DEUS NÃO É RELIGIÃO OU SEITA, POIS RELIGIÕES E SEITAS SÃO COISAS DOS HOMENS E MULHERES, COMO AS CRENDICES.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


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 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


 

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LIVRO DE MÓRMON E OS SEGREDOS DA IGREJA DE JESUS..
LIVRO DE MÓRMON E OS SEGREDOS DA IGREJA DE JESUS..

LIVRO DE MÓRMON E OS SEGREDOS

DA IGREJA DOS ÚLTIMOS DIAS.

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.O Livro de Mórmon é uma das quatro obras-padrão de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. As demais obras são a Bíblia, a Doutrina e Convênios e a Pérola de Grande Valor.

A exemplo da Bíblia, o Livro de Mórmon é uma coleção de pequenos livros, ou uma biblioteca. Note-se que dentre estes pequenos livros há um homônimo Livro de Mórmon escrito pelo mesmo Mórmon a quem se credita a compilação da biblioteca que leva seu nome. É chamado pelos mórmons de "O outro testamento de Jesus Cristo".

Os santos dos Últimos Dias são comumente chamados mórmons devido a este livro.

Resumo

O Livro de Mórmon é um "volume de escrituras sagradas comparável à Bíblia" e faz um "registro da comunicação de Deus com os antigos habitantes das Américas" além de "conter a plenitude do Evangelho eterno".

De acordo com o relato do próprio livro, ele foi escrito por muitos profetas antigos, pelo "espírito de profecia e revelação". Suas palavras, escritas originalmente em placas de ouro, foram resumidas por um profeta-historiador chamado Mórmon e por este motivo o livro tem este nome até hoje. O registro contém um relato de duas grandes civilizações. "'Uma' veio de Jerusalém no ano 600 a.C. e posteriormente se dividiu em duas nações, conhecidas como nefitas e lamanitas. A 'outra' veio muito antes, quando o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel. Este grupo é conhecido como jareditas. Milhares de anos depois (segundo a obra) foram todos destruídos, exceto os lamanitas, que (de acordo com os relatos descritos na obra) são os principais antepassados dos índios americanos".

Estes registros teriam sido mantidos por profetas que viveram entre esses povos, até que Mórmon, um desses profetas, fez uma compilação desses anais num único volume, gravado em placas de metal. Morôni, filho de Mórmon, recebeu essas placas e acrescentou nas mesmas o seu próprio registro, e ocultou-as segundo orientação que acreditava ser divina.

Na narrativa de Joseph Smith Jr, o restaurador da Igreja de Jesus Cristo, apelidada de "mórmon", Morôni visitou-o em 21 de setembro de 1823, instruindo‑o a respeito do antigo registro e da tradução que seria feita para o inglês. Smith também conta que quatro anos mais tarde as placas finalmente lhe foram entregues, traduzindo-as em seguida, acreditando ter auxílio divino. Joseph Smith Jr publicou sua obra pela primeira vez, em inglês, em 1830, como "The Book of Mormon", ou seja, O Livro de Mórmon, em referência ao personagem do livro responsável pela compilação dos registros. Como resultado do trabalho missionário intenso de membros da Igreja, o livro se acha publicado integralmente em 72 línguas, com excertos em mais 32, tendo sido já impressas mais de 120 milhões de cópias. Para os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias esse é um livro sagrado, lado a lado com a Bíblia.

Martin Harris, Oliver Cowdery e David Whitmer pediram a Joseph Smith que orasse e perguntasse ao Senhor se eles poderiam ser as testemunhas prometidas. Joseph assim o fez, sendo-lhe dito que se exercessem fé e tivessem sincero propósito de coração teriam o privilégio de ver as placas sagradas, o peitoral, a espada de Labão, o Urim e o Tumim usados pelo irmão de Jarede e a Liahona - a bússula miraculosa dada a Leí no deserto. Foi-lhes declarado que "É por vossa fé que os vereis, sim, por aquela fé que possuíam os profetas da antiguidade". Essas três testemunhas foram incumbidas de prestar testemunho dessas coisas e testificaram sobre a veracidade do Livro de Mórmon. Depois mais oito testemunhas testificaram essas coisas, sendo todos os testemunhos registrados nas páginas iniciais do Livro de Mórmon.

Para os Santos dos Últimos Dias, o Livro de Mórmon é uma escritura que complementa a Bíblia, sendo um "Outro Testamento de Jesus Cristo", "destina-se a mostrar aos remanescentes da casa de Israel as grandes coisas que o Senhor fez por seus antepassados; e para que possam conhecer os convênios do Senhor e saibam que não foram rejeitados para sempre, e também para convencer os judeus e os gentios de que Jesus é o Cristo, o Deus eterno, que se manifesta a todas as nações."2 "O livro expõe as doutrinas do evangelho, delineia o plano de salvação e explica aos homens o que devem fazer para ganhar paz nesta vida e salvação eterna no mundo vindouro."

