DEUS NÃO É RELIGIÃO OU SEITA, POIS RELIGIÕES E SEITAS SÃO COISAS DOS HOMENS E MULHERES, COMO AS CRENDICES.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


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 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


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CRÍTICAS AO TERRORISMO E RADICALISMO RELIGIOSO.
CRÍTICAS AO TERRORISMO E RADICALISMO RELIGIOSO.

Crítica da religião

 

Crítica da religião é a crítica do conceito, validade, práticas e consequências da religião.

A crítica religiosa tem uma longa história, desde o primeiro século antes da era comum, em Roma, e prossegue até os dias atuais com o advento do novo ateísmo. A religião tem sido apontada pelos críticos como prejudicial para o indivíduo e para a sociedade, além de promover a irracionalidade e encorajar o terrorismo.

História

O poeta romano do século I antes da era comum, Tito Lucrécio Caro, em seu trabalho hercúleo De Rerum Natura, criticou a religião.

Um filósofo da escola epicuristaLucrécio acreditava que o mundo era composto exclusivamente de matéria e vácuo, e que todos os fenômenos poderiam ser entendidos como resultantes de causas puramente naturais. Lucrécio, como Epicuro, sentia que a religião teria nascido do medo e da ignorância, e que a compreensão do mundo natural poria as pessoas livres de seus grilhões.

Escrevendo em 1776 sobre os antigos romanos, Edward Gibbon declarou: "Os vários modos de adoração que prevaleceram no mundo romano foram todos considerados pelo povo como igualmente verdadeiros; pelo filósofo como igualmente falsos, e pelo magistrado como igualmente úteis."

Niccolò Machiavelli, no início do século XVI, disse: "Nós, italianos, somos irreligiosos e corruptos mais do que os outros… porque a Igreja e seus representantes deram a nós o pior exemplo." Para Maquiavel, a religião era apenas uma ferramenta útil para um governante que pretendesse manipular a opinião pública.

deísmo se tornou destaque nos séculos 17 e 18 durante a era do Iluminismo, especialmente no Reino UnidoFrança e Estados Unidos, principalmente entre os apontados como cristãos que descobriram que poderiam não acreditar nem na doutrina da Trindade, na divindade de Jesus, nos milagres ou na inerrância bíblica, mas que ainda assim acreditavam em um deus. Inicialmente, ele não formou qualquer congregação, mas com o tempo o deísmo influenciou fortemente outros grupos religiosos, tais como o Unitarianismo e o Universalismo, que desenvolveram-se a partir dele. Ele continua a existir até hoje, sob a forma tanto do deísmo clássico quanto do deísmo moderno.

O interesse e a controvérsia sobre a crítica das religiões têm aumentado nos últimos anos, principalmente devido ao crescimento do chamado neo-ateísmo.

Crítica do conceito de religião

Com algumas exceções, como o Raelianismo, e a fé Baha'i, a maioria das religiões foram formuladas em um momento em que a origem da vida, o funcionamento do organismo, bem como a natureza das estrelas e planetas, foram mal compreendidas. Os sistemas religiosos tentaram abordar questões emocionais pessoais significativas, e tentaram explicar uma existência assustadora, geralmente através de uma narrativa dramática descrevendo o modo como o mundo e sua comunidade surgiram.

Estas narrativas foram tencionadas para dar conforto e uma sensação de relacionamento com forças maiores. Desse modo, elas podem ter servido para várias funções importantes em sociedades antigas. Exemplos incluem as ideias que muitas religiões tradicionalmente tinham a respeito de eclipses solares e lunares, e do aparecimento de cometas (por exemplo, a astrologia). Dado o atual nível de compreensão em áreas como a biologiapsicologiaquímica e física, onde o conhecimento humano tem aumentado dramaticamente, muitos críticos - incluindo Sam HarrisRichard DawkinsChristopher Hitchens e Michel Onfray - argumentam que continuar a sustentar esses sistemas de ideias é absurdo e irracional.

John McCarthy afirma: "Nós também não temos a necessidade da hipótese de Deus, porque a ciência tem sido bem sucedida, e a ciência é a melhor abordagem para a solução dos mistérios que ainda subsistem." Apologistas da religião, como William Lane Craig, no entanto, dizem que existem argumentos razoáveis para apoiar a existência de Deus.

Muitos críticos da religião veem dificuldades significativas no fato de que porções da população em geral continuam a subscrever essas antigas tradições. A preocupação deles é não só de que esse resquício de concepções relativamente primitivas de vida entre nós atrapalhe os modernos desenvolvimentos científicos e a evolução dos valores culturais, mas também que isso tenha um impacto negativo sobre as questões éticas e sociais atuais.

Poder político autoritário

O termo "autoritário" é utilizado para descrever uma organização, uma instituição ou um estado que impõe fortes e algumas vezes opressivas medidas contra aqueles que estão em sua esfera de influência, normalmente sem qualquer tentativa de obter o seu consentimento, e que frequentemente não permite críticas de suas políticas (um bom exemplo é o que aconteceu com José Saramago quando do lançamento do livro Caim).

Nesse sentido, algumas religiões podem ser vistas como autoritárias, na medida em que o seu objetivo é definirem-se como a suprema autoridade em conformidade com a qual o direito de um dado local é estabelecido e interpretado (um bom exemplo disso é o direito natural tomista, também muito chamado de "aristotélico-tomista", embora tenha pouco do pensamento original de Aristóteles). De maneira que essa fonte de autoridade divina não deve ser criticada com argumentos não-religiosos, ela é a antítese dosecularismo. Um país em que a situação acima descrita está estabelecida é chamado de teocracia.

Algumas religiões também pregam que existiu, ou existe, um ser divino entre nós ou um ser humano que age guiado pela divindade e que é, portanto, infalível: por exemplo, Jesus e, em algumas circunstâncias, o Papa.

 

Terrorismo cristão

 

 

terrorismo cristão compreende atos terroristas por parte de grupos ou indivíduos que usam motivações ou objetivos para suas ações cristãs. Tal como acontece com outras formas de terrorismo religioso, os terroristas cristãos têm contado com interpretações dos dogmas da fé - neste caso, da Bíblia. Tais grupos citam as escrituras do Antigo Testamento e do Novo Testamento para justificar a violência e a mortes ou a busca para trazer o "fim dos tempos" descritos no Novo Testamento.

