DEUS NÃO É RELIGIÃO OU SEITA, POIS RELIGIÕES E SEITAS SÃO COISAS DOS HOMENS E MULHERES, COMO AS CRENDICES.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


www.palavra10.com, é o maior site de receitas culinárias do mundo. São aproximadamente 1.500.000 receitas culinárias, com fotos dos pratos  (alimentos preparados). Clicando nas fotos você verá as receitas e os modos de preparos, entre outras orientações e divulgações. Neste site você encontra orientações pessoais, que se tornam uma autoajuda necessária para os problemas pessoais diários. Confira tudo.

 COMPARTILHE O SITE www.palavra10.com COM SEUS AMIGOS E PARENTES.


 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


 

Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Translate to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese
PALAVRA10
O QUE VOCÊ ACHA DESTE SITE?
ÓTIMO
BOM
REGULAR
Ver Resultados

Rating: 2.9/5 (5468 votos)




ONLINE
7





Partilhe esta Página





 

 


ALGUNS MALES DA HUMANIDADE.
ALGUNS MALES DA HUMANIDADE.

Arrogância

 

Arrogância é o sentimento que caracteriza a falta de humildade. É comum conotar a pessoa que apresenta este sentimento como alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo de que não saiba ou sentir-se ao mesmo nível do seu próximo. São sinônimos, o orgulho excessivo, a soberba, a altivez, o excesso de vaidade pelo próprio saber ou o sucesso.

Religião

Segundo a concepção cristã, a soberba, que inclui arrogância e vaidade, é um dos sete pecados capitais que pode ser superado pela virtude da humildade, alcançável através de orações dirigidas a Deus e pelo esforço consciente do pecador.

Sentido positivo

A arrogância pode igualmente ser sinónimo de coragem, de assumir as suas próprias opiniõesidentidade ou personalidade. Provém do latim arrogare, logo o verbo arrogar aplica-se, sendo o sentido negativo, muito mais em voga no discurso informal, provavelmente iniciado pela inveja. A arrogância, ou o arrogar, não é, com efeito, pecado mortal ou até mesmo pecado de todo no sentido religioso. Será necessário recorrer a pseudo sinónimos sem base de étimo ou linguística para assim se justificar a corruptela de uma palavra que pode, ser positiva.

 

Assassínio

  

Assassínio ou assassinato é o ato de tirar a vida de outra pessoa intencionalmente e de forma ilegal.

Origem do termo "assassino"

Um xiita ismaelita do século XI de nome Hassan Ibn Sabbah (mais conhecido como "o Velho da Montanha"), comandava na Síria um pequeno exército que utilizava para executar cruéis vinganças políticas e submeter terror a região.

Para estimular ainda mais a crueldade de seus homens, obrigava-os a consumir haxixe antes de sair a campo, com o qual os seus guerreiros se tornavam ainda mais cruéis e sem piedade.

Por essa razão, os sequazes do "Velho da Montanha" eram chamados hashashin, que em árabe significa "consumidor de haxixe", mas a palavra em pouco tempo seria usada para designar também aos matadores.

O velho líder teve sucessores que continuaram com os mesmos sangrentos métodos de dominação, até que o último deles foi capturado e executado sumariamente por Gengis Khan.

A palavra "assassino" aparece usada pela primeira vez em português por volta do Século XII. Em séculos anteriores, registram-se as variantes: "anxixín", "acecino", "assasino" e "assesino". Este vocábulo, que foi trazido do Oriente pelos Cruzados, chegou também ao francês e inglês como "assassin", ao espanhol como "asesino", ao italiano como "assassino".

Segundo Amin Maalouf, no seu livro Samarcanda:

"A verdade é outra. De acordo com os textos que nos chegam de AlamutHassan Sabbah gostava de chamar os seus adeptos de assassiyun, os que são fiéis ao Assass, ao «fundamento» da fé, e esta palavra, mal compreendida pelos viandantes estrangeiros, é que pareceu ter um ressaibo de haxixe" (…) Marco Polo popularizou essa ideia no ocidente. Deu-se crédito à tese de que eles actuavam sob o efeito do haxixe e os seus inimigos no mundo muçulmano chamavam-lhes por vezes haschichiyun , «fumadores de haxixe», para os desconsiderar. Alguns orientalistas julgaram ver neste termo a origem da palavra «assassino», que se tornou, em várias línguas europeias, sinónimo de homicida."

 

Espírito de porco

 

 

Espírito de porco é uma expressão idiomática utilizada para se referir a uma pessoa cruel, ranzinza, que se especializa em complicar situações ou em causar constrangimentos.

Origem

A origem desta expressão vem dá má fama do porco, associada à falta de higiene, à sujeira e - inclusive - à impureza.

Segundo o professor Ari Riboldi, essa má fama foi reforçada no período da escravidão, quando nenhum dos escravos queria ter a tarefa de matar os porcos nas fazendas. Nessa época havia uma crença de que o espírito do porco ficava no corpo de quem o matava e o atormentava pelo resto de seus dias.

 

Mentira

 

 

Mentira é o nome dado às afirmações ou negações falsas ditas por alguém que sabe (ou suspeita) de tal falsidade, e na maioria das vezes espera que seus ouvintes acreditem nos dizeres. Dizeres falsos quando não se sabe de tal falsidade e/ou se acredita que sejam verdade, não são considerados mentira, mas sim erros.

Moralidade da mentira

Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um "pecado" em muitas religiões. As tradições éticas e filósofos estão divididos quanto a se uma mentira é alguma situação permissível – Platão disse sim, enquanto AristótelesSanto Agostinho e Kant disseram não.

Mentir de uma maneira que piore um conflito em vez de diminuí-lo, ou que se vise tirar proveito deste conflito, é normalmente considerado como algo antiético.

Existem pessoas que afirmam que é com frequência mais fácil fazer as pessoas acreditarem numa Grande Mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez. Esta frase foi proferida pelo Ministro da Propaganda Alemã Joseph Goebbels no Terceiro Reich.

A mentira torna-se uma sátira com propósitos humorísticos quando deixa explícita pelos excessos na fala e o tom jocoso que de fato é uma mentira. Nestes casos é com frequência tratada como não sendo imoral e é bastante praticada por humoristas, comediantes, escritores e poetas.

Etiqueta da mentira

etiqueta é bastante preocupada com as questões da mentira, atribuição da culpa e hipocrisia – coisas que com frequência são menosprezadas na ética mas de grande utilidade na sociedade:

As razões morais para se tolerar mentiras têm a ver em sua maior parte em evitar conflitos. Um código ético irá com frequência especificar quando a verdade é necessária e quando não é. Em tribunais, por exemplo, o processo antagônico e padrão de evidência que é aplicado restringe as perguntas de maneira que a necessidade da testemunha mentir é reduzida – de maneira que a verdade quanto a questão em julgamento supostamente será revelada com mais facilidade.

A necessidade de mentir é reconhecida pelo termo "mentira social" onde a mentira é inofensiva, e há circunstâncias onde existe uma expectativa de se ser menos do que totalmente honesto devido a necessidade ou pragmatismo. As mentiras podem ser divididas em classes – ofensivas ou mal intencionadas, inofensivas e jocosas, do qual apenas a primeira classe é séria (O catolicismo classifica a primeira como pecado mortal mas também condena as outras como veniais).

Há alguns tipos de mentiras que são consideradas aceitáveis, desejáveis, ou mesmo obrigatórias, devido a convenção social. Tipos de mentiras convencionais incluem:

  • uso de eufemismos para evitar a menção explícita de algo desagradável;
  • perguntas insinceras sobre a saúde de uma pessoa pouco conhecida;
  • afirmação de boa saúde em resposta a uma pergunta insincera (os inquiridores com frequência ficam bastante desconcertados por qualquer outra coisa que não a resposta positiva mais breve possível);
  • desculpas para evitar ou encerrar um encontro social indesejado;
  • garantia de que um encontro social é desejado ou foi agradável;
  • dizer a uma pessoa moribunda o que quer que ela queira ouvir;
  • supressão de uma quebra de tabu.

A maioria das pessoas participa de tais mentiras convencionais, e não aplica a desaprovação moral costumeira em relação as mentiras em tais situações. Mentiras convencionais são vistas como uma categoria menor de mentira, semelhante as mentiras sociais. No entanto, uma minoria de pessoas as vê como mentiras maliciosas.

Psicologia da mentira

A capacidade dos hominídeos de mentir é percebida cedo e quase universalmente no desenvolvimento humano e estudos de linguagem com pongídeos. Uma famosa mentira do último grupo foi quando Koko, a gorila, confrontada por seus treinadores depois de uma explosão de raiva no qual ela arrancou uma pia de aço do lugar onde ela estava presa, sinalizou na Língua de Sinais Americana, "o gato fez isso, " apontando para seu pequeno gato. Não está claro se isso foi uma piada ou uma tentativa genuína de culparseu pequeno bicho de estimação.

psicologia evolucionária está preocupada com a teoria da mente que as pessoas empregam para simular a reação de outra a sua história e determinar se uma mentira será verossímil. O marco mais comumente citado na ascensão disso, o que é conhecido como inteligência maquiavélica, ocorre na idade humana de cerca de quatro anos e meio, quando as crianças começam a ser capazes de mentir de maneira convincente. Antes disso, elas parecem ser incapazes de compreender que todo mundo não tem a mesma visão dos eventos que elas têm – e parecem presumir que há apenas um ponto de vista —o seu próprio — que precisa ser integrado a qualquer história.

Sociologia e linguística da mentira

A mentira e a atribuição de culpa são tão básicas a sociedade que é difícil estudá-las de maneira formal. George Lakoff, na crítica de certas afirmações que George W. Bush fez antes da invasão do Iraque de 2003, observa que: Elas são mentiras —ou meros exageros, declarações desorientadoras, enganos, excessos retóricos e assim por diante? Os linguistas estudam tais assuntos. A descoberta mais surpreendente é que, para se considerar se uma declaração é uma mentira, a consideração menos importante para a maioria das pessoas é se ela é verdadeira! As considerações mais importantes são: Ele acreditava nisso? Ele tinha intenção de enganar? Ele estava tentando ganhar alguma vantagem ou prejudicar alguém? Essa é uma questão séria ou trivial? É "apenas" uma questão de retórica política? A maioria das pessoas irá conceder que, mesmo que a declaração seja falsa, se ele acreditava nela, não estava tentando enganar, e se não estava tentando ganhar vantagem ou prejudicar ninguém, então não houve mentira. Se foi uma mentira a serviço de uma boa causa, então foi uma mentira social. Se foi baseada em informações falhas, então foi um erro honesto. Se estava lá apenas para ênfase, então foi um exagero."

Essas desculpas figuram entre as defesas da administração. A boa causa: libertar o Iraque. A informação falha: da CIA. A ênfase: o entusiasmo por uma grande causa. Embora haja evidência de que o Presidente e seus conselheiros sabiam que a informação era falsa, eles podem rechaçar o uso da palavra com M. As falsidades foram reveladas e elas, em si mesmas, não importam muito para a maioria das pessoas.

O filósofo Leo Strauss, que teve uma grande influência sobre várias personalidades no Projeto para o Novo Século Americano que dominou a administração durante esse período, estressou a necessidade de mentir a fim de ocultar uma posição estratégica, ou para auxiliar a diplomacia. Da mesma forma personalidades anteriores na filosofia política de Nicolau Maquiavel a "nobre mentira" de Platão.

Parece extremamente improvável que a mentira seja algum dia inteiramente eliminada da política ou da diplomacia, da mesma forma que não possível removê-la da guerra que essas atividades são, em última instâncias, criadas para ajudar a impedir de ocorrer.

Mentiras e confiança

Uma razão para que a mentira possa persistir como uma estratégia em ambientes sociais é que não é a comparação dos fatos contra alguma noção de verdade, mas em vez disso, a avaliação de se uma traição da confiança aconteceu ou não, que determina a resposta a uma mentira.

No caso da Guerra com o Iraque, por exemplo, o fato de que a mentira agravou um conflito poderia ter representado uma séria quebra da confiança e traição daqueles que iriam sofrer no conflito. No entanto, qualquer um que aceita como verdadeira a afirmativa de que o regime em vigor era uma ameaça "inevitável" a aqueles que pereceram o combatendo, ou aqueles cujas vidas estão em risco como consequência da invasão, teria uma probabilidade muito menor de considerar agravar o conflito no momento mais conveniente ser qualquer tipo de traição. A perspectiva do bom senso conservador com frequência se baseia nesse tipo de suposição de certeza. Mas se conflitos que são agravados são escolhidos devido a alguma ideologia, é difícil ver como isso difere da simples lógica de "o poder torna certo".

Mentiras durante a infância

As mentiras começam cedo. Crianças pequenas aprendem pela experiência que declarar uma inverdade pode evitar punições por má ações, antes de desenvolverem a teoria da mente necessária para entender porque funciona. De maneira complementar, existem aqueles que acreditam que as crianças mentem por insegurança, e por não compreender a gravidade dos seus atos "escapa[m] da responsabilidade apelando para a mentira". Nesse estágio do desenvolvimento, as crianças às vezes contam mentiras fantásticas e inacreditáveis, parecidas com a mentira de Koko, a gorila discutida anteriormente, porque eles não possuem o sistema de referência conceitual para julgar se uma declaração é verossímil ou mesmo entender o conceito de verossimilhança.

Quando a criança primeiro aprende como a mentira funciona, naturalmente elas não possuem o entendimento moral para evitar fazer isso. É necessário anos observando as pessoas mentirem e o resultado das mentiras para desenvolver um entendimento adequado. A interferência da família também é imprescindível para que a criança compreenda através de bons exemplos a forma correta de agir.

A propensão a mentir varia muito entre as crianças, com algumas fazendo isso de maneira costumeira e outras sendo com frequência honestas. Os hábitos em relação a isso mudam normalmente até o início da idade adulta. Nos casos em que esta mudança não ocorre, a psicologia os definem como adultos no estágio de infância psicológica.

Alguns vêem que as crianças - como um todo - têm maior tendência a mentir do que os adultos. Outros defendem que a quantidade de mentiras permanece o mesmo, mas os adultos mentem sobre coisas diferentes. Com certeza a mentira de adultos costuma ser mais sofisticada, e de consequências maiores do que as contadas por crianças. Boa parte desse julgamento depende se a pessoa conta inverdades diplomáticas, insinceridade social, retórica política e outros comportamentos adultos que são tidos como mentiras.

Detecção de mentiras

A questão de se as mentiras podem ser detectadas através de meios não-verbais é assunto de particular controvérsia.

  • Polígrafos são máquinas de detecção de mentiras que medem o estresse fisiológico que um entrevistado sente em várias medidas enquanto dá declarações ou responde perguntas. Afirma-se que picos do estresse indicam comportamento mentiroso. A precisão desse método é amplamente contestada, e em vários casos bem-conhecidos provou-se que ele foi ludibriado. No entanto, ele permanece em uso em muitas áreas.
  • Vários soros da verdade foram propostos e usados durante depoimentos, embora nenhum seja considerado muito confiável. A CIA tentou descobrir um "soro da verdade" no projeto MK-ULTRA, mas foi na maior parte um fiasco.
  • Microexpressões faciais foram mostradas como um método confiável de expor mentiras, de acordo com o Diogenes Project de Paul Ekman e do Psy7Faces de Armindo Freitas-Magalhães. Em outras palavras, um lampejo minúsculo da expressão facial de "perturbação", embora difícil de ser vista para o olho destreinado, pode indicar quando a pessoa está mentindo.

Neurocientistas descobriram que a mentira ativa estruturas do cérebro completamente diferentes durante exames de tomografia por ressonância magnética, o que pode levar a um método mais preciso (embora não prático) de detecção de mentiras.

 

Ódio

 

ódio é um sentimento intenso de raiva e aversão. Traduz-se na forma: de antipatiaaversãodesgostorancorinimizade ou repulsacontra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou destruir o seu objetivo. O ódio pode se basear no medo a seu objetivo, já seja justificado ou não. O ódio é descrito com frequência como o contrário do amor, ou a amizade; outros, como Elie Wiesel, consideram a indiferença como o oposto do amor.

 

Orgulho

 

Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Em Português a palavra Orgulho pode ser vista tanto como uma atitude positiva (Honra) como negativa, dependendo das circunstâncias. Assim, o termo "pode" ser empregado de maneira errada tanto como sinônimo de soberba e arrogância (ideológica) quanto para indicar dignidade ou brio de um "estado".

Algumas pessoas consideram que o orgulho para com os próprios feitos é um ato de justiça para consigo mesmo. como reconhecimento. Ele deve existir, como forma de elogiara si próprio, dando forças para evoluir e conseguir uma evolução individual, rumo a um projeto de vida mais amplo e melhor. O orgulho em excesso pode se transformar emvaidadeostentaçãosoberba o que segundo as religiões e os teólogos consideram levando ao chamado egoísmo, sendo visto apenas então como uma emoção negativa: aArrogância se não o for patrulhado com Sabedoria.

Outras pessoas classificam o orgulho como exagerado quando se torna um tipo de satisfação incondicional ou quando os próprios valores são superestimados, acreditando ser melhor ou mais importante do que os outros. Isso se aplica tanto a si próprio quanto ao próximo, embora socialmente uma pessoa que tenha orgulho pelos outros é geralmente vista no sentido da realização e é associada como uma atitude altruísta, enquanto o orgulho por si mesmo costuma ser associado ao sentimento de capacidade e egoísmo.

Religião

Para o Cristianismo, o orgulho, conhecido como Soberba, é um dos Sete pecados capitais sendo o conceito transposto na forma positiva apenas, como Honra, no conceito do Médico Militar da Primeira Guerra Mundial Sigmund Freud.

Para o pensador A. Lisounenko, o orgulho ou honra - própria é um factor determinante na caminhada para o sucesso no âmbito familiar e profissional. Não é errado você se admirar e demonstrar publicamente este sentimento e se sentir honrado. O orgulho na forma negativa para muitos é um sentimento de fraqueza, de necessidade de auto afirmação, o que para Lisounenko está errado no conceito. Lisounenko diz que o orgulho é a confirmação natural dos nossos sentimentos, das nossas conquistas e alegrias, ou seja, um sentimento positivo e bom, para consigo e com o próximo se bem conceituado.

 

Raiva (doença)

 

raiva (também conhecida como rábia ou, impropriamente, como hidrofobia ), é uma doença infecciosa que afeta os mamíferoscausada por um vírus que se instala e multiplica primeiro nos nervos periféricos e depois no sistema nervoso central e dali para asglândulas salivares, de onde se multiplica e propaga. Por ocorrer em animais e também afetar o ser humano, é considerada umazoonose.

A transmissão dá-se do animal infectado para o sadio através do contato da saliva por mordedura, lambida em feridas abertas, mucosas ou arranhões. Outros casos de transmissão registrados são pela via inalatória, pela placenta e aleitamento e, entre humanos, pelo transplante de córnea. Infectando animais homeotérmicos, a raiva nas áreas urbanas tem como principal agente o cão, seguido pelo gato; na em zonas silvestres, se dá principalmente por lobos, raposas, coiotes e nos morcegos hematófogos. 80% dos casos registrados de animais infectados são carnívoros.

Mesmo sendo controlada nos animais domésticos em várias partes do mundo, a raiva demanda atenção em razão dos animais silvestres. Na saúde pública gera grande despesa para seu controle e vigilância, mesmo nos locais onde é considerada erradicada ou sob controle, já que é uma doença fatal em todos os casos que evoluem para a manifestação dos sintomas. Até 2006 apenas 6 casos de cura entre humanos foram registrados, dos quais 5 haviam recebido o tratamento vacinal pré e pós-exposição e somente um, em 2004, parece não haver recebido estes cuidados. A este caso único de cura, uma adolescente de Milwaukee , ensejou a uma segunda cura, esta feita num hospital público do Recife, no Brasil.

Sua incidência é global, salvo em algumas áreas específicas em que é considerado erradicado, como a AntártidaJapãoReino Unido, e outras ilhas.

Histórico

O termo raiva deriva do latim rabere (significando fúria ou delírio), mas também encontra raízes no sânscrito rabhas (tornar-se violento). Entre os gregos era chamada de Lyssa ou Lytta (loucurademência). Também a palavra vírus deriva desta doença, significando venenono latim, pois muitos supunham que era um mal derivado de um veneno contido na saliva dos animais infectados.

Desde a Antiguidade a raiva era temida em razão da sua forma de transmissão, ao quadro clínico e sua evolução. Acreditavam os antigos que era causada por motivos sobrenaturais, pois cães e lobos pareciam estar possuídos por entidades malignas. É a doença de registro mais antigo.

Entre os egípcios era comum a crença de que havia a interferência maligna da estrela Sirius (da constelação de Cão Maior) sobre os cachorros, alterando-lhes o comportamento. Entre os mesopotâmios, cerca de 1 900 a.C., já era citada no Código de Eshnunna: quando um animal provocasse a morte de alguém, seu dono era obrigado a depositar certa quantia nos cofres públicos — o que demonstra ser a raiva um problema consideravel, na época.

Na Grécia Antiga era temida, e Homero (Ilíada) registra a presença de cães raivosos; na mitologia eram invocados os deuses Aristeu eÁrtemis para a proteção e cura da raiva. Autores gregos e romanos estudaram o mal, entre os séculos IV e I a.C., tais como Demócrito,Aulo Cornélio Celso e Galeno, descrevendo-as em homens e animais e sua transmissão, recomendando práticas como a sucção, cauterização por meio de substâncias cáusticas e/ou ferro em brasa e também a excisão cirúrgica dos ferimentos: se a vítima não viesse a óbito ficaria com várias cicatrizes. Foi descrita por Aristóteles, que assinalou o risco da mordida por cães infectos — embora ainda se acreditasse que sua ocorrência poderia se dar de modo espontâneo, por meio de alimentos muito quentes, pela sede, por conta da falta de sexo ou forte excitação nervosa.

O medo causado pela doença atingia os campos e também as cidades; em 1433 há o registro de que lobos raivosos invadiram Paris. Recompensas eram entregues aos que matavam os animais infectados e, para comprovar o feito, os caçadores exibiam as cabeças ou as patas do animal abatido. Durante a Idade Média era chamada de Mal de Santo Huberto, e a Igreja recebia, no mosteiro de Andage, onde estavam os restos mortais daquele que fora bispo de Ardenas, peregrinos em busca de salvação deste mal.

Em 1530, o médico italiano Girolamo Fracastoro descreveu a doença de forma correta: que sua transmissão dava-se através da saliva do animal infectado em contato com o sangue do indivíduo sadio; foi além, dizendo que a doença progredia de modo lento, raramente aparecendo os sintomas antes de vinte dias, a maioria se manifestando após trinta dias, alguns podendo durar 4 ou 5 meses e, noutros, de um até cinco anos.

Em França eram frequentes os relatos dramáticos de ataques por lobos vindos da Europa Central. André Besson traz um registro da municipalidade de Doubs: "Em 23 de setembro de 1798, por volta das 5 horas da manhã, alguns camponeses que iam ao mercado deBesançon foram atacados, perto da aldeia de Beure, por um lobo furioso. (...) As autoridades organizaram uma perseguição e encontraram o lobo perto de Vellote. Travou-se então uma luta violenta: o animal enfim sucumbiu e seus despojos foram exibidos em toda a aldeia em festa. Mas o acontecimento teve um desfecho triste. Embora a autópsia tenha concluído que o animal era são, após algumas semanas todos os que haviam sido mordidos revelaram sinais de hidrofobia, um dos sintomas habituais da raiva. Uma dúzia de pessoas morreu após sofrimentos atrozes".

As práticas terapêuticas da antiguidade sobreviveram até o século XIX, quando finalmente Louis Pasteur iniciou seu estudo de modocientífico.

Pasteur e a raiva

A situação da raiva na Europa, no século XIX, era ainda de manutenção das práticas mais antigas e primitivas. Numa de suas lembranças infantis, Pasteur registrou o pânico ocorrido no Jura (passado em outubro de 1831) quando um lobo raivoso atacou homens e animais que cruzaram o seu caminho. Pasteur registrou o caso de um rapaz então ferido, chamado Nicole, que fora cauterizado num ferreiro próximo à casa paterna. Oito pessoas da região, mordidas nas mãos ou nas cabeças, sucumbiram após horrível sofrimento — mas Nicole sobrevivera. A lembrança do ataque pelo lobo enlouquecido permaneceu por muitos anos no lugar.

Na sua cidade natal, Arbois, havia a história do "Traseiro sem raiva", bastante popular, onde um valentão chamado Gavignon gabava-se de nada temer e, enfrentando um enorme cão, acaba por refugiar-se numa árvore, quando foi atacado "na parte mais carnosa do corpo". O animal foi abatido por um caçador mas, apesar de conferido ser sadio, o fanfarrão ainda assim postou-se de cama por vários dias, acreditando estar raivoso, recebendo o apelido que dá nome à fábula. Também essa história deve ter ouvido Pasteur, em sua juventude.

O longo período de incubação da doença fazia com que as pessoas ministrassem diversas mezinhas nos ferimentos, e os médicos indicassem variados venenos para neutralizar o vírus. Em 1852 o governo ofereceu uma recompensa a quem indicasse um tratamento eficaz contra a raiva, e houve quem recomendasse a primitiva receita de Galeno, de olhos de lagosta. A Academia de Medicina, consultada, respondeu que a cauterização era a única medida profilática eficaz contra o mal. Dezoito anos mais tarde, Henri Marie Bouley publicou num estudo que a solução era a destruição dos tecidos tocados pela saliva contaminada e, à falta de ferro em brasa para a cauterização, indicava o uso de substâncias cáusticas, tais como os ácidos nítrico ou sulfúrico, ou mesmo nitrato de prata: o método de Cornelius Celsus do século Iainda era o indicado, a ciência não tinha operado nenhum progresso no combate à raiva.

Estudos da raiva

Em 1880 Victor Galtier, da Escola de Medicina Veterinária de Lyon (a primeira do mundo), descrevera a evolução da doença nos cães:

"Após uma mordida virulenta e um período de incubação mais ou menos longo (15 a 60 dias), surgem, visíveis nas alterações do comportamento do cão, os primeiros sintomas da doença. Ele se torna triste, melancólico ou muito alegre e carinhoso. Ainda obedece e não tenta morder, mas já é perigoso, uma vez que a saliva contém o mal. (...) Depois sua agitação aumenta; se a doença assumir a forma furiosa, haverá acessos de alucinação; o animal fica parado, late, abocanha moscas inexistentes, rasga almofadas, tapetes e cortinas, arranha o chão e come terra.
O som do latido torna-se rouco e abafado, a nota final é bastante aguda e a boca não se fecha totalmente. Tais modificações no latido constituem um sinal bem grave. Em certos casos, o cão tem tendência a fugir, abandonando a casa do dono. (...) É nessa época que o animal se torna mais perigoso. Depois surgem fenômenos de paralisia: as pernas posteriores ficam enfraquecidas e o andar incerto. O cão pára na beira do caminho e ainda é perigoso nos momentos de alucinação; posteriormente a fraqueza se acentua, a respiração torna-se irregular, ele se deita e a morte ocorre quatro ou seis dias contados do início dos sintomas
".

Em dezembro do mesmo ano Pasteur voltou sua atenção para o problema. Auxiliado por cientistas como Émile RouxCharles Chamberland e Louis Thuillier, em 1881 conseguem isolar o vírus. Efetuam a passagem do agente entre coelhos e, dessecando sua medula espinal e submetendo-s à ação de potassa, conseguem um vírus mais "estável" (com virulência e incubação constantes), e que podia então ser reproduzido em laboratório, de modo a se produzir uma vacina.

No ano de 1884 descrevem para a Academia de Ciências de Paris que, após sucessivas passagens, a virulência diminuía. Passam a usar experimentalmente em animais a vacina que produziram.

A 25 de março de 1885 Pasteur escreve a Jules Vercel: "Ai! Não poderemos ir para Arbois pela Páscoa; estarei ocupado por algum tempo para fixar, ou melhor, trazer o meu cão para Villeneuve l'Etang. Também tenho à mão alguns experimentos novos sobre a raiva, que devem demorar alguns meses. Estou demonstrando, ainda este ano, que os cães podem ser vacinados, ou mantidos refratários, à raiva depois de mordidos por cães infectados. Ainda não me atrevi tratar os seres humanos mordidos por cães raivosos, mas o tempo disto não está longe, e estou mesmo muito inclinado em começar por mim mesmo, inoculando-me com a raiva e em seguida avaliar as consequências; porque estou começando a ter muita certeza dos meus resultados."

Pouco tempo depois Pasteur teve a chance de efetuar seu primeiro ensaio em humanos, num garoto que, mordido por cão raivoso, teria a morte certa.

Joseph Meister

"A morte da criança parecia inevitável. Decidi, não sem profunda angústia e ansiedade, como se pode imaginar, aplicar em Joseph Meister o método que eu havia experimentado com sucesso consistente nos cães".

– Louis Pasteur.

Na segunda-feira, 6 de julho de 1885, um pequeno garoto alsaciano chamado Joseph Meister deu entrada no laboratório de Pasteur, acompanhado de sua mãe. Ele tomara um atalho ao voltar da escola, e fora atacado e jogado ao chão por um cão ensandecido, dois dias antes. Meister contava, então, 9 anos de idade.

Ante a inevitabilidade do óbito, Pasteur decide aplicar a imunização já provada eficaz em coelhos e nos cães. Meister foi curado. No mesmo ano a vacina é ministrada em outro jovem — Jean-Baptiste Berger Jupille, que teve a cena de seu ataque pelo cão raivoso registrado numa escultura de Émile-Louis Truffot.

O sucesso da imunização humana fez seu método se espalhar rapidamente pelo mundo. Em 1890 havia centros de tratamento anti-rábico em ArgelBandungBudapesteChicagoFlorençaMadrasNova IorqueSão PauloTunisVarsóviaXangai e outras cidades.

Reconhecimento

Pasteur foi recebido na Academia Francesa por Ernest Renan com as seguintes palavras: "A humanidade deve ao senhor a supressão de um terrível mal, isto é, da desconfiança que sempre se misturava às carícias feitas no animal em que a Natureza melhor exibiu seu sorriso bondoso".

Ciclos de transmissão e hospedeiros

Para a forma de transmissão da raiva se convencionou classificar as ciclos de transmissão em urbanaruralsilvestreaéreo ou terrestre.

O ciclo aéreo diz respeito aos morcegos, sendo todos os demais considerados terrestres; será urbano quando a doença é transmitida por animais domésticos, notadamente cães e gatos; o rural dá-se nos herbívoros (bois, ovelhas, etc.) em geral atacados por morcegos hematófagos; já o silvestre diz respeito aos animais que habitam às matas — aos quais muitas vezes o ciclo aéreo também está associado.

O cão é o principal hospedeiro do ciclo urbano, e a relação de proximidade com o homem evidencia a condição de zoonose da doença; os cães transmitem o vírus entre si ou eventualmente, em geral em episódios envolvendo morcegos, de animais de outras espécies.

No ciclo aéreo o morcego hematófago é o principal hospedeiro, sendo considerável por exemplo na América Latina, onde a espécie Desmodus rotundus é a que mais provoca casos de transmissão silvestre aérea. Além do morcego hematófago é de se considerar a transmissão por animais que não se alimentam de sangue (frugívoros, insetívoros, etc.), que podem representar eventual risco dada a sua condição de habitar ambientes urbanos.

Etiologia

O agente da raiva é um Rhabdovirus com genoma de RNA simples de sentido negativo (a sua cópia é que é lida como RNA mensageiro— ou mRNA — na síntese proteica). O vírus tem envelope bilipídico, medindo cerca de 170 nanômetros de comprimento por 70 nanômetros de largura (11 a 15 kb) e formato de bala.

Para a produção dos anticorpos o antígeno capaz de fazê-lo é a glicoproteína do envoltório viral. O vírus, por sua vez, é tornado inativo através de vários agentes físicos e químicos, tais como radiação ultravioleta, álcool, raio X, etc.

Histórico

O agente etiológico da raiva foi inicialmente identificado por Adelchi Negri, em 1903 que, por visualizar os corpúculos virais presentes nas amostras, tomou-os por parasitas protozoários. Alguns meses mais tarde é que Paul Remlinger (1871–1964), do Instituto Bacteriológico Imperial de Constantinopla, demonstrou a filtrabilidade do agente, identificando-o como um vírus.

Inicialmente era apontada apenas uma espécie virótica do lissavírus como agente da raiva. Mais tarde o uso de métodos sorológicos detectou a existência de quatro sorotipos diferentes. Modernamente, com a análise da genética molecular, sete tipos distintos foram detectados. Quatro novos tipos foram detectados na Europa e Ásia em quirópteros e ainda estão sendo apreciados.

Descrição

O formato de bala dos vírus (vide imagem) caracteriza-se por ter uma das pontas em formato arredondado, e a outra reta — embora possa ocorrer serem ambas arredondadas, em forma de bacilo. Sua informação genética constitui-se numa fita simples de RNA, não segmentado.

Epidemiologia

Com exceção da Austrália e Antártida, a raiva está ainda presente em todos os continentes da Terra. Alguns países conseguiram erradicá-la — como Reino UnidoIrlandaJapão e nações da Escandinávia; esta ampla distribuição deve-se à grande adaptabilidade do vírus em várias espécies de hospedeiros.

Na América do Norte e Europa os casos urbanos são considerados erradicados, restando ainda as do ciclo silvestre; nos demais países os registros urbanos persistem: a Índia, por exemplo, chegou a registrar mais de 20 mil casos ao ano, e a China 5 mil.

Diversas cepas do vírus se encontram em reservatórios silvestre e em cães, através do globo.

Na África casos de cães assintomáticos foram registrados na Etiópia e Nigéria, além da detecção de RNA viral em hienas, o que sugere a existência de cepas de baixa capacidade patogênica nesta espécie.

A incidência da doença em herbívoros tem significativo impacto econômico; apenas em bovinos ela representa um valor estimado em 50 milhões de dólares ao ano, em todo o mundo.

No período de 1990 a 1998 houve 383 casos de raiva humana no Brasil e seis em São Paulo. Esses números vêm diminuindo progressivamente. Em 2002 foram somente dez casos.

Aspectos clínicos

A inoculação ocorre a partir da saliva do animal contaminado, especialmente pela mordida (menos frequentemente por arranhadura ou lambida em mucosas). Formas remotas de transmissão inter-humanas são possíveis, embora raras, e há alguns relatos (transplantes ou por via respiratória).

Incubação

O período de incubação da raiva é muito variável, podendo ir de alguns dias até um ano; a média, contudo, é de 45 dias na raiva humana e de 10 dias a 2 meses, no cão.

Este tempo está diretamente relacionado ao local e à gravidade do ferimento provocado pelo animal, com a distância deste local dos troncos nervosos e, finalmente, à quantidade viral inoculada.

Transmissibilidade

Em animais domésticos (cão e gato) o período de transmissão tem início de 2 a 3 dias antes do surgimento dos sintomas clínicos, e perdura por toda a evolução da doença — com a morte ocorrendo entre 5 e 7 dias após a manifestação sintomática; já entre animais silvestres não há estudos que apontem esse período com certeza, variando conforme a espécie hospedeira; nos morcegos, contudo, sabe-se que este período é bastante longo e assintomático.

Diagnóstico diferencial

A doença guarda similaridade com outros quadros patogênicos, como o tétanopasteureloses decorrentes de mordida de cães e gatos, a Herpes virus simiaebotulismo, outrasencefalites viraissodoku, etc. Para diferenciar devem ser observados o fácieshiperacusiahiperosmiafotofobiaaerofobiahidrofobia e mudanças comportamentais.

Diagnóstico ambulatorial

No exame em vida em humanos é comumente usado a imunofluorescência direta, em impressão de tecidos como a córnea, mucosa lingual, tecido bulbar do folículo piloso, e ainda através da biópsia de pele extraída da região cervical — embora o resultado, quando negativo, não seja conclusivo, sendo de extrema importância a realização de necropsia confirmatória; guarda contudo a vantagem de ser rápida, sensível e específica.

A prova do diagnóstico se dá no exame microscópico de tecidos nervosos; a prova biológica se processa com a inoculação em camundongos.

Ainda se processa a técnica de tipificação viral, para determinação da cepa; quando aponta resultados inesperados deve ser feito o sequenciamento genético.

A avaliação sorológica é feita nos indivíduos imunizados previamente e expostos ao risco de infecção; avaliações semestrais devem ocorrer em todos os indivíduos do grupo de risco.

Para o diagnóstico virológico o encéfalo do animal é o tecido eleito (vide fotografia); ao laboratório são remetidas amostras que incluam partes do cerebelohipocampo e córtex cerebral.

Tratamento

O paciente humano deve ser mantido em isolamento, num local com baixa luminosidade e incidência de ruídos; não pode receber visitas e apenas se permite a entrada de profissionais envolvidos no tratamento, com uso de equipamentos de proteção individual (EPI).

Sem tratamento específico, a raiva comporta terapia de suporte: alimentação por sonda nasogástrica, hidratação, controle de distúrbios eletrolíticos e ácido-básicos, da febre e dos vômitos; uso de betabloqueadores na hiperatividade simpática, entre outros.

Confere-se imunidade pela aplicação da vacina antes e depois da exposição, pois, uma vez manifestado o quadro sintomático, o paciente evolui para o óbito.

Vacina

A primeira vacina contra a raiva deve-se ao célebre microbiologista francês Louis Pasteur, que a desenvolveu em 1886.

A vacinação de cães e o tratamento preventivo em humanos são as duas principais formas de controle da raiva.

Diversas formas de vacina foram desenvolvidas e são produzidas, atualmente, algumas delas destinadas a uso exclusivo veterinário; todas dependem de adequada conservação para sua eficácia, bem como a depender da espécie a ser imunizada o período de proteção pode variar — como no caso dos bovinos, que são protegidos por apenas 30-45 dias, bastante ampliado se houver uma aplicação de dose de reforço.

O avanço das pesquisas da biologia molecular e da engenharia genética levaram à criação de vacinas anti-rábicas que se utilizam de apenas partes da estrutura viral, de certos epítopos ou ainda de pedaços de peptídeos.

A vacina que melhores resultados apresenta em humanos é a desenvolvida a partir de culturas celulares e, destas, aquelas feitas com células diploides humanas; essa produção, contudo, é bastante dispendiosa, o que inviabiliza seu uso em países pobres.

A vacina tipo Semple, usada ainda na Índia, por exemplo, tem a possibilidade de produzir acidentes pós-vacinais, que podem levar à morte.

Desenvolvida no Instituto de Bacteriologia do Chile em 1954, a vacina feita a partir do cérebro de camundongos recém-nascidos foi inicialmente criada para uso em cães mas, a partir da década de 1960, passou também a ser usada em humanos. Esta vacina é a que se utiliza no Brasil.

Na China foi desenvolvida uma vacina a partir da cultura de células dos rins de hamsters, aplicada com relativo sucesso; tanto a chinesa quanto a chilena têm a vantagem do baixo custo.

A cura, em 2004

No ano de 2004 foi registrado o primeiro caso de cura da doença em paciente que não tomara a vacina, publicado nos Estados Unidos, utilizando-se um tratamento que consistia na sedação profunda (coma induzido) e uso de antivirais.

Este caso, utilizando-se do tratamento que passou a ser chamado Protocolo de Milwaukee, trouxe a possibilidade de cura para uma doença até então considerada letal.

Até 2008 o protocolo de Milwaukee havia sido aplicado em 16 casos, mas a técnica somente teve resultado positivo com dois pacientes — a jovem americana e num rapaz brasileiro.

A cura, no Brasil

Com base na experiência americana em 2008, na cidade de Recife, foi aplicado o tratamento num jovem mordido por morcego hematófago que, curado, possibilitou a reunião dos dados e a elaboração do Protocolo de Recife pelo Ministério da Saúde.

Um rapaz pernambucano de 15 anos de idade havia contraído o vírus e desenvolvido a doença; levado para a UTI do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, no Recife onde, por ausência de alguns dos remédios indicados no protocolo de Milwaukee, foi utilizada nova forma de tratamento. Após 35 dias de internação, foi declarado curado.

Dia Mundial Contra a Raiva

Por iniciativa da Aliança para o Controle da Raiva (com sigla ARC, do inglês Alliance for Rabies Control), desde 2007 o dia 28 de setembro é dedicado ao combate à doença. Fundada em 2005, na Escócia, a ARC vem estabelecendo parceria com entidades de saúde nacionais e transnacionais no sentido de realizar programações que envolvam o alerta, esclarecimento e combate à doença em todo o planeta. Nas três primeiras edições o Dia Mundial contra a Raiva foi responsável pela vacinação de 3 milhões de cães, o esclarecimento a 100 milhões de pessoas, em 125 países.

Situação no Brasil

O Brasil possuía, em meados do século XX, uma elevada taxa de incidência de raiva humana, o que levou os governos a editarem normas municipais de maior controle das zoonoses, especialmente da raiva.

Em 1973 foi criado o Programa Nacional de Profilaxia da Raiva Humana com o fim de diminuir a infecção humana através do controle nos animais domésticos, além das medidas profiláticas imediatas para aqueles que tiveram contato com animais raivosos. Essas ações foram efetivadas em lenta progressão, até serem aceleradas em razão do Plano de Ação para Eliminação de Raiva Urbana das Principais Cidades da América Latina, da Organização Pan-Americana da Saúde, de 1983, que estabeleceu como meta-limite o ano de 2012.

O país desenvolveu então o Sistema de Informação de Agravos de Notificação, desenvolvido em 1990, implantado a partir de 1992 e regulamentado apenas em 1998. Por ele todos os casos de raiva passaram a ser de notificação compulsória e imediata.

Estudos realizados no país dão conta de que entre os anos 2000 a 2009 houve uma incidência média de 16 casos em humanos ao ano; alguns avanços com a redução dos casos humanos e em cães se deu, especialmente em decorrência do controle destes últimos e, desde 2006, os casos de mortes de animais rábicos também passaram a ser de notificação compulsória, o que é importante para sua vigilância e controle. A despeito da redução urbana, os casos decorrentes do chamado ciclo silvestre têm emergido, onde há reservatórios tais como morcegos, canídeos do mato e macacos.

De 1997 a 2003, 84% dos casos em humanos tinham como hospedeiro principal o cão; em 2004 e 2005, contudo, um surto na Amazônia fez com que a raiva silvestre aérea se tornasse a principal origem, sendo estes dois anos os de maior incidência em humanos no período decenal, com 133 casos; além dos casos humanos, a raiva provoca perda na pecuária, havendo o decênio 1997-2006 registrado mais de 23 mil casos. Antes disso tem-se dados como o do ano de 1993, que apontam 2.294 casos de raiva animal; no ano de 1995 ocorreram, apenas em cães, 1.035 casos.

Em razão disto a principal medida adotada no país para o controle da raiva se dá no ciclo urbano, pela vacinação de cães e gatos, criando-se assim uma proteção imune pela redução dos animais suscetíveis.

 

Roubo

 

 

Roubo é o ato de subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outro, mediante grave ameaça ou violência a pessoa (ou não), ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência. No Brasil, a pena prevista para este crime é de reclusão, de quatro a dez anos, e multa (art. 157, caput, do Código Penal).

Na mesma pena incorre quem, logo depois de subtraída a coisa, emprega violência contra pessoa ou grave ameaça, a fim de assegurar a impunidade do crime ou a detenção da coisa para si ou para terceiro. Trata-se do roubo impróprio (art. 157, § 1o)

A pena aumenta-se de um terço até metade: se a violência ou ameaça é exercida com emprego de arma (a cancelada Súmula 174 do STJ aplicava a majorante também para a arma de brinquedo); se há o concurso de duas ou mais pessoas; se a vítima está em serviço de transporte de valores e o agente conhece tal circunstância; se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado para outro Estado ou para o exterior; se o agente mantém a vítima em seu poder, restringindo sua liberdade.

Se da violência resulta lesão corporal grave, a pena é de reclusão, de sete a quinze anos, além da multa.

Se resulta morte, a reclusão é de vinte a trinta anos, sem prejuízo da multa. Trata-se do chamado latrocínio, considerado crime hediondo, nos termos da Lei 8072/90.

 

 

Soberba

 

 

Soberba também conhecido como Orgulho é o sentimento caracterizado pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, levando a manifestações ostensivas de arrogância, por vezes sem fundamento algum em fatos ou variáveis reais. O termo provém do latim superbia.

As manifestações de soberba podem ser individuais ou grupais. Em termos grupais, podemos exemplificar o nacionalismo xenófobo como uma faceta da soberba. Também todos os tipos de racismocorporativismoelitismo, doutrina de povos escolhidos ou eleitos e outras concepções semelhantes, em que um grupo se firma na crença de que é superior, demonstram matizes da soberba.

A manipulação da soberba, do orgulho e da pretensão de superioridade de um grupo ou nação pode mobilizar conflitos armados, onde tais sentimentos de uma massa humana pouco crítica servem aos interesses políticos, econômicos, ideológicos ou religiosos de seus líderes. Exemplo recente encontra-se na doutrina de superioridade da raça ariana, que serviu de base ideológica para arrigimentar uma nação e desencadear uma Guerra Mundial. Além deste, podem ser citados o regime de apartheid que vigorou na África do Sul, a atitude dos colonizadores europeus nos séculos XIX e XX, a atitude recíproca da parcela radical de árabes e judeus, o sistema de castas da sociedade indiana, a Ku Klux Klan norte-americana, entre inúmeros outros. Também observa-se processo semelhante na grande maioria das guerras religiosas registradas na História, o que vem contabilizando um sem-número de mortes, mutilações, retaliações, revanchismos e hostilidades de vários gêneros.

Para a Igreja Católica, a soberba é um dos sete pecados capitais (CIC, n. 1866), sendo o mesmo pecado associado à orgulho excessivo, arrogância e vaidade.

Análise

A soberba não é privilégio dos ricos. Os pobres também podem experimentar a soberba ao se considerarem especiais e buscando fingir serem o que não são. Não só através de bens materiais, pois muitas vezes a pessoa pode se sentir superior aos outros por acreditar que é o melhor no que faz, no que decide, na sua capacidade de resolver situações.

Enquanto o invejoso guarda tal sentimento para si, se remoendo internamente (talvez até com medo das denotações negativas que tal sentimento pode compor), o soberbo tende a se mostrar, pois está enamorado com a própria existência. O soberbo se sente auto-realizado (dentro dos conceitos propostos na pirâmide de Maslow), querendo mostrar-se para os outros a todo preço, querendo despertar a inveja e a admiração dos outros, como se isso elevasse sua estima ao máximo e lhe trouxesse prazer.

O soberbo quer superar sempre os outros, mas quando é superado, logo se deixa dominar pela inveja. Para o soberbo, ele deve sempre estar no topo, sendo o parâmetro mais alto para as pessoas, despertando interesse e curiosidade de todos. Quando é superado, logo o soberbo se sente ameaçado, atingido, sendo tomado pela inveja, querendo depreciar os outros e vangloriar-se, sem que para isso se estruture para se superar ou até fazer uma avaliação da vida, dando-se em determinado momento por satisfeito.

A correção da soberba ocorre única e simplesmente por meio da humildade. É agindo com simplicidade que se consegue combater a soberba nas suas mais diversas formas, evitando a ostentação, contendo as vaidades e olhando o mundo não apenas a partir de si, mas principalmente ao redor de si. O soberbo vê o mundo começando a partir de si, enquanto o correto seria que ele olhasse ao redor, comparasse, analisasse e traçasse seu caminho individualmente, com virtude e solidariedade.

Mas algumas vezes também pode-se perceber que o excesso de humildade é sinal de uma soberba focada na inferioridade. Ou seja, o soberbo não aceita ser como a média, não aceita ser como os demais. Ele precisa se destacar dos outros sendo o "mais" "maior". Se não consegue ser o mais inteligente ele então desejará e será o mais ignorante, falando sobre isso o tempo todo para que, seu interlocutor ao ouvir a depreciação passe a elogiar o soberbo mesmo que seja por educação. Mas isso bastará ao soberbo que quer ser destacado dos outros que são medianos.

 

Vaidade

 

 

vaidade (chamada também de orgulho, soberba ou amor próprio) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada e invejada.

A vaidade é mais utilizada também hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de Narciso.

Nos Ensaios de Montaigne há um capítulo sobre vaidade. Um escritor brasileiroFlávio Gikovate, tem se dedicado a analisar a influência da vaidade na vida das pessoas e seus impactos na sociedade.

Uma das abordagens da vaidade na literatura é feita por Oscar Wilde no livro O Retrato de Dorian Gray, onde o principal tema é a vaidade do personagem Dorian, onde o jovem e` ao mesmo tempo velho, e o velho e` ao mesmo tempo jovem.

Mathias Ayres é um filósofo brasileiro que escreveu muito a respeito do tema em seu livro Reflexões Sobre a Vaidade dos Homens.


CLICK NA FOTO E VEJA MAIS...

 

 

Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
2197 × 1463 - minilua.com
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
6 dias atrás
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
5 dias atrás
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
2 dias atrás
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE
Resultado de imagem para IMAGENS DE DE ALGUNS MALES DA HUMANIDADE