Os nomes e a ordem dos livros do Livro de Mórmon

  1. Primeiro Livro      de Néfi
  2. Segundo Livro      de Néfi
  3. Livro de Jacó
  4. Livro de Enos
  5. Livro de Jarom
  6. Livro de Ômni
  7. As Palavras de      Mórmon
  8. Livro de Mosias
  9. Livro de Alma
  10. Livro de      Helamã
  11. Terceiro Néfi
  12. Quarto Néfi

Críticas sobre o Livro de Mórmon

A autenticidade do Livro de Mórmon é contestada pela quase totalidade dos arqueólogos, etnólogos, linguistas e historiadores, que apresentam, entre outras, estas incoerências:

  • Os povos descritos no Livro de Mórmon já aparentam estar na , mas      os ameríndios da época da chegada de ainda estavam na (não fabricavam instrumentos metálicos). Porém arqueólogos mórmons      atestam que esse não era necessariamente o caso; as espadas descritas nas      batalhas do Livro de Mórmon poderiam ser feitas de outros materiais como a      obsidiana, uma espécie de vidro vulcânico. Os espanhóis encontraram esse      tipo de armas entre os guerreiros , às quais chamavam de      Macuahuitl. A descrição do começo do Livro em que o profeta Néfi,      recém-chegado de Jerusalém, começa a ensinar seu povo a trabalhar com      metais pode ter sido idiossincrática àquele curto período, não      necessariamente criando uma . Além      disso, recentes descobertas trazem à luz várias evidências sugerindo que      os já trabalhavam com .Idade do FerroColomboIdade da Pedra      PolidaastecasIdade do Ferroantigos ameríndiosmetais
  • Alguns acham difícil conciliar a idéia de que cerca de 20 judeus      teriam partido de Jerusalém para      as Américas, em      600 a.C, com a de que, em menos de 30 anos, eles se tivessem multiplicado      e se dividido em duas nações.(2 Nefi 5:28) Dentro de 19 anos após a sua      chegada, esse grupo pequeno supostamente construiu um templo "segundo      o modelo do templo de      Salomão, e sua obra, portanto, era consideravelmente formosa" — sem      dúvida, uma tarefa colossal. A construção do templo de Salomão, em      Jerusalém, levou sete anos e ocupou cerca de 200.000 trabalhadores,      artífices e capatazes. — 2 Néfi 5:16; comparado com 1 Reis 5, 6 Na mesma      forma, é difícil conciliar que Noé, um profeta Bíblico,      construiu uma arca que continha um par de cada tipo de animal na Terra.      Defensores argumentam que o templo descrito por Néfi poderia seguir o modelo      do Templo de Salomão apenas no que diz respeito à sua planta (salas,      corredores, etc), não necessariamente obedecendo a escala.
  • O Livro de Mórmon fala de vastos povoamentos no continente      norte-americano. Helamã 3:8 escreve: "E sucedeu que se multiplicaram      e se espalharam de forma tal que começou a ser povoada toda a face da      terra." De acordo com Mórmon 1:7, a terra "se achava coberta com      edifícios". Questiona-se, então, onde estão os vestígios dessas      civilizações florescentes, tais como os artefatos dos nefitas, suas moedas de ouro,      espadas, escudos e armaduras. — Alma 11:4; 43:18-20.
  • Alguns ainda afirmam que há uma certa discrepância entre os      ensinamentos do Livro de Mormon e a Bíblia, como      por exemplo o fato da Bíblia      afirmar que Jesus Cristo nasceu em Belém (Mateus 1:20) e o Livro de Mórmon dizer que nasceu em a terra de      Jerusalém. (Alma 7:10) O Livro de Mórmon, porém, nunca diz que Jesus Cristo nasceu      na cidade de Jerusalém. Da tradução do Inglés desse versículo é difícil      entender exatamente o que queria se dizer, uma vez que a preposição usada      no original em Inglês é "at", não "in", enquanto esta      última da mais a idéia de "dentro de", a primeira da idéia de      "junto a", ambas são traduzidas como "em" no      Português. Além disso o contexto da passagem em Alma 7:10 fala de Jerusalém      como sendo a "terra de seus antepassados", não como "a      cidade de seus antepassados". A expressão "terra de      Jerusalém" é encontrada várias vezes no Livro de Mórmon, não é      encontrada na Bíblia. Várias referências extra-bíblicas foram encontradas      em apoio a expressão "terra de Jerusalém".