História

jornalista e político britânico Ian Gilmour cita o caso histórico do massacre de São Bartolomeu em 1572, que iniciou a violência da multidão católica romana contra os huguenotes (protestantes calvinistas franceses), com a justificativa de que os hunguenotes tramavam para substituir a monarquia francesa que estava sob a dinastia dos Valois, como um exemplo de terrorismo religioso a par com o terrorismo moderno. Estima-se que entre 2000 a possivelmente 25 mil huguenotes (protestantes franceses) foram assassinados por multidões católicas, e tem sido chamado de "o pior dos massacres religiosos do século". O massacre levou ao início da "quarta guerra" das Guerras de Religião na França, que foi marcada por muitos outros massacres e assassinatos de ambos os lados. Peter Steinfels citou o caso histórico da Conspiração da Pólvora, quando Guy Fawkes e de outros revolucionários católicos tentaram derrubar o governo protestante da Inglaterra, fazendo explodir as Casas do Parlamento, como um caso notável de terrorismo religioso.

Organizações e atos por país

República Centro-Africana

Após a milícia Seleka, predominantemente muçulmana, assumir o controle da República Centro-Africana sob a presidência de Michel Djotodia em 2013, o período de anarquia e violência sectária prosseguiu. Após alertas de "genocídio" pela ONU e uma força de intervenção controversa pela MISCA, Djotodia renunciou. Apesar da neutra Catherine Samba-Panza sendo feita presidente, os militantes cristãos anti-balaka continuam com a violência sectária, incluindo assassinatos seletivos contra civis muçulmanos.

Irlanda do Norte

Alguns estudiosos, como Steve Bruce, professor de sociologia na Universidade de Aberdeen, argumentam que o conflito na Irlanda do Norte é essencialmente um conflito religioso, apesar das suas considerações econômicas e sociais. O professor Mark Juergensmeyer também argumentou que alguns atos de terrorismo eram "terrorismo religioso... - nesses casos, do cristianismo". Outros, como John Hickey, têm uma visão mais reservada.6 Escrevendo para The Guardian, Susan McKay discutiu o fundamentalismo religioso em conexão com o assassinato de Martin O'Hagan, um ex-detento da prisão de Maze e um repórter sobre o crime e os paramilitares. Ela atribuiu o assassinato a uma "série de razões", incluindo "os bandidos não gostaram do que ele escreveu". Os supostos assassinos alegaram que eles o mataram por "crimes contra pessoas lealistas".

Os Orange Volunteers são um grupo infame para a realização de ataques terroristas simultâneos em igrejas católicas. 

Os auto-intitulados pastores Clifford Peeples, anteriormente condenado sob a Lei de Prevenção do Terrorismo, John Somerville, e seus associados, foram apelidados pelo chefe de polícia da Royal Ulster Constabulary, Ronnie Flanagan, "os pastores demônio" - especializados em contar histórias sensacionalistas de selvageria católica para com protestantes, e em encontrar justificativas bíblicas para retaliação protestante.

Noruega

Em julho de 2011Anders Behring Breivik foi preso e acusado de terrorismo depois de um carro-bomba em Oslo e um tiroteio em massa na ilha de Utøya. Como resultado de seus ataques, 151 pessoas ficaram feridas e 77 mortos. Horas antes dos eventos, Breivik lançou um manifesto de 1.500 páginas detalhando que os imigrantes estavam minando os valores cristãos tradicionais da Noruega, e identificou-se como um "cruzado cristão". Análises de suas motivações notaram que ele não somente exibe inclinações terroristas cristãs, mas também possuía crenças não-religiosas de direita. Mark Juergensmeyer e John Mark Reynolds afirmaram que os eventos foram terrorismo cristão, enquanto que Brad Hirschfield rejeitou o rótulo de terrorista cristão.

Romênia

Movimentos cristãos ortodoxos na Romênia, como Guarda de Ferro e Lăncieri, que têm sido caracterizados por Yad Vashem e Stanley G. Payne como antissemitas e fascistas, respectivamente, foram responsáveis pela participação no massacre de Bucareste, e assassinatos políticos durante os anos 1930

Uganda

Exército de Resistência do Senhor, um exército guerrilheiro envolvido em uma rebelião armada contra o governo de Uganda, foi acusado de usar crianças como soldados e cometer inúmeros crimes contra a humanidade, incluindo massacres, sequestros, mutilação, torturaestupro e trabalho infantil forçado como soldados, carregadores e escravas sexuais.23 Um movimento quase religioso que mistura alguns aspectos da fé cristã com a sua própria marca do espiritualismo que é liderado por Joseph Kony, que se proclama o porta-voz de Deus e um médium, principalmente do "Espírito Santo", que os Acholi acreditam que pode representar-se de muitas manifestações. Os combatentes do LRA usam rosário e recitam passagens da Bíblia antes da batalha. 

Estados Unidos

Após a Guerra Civil Americana de 1861-1865, os membros da organização liderada por protestantes, a Ku Klux Klan (KKK), começaram a engajar-se em incêndios, espancamentos, queima de cruz, destruição de propriedades, linchamentosassassinatos, estupros e chicotadas. Direcionavam aos afro-americanosjudeuscatólicos e outras minorias sociais ou étnicas.

Membros da Klan tinham uma ideologia terrorista explicitamente cristã, baseando suas crenças, em parte, em uma "fundação religiosa" no cristianismo. Os objetivos da KKK incluíram, a partir de um momento inicial em diante, a intenção de "restabelecer valores cristãos protestantes na América por todos os meios possíveis", e acreditavam que "Jesus foi o primeiro Klansman". A partir de 1915, os Klansmenrealizaram queima de cruzes não só para intimidar as vítimas, mas também para demonstrar o seu respeito e reverência para com Jesus Cristo, e o ritual de iluminação de cruzes era rico em simbolismo cristão, inclusive proferindo orações e cantando hinos cristãos. Dentro do cristianismo, a Klan dirigiu hostilidades contra os católicos. As modernas organizações Klan, como Knights Party, USA continuam a concentrar-se na mensagem de supremacia cristã, na detecção de uma "guerra" que, alegadamente, visa destruir "civilização cristã ocidental".

Após 1981, os membros de grupos como o Army of God começaram a atacar clínicas de aborto e médicos nos Estados Unidos . Uma série de ataques terroristas foram atribuídos por Bruce Hoffman a indivíduos e grupos com vínculos com os movimentos Christian Identity e Christian Patriot, incluindo os Lambs of Christ. Um grupo chamado Concerned Christians foi deportado de Israel por suspeita de planejar um ataque a lugares santos de Jerusalém no final de 1999, pois acreditavam que a morte iria "levá-los para o paraíso". 

A motivação para que o antiaborcionista Scott Roeder assassinasse o médico de WichitaGeorge Tiller, em 31 de maio de 2009 era a crença de que o aborto não é apenas imoral, mas também uma forma de assassinato na "lei de Deus", independentemente da "lei dos homens" em qualquer país, e que essa crença estava "de mãos dadas" com suas crenças religiosas. O grupo apoiante de Roeder proclamou que qualquer força usada para proteger a vida de uma criança nascida é tão "legítima como para proteger a vida de um nascituro" e convidou todos os cristãos a "se levantar" e "agir" contra as ameaças ao cristianismo e à vida nascitura. Eric Robert Rudolph efetuou o atentado ao Centennial Olympic Park em 1996, bem como ataques posteriores a uma clínica de aborto e em uma boate lésbica. Michael Barkun, professor da Universidade de Syracuse, considera que Rudolph provavelmente se encaixa na definição de um terrorista cristão. James A. Aho, professor da Universidade do Estado de Idaho, argumenta que os credos religiosos inspiraram Rudolph apenas em parte. 

Hutaree era uma milícia cristã baseada em Adrian. Em 2010, depois que um agente do FBI se infiltrou no grupo, um júri federal em Detroit indiciou nove dos seus membros sob a acusação de conspiração sediciosa pela utilização de dispositivos explosivos improvisados​​, ensinamento do uso de materiais explosivos, e posse de uma arma de fogo durante um crime violento. Em 28 de março de 2012, as acusações de conspiração foram indeferidas. O estudioso do terrorismo Aref M. Al-Khattar listou The Covenant, The Sword, and the Arm of the LordDefensive ActionThe Freemen Community e algumas "milícias cristãs", como grupos que "podem ser colocadas na categoria de terroristas de extrema-direita" que "possuem um componente religioso (cristão)". 

Motivação, ideologia e teologia

ponto de vista cristão sobre o aborto são citados por indivíduos e grupos cristãos responsáveis por ameaças, agressão, assassinato, e atentados contra clínicas de aborto e médicos nos Estados Unidos e Canadá.

Christian Identity é um grupo global frouxamente afiliado de igrejas e indivíduos dedicados a uma teologia racial que afirma que os brancos do norte da Europa são os descendentes diretos das tribos perdidas de Israel, o povo escolhido de Deus. Tem sido associado com grupos como Aryan NationsAryan Republican ArmyArmy of God,Phineas Priesthood e The Covenant, The Sword, and the Arm of the Lord. Tem sido citados como uma influência em uma série de ataques terroristas ao redor do mundo, incluindo os atentados em Soweto de 2002.

 

Terrorismo religioso

 

 

O terrorismo motivado pela religião tornou-se um problema global. O terrorismo religioso (…) cresceu de modo a desafiar a estabilidade política nacional e internacional durante os anos 90 e no começo dos anos 2000. A frequência dos ataques sectários e as suas vítimas cresceram rapidamente durante este período. (…) A violência religiosa continuará a ser um aspecto central do terrorismo do século XXI. Os terroristas religiosos tornaram-se também adeptos do recrutamento de novos elementos, organizando-se em células semi-autonomas através de fronteiras nacionais, (…) e atacando consistentemente alvos que simbolizam os interesses inimigos. (…) Contrariamente às ações relativamente cirúrgicas dos esquerdistas seculares dos anos anteriores, os terroristas religiosos provaram ser particularmente mortíferos (...) Esta espécie de letalidade tornou-se um elemento central do terrorismo religioso internacional.

Gus Martin (California State University), Understanding Terrorism , 2003, p. 389.

De fato, paralelamente aos veementes apelos à paz e à fraternidade e à superação moral do Homem, a origem da violência religiosa (pelo menos simbólica) reside nas próprias raízes da super-estrutura religiosa e do seu imaginário, particularmente nas imagens de morte que estão no cerne das religiões (Juergensmeyer). Assim, a violência existente em muitos textos religiosos é indesmentível e mesmo a história de algumas religiões está semeada de episódios violentos, desde o seu início, incluindo “mandatos divinos de destruição” (M.J.).

Desde logo, importa recordar as teorias clássicas de:

- Émile Durkheim (Formes élémentaires de la vie religieuse, 1912), a separação entre o sagrado e profano.

- Rudolf Otto (O Sagrado, 1917), o “numinoso”, o “totalmente outro”, a ambivalência do sagrado, “tremendo e fascinante”.

- Freud: pulsão de vida e pulsão de morte; eros e tanathos.

- Mary Douglas (Purity and Danger, 1966), o puro e o impuro, poluição e “tabu”; anomalias e abominações.

E as teorias mais recentes de:

- René Girard (La Violence et le Sacré, 1972), da “violência (recíproca indiferenciada) mimética” ao “mecanismo (purificador e pacificador) da vítima expiatória ou emissária” (“que está na origem da sociedade, da cultura e da religião”); a morte sacralisadora (“por ser morta, é que a vítima é sagrada”); o rito religioso como comemoração simbólica dessa violência fundadora, “visando acalmar a violência e impedi-la de se desencadear”; o sacrifício e os ritos sacrificiais; a violência sacrificial; sangue e ritos sangrentos; bodas e realeza sagradas: a morte do Rei (“o rei é sagrado porque vai ser morto”) - Ver também o artigo de Alfredo Teixeira “Violência e Cultura” in Religião e Violência, Peter Stilwell e outros, Universidade Católica Portuguesa, 2002.

- Maurice Bloch (Prey into hunter, 1992/La Violence du Religieux, 1997), “núcleo do processo ritual”, a “estrutura mínima fundamental dos rituais” (“quase-universal”), em três fases: 1ª. violência) “a dicotomização interior ao participante”; 2ª. violência) “é dada ao iniciado a parte transcendente da sua identidade a qual passa a dominar ao longo da sua vida”; 3ª. violência) a “violência de retorno” (que está na origem da violência religiosa), isto é, “o consumo agressivo de uma vitalidade adquirida, que é diferente daquela que foi perdida à partida”; iniciação: da morte para a vida: “inversão do processo natural”.

2) Religiões históricas e violência nas três religiões do Livro (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) o Hinduísmo, etc. (cf. dir. Anand Nayak, Religions et violences, 2000).

A violência pode nascer em “religiões duras” – opostas às religiões “doces”, em que existe um harmoniosa articulação entre as esferas divina, humana e natural - ou nas facetas “duras” das religiões, a saber, naquelas em que a submissão à autoridade divina é mais forte, conduzindo à repressão, ao proselitismo e à segregação (estabelecendo a distinção entre “eleitos” e “malditos”). As formas religiosas que têm um Deus transcendente parecem conduzir mais à violência do que aquelas que apresentam um Deus imanente.

“A doutrina religiosa pode estar na origem de violência, pois ao ser uma origem de salvação, ela dispensa verdades, que pela sua natureza se apresentam como absolutas e universais, às quais se acrescentam leis e obrigações que regulam a prática religiosa. Por vezes, se a doutrina pode conduzir à paz e ao amor, a prática pode conduzir à discriminação e à violência, tal como a institucionalização da religiões e as relações de poder a ela associadas.

- “A relação do poder com a religião pode dar origem à violência, até porque os símbolos religiosos, se podem conduzir à paz e à harmonia, são também extremamente poderosos no suscita do ódio e da violência – o poder dos símbolos (religiosos).

Textos religiosos (das “grandes religiões”)

- Judaísmo: a Tora (o Antigo Testamento):

Vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé (Deut. 19, 21), Mas as vidas destes povos que o Senhor te dá como herança são as únicas onde tu não deixarás subsistir nenhum ser vivo (Deut., 20, 15-18),

Cristianismo: o Antigo Testamento e, também, o Novo Testamento, pe., Cristo não traz a paz, mas o fogo e a espada (Lucas, 12, 49), a expulsão violeta dos vendilhões do Templo (Marcos, 11, 15-17). Acrescento a Batalha de Jericó em que Josué grita ao povo: “O senhor vos tem dado a cidade...Toda a prata, o ouro e os vasos de metal e de ferro são consagrados ao senhor. E tudo quanto havia na cidade destruíram totalmente ao fio da espada, desde o homem até a mulher”. (Ainda se esse episódio ficasse esquecido no meio de tantos outros que os próprios cristãos se envergonham da bíblia, mas a verdade é que essa conquista de Jericó é exaltada e cantada em todas as escolas dominicais batistas, para crianças aprenderem desde cedo a GUERREAR pelo senhor...)

Islamismo: o Corão, a “jihad”, Combatei no caminho de Deus os que lutam contra vós …Deu não ama os transgressores. Matai-os sempre que os encontreis… Se eles vos combaterem, matai-os: tal é a retribuição dos incrédulos (II, 190-191), malditos (os hipócritas) onde quer que se encontrem, eles serão capturados e mortos segundo o costume de Deus…(XXIII, 60-62).

Hinduísmo: os sacrifícios védicos e as guerras do Mahabarhata.

- Fundamentalismo: é reativo à modernidade e utiliza seletivamente os textos religiosos – que considera terem uma origem divina e, logo, inquestionáveis – que sejam apropriados ao combate contra a modernidade. Além disso, os grupos fundamentalistas definem o mundo de uma maneira dicotómica ou “maniqueísta”: as coisas e as pessoas, são boas ou más, verdadeiras ou falsas, luminosas e obscuras, puras ou impuras, fiéis ou infiéis, etc., etc. Os fundamentalistas definem-se a si próprios como participantes numa luta sem compromisso para defender os primeiros contra os segundos.

Para os terroristas religiosos, eles estão participando numa “guerra cósmica” (M.J.), um confronto escatológico entre as forças do Bem e do Mal que exige o martírio e o sacrifício dos seus atores. A religião é um meio privilegiado como agente de honra – que vinga a dignidade (religiosa, política, social, nacional, económca, etc.) e afirma a identidade, passando simbolicamente da humilhação à afirmação identitária absoluta, sagrada (cf. o “eu sagrado chamânico” de Jacob Pandian, Culture, religion and the sacred self, 1991) - e também de legitimação da resistência, da luta, da guerra – que é tremenda e fascinante.

O fundamentalismo é (não apenas, mas também, dizemos nós) um produto da frustração (com a falta de perspectivas), da humilhação e das condições retrógradas e existem muitas forças sociais e políticas no mundo islâmico determinadas a fazer progressos no sentido de reduzir ou talvez mesmo erradicar o fundamentalismo.

 

RELIGIÃO

 

RELIGIÃO deriva do termo latino "Re-Ligare", que significa "religação" com o divino. Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, de além do mundo físico.

Sendo assim o hábito, geralmente por parte de grupos religiosos de taxarem tal ou qual grupo religioso rival de seita, não têm apoio na definição do termo. SEITA, derivado da palavra latina "Secta", nada mais é do que um segmento minoritário que se diferencia das crenças majoritárias, mas como tal também é religião.

HERESIA é outro termo mal compreendido. Significa simplesmente um conteúdo que vai contra a estrutura teórica de uma religião dominante. Sendo assim o Cristianismo foi uma Heresia Judáica assim como o Protestantismo uma Heresia Católica, ou o Budismo uma Heresia Hinduísta.

A MITOLOGIA é uma coleção de contos e lendas com uma concepção mística em comum, sendo parte integrante da maioria das religiões, mas suas formas variam grandemente dependendo da estrutura fundamental da crença religiosa. Não há religião sem mitos, mas podem existir mitos que não participem de uma religião.

MÍSTICA pode ser entendida como qualquer coisa que diga respeito a um plano sobre material. Um "Mistério".

PRESENÇA DA RELIGIÃO EM TODA A CULTURA HUMANA

Não há registro em qualquer estudo por parte da História, Antropologia, Sociologia ou qualquer outra "ciência" social, de um grupamento humano em qualquer época que não tenha professado algum tipo de crença religiosa. As religiões são então um fenômeno inerente a cultura humana, assim como as artes e técnicas.

Grande parte de todos os movimentos humanos significativos tiveram a religião como impulsor, diversas guerras, geralmente as mais terríveis, tiveram legitimação religiosa, estruturas sociais foram definidas com base em religiões e grande parte do conhecimento científico, "filosófico" e artístico tiveram como vetores os grupos religiosos, que durante a maior parte da história da humanidade estiveram vinculados ao poder político e social.

Hoje em dia, apesar de todo o avanço científico, o fenômeno religioso sobrevive e cresce, desafiando previsões que anteveram seu fim. A grande maioria da humanidade professa alguma crença religiosa direta ou indiretamente e a Religião continua a promover diversos movimentos humanos, e mantendo estatutos políticos e sociais.

Tal como a Ciência, a Arte e a Filosofia, a Religião é parte integrante e inseparável da cultura humana, é muito provavelmente sempre continuará sendo.

TIPOS DE RELIGIÕES

Há várias formas de religião, e são muitos os modos que vários estudiosos utilizam para classificá-las. Porém há características comuns às religiões que aparecem com maior ou menor destaque em praticamente todas as divisões.

A primeira destas características e cronológica, pois as formas religiosas predominantes evoluem através dos tempos nos sucessivos estágios culturais de qualquer sociedade.

Outro modo é classificá-las de acordo com sua solidez de princípios e sua profundidade filosófica, o que irá separá-las em religiões com e sem Livros Sagrados.

Pessoalmente como um estudioso do assunto, prefiro uma classificação que leva em conta essas duas características, e divide as religiões nos seguintes 4 grandes grupos distintos.

PANTEÍSTAS

POLITEÍSTAS

MONOTEÍSTAS

ATEÍSTAS

Nessa divisão há uma ordem cronológica. As Religiões PANTEÍSTAS são as mais antigas, dominando em sociedades menores e mais "primitivas". Tanto nos primórdios da civilização mesopotâmica, européia e asiática, quanto nas culturas das Américas, África e Oceania.

As Religiões POLITEÍSTAS por vezes se confundem com as Panteístas, mas surgem num estágio posterior do desenvolvimento de uma cultura. Quanto mais a sociedade se torna complexa, mais o Panteísmo vai se tornando Politeísmo.

Já as MONOTEÍSTAS são mais recentes, e atualmente as mais disseminadas, o Monoteísmo quantitativamente ainda domina mais de metade da humanidade.

E embora possa parecer estranho, existem religiões ATEÍSTAS, que negam a existência de um ser supremo central, embora possam admitir a existência de entidades espirituais diversas. Essas religiões geralmente surgem como um reação a um sistema religioso Monoteísta ou pelo menos Politeísta, e em muitos aspectos se confunde com o Panteísmo embora possua características exclusivas.

Essa divisão também traça uma hierarquia de rebuscamento filosófico nas religiões. As Panteístas por serem as mais antigas, não têm Livros Sagrados ou qualquer estabelecimento mais sólido do que a tradição oral, embora na atualidade o renascimento panteísta esteja mudando isso. Já as politeístas muitas vezes possuem registros de suas lendas e mitos em versão escrita, mas Nenhuma possui uma REVELAÇÃO propriamente dita. Isto é um privilégio do Monoteísmo. TODAS as grandes religiões monoteístas possuem sua Revelação Divina em forma de Livro Sagrado. As Ateístas também possuem seus livros guias, mas por não acreditarem num Deus pessoal, não tem o peso dogmático de uma revelação divina, sendo vistas em geral como tratados filosóficos.

Vejamos alguns quadros comparativos.

 

 

ÉPOCAS DE SURGIMENTO E PREDOMÍNIO.

PANTEÍSMO:

As mais antigas, remontando a pré-história onde tinham predominância absoluta, e também presentes em muitos dos povos silvícolas das Américas, África e Oceania.

POLITEÍSMO:

Surgem num estágio posterior de desenvolvimento social, tendo sido predominantes na Idade Antiga em todo o velho mundo, e mesmo nas civilizações mais avançadas das Américas pré-colombianas.

MONOTEÍSMO:

Mais recentes, surgindo a partir do último milênio aC e predominando da Idade Média até a atualidade.

ATEÍSMO:

Surgem a partir do século V aC, tendo vingado somente no Oriente e no Ocidente ressurgindo somente após a renascença numa forma mais filosófica que religiosa.

Neo PANTEÍSMO:

Embora possuam representantes em todos os períodos históricos, popularizam-se ou surgem a partir do século XVIII.

 

 

BASE LITERÁRIA

PANTEÍSMO:

Próprias de culturas ágrafas, não possuem em geral qualquer forma de base escrita, sendo transmitidas por tradição oral.

POLITEÍSMO:

Nas sociedades letradas possuem frequentemente registros literários sobre seus mitos, e mesmo nas ágrafas possuem tradições icônicas mais elaboradas.

MONOTEÍSMO:

Possuem Livros Sagrados definidos e que padronizam as formas de crença, servindo como referência obrigatória e trazendo códigos de leis. São tidos como detentores de verdades absolutas.

ATEÍSMO:

Possuem textos básicos de conteúdo predominantemente filosófico, não possuindo entretanto força dogmática arbitrária ainda que sendo também revelados por sábios ou seres iluminados.

Neo PANTEÍSMO:

Seus textos são em geral filosóficos, embora possuam mais força doutrinária, não incorrendo porém em dogmas arbitrários.

 

 

MITOLOGIA

PANTEÍSMO:

Deus é o próprio mundo, tudo está interligado num equilíbrio ecossistêmico e místico. Crê-se em espíritos e geralmente em reencarnação, é comum também o culto aos antepassados. Procura-se manter a harmonia com a natureza, e o mundo comummente é tido como eterno.

POLITEÍSMO:

Diversos deuses criaram, regem e destroem o mundo. Se relacionam de forma tensa com os seres humanos, não raro hostil. As lendas dos deuses se assemelham a dramas humanos, havendo contos dos mais diversos tipos.

MONOTEÍSMO:

Um Ser transcendente criou o mundo e o ser humano, há uma relação paternal entre criador e criaturas. Na maioria dos casos um semi-deus se rebela contra o criador trazendo males sobre todos os seres. Messias são enviados para conduzir os povos, profetiza-se um evento renovador violento no final dos tempos, onde a ordem será restaurada pela divindade.

ATEÍSMO:

O Universo é uma emanação de um princípio primordial "vazio", um Não-Ser. Crê-se na possibilidade de evolução espiritual através de um trabalho íntimo, crê-se em diversos seres conscientes dos mais variados níveis, e geralmente em reencarnação.

Neo PANTEÍSMO:

Acredita-se em geral no Monismo, um substância única que permeia todo o Universo num Ser único. São em geral reencarnacionistas e evolutivas. A desatribuição de qualidades do Ser supremo por vezes as confunde com o Ateísmo.

 

 

SÍMBOLOS

PANTEÍSMO:

Utilizam no máximo totens e alguns outros fetiches, é comum o uso de vegetais, ossos, ou animais vivos ou mortos.

POLITEÍSMO:

Surgem os ídolos zoo ou antropomórficos na forma de pinturas e esculturas em larga escala. A simbologia icônica se torna complexa em alguns casos resultando em formas de escrita ideográfica.

MONOTEÍSMO:

O Deus supremo geralmente não possui representação visual, mas os secundários sim. Utilizam símbolos mais abstratos e de significados complexos.

ATEÍSMO:

O Não-Ser supremo não pode ser representado, mas há muitas retratações dos seres iluminados. Há vários símbolos representativos da natureza e metafísica do Universo.

Neo PANTEÍSMO:

Diversos símbolos e mitos de diversas outras religiões são resgatados e reinterpretados, também não há representação específica do Ser Supremo mas pode haver de outros seres elevados.

 

 

RITUAIS

PANTEÍSMO:

Geralmente ligados a natureza e ocorrendo em contato com esta. É comum o uso de infusões de ervas, danças, oráculos e cerimônias ao ar livre.

POLITEÍSMO:

Passam a surgir os templos, embora em geral não abandonem totalmente os rituais ao ar livre. Em muitos casos ocorrem os sacrifícios humanos, oráculos e as feitiçarias de controle ambiental.

MONOTEÍSMO:

Geralmente restritas ao templos, as hierarquias ritualistas são mais rígidas, não há oráculos pessoais mas sim profecias generalizadas com base no livro sagrado. Não há rituais de controle ambiental.

ATEÍSMO:

Embora ainda comuns nos templos são também frequentes fora destes. Desenvolvem-se técnicas de concentração, meditação e purificação mais específicas, baseadas antes de tudo no controle dos impulsos e emoções.

Neo PANTEÍSMO:

Em geral baseados no uso de "energias" da natureza. Não mais têm influência nos processos civis, sendo restritos a curas, proteção contra ameaças físicas e extrafísicas.

 

 

EXEMPLOS

PANTEÍSMO:

Religiões silvícolas, xamanismo, religiões célticas, druidismo, amazônicas, indígenas norte americanas, africanas e etc.

POLITEÍSMO:

Religião Grega, Egípcia, Xintoísmo, Mitologia Nórdica, Religião Azteca, Maia etc.

MONOTEÍSMO:

Bhramanismo, Zoroastrismo, Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Sikhismo.

ATEÍSMO:

Orientais: Taoísmo, Confucionismo, Budismo, Jainismo.
Ocidentais: Filosofias NeoPlantônicas, Ateísmo Filosófico (Não Religioso)

Neo PANTEÍSMO:

Espiritsmo Kardecista*, Racionalismo Cristão, Neo-Gnosticismo, Teosofia, Wicca, "Esotéricas", etc.


*Apesar do Kardecismo não se considerar Panteísta e sim antes Monoteísta.

PANTEÍSMO

As religiões primitivas são PANTEÍSTAS, acredita-se num grande "Deus-Natureza". Todos os elementos naturais são divinizados, se atribuí "inteligências" espirituais ao vento, a água, fogo, populações animais e etc.

Há uma clara noção de equilíbrio ecossistêmico, onde é comum ritos de agradecimento pelas dádivas naturais e pedidos às divindades da natureza, em alguns casos requisitando autorização mesmo para o consumo da caça que embora tenha sido obtida pelo esforço humano, seria na verdade permitida, se não ofertada, pelos entes espirituais.

A relação de dependência do ser humano com o ecossistema é clara, assim como a de parentesco e de submissão. As entidades elementais da natureza estão presentes em toda a parte, conferindo a onisciência do espírito divino. Embora haja a tendência da predominância de um presença mística feminina, a "mãe-terra", o elemento masculino também é notável a partir do momento que os seres humanos passam a compreender o papel do macho na reprodução. Ocorre então a presença de dois elementos divinos básicos, o Feminino e Masculino universal.

É um domínio de pensamento transcendente, mais compatível com a subjetividade e a síntese, não sendo então casual que este seja o tipo religioso onde as mulheres mais tenham influência. A presença de sacerdotisas, bruxas e feiticeiras é em muitos casos, muito mais significativa que a de seus equivalentes masculinos.

Todas essas religiões são ágrafas, sem escrita, com exceção é claro dos Neo Panteísmos contemporâneos. Portanto são as mais envoltas em obscuridade e mistérios, não tendo deixado nenhum registro além da tradição oral e de vestígios arqueológicos.

POLITEÍSMO

Com o tempo e o desenvolvimento as necessidades humanas passam a se tornar mais complexas. A sobrevivência assume contornos mais específicos, o crescimento populacional hipertrofiado graças a tecnologia que garante maior sucesso na preservação da prole e da longevidade, gera um série de atividades competitivas e estruturalistas nas sociedades, que se tornam cada vez mais estratificadas.

Nesse meio tempo a influência racional em franca ascensão tenta decifrar as transcendentes essências espirituais da natureza. Surge então o POLITEÍSMO, onde os elementos divinos são então personificados com qualidades cada vez mais humanas. O que era antes apenas a Água, um ser de essência espiritual metafísica e sagrada, agora passa a ser representada por uma entidade antropomórfica ou zoomórfica relacionada a água.

No princípio as características dessas divindades não são muito afetadas, mas com o tempo, a imaginação humana ou a tentativa de se adequar as religiões às estruturas sociais, elas ficam cada vez mais parecidas com os seres humanos comuns, surgindo então entre os deuses relacionamentos similares aos humanos inclusive com conflitos, ciúmes, traições, romances e etc. E cada vez mais os deuses perdem características transcendentes até que a "degeneração" chegue a ponto destes se relacionarem sexualmente com seres humanos, o que significa a perda da natureza metafísica, da característica invisível, ou mais, de haver relações físicas e pessoais de violência entre humanos e divindades, sem qualquer caráter transcendente.

Em muitos casos é difícil distinguir com clareza se determinadas religiões são Pan ou Politeístas. Mesmo no estágio Panteísta por vezes pode-se identificar com muita evidência algumas personificações das entidades divinas, mas algumas características como as citadas no parágrafo anterior são exclusivas do politeísmo. É possível que os elementos que contribuam ou realizem essa transição sejam o Animismo, Fetichismo e Totemismo.

Ocorre também uma relativa equivalência entre deidades femininas e masculinas, embora as masculinas mostrem sinais de predominância a medida que o sistema de crenças se torne mais mundano, características de uma fase mais racional e técnica onde muitas vezes a religião politeísta caminha junto com filosofias da natureza.

É sempre nesse estágio também que as sociedades desenvolvem escrita, ou pelo menos passa a utilizar símbolos abstratos e códigos visuais mais elaborados, no caso do politeísmo asiático, egípcio e europeu por exemplo, evoluiu para um sistema de escrita complexo.

Muitas destas religiões têm então, narrativas de seus mitos em forma escrita, mas tais não possuem o valor e a significância de uma Revelação propriamente dita.

Num estágio final tende a ocorrer o fenômeno da Monolatria, onde a adoração se concentra numa única divindade, o que pode ser o ponto de partida para o Monoteísmo.

MONOTEÍSMO

Chega um momento onde o Politeísmo está tão confuso, que parece forçar o "inconsciente coletivo", ou a "intuição global" a buscar uma nova forma de crença. Alguém precisa pôr ordem na casa, surge então um poderoso Deus que acaba com a confusão e se proclama como o Único soberano. Acabam-se as adorações isoladas e hierarquiza-se rigidamente as deidades, de modo a se submeter toda a autoridade do universo a um ente máximo.

O MONOTEÍSMO não é a crença em uma única divindade, mas sim a soberania absoluta de uma. A própria teologia judáico-cristã-islâmica adota hierarquias angélicas que são inclusive encarregadas de reger elementos específicos da natureza.

Um elemento que caracteriza mais claramente o MONOTEÍSMO mais específico, Zoroastrista, Judáico, Cristão, Islâmico e Sikh, é antes de tudo a ausência ou escassez de representações icônicas do Deus supremo, e sua desatribuição parcial de qualidades humanas, nem sempre bem sucedida. Já as entidades secundárias são comumente retratadas artisticamente.

A própria mitologia grega através da Monolatria, já estaria a dar sinais de se dirigir a um monoteísmo similar ao que chegou a religião Hindu, ou a egípcia com a instituição do deus único Akhenaton, embora ainda impregnadas fortemente de Politeísmo a até de reminiscências Panteístas no caso do Bhramanismo. Zeus assomava-se cada vez mais como o regente absoluto do universo. Entretanto um certo obstáculo teológico impedia que tal mitologia atingisse um estágio sequer semi-Monoteísta. Zeus é filho de Chronos, neto de Urano, essa descendência evidencia sua natureza subordinada ao tempo, ele não é eterno ou sequer o princípio em si próprio, que é uma característica obrigatória de um Deus Uno e absoluto como Bhraman ou Jeová.

Um fator complicador é que todas essas religiões apesar de seu princípio Uno, são também Dualistas, pois contrapõem um deus do Bem contra um do Mal. Entretanto não se presta "Sob Hipótese Alguma!", qualquer culto ao deus maligno, como ocorre nas Politeístas. Saber se o deus maligno está ou não sujeito afinal ao deus supremo é uma discussão que vem rendendo há mais de 3.000 anos.

Diferente do estado Panteísta original não ocorre harmonia entre os opostos, e um deles passa a ser privilegiado em detrimento do outro. Sendo assim onde antes ocorria a divinização dos aspectos Masculinos e Femininos do Universo, e a sacralidade da união, aqui ocorre a associação de um com o maligno, fatalmente do elemento Feminino uma vez que todas as religiões monoteístas surgiram na fase patriarcal da humanidade.

O Bhramanismo sendo o mais antigo, ainda conserva qualidades tais como veneração a manifestações femininas da divindade, não condena a relação sexual e ainda detém a crença reencarnacionista que é uma quase constante no Panteísmo. Do Politeísmo guarda toda um miríade de deuses personificados, com estórias bastante humanas que envolvem conflitos e paixões. Mas a subordinação a um Uno supremo, no caso representado pela trindade Bhrama-Vinshu-Shiva, é clara. O panteão anterior Hindu foi completamente absorvido pelo monoteísmo Bhraman, e conservou até mesmo a deusa Aditi, que outrora fora a divindade suprema.

Já os monoteísmos posteriores, mais afastados do fenômeno panteísta, entram em choque mais evidente com o Politeísmo que geralmente está em estado caótico. Ocorre um abafamento da religião anterior pela nova e seu caráter patriarcal e associado a violência, especialmente a partir do Judaísmo, se impõe de forma opressiva. As divindades femininas são erradicadas ou demonizadas, sendo então obrigatoriamente associadas ao elemento maligno do universo. Esse fenômeno acompanha a queda da condição social feminina na sociedade.

Embora as teologias monoteístas, especialmente na atualidade, se esforcem para afirmar o contrário, o deus único Hebreu, Cristão e Islâmico, basicamente o mesmo, assim como o do anterior Zoroastrismo e posterior Sikhismo, são nitidamente masculinos, aparentemente renegando o aspecto feminino divino do universo, mas na verdade o absorvendo, uma vez que ao contrário de deuses "supremos" Politeístas como Zeus, Osíris e Odin, eles são carregados de atribuições de amor e compaixão, embora ainda conservem sua Ira divina e seus atributos violentos, o que resulta em entidades complexas, que possuem aspectos paternos e maternos simultâneamente.

Tal como a própria emocionalidade, esse é o período mais contraditório da evolução do pensamento Teológico. Apesar de estar sob o domínio de uma característica de predominância subjetiva, é o momento onde as sociedades se mostraram paradoxalmente mais androcráticas. Os elementos femininos são absorvidos pelo Deus Único dando a ele o poder de atrair e seduzir as massas pela sua bondade, mostrando sua face benevolente, mas por outro lado a espada da masculinidade está sempre pronta a desferir o golpe fatal em quem se opuser a sua soberania.

Tal união, confere aos deuses monoteístas um poder supremo inigualável, e tal contradição, tal desarmonia intrínseca, resultou não por acaso no período religiosamente mais violento da história. As religiões monoteístas, especialmente o trio Judaísmo-Cristianismo-Islamismo, são as mais intolerantes e sanguinárias da história.

ATEÍSMO

As religiões aqui caracterizadas como Ateístas negam simplesmente a existência de um Ser Supremo central, que tudo tenha criado e a tudo controle, e talvez seja nesse grupo que se sinta mais radicalmente a ruptura entre Ocidente e Oriente, mas basicamente o Ateísmo religioso tende a funcionar da seguinte forma.

Se o Monoteísmo tenta acabar com o "pandemonium" Politeísta e estabelecer uma nova ordem por algum tempo, acaba por também se mundanizar. As autoridades religiosas interferindo fortemente na política e na estruturação social, enfraquecem como símbolos transcendentes. A inflexibilidade fundamentalista do sistema se revela injustificável ante a problemática social e as conquistas e descobertas filosóficas e científicas e num dado momento o sentimento de descrença é tal que deixa-se de acreditar num deus. Surge o ATEÍSMO.

Esse é o ponto crucial, a razão pela qual de fato não acredito que existam Ateus no sentido mais profundo do termo, no máximo "agnósticos".

Geralmente o ateu não é aquele que desacredita do "invisível", de qualquer forma de Téos, mas sim o que descrê dos deuses personificados e corrompidos. Afinal até o mais materialista e cético dos cientistas trabalha com forças invisíveis! Fenômenos da natureza ainda inexplicáveis.

Gravitação Universal, Lei de Entropia, Mecânica Quântica e etc. não podem ser vistas! Apenas seus efeitos. Tal como sempre se alegou com relação aos deuses.

No que se refere a uma visão do Princípio, não creio fazer diferença acreditar que um corpo é atraído para o centro da Terra por uma força invisível da natureza ou pela vontade de um deus também invisível. Há apenas uma maior compreensão racional do fenômeno, com maiores resultado práticos, mas de um modo ou de outro, a explicação possui um certo caráter de fé, tão racionalmente satisfatório para o cientista quanto para o religioso, capaz de explicar com clareza o funcionamento do mundo e mesmo quando isso não ocorre, admiti-se como mistérios divinos, ou causas científicas ainda desconhecidas.

No caso do Oriente, o Ateísmo religioso surge principalmente na Índia, sob a forma do Budismo e do Jainísmo, e na China, sob o Taoísmo e o Confucionismo. Todas essas religiões possuem textos base com certo grau de respeitabilidade mística ou filosófica, mas o grau de liberdade com que se pode reinterpretar ou mesmo discordar destes textos é incomparável em relação aos livros sagrados Monoteístas.

E nesse nível que muitas posturas passam a ser desconsideradas como religiões, sendo tidas em geral como filosofias. No Ocidente, tal movimento ocorreu também na Grécia Antiga, através de Filósofos da Natureza que estabeleciam como princípio primário universal alguma "substância" completamente impessoal. Mais especificamente, Aristóteles colocava o MOTOR IMÓVEL como o princípio primário, e PLOTINO, estabelecia o UNO. Porém essa breve ascensão do Ateísmo filosófico e científico ocidental foi logo minada pelo sucesso do Monoteísmo cristão.

O Ateísmo no Ocidente só surgiu novamente após a renascença, no Iluminismo, onde outras formas filosóficas se desenvolveram, mas a mistura destas com os Neo Panteísmos e o avanço científico em geral resulta num quadro difícil de se diferenciar.

Mas o ponto mais complexo na verdade, e que Ateísmo e Panteísmo se confundem.

Religiões ATEÍSTAS e NEO-PANTEÍSTAS

As religiões Ateístas não creem numa entidade suprema central, mas pregam a interdependência harmônica do Universo, da mesma forma que o Panteísmo.

Pregam a harmonia dos opostos como Yin e Yang, da mesma forma que a harmonia entre a Deusa e o Deus no Panteísmo, e constantemente adotam um posição de neutralidade em relação aos eventos.

Provavelmente não por acaso TAOÍSMO e BUDISMO são as mais avançadas das grandes religiões num sentido metafísico, racional e mesmo científico. São imunes a contestação racional pois seus conceitos trabalham num plano mais abstrato mas ao mesmo tempo capaz de explicar a realidade, e fartos de paradoxos escapistas, sendo extremamente mais flexíveis que as religiões monoteístas por exemplo. Não há casos significativos de atrocidades cometidas em nome destas religiões em larga escala como as monoteístas ou nas politeístas monolátricas.

Porém, barreiras intransponíveis impedem que essas religiões sejam nesse esquema de divisão, classificadas como Panteístas. TAOÍSMO e CONFUCIONISMO que são chinesas enquanto o BUDISMO e o JAINISMO Indianos, são religiões letradas. Possuem seus escritos fundamentais como os Sutras Budistas, o Tao Te-King Taoísta e os Anacletos Confucianos e os textos dos Tirthankaras Jainistas. Todas possuem seus mentores, Buda, Lao-Tsé, Confúcio e Mahavira. E todas são muito desenvolvidas filosoficamente, por vezes sendo consideradas não religiões, mas filosofia. Todas essas características inexistem no Panteísmo primitivo.

Portanto isso me leva a classificá-las como RELIGIÕES ATEÍSTAS, por declararem a inexistência de um Ser Supremo. Pelo contrário, o TAO ou o NIRVANA, o centro de todo o Universo segundo o Taoísmo e Confucionismo, e o Budismo, são uma espécie de Vazio, um Não-Ser.

Já o Neo-Panteísmo possui sim seus textos. É o caso do Espiritismo Kardecista, do Bahaísmo, do Racionalismo Cristão e etc. Embora muitos insistam em negar-se como Panteístas se inclinando para o Monoteísmo, porém uma série de fatores a distanciam muito deste grupo. Tais como:

A ênfase atenuada dada ao livro base da doutrina, que embora seja uma revelação, não tem o mesmo peso dogmático e em geral se apresenta de forma predominantemente racional. A postura passiva e não proselitista, e muito menos violenta, do Monoteísmo tradicional. A caraterização de seu fundador que mesmo sendo dotado de dons supra-naturais, não reivindica deificação e nem mesmo reverência especial. E o mais importante, diferenciando-as principalmente do Monoteísmo "Ocidental", o tratamento totalmente diferenciado dado a questão da existência do "Mal". Esses são alguns exemplos que tendem a afastar essas novas religiões, que prefiro agrupar na categoria Neo-Panteísmo, do grupo das Monoteístas. 

PANTEÍSMO

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Deus é Tudo

POLITEÍSMO

=>

Deus é Plural

MONOTEÍSMO

=>

Deus é Um

ATEÍSMO

=>

Deus é Nada


Evidentemente, afirmar que DEUS é TUDO é muito similar a afirmar que é NADA. O ZERO é tão imensurável e incalculável quanto o INFINITO. Eles não podem ser medidos ou divididos, assim como não se divide por eles.

Vale lembrar que não se pode também rotular tal ou qual religião como meramente Pan, Poli ou Monoteísta. Muitas passaram pelas várias fases nem sempre de maneira perceptível e consensual. O próprio Budismo tem várias escolas bastante diferentes entre si, e mesmo o Cristianismo tem suas variantes com direito a reencarnação e sexo tântrico, e cujas atribuições de Deus o afastam das características monoteístas. Mas o processo macro, inconsciente, me parece ser esse! O de fases "psicohistóricas" que vão na forma:

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Outro ponto importante é que jamais uma dessas formas religiosas deixou de existir totalmente, principalmente na atualidade onde a intolerância religiosa não é mais "tolerada" na maior parte do mundo. Esses tipos de religiões se misturam e se confundem, o que explica porque qualquer tentativa de se classificar as religiões é tão complexa.

Até mesmo essa divisão esquemática apresenta problemas, como a notável diferença entre o Monoteísmo "Ocidental", Judaísmo-Cristianismo-Islamismo, fortemente interligadas, o Monoteísmo Oriental, Hindu, Bhramanismo e Sikhismo, e o sempre complexo Zoroastrismo, de características fortemente Maniqueistas, o que viria por vezes a suscintar a questão de se o Maniqueísmo, que tem forte influência sobre o Gnosticismo e o Catolicismo, poderia ser considerado Monoteísta. 

SÍMBOLOS RELIGIOSOS

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