir, sapato para calçar, não tem como se proteger do frio, do calor, das chuvas, dos ventos. São os pobres miseráveis que vivem da esmola de seus semelhantes, e abençoe aqueles que os ajudam a minimizar seus sofrimentos, querendo inclusive devolver-lhes a dignidade, coisa que se TÚ podes fazer. Abençoa Senhor aqueles que sofrem pela carne ou pelo espírito. Amém.   

 


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