O Livro de Mórmon - Um Outro Testamento de Jesus Cristo - edição de 1981 - São Paulo, Brasil

Já em 1957, Hugh Nibley mostrou que uma das cartas de Amarna, escritas no século XIII a. C. e descoberta em 1887, relatando a captura de "uma cidade da terra de Jerusalém, Bet-Ninib".4 Como era esperado, esta e outras evidências acerca do uso deste tipo de terminologia no Mundo Antigo 5 foi ignorada por críticos do Livro de Mórmon. Dos Manuscritos do Mar Morto, chega-nos prova ainda mais específica da ocorrência da frase "terra de Jerusalém", ajudando-nos a perceber o seu significado, num texto que indiretamente relaciona a frase com a Jerusalém do tempo de Leí.

  • Existe ainda o uso de um nome de uma Capital para designar regiões      circunvizinhas ou cidades satélites como por exemplo "Grande São      Paulo" ou "Grande Rio", não sendo propriamente municípios      de ou . Vale      lembrar ainda que Alma estava ensinando aos descendentes de Néfi      (nefitas), que nada sabiam sobre a terra da PalestinaSão PauloRio de Janeiro

"Mas eis que eu, Néfi , não ensinei meus filhos à maneira dos judeus…" (2 Néfi 25:6)

  • Robert Eisenmann e Michael Wise, (não mórmons), em The Dead Sea      Scrolls Uncovered (1993), discutem um documento que chamaram      provisoriamente "Pseudo-Jeremias" (manuscrito 4Q385). Começa      assim este texto danificado:

…Jeremias o Profeta diante do Senhor […q]ue foram levados cativos da terra de Jerusalém [Eretz Yerushalayim, coluna 1, linha 2] (p. 58).

  • Na sua discussão deste texto, Eisenmann e Wise elaboraram o      significado da frase "terra de Jerusalém," como o equivalente a      Judah (Yehud):

"Uma outra interessante referência é a terra de Jerusalém na Linha 2 do Fragmento 1. Isto enormemente dá credibilidade ao sentido de historicidade como um todo, uma vez que Judá ou ‘Yehud’ (o nome da região em moedas do período Persa) por esta época consistia como sendo um pouco maior do que Jerusalém e suas regiões circunvizinha" (p. 57) Uma passagem das táboas de argila de El-Amarna, El-Amarna 290 que fala da "cidade na terra de Jerusalém" chamada Bît-Lahmi, que é o equivamente Cananita para o nome Hebreu conhecido com "Beth-lehen" nas Bíblias Inglesas e Belém nas Bíblias em Português. (Beth-Lehen signica Casa (=Beth) do Pão (Lehen) assim como o equivalente Cananita Bît-Lahmi!). Desta forma concluímos que nos tempos antigos a cidade de Belém foi considerada como sendo parte da "terra de Jerusalém".

  • Não há evidências arqueológicas, tais como moedas nefitas, ossadas      humanas, ossadas de cavalos, couraças, espadas, escudos, artefatos, etc..      também nenhuma prova arqueológica que comprovam a existência das grandes      cidades citadas no Livro de Mórmon, pois a localização dessas grandes      cidades é uma incógnita, não sabemos exatamente em qual das três se      localizavam, ficando muito disperso o mapa de sua localização se basearmos      pelo Livro de Mórmon. Principalmente se levarmos em consideração, que      houve uma enorme mudança no relevo e geografia local na véspera da visita      de Cristo a este continente, devido aos cataclismas e terremotos que      precederam o evento (3Nefi 8:12-14,17-18) A Bíblia por exemplo, nos dá os      locais exatos dos fatos relatados nos testamentos antigo e novo e podemos      encontrar provas arqueológicas evidentes.Américas
  • O Livro de Mórmon não cita a prática presente entre os mórmons - do      batismo pelos      mortos, ou o batismo em lugar e a favor dos mortos, assim como a Bíblia      também não faz referência a essa prática, com exceção da menção do      apóstolo Paulo aos membros de Corinto em I Coríntios 15:29: "Doutra maneira,      que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não      ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?", nesta      passagem Paulo procurava levar os Coríntios ao testemunho da Ressureição e      neste versículo ele cita essa prática como mais uma prova da Ressureição de      toda humanidade.

Ex-mórmon revela segredos da

Igreja de Jesus Cristo dos Santos

dos Últimos Dias

 

Um professor e evangelista disse que depois de 30 anos na Igreja Mórmon, ele chegou a uma conclusão – A Bíblia é mais acurada do que o Livro do Mórmon, e Deus é maior do que o homem transcendente adorado pelos “Santos dos Últimos Dias” (SUD).

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, na cidade de Salt Lake, Utah, 27 de janeiro, 2012.

 “Eu comecei a sentir como alguém puxando as cortinas em OZ”, disse Lynn K. Wilder, professor associado de educação especial na Universidade Florida Gulf Coast ao The Christian Post na segunda-feira.

Lynn, ex-professor titular da Universidade Brigham Young, é autor de Unveiling Grace: The Story of How we Found Our Way Out of The Mórmon Church (Revelando a Graça: A História de Como nós Encontramos a Saída para a Igreja Mórmon). Ela contrastou as igrejas mórmon e cristãs, desvendando os segredos da SUD – poligamia, racismo, e uma desconfiança fundamental da Palavra e Poder de Deus.

Missionários mórmons bateram em sua porta, falaram sobre os “últimos dias”, e deram boas vindas aos Wilders à comunidade bem unida. “Eles te trazem para dentro, eles te amam, eles começam a suplantar a minha família biológica”, explicou Wilder. Entrar para a igreja lhe deu um status maior para ela e seu marido na Faculdade e comunidades da igreja. Em 1999, Brigham Young University, lhe ofereceu um trabalho.

Depois de se mudar para Utah, contudo, a professora contou novas descobertas – as escrituras mórmon ainda pregam racismo e poligamia, apesar das negações públicas por parte da igreja. “A Bíblia não ensina que a marca de Caim foi uma pele escura”, ela explicou, “mas o Livro dos Mórmons sim”. Ela notou que a marca de Caim está em outras escrituras mórmon também, além do livro do Mórmon.

Não foi até seu filho Micah deixar a Igreja Mórmon, contudo, que Wilder considerou questionar suas doutrinas, disse ela. Recusando-se apresentá-lo ao templo da SUD para comunhão, ela e seu marido o mandaram embora, e ele os encorajou a ler o Novo Testamento.

“Os Mórmons acreditam que a Bíblia é muitas vezes mal traduzida e corrupta”, testemunhou a ex-professora da BYU. Sua escritura fala de uma “grande apostasia”, após a morte dos apóstolos, de modo que não havia verdadeira igreja até que Joseph Smith fundou o mormonismo em 1830. Mas quando Wilder leu o Novo Testamento, ela ficou hipnotizada. “Eu fiquei consumida com esse Deus do amor, o Deus da graça,” disse ela, notando que os Mórmons acreditam em salvação baseada em obras. De acordo com a igreja SUD, suas ações te levam ao céu, explicou ela, enquanto que “no Cristianismo, Cristo fez todo o trabalho na cruz”.

A igreja mórmon também ensina que Jesus falhou em manter Sua igreja unida, observou a professora. Ela citou a História da Igreja de Joseph Smith, onde o fundador mórmon escreveu: “Eu tenho mais a gabar-me do que qualquer outro homem teve. Eu sou o único homem que tem sido capaz de manter toda a igreja unida desde os dias de Adão... Nem Paulo, João, Pedro, nem Jesus fizeram isso.”

Wilder disse que ela acreditava que Deus era forte o bastante para manter Sua igreja unida e para preservar a mensagem na Bíblia. No mormonismo, contudo, Deus não é onisciente e onipotente, “Ele é um homem, basicamente, que continua a progredir e que eu posso estar no mesmo caminho”, disse ela.

A ex-professora da BYU explicou que, de acordo com a doutrina SUD, os melhores mórmons irão proceder para se tornar deus como o criador. As mulheres podem alcançar somente se elas foram casadas, e somente apóstatas – aquelas que rejeitam a igreja SUD – irão para o inferno com Satanás e seus servos. Mesmo Hitler e os assassinos, pelo contrário, irão atingir o nível mais baixo nos céus, disse ela.

A ex-mórmon se lembrou que, quando ela se voltou para jesus, ela começou a ver sinais do Deus bíblico pessoal (o deus mórmon não é pessoal, alegou ela) tocando muitos aspectos de sua vida. Seu livro diz a história das imagens de Cristo que sobreviveu edifício em chamas, e o sermão de Billy Graham marcado em sua memória.

Wilder testemunhou que um comprador apareceu em sua casa no dia seguinte em que ela e seu marido decidiram sair da igreja mórmon, e um reitor da faculdade lhe ofereceu um trabalho pela qual ela nunca aplicou. “Cristianismo é maravilhoso por causa de Deus”, disse ela. “Ele criou para todos de nós uma nova família, uma nova vida, e a confiança mais surpreendente nEle por causa do que nós O vimos fazer.”

Além de ensinar, ela e seu marido lideram um ministério dedicado para “ajudar os mórmons a entender um Deus maior, acreditar na Bíblia, e dar um Jesus diferente uma chance”. Ela disse que eles pretendem alcançar milhares de mórmons que deixaram a igreja SUD – muitas vezes para reverter em ateísmo ou agnosticismo. 

 


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