DEUS NÃO É RELIGIÃO OU SEITA, POIS RELIGIÕES E SEITAS SÃO COISAS DOS HOMENS E MULHERES, COMO AS CRENDICES.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17 - Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47 - Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8.


O AMOR DE DEUS PARA COM OS SERES HUMANOS, É ABSOLUTAMENTE INCONDICIONAL, POIS OS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA EM ESPÍRITO, E NÃO PODE NEGAR-SE A SI PRÓPRIO.


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 CRIAÇÃO DA RAÇA HUMANA RACIONAL
Existem dois períodos distintos e importantes na criação da vida humana. 1º Período: Antes da criação do homem racional (pré-história) e 2º Período após a criação do homem racional, este último citado na Bíblia, em Gênesis Capítulo 1º (criação dos espíritos do homem e da mulher), e Gênesis, Capítulo 2º (criação dos corpos do homem e da mulher). É muito grande a falta de entendimento dos Ciêntistas e dos Religiosos, tornado-os radicais.


 

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003 - RECEITAS DE COMIDAS DE ACROTÍRI (SANTORINI)
003 - RECEITAS DE COMIDAS DE ACROTÍRI (SANTORINI)

Acrotíri (Santorini)

Acrotíri
Akrotiri
Ακρωτήρι
Ruínas de Acrotíri
Localização atual
 
Acrotíri está localizado em: Grécia
Acrotíri
Localização do sítio de Acrotíri
Coordenadas 36° 21' 6" N 25° 24' 12" E
País  Grécia
Região Egeu Meridional
Unidade regional Tira
Dados históricos
Fundação Neolítico (ca. V milênio a.C.)
Abandono Minoano Médio IIIB (ca. 1 600 – 1 550 a.C.) ou Minoano Recente IA (ca. 1 550 - 1 520 a.C.)
Início da ocupação Neolítico
Notas
Escavações 1967-2005; 2009-atualmente
Arqueólogos Spyridon Marinatos; Christos Doumas
Acesso público Sim

Acrotíri (em grego: Ακρωτήρι; transl.: Akrotíri) é o nome de um sítio arqueológico da Idade do Bronze da ilha grega de Santorini, associado com a Civilização Minoica devido a inscrições em Linear A, e semelhanças nos estilos de artefatos e afrescos. Seu nome deriva de uma aldeia moderna de mesmo nome localizada numa colina próxima. Afrescos, cerâmica, móveis, avançados sistemas de drenagem e edifícios de três andares foram descobertos no sítio, cuja escavação foi iniciada em 1967 por Spyridon Marinatos.

Acrotíri foi enterrado pela erupção do vulcão Tera durante o milênio II a.C.; como resultado,(igual as ruínas romanas de Pompeia posteriormente), está muito bem preservado. Alguns historiadores sustentam que o desastre ocorrido com este assentamento tenha sido a inspiração para a história platônica de Atlântida.

Um ambicioso telhado moderno, destinado a proteger o local, desabou pouco antes de sua conclusão em 2005, matando um visitante; não foram registrados danos às antiguidades. Como consequência o sítio foi fechado para visitantes; desde abril de 2012 o sítio está novamente aberto ao público.

 

Descoberta e escavações

Em 1867 uma empresa de construção francesa operava projetos de extração de pedra-pomes e pozolana em Santorini, para a construção do Canal de Suez. Ferdinand André Fouqué, o geólogo da empresa, encontrou e registrou restos de paredes em um vale abaixo de Acrotíri e na pequena ilha de Tirásia. Três anos depois arqueólogos franceses e, em seguida, em 1899, o alemão Robert Zahn, escavaram sistematicamente o mesmo terreno, todavia, devido a falta de informações para produzir estimativas de tempo e, em vista das surpreendentes descobertas ocorridas contemporaneamente em Creta, tais escavações foram abandonadas. Em 1967, sob os auspícios da Sociedade Arqueológica de Atenas, o arqueólogo Spyridon Marinatos iniciou novas escavações nas ilhas onde notabilizou-se pela descoberta do assentamento de Acrotíri.

Depois de quarenta anos de escavação contínua verificou-se apenas dois hectares da cidade, que ocupava uma área muito maior. É basicamente a cidade do momento da destruição, em meio ao II milênio a.C., de modo que a datação precisa ainda é discutida. As mais antigas camadas estratigráficas foram exploradas apenas ocasionalmente, em trincheiras feitas para extrair os postes de suporte do telhado. Foram encontrados fragmentos de cerâmica e outros artefatos datáveis a partir do neolítico, perpassando vários período da Civilização Cicládica.

Logo após a descoberta do assentamento, um telhado foi edificado para proteger os edifícios da chuva e do sol. Entre 2002-2005, o telhado, que continuamente foi ampliado, foi substituído por uma nova estrutura, a pedido da União Europeia. Todavia um acidente ocorreu pouco antes da inauguração, do qual um turista foi morto e seis ficaram feridos. Como havia dúvidas quanto a solidez do telhado, as escavações, assim como as visitações, foram paralisadas. Durante a interrupção das escavações, os arqueólogos concentraram-se na análise de objetos já extraídos, em especial aqueles em camadas mais profundas. Através deste trabalho eles fizeram novas descobertas sobre a pré-história da cidade. Desde 2009, um novo telhado foi construído e as escavações foram retomadas em 2011.

Periodização

Túmulo de Spyridon Marinatos, Acrotíri
Christos Doumas guiando visitantes em Acrotíri, 2010

A parte escavada da cidade fica em um declive de cerca de 200 m da costa atual. As primeiras indicações de casas datam do neolítico, ca. V milênio a.C. As escavações levaram aos primórdios da habitação como uma vila costeira em uma pequena península plana. Os primeiros exemplares de cerâmica estão intimamente relacionados com os tipos encontrados em Naxos e Saliagos. Semelhanças na decoração também estão disponíveis em cópias do Dodecaneso, particularmente provenientes de Rodes.

Assume-se que a cidade sofreu acentuada expansão em torno de 3 000 a.C. Naquela época a população da aldeia aumentou consideravelmente, como refletido na disposição de um cemitério que remonta à inclinação acima da península. Ele consistia de quartos esculpidos em rochas vulcânicas bastante maciças, algo incomum para o período. Os túmulos foram basicamente cistas, todavia, devido a falta de rochas adequadas para se produzir lajes, estas foram substituídas por salas. Perto do final do período Cicládico Antigo II (2 650-2 450/2 400 a.C.) o cemitério foi abandonado e os exemplares de cerâmica encontrados nos túmulos pertencem ao chamado grupo Kastri.

Em cerca de 2 500 a.C. há traços de metais na ilha. Comparações de estilos salientam que a troca de novos materiais e novas técnicas de cerâmica ocorreram do nordeste do Egeu para a ilha. Poliochini, em Lemnos, e outros assentamentos vizinhos foram abandonados no final do III milênio a.C. por razões desconhecidas. Ao mesmo tempo, a metalurgia desenvolveu-se em Acrotíri, e pode-se supor que tal mudança seja proveniente de imigrantes que fugiram para a ilha, trazendo consigo novos conhecimentos.

A cidade atingiu o seu florescimento dentro das Cíclades após 2 000 a.C. Naquela época, os quartos do cemitério da Idade do Bronze Inicial foram preenchidos com pedras e restos de muros desmoronados, de modo a formar uma base estável para a expansão do assentamento em direção ao topo da encosta. Acredita-se que o estopim para tal período áureo foi a descoberta de grandes depósitos de cobre em Chipre, e a posição ideal de Santorini na rota comercial entre Chipre e Creta. A cidade, em seguida, tomou um caráter urbano, com casas de vários andares, e sua primeira infraestrutura pública, com um sistema complexo de esgoto. Novos estilos de cerâmica apareceram: exemplares com duas tonalidades e uma pintura detalhada com padrões geométricos e desenhos de plantas e animais.

Escavações sobre o período cicládico médio foram conduzidas, em parte, a partir das bases encontradas em trincheiras e sobre entulhos ou fragmentos que foram reutilizados como material de construção durante o cicládico recente. Além das trincheiras, a pesquisa mostra o estado da cidade durante o cicládico tardio I, com data ainda discutida.[12] O abandono definitivo de Acrotíri ocorreu durante o Cicládico Recente I/Minoano Recente I com base na cronologia das ilhas e no Heládico Recente I, em algum momento anterior ao abandono do Heládico Recente IIA do Círculo de tumbas A em Micenas, com base a cronologia do continente.

Erupção minoica

Ruínas da cidade de Tira

A erupção minoica foi considerada um marco, não só para a ilha de Santorini, mas para todo o mundo Egeu, inclusive Creta. Segundo evidências dendrocronológicas, radiocarbônicas e de núcleos de gelo da Groenlândia, a erupção minoica se desenrolou entre 1 627-1 600 a.C. Por outro lado, evidências arqueológicas apontam para um período mais recente, entre 1 530-1 500 a.C. Durante os estudos acerca da erupção constatou-se que esta desenvolveu-se em quatro fases principais que foram precedidas por algumas fases basais que representam atividades vulcânicas precursoras; devido a inexistência de restos humanos em Acrotíri postula-se que esta atividade preliminar precedeu a erupção afugentaram os habitantes da ilha.Estima-se que a erupção minoica tenha provocado, além da destruição e soterramento de Acrotíri, o enfraquecimento da Civilização Minoica de Creta, assim como conturbações no Egito, mudanças climáticas que afetaram regiões longínquas como a China e tsunamis que destruíras diversos assentamentos costeiros em Creta e em outras localidades do mediterrâneo oriental.

Após a erupção constatou-se achados arqueológicos limitados que apontam para uma lenta recuperação, que durou séculos, da vegetação e do solo locais a ponto de permitir a reocupação da ilha pelos humanos. Fragmentos isolados do período Heládico Recente IIIB da Civilização Micênica, em torno de 1 200 a.C., foram encontrados perto da praia de Monolithos. Heródoto refere-se a uma colônia fenícia, mas não pode, então, ser demonstrada. Segundo Heródoto e Pausânias após o século IX a.C. os dóricos, liderados pelo herói tebano Teras estabeleceram-se na ilha e formaram a antiga cidade de Tiira. A ilha que, segundo Heródoto, era chamada Caliste em homenagem ao herói fenício Cadmo, recebeu o nome de Tera em homenagem a Teras.

Cidade

Plano de Acrotíri
Cerâmica contendo gesso

A cidade de Acrotíri, com cerca de 20 hectares, é uma das mais importantes do Egeu, além de ser um vislumbre da opulência arquitetônica dos minoicos. Os edifícios, retangulares e agrupados em unidades retangulares delimitadas por ruas estreitas, foram construídos exclusivamente com silhares (os mais luxuosos) ou com tijolos de argila com palha; eram rebocados com argila, colorida ou não, e cal. O piso térreo era geralmente de terra com pavimentação de lajes brutas de ardósia. Este comunicava-se com os andares superiores por escadas de madeira ou pedra; molduras de madeira eram usadas para reforçar a estrutura. O chão dos andares superiores era de terra com incrustações de pedaços de conchas ou coberto com mosaicos de seixos; o telhado era possivelmente plano e feito de cana com terra e cascalho para isolamento térmico; armazéns, oficinas e moinhos de grãos foram distribuídos no térreo, enquanto os andares superiores serviam como residências; muitos edifícios continham afrescos. As estradas da cidade eram estreitas e pavimentadas com lajes; a drenagem eram feita através de canais embutidos sob a superfície do pavimento; o esgoto levado para os canais por tubos de argila que foram colocados nas paredes das residências. Concluiu-se, devido a estruturação do assentamento, que este era habitado por ricos comerciantes ou chefes locais. Além disso, devido a presença de instalações religiosas (bacias lustrais, etc.), tipos de decoração e achados particulares, especula-se que alguns edifícios atuavam como centros cultuais.

Os afrescos encontrados em Acrotíri são alguns dos mais representativos do mundo egeu e expressam com clareza a cultura egeia da Idade do Bronze. Devido as subsequentes camadas piroclásticas que soterraram Acrotíri, os afrescos da cidade estão, em sua maior, em bom estado de conservação. Estes murais revelam, entre outras coisas, o vestuário, cerimônias sacras, história natural, etc. Figuras masculinas parecem assumir maior importância do que na pintura minoica em geral, embora o papel iconográfico da mulher é predominante. O vestuário das personagens e os cenários naturais representados assemelham-se aos afrescos minoicos de Creta, por outro lado, tanto o penteado (a maioria das personagens é representada com boa parte do crânio pintado de azul, possivelmente representado que está raspada) como a representação de mulheres com grandes brincos é algo peculiarmente diferente da iconografia minoica.

Um terremoto que precedeu a erupção minoica causou enormes avarias aos edifícios locais, alguns deles reduzidos a não mais que escombros. As escavações de Christos Doumas revelaram que, após esta catástrofe natural, um sistemático programa de demolição, nivelamento de escombros e reconstrução de edifícios foi realizado em todo o sítio. Diversas provas comprovam a demolição intencional de muitos edifícios, porém entre todas a mais importante é a presença de "bolas de demolição". O lapso de tempo entre o terremoto e a erupção é, segundo evidências (p. ex. tipos de cerâmica), de vários anos ou até mesmo duas ou três décadas. O processo de reconstrução do assentamento, como indicado por exemplo pela condição parcialmente rebocada e pintada do quarto do segundo andar da chamada "Casa Oeste", estava em andamento quando o assentamento foi soterrado pela erupção minoica. Dois vasos contendo gesso seco e outro, tintura seca, revelam que este quarto estava em processo de decoração quando foi abruptamente abandonado. Embora boa parte da cidade tenha sido demolida e reconstruída, alguns edifícios foram recuperados em algum grau, de modo que o plano da cidade preservado pela erupção seria anterior ao terremoto.

Xeste 3

Xeste 3, grande edifício localizado ao extremo sudoeste da cidade, é formado por dois andares com quatorze salas cada, algumas das quais conectadas por múltiplas polythyra (sing. polythiron), de modo a formar uma sala única. É adornado por diversos afrescos e em uma de suas salas foi encontrada uma bacia lustral, o que, aliado a ausência de utensílios domésticos, possivelmente aponta-o como um edifício público presumivelmente ligado à rituais de iniciação. As cantarias de sua fachadas são todas revestidas.

Térreo

Afresco "Adorantes", Xeste 3 (Sala 3)

A partir da entrada de Xeste 3 é possível acessar um vestíbulo pavimentado, ladeado por bancos de pedra que davam acesso a uma escada para o andar superior. Na parede sul do vestíbulo há uma figura masculina vestindo uma tanga triangular e botas, todas brancas, segurando uma corda com a qual almeja capturar um novilho pelos chifres; na parede que divide o vestíbulo da Sala 4 está uma figura masculina com uma tanga em forma de sino com franjas e botas correndo e pulando sobre o dorso de uma cabra, da qual ele agarra pelos chifres amarelos. Na Sala 2 há uma pintura com duas palmeiras com densos ramos azuis simetricamente dispostos nas extremidades da composição, além de um leão atacando um bode ou um pequeno antílope; entre os ramos há uma libélula e à esquerda há um suposto pato azul voando. Sobre os linteis das polythyra desta sala havia frisos com espirais.

Parte do afresco "Garotos pelados", Xeste 3 (Sala 3)

A Sala 4 localiza-se ao norte do vestíbulo está, no térreo, conectada com as salas 2, 3 e 7 através de múltiplos polythyra; no térreo não possui afrescos decorativos. A Sala 3, devido a polythyra internos, é divida em duas áreas menores, uma ao norte (3a) e outra a oeste (3b). Uma bacia lustral com cinco degraus é projetada em 3a. Até cerca de 70 cm das paredes da bacia há revestimento com lajes de andesito fixados entre pilares de madeira. Acima da bacia lustral, na parede leste, há uma representação de uma estrutura arquitetônica, um santuário ou altar, com um par de chifres de consagração dos quais gotejam o que parece ser sangue que presumivelmente alude a um sacrifício realizado; espirais adornam a armação da porta, enquanto lírios vermelhos estão presente em sua superfície principal; uma oliveira localiza-se ao lado da estrutura e seus ramos recobrem um dos chifres. Também acima da bacia, na parede norte, são retratadas três mulheres em outro afresco nomeado como "Adorantes". As vestes ricas, penteados elaborados e joias ornamentadas com metais preciosos e pedras raras revelam diversas características da sociedade de Tera, além de dar a cena um caráter festivo. A primeira personagem avança em direção ao altar segurando na mão esquerda um colar de pérolas de cristal de rocha; traja um espartilho de mangas diáfanos com bordado de estames de açafrão e seu seio está à mostra. A segunda personagem está sentada sobre em um pequeno monte e ligeiramente curvada; traja um espartilho bordado com pastilhas pontilhadas, além de possuir alguns adornos e um ramo de murta sobre a cabeça; tem uma expressão de sofrimento, com os lábios semiabertos e uma das mãos sustentando o rosto, devido a uma lesão no dedão do pé. A terceira personagem traja um espartilho de mangas e uma saia, além de um véu diáfano pontilhado; com exceção de duas tranças atrás da cabeça e uma na testa, é representada com a cabeça inteiramente azul o que sugere que está raspada; sua pose sugere que está dançando.

A parte ocidental da Sala 3 é dividida em três corredores dos quais o do sul conectava esta sala com a escadaria da Sala 8, enquanto os demais davam acesso a área 3b onde, na parede norte, havia uma grande janela. Quatro figuras masculinas são retratadas nestes corredores em algum tipo de ritual, presumivelmente um rito de iniciação. Três deles - dois no corredor do meio e um no norte - são jovens nus com a cabeça raspada que estão rumando em direção ao quarto personagem, um homem maduro que traja uma tanga branca e está sentando na extremidade sul da parede oeste; este sustenta um grande vaso de bronze fechado com ambas as mãos. O jovem do corredor norte carrega uma tigela com ambas as mãos; a figura principal do corredor do meio leva um pedaço de pano colorido listrado e vira a cabeça para trás enquanto o outro jovem que o acompanha carrega uma pequena taça.

A grande escadaria que leva ao primeiro andar foi completamente adornada com pinturas murais que retratavam uma paisagem montanhosa colorica com miniaturas de árvores e flores; não há figuras humanas o que simbolicamente pode representar que tal caminho não é acessível a maioria das pessoas.

Primeiro e segundo andares

Afresco "Coletores de Açafrão", Xeste 3 (Sala 3)
Afresco "Mestra dos animais", Xeste 3 (Sala 3)
Trecho do afresco das rosetas, Xeste 3 (Sala 9)

Na Sala 2 a presença dos polythyra delimita uma diminuta porção das paredes para os afrescos. Nesta sala há representações de andorinhas alimentando seus filhotes no ninho com libélulas vermelhas, além de macacos azuis realizando atividades humanas: um macaco está a tocar um instrumento de corda, possivelmente uma harpa, enquanto outros dois estão brandindo espadas em algum tipo de gesto ritual; um quarto macaco está sentado aplaudindo. Tais temas com macacos realizando tarefas humanas são tipicamente orientais, o que salienta a relação de Tera com as civilizações do Mediterrâneo Oriental.

A Sala 3, assim como no térreo, também é dividida por polythyra em 3a e 3b. Na parede leste da área 3a uma paisagem montanhosa é representada onde duas personagens femininas estão colhendo açafrão e, por esta razão, tal afresco recebeu a denominação de "Coletores de açafrão". A primeira personagem possui cabelo curto e crespo, com exceção de duas tranças longos e um pequeno topete; a segunda tem a cabeça quase que inteiramente raspada, com exceção de uma trança e um pequeno topete; ambas trajam vestuário rico, assim como abundância em adornos. Na parede norte da área 3a há outro afresco que foi nomeado como "Mestra dos animais". No centro da cena há uma figura feminina, reconhecida como Potnia, sentada sobre uma estrutura com degraus; tem o corpo ataviado com vários adereços preciosos, dos quais os mais impressionantes são os colares de seu pescoço: no primeiro as contas tomam a forma de patos, enquanto no segundo, de libélulas. Paralelo aos cachos de seu cabelo, há uma fita de serpentina com uma linha de pontos que, possivelmente, seja uma representação de uma víbora. À esquerda do afresco há um macaco azul que está subindo a estrutura para entregar um buquê de açafrões a personagem central que se estende para recebê-lo; atrás do macaco está outra figura feminina (seu cabelo é curto e crespo, com exceção de uma trança na parte de trás da cabeça e um pequeno topete) que está ligeiramente curvada esvaziando sua cesta sobre outra cesta grande no chão. À direita do afresco há um grifo com asas azuis que também está subindo na estrutura, embora esteja aparentemente amarrado com uma corda em outra estrutura; atrás do grifo (dividida do restante do afresco por uma janela) está outra figura feminina que carrega uma cesta no ombro esquerdo, estabilizando-o segurando a corda amarrada em suas alças com a mão direita.

Na parede oeste da área 3b há um afresco com a representação de um pântano onde estão presentes juncos amarelo e cinza, libélulas vermelhas e cinco patos que voam da esquerda para a direita, além de outros dois que preparam-se para o voo. Uma mulher, possivelmente sentada, é retratada com um manto amarelo-avermelhado e um cinto decorado com pedras do mar e peixes voadores; uma rosa silvestre e um ramo de oliveira aparentemente ornamentam sua rede para cabelo. Esta sustenta um vaso globular de pedra além de um possível ríton de prata. O corredor que leva a escadaria secundário de Xeste 3 é decorado com dois pares de afrescos retratando mulheres em procissão. As figuras da parede norte utilizam redes ornamentais no cabelo e seus corpetes são bordados com lírios e açafrões; pesadas cornijas monocromáticas estão penduradas em seus ombros. A mulher da esquerda carrega buquês de rosas silvestres, enquanto a outra leva consigo uma cesta. No segundo par de mulheres, localizado na parede sul do corredor, a mulher da direita é pintada sobre um fundo vermelho e carrega consigo um grande buquê de lírios brancos. Seu corpete é feito de malha vermelha com bordados de miniaturas de andorinhas; a saia é do tipo minoica, com padrões quadrados bicromados. A segunda figura traja vestes com elaborados motivos púrpura e uma saia decorada com padrões de pedras coloridas e brilhantes e andorinhas voando em pares.

Na Sala 9 duas paredes possuem afrescos com vimeiros floridos brotando; frisos com espirais adornam a parede norte acima de uma janela. Na Sala 10 há a representação, muito danificada, de uma figura feminina trajando um corpete de manga, além de haver alguns fragmentos dispersos nas salas 11, 12 e 13 que representam animais imaginários com penas coloridas, mamíferos, aves e temas abstratos. Embora o segundo andar não tenha sido preservado a escadaria que dava acesso a este andar apresenta diversos afrescos. Neste andar, a Sala 9 possuía, ao menos, duas paredes decoradas com aglomerados de rosetas amarelas e azuis prostradas no interior de losangos contra um fundo vermelho; duas composições contendo espirais duplos azul claro e vermelho também são visíveis.

Xeste 4

Afresco dos "Macacos azuis"
Afrescos "Pugilistas" e "Antílopes", Edifício Beta (Sala Beta 1)

Xeste 4 é um edifício de três andares de grandes dimensões, com as paredes revestidas com cantarias de tufo e uma decoração mural rica que certamente caracteriza-o como um edifício público. As paredes de uma escada interna do edifício foram adornadas com representações de figuras masculinas em meio a uma procissão, todavia, tais afrescos estão muito fragmentados o que impede conclusões precisas.

Edifício Beta

O Edifício Beta, uma edificação de dimensões razoáveis, a julgar pelos vasos encontrados em seu interior é presumivelmente um edifício privado. Sua entrada possivelmente localizava-se na face sul ou leste. As salas Beta 1 e Beta 2 do primeiro andar comunicavam-se com o térreo através de uma escada secundária interna; devido o acentuado grau de destruição representado no edifício não é possível determinas, atualmente, como as demais salas do edifício se comunicavam. Afrescos murais foram identificados nas salas Beta 1 e Beta 6. Da sala Beta 6, além do piso do andar superior, apenas as paredes norte e leste foram preservadas. Na zona inferior das paredes há amplas faixas onduladas que constituem a base do afresco enquanto a zona superior é adornada por faixas horizontais coloridas que enquadram espirais formadas por sucessivos elementos em forma de S. Na zona intermediária das paredes há o afresco conhecido como "Macacos Azuis": diversos macacos azuis são retratados em meio a um habitat natural montanhoso. Além deste afresco foram identificados fragmentos de representações de bovinos que presumivelmente não condizem com o afresco dos macacos azuis.

A sala Beta 1 foi dividida desigualmente por uma parede de tijolos: uma grande parte ao leste (B1a) onde estão os afrescos e uma menos a oeste (B1b); há uma porta no extremo sul da sala, além de uma grande janela na parede norte, duas portas e um armário no lado sul da sala. Em B1a a zona inferior das paredes é composta por faixas horizontais largas enquanto na zona superior há um friso com motivos de hedera (são vermelhas com azul e suas folhas tem forma de coração) acima das portas e janelas; o friso é enquadrado por duas linhas finas, uma azul e outra vermelha. Na parede sul há o afrescos dos "Pugilistas": a cabeça das figuras masculinas e quase inteiramente raspada, com exceção de duas tranças na parte de trás da cabeça e dois cachos acima da testa. Estavam ataviados com brincos, colares, pulseiras e tornozeleiras, além de uma luva de boxe na mão direita e um cinto ao redor da cintura. Estas figuras masculinas foram pintadas sobre um fundo branco abaixo de uma extensão de vermelho, conhecida como "onda silenciosa", uma vez que seu limite é ondulado. Nas demais paredes da área B1a foram produzidos afrescos que retratavam antílopes. Um par de animais, que cobria a parede oeste, é o que está em melhor estado de conservação; seu correspondente na parede leste, in situ, possuía apenas as hastes dos membros. O terceiro par, na parede norte, foi elaborado com cada animal em um lado da janela desta parede, sendo que apenas um deste está em condição razoavelmente boa.

Complexo Delta

"Afresco primavera", complexo Delta (Delta 2)
Afresco dos lírios do mar e figura feminina,
Casa das Senhoras (Sala 1)

O Complexo Delta possui quatro entradas que correspondem aos quatro pontos cardeais e indicam que o edifício é composto por quatro unidades independentes mas contíguas. Das quatorze salas do complexo apenas Delta 2 e Delta 17 possuem afrescos. Uma série de vasos domésticos, ferramentas de bronze e recipientes foram encontrados em Delta 2. Em Delta 17 dois rítons com forma de cabeça de javali além de ferramentas cotidianas e recipientes foram encontrados. Na fachada do Complexo Delta foi encontrado um par de chifres de consagração, certamente um elemento arquitetônico do edifício.[53] Além disso também foram encontradas algumas tabuletas de argila contendo inscrições em linear A.

A sala Delta 2 era acessada por uma grande câmara ou pátio em seu lado leste (nesta parede estão localizados uma parede, uma janela e um armário), enquanto seus demais lados eram cercados por paredes duplas, que até o momento são motivo de discussão. A pintura mural da sala Delta 2, que compreende as paredes oeste, norte e sul da sala, possui certas peculiaridades em relação a tradição dos afrescos de Acrotíri. Primeiramente não há limite inferior, ou seja, a composição central inicia-se no nível do solo, além disso, na zona superior foi incorporada à representação uma prateleira que se estendia ao longo de todo o comprimento da parede oeste. Toda a superfície acima desta plataforma foi enquadrada por uma ampla faixa preta, enquanto o espaço intermediário entre o restante da parede e o teto foi pintado de vermelho. Este afresco, conhecido como "Afresco primavera", é composto por uma representação da paisagem montanhosa e rochosa de Santorini, com abundância em lírios (as folhas são amarelas, enquanto os caules e flores são vermelhos) entre os quais ruflam andorinhas; as plantas estão representadas em grupos de três. Na sala Delta 17 há um pequeno fragmento com a representação de um ramo de vime.

Casa das senhoras

A Casa das Senhoras, um edifício de três andares, recebeu este nome devido aos afrescos encontrados em seu interior. A comunicação entre os pisos foi através de duas escadas, uma principal em frente a entrada, no canto sudoeste do edifício, e outra quase no centro. Devido suas grandes dimensões, dez salas por andar, o edifício foi equipado com um poço de luz. A julgar pelo seu tamanho e a presença do poço de luz, a Casa das Senhoras foi certamente uma residência privada. A ala norte do edifício é formado por um conjunto de três salas (1, 2, 6) que, ao menos nos andares superiores, foram acessados através de um corredor que circunda o poço de luz.

Figura feminina de Acrotíri, Casa das Senhoras (Sala 1)

A Sala 1 parece ter sido dividida em suas parte, oriental e ocidental, por uma pequena parede perpendicular ao lado norte. Embora não seja possível identificar onde se localizava a entrada desta sala, postula-se que se encontra na parte leste. Na parte ocidental um pequeno nicho na parede oeste e uma pequena janela ou nicho na parede norte não parecem ter afetado os afrescos produzidos aqui. A zona inferior da pintura mural, que estendeu-se ao longo de três paredes (sul, oeste, norte), é composta por uma superfície amarelo-avermelhada ampla com um limite superior ondulado, presumivelmente empregado para projetar irregularidade no terreno do afresco. A zona superior é formada por estreitas faixas pretas, vermelhas e azuis alternadas com branco. Na zona intermediário está a representação de plantas azuis com folhas curvas lanceoloadas com uma flor com um cálice de sépalas lanceoladas na base de uma única pétala em forma de sino. Tais plantas agrupam-se em grupos de três hastes flanqueadas por duas tríades de folhas e um número fixo de sete estames. Especula-se que estas plantas representadas sejam lírios do mar ou papiros.

Na parte oriental da Sala 1 foram desenvolvidos dois afrescos, um na parede norte e outra na sul, todavia, as evidências levam a suposição de um tema unitário. A zona inferior dos afrescos consiste de uma faixa preta larga, enquanto a zona superior compreende uma alternância de faixas pretas e vermelhas mais finas. A zona intermediária foi dividida em duas superfícies por uma faixa tripla (preta, azul, preta) ondulada em um arranjo absidal. A superfície superior é coberta por um sistema de pequenos losangos azuis com lados côncavos. Estes estão localizados nas intersecções de linhas vermelhas diagonais e pontilhadas que se cruzam formando uma reticulação de diamantes. Abaixo deste sistema de losangos há representações de personagens femininas em meio a diversas atividades. Na parede sul uma figura feminina com o cabelo preto e um traço de vermelho claro na bochecha se move para a esquerda. Ela utiliza um brinco, presumivelmente de ouro, um colar curto, um corpete de mangas e uma saia longa do tipo minoico. Na parede norte, outra figura feminina com cabelo preto e um traço vermelho no rosto se move para a direita. Ela usa um brinco de ouro e uma pulseira no braço esquerda. Assim como a figura da parede sul, traja um corpete com mangas e uma saia longa; por estar inclinada seu seio encontra-se pendido. Abaixo desta figura está um trecho preservado de outra saia minoica.

Casa Oeste

Afresco "Pescador", Casa Oeste (Sala 5)

A Casa Oeste é um edifício longo e estreito de tamanho médio com um piso térreo, primeiro andar e, ao menos, um segundo andar na ala leste. Sua entrada localiza-se no extremo leste da fachada sul que marca o limite norte da Praça Triangular. Na entrada situa-se a escadaria principal que liga todos os andares, enquanto outra situada no lado norte serviu para acessar apenas o primeiro andar. No térreo há armazéns, oficinas, uma cozinha e uma sala para processamento de alimentos. A seção central do primeiro andar é ocupado pela Sala 3, uma câmara espaçosa onde, in situ, foram encontrados numerosos pesos de tear o que sugere que esta sala foi utilizada para atividades de tecelagem. Uma porta no canto noroeste da Sala 3, no primeiro andar, levou para a ala oeste do edifício que foi dividida em salas 4, 4a, 4b e 5 por divisórias de tijolo; com exceção da Sala 4a onde há uma privada, a ala oeste inteira estava decorada com afrescos. A ala norte foi ocupada pelo Corredor 7, um armário e pela Sala 6, os quais se encontravam abarrotados com vasos de cerâmica.

A Sala 5 é considerada incomum devido a presença de aberturas em todas as suas quatro paredes, ou seja, janelas (norte e oeste), armários (leste e sul) e portas. A zona inferior, situada abaixo das janelas nas paredes norte e oeste, é composta por tiras verticais de ocre amarelo que dividiam este registro em painéis retangulares, cada qual com largura equivalente a sua janela correspondente, que foram decorados com um sistema disperso de faixas coloridas onduladas. A zona intermediária, não muito bem definida devido a abundância de aberturas em todas as paredes, é composta principalmente pela representações de dois pescadores e por outra de uma figura feminina que foi genericamente conhecida como "Sacerdotisa". O pescador da parede norte é retratado nu com a cabeça quase inteiramente raspada, com exceção de duas tranças, uma na frente e outra atrás. Carrega consigo vários peixes, sete na mão direita e cinco na esquerda. O pescador da parede oeste é retratado nos mesmos moldes do que o outro; carrega consigo apenas três peixes. O afresco da sacerdotisa localiza-se no batente leste que leva à Sala 5. A figura feminina retratada traja um manto de mangas compridas e está ataviada com brincos, pulseiras e colares, além de ter os lábios e orelhas pintados de vermelho; sua cabeça é raspada e há cobras nela. Carrega consigo uma fornalha contendo carvão incandescente que está usando para aquecer alguma substância, possivelmente incenso.

Fragmentos da seção norte do "Friso miniatura", Casa Oeste (Sala 5)
Trecho da seção leste do "Friso miniatura", Casa Oeste (Sala 5)

A zona superior das paredes da Sala 5, devido ao grande número de aberturas na sala, foi aonde o artista que produziu os afrescos se concentrou para criar o tema principal. Todas as quatro paredes continham os frisos em miniatura que, evidentemente, narram um único fato, uma viagem marítima realizada possivelmente por navegadores de Tera. O início da narrativa presumivelmente se desenrolou no extremo sul da parede oeste onde os fragmentos apontam para uma cidade (Cidade I), possivelmente Acrotíri. A porção norte do friso, muito melhor preservada, inicia a narrativa em uma cidade costeira ('Cidade II) onde, nas águas próximas, destroços de navios e corpos nus afogados que tentaram marchar ao longo da costa rochosa são visíveis. A costa, fortificada por uma ameia triangular, está sendo sitiada por um grupo de guerreiros armados com panóplia: capacete de presa de javali, escudo retangular grande, lança longa e espada. Mais ao norte deste trecho é visível a presença de rebanhos de bovinos, ovinos e caprinos que são ordenhados por pastores que os conduzem para um aprisco circular cuja entrada é ladeada por duas arvores altas. Afrente do aprisco está um poço onde está um pequeno grupo de figuras masculinas que observam figuras femininas que vêm encher seus cântaros.

Fragmentos mostrando um navio e parte de uma cidade (Cidade III) no início da seção leste permite a associação do estuário do extremo leste da seção norte com o rio sobre a seção leste. A paisagem ribeirinha é retratada contendo além de elementos faunísticos (chacal, gato selvagem, patos) e vegetais (palmeiras, arbustos, árvores), a presença de um grifo; a presença de palmeiras podadas é uma possível referência ao cultivo deste grupo vegetal. O extremo sul da seção leste do friso não pode ser tematicamente conectado com a porção da seção sul, embora seu estado de preservação seja promissor. A Cidade IV da seção sul, devido a suas semelhanças com a Cidade III da seção leste, é possivelmente uma representação do mesmo lugar; tal teoria é reforçada pela presença de cervos sendo perseguido por um leão o que evidentemente parece vincular tematicamente a parede sul com a leste.

A seção sul narra o trecho final da viagem onde, uma frota contendo sete navios retratados em duas filas, três acima e quatro abaixo, retorna para casa (Cidade V) partindo do porto da Cidade IV. Um pequeno barco a remo, com cinco remadores e um timoneiro, localizado na frente da Cidade IV parece transportar alguma pessoa importante, cuja cabeça é projetada acima da popa. Nos demais navios o mastro e o cordame são horizontalmente apoiados em postes bifurcados; linhas vermelhas finas acima das cabeças dos passageiros representam lanças longas que estão apoiadas em postes. Além dos passageiros representados trajando túnicas brancas, entre 18 e 20 remadores são representados em cada navio, além de um timoneiro. Na popa dos navios, atrás dos timoneiros, há uma pequena estrutura coberta com couro de boi onde estão situados guerreiros com uma lança longa e um capacete de dentes de javali. Na Cidade V (possivelmente Acrotíri devido a suas características semelhantes) a população da cidade de seus arredores caminha para o porto para acompanhar o regresso da frota.

Na Sala 4 há uma imitação de dado em mármore na zona inferior e uma alternância de faixas coloridas na zona superior. Na zona intermediária o assunto principal consiste de uma série de variações do mesmo tema, as estrutura contidas na popa dos navios da Sala 5, todavia, em tamanho ampliado. Estas estruturas tinham uma moldura de madeira e, na sua metade inferior, eram cobertas com couro de boi, tendo presumivelmente sido portáteis. Estes, sujeitos a várias interpretações, talvez agissem como um escudo para proteger o timoneiro dos navios e os vários exemplos produzidos na Casa Oeste podem simbolizar o número de timoneiros que participaram da expedição do friso miniatura. Na janela da Sala 4 , no peitoril de estuque há uma pintura que tentou imitar mármore, enquanto em cada batente da mesma há faixas verticais vermelhas sobre uma base que imita mármore. Dentro deste quadro um grande vaso de mármore policromado com duas alças é representado com cinco lírios com as flores vermelhas e os estames azuis.

Afresco Flotilha, Casa Oeste (Sala 5).

Economia

Escritos em linear A encontrados em Acrotíri
Ríton em forma de touro
Íbex em ouro
Punhal de bronze

A cidade foi marcada pelo transporte marítimo e comércio de bens manufaturados e metais (cobre, estanho, chumbo, prata, ouro) em todo o Mediterrâneo Oriental. Para facilitar as trocas cambiais foram inventadas unidades de peso (pesos discoides de chumbo e lingotes couro de boi de cobre) e capacidade (pitos) aparentadas com unidades do Oriente Próximo, além de um sistema numérico como evidenciado em inscrições hieroglíficas e em tabuletas em linear A e B. As rotas comerciais do período estendiam-se por todo o Mediterrâneo Oriental, alcançando regiões distantes como o Mar Negro como mostra a presença de um lingote minoico próximo ao litoral búlgaro. Cerâmica (Cerâmica Tell-el-diyehYahu, ânfora síria, jarra cananeia, cerâmica com branco enxertado, cerâmica sírio-palestina de gesso) artefatos manufaturados (almofarizes trípodes de traquito e almofarizes sem pés e com bico), matérias-primas (marfim, ovos de avestruz, madeira) e pigmentos (azul egípcio, glaucofânio, jarosita) provenientes do Levante, Egito e Chipre foram encontrados em Tera; o estilo de pintura policromada de Tera aparentemente originou-se do estilo policromado utilizado em vasos do Levante.[58] Análises de isótopos de chumbo, prata e cobre evidenciam que apenas alguns depósitos de metais foram explorados durante a Idade do Bronze: na Idade do Bronze Inicial Troia fornecia estanho, Citnos cobre, Sifnos prata e chumbo e as minas de Láurio na Ática todos exceto estanho; na Idade do Bronze Tardia Chipre tornou-se importante fornecedor de cobre.

Em Acrotíri o conceito de "oficina" não pode ser aplicado devido a presença, em todos os edifícios escavados, de salas residenciais e salas para manufatura/armazenamento de bens e alimentos, de modo que a produção manufatureira, embora exercida por profissionais especializados, estava envolvida diretamente com o âmbito familiar. Todavia, durante as escavações de Marinatos foram identificadas nas salas Gama 1 e Gama 2 do Setor Gama, Porão 4/4a na Casa Oeste e na parte sul de Xeste 3 possíveis oficinas. Na Sala Gama 1, assim como na adjacente Gama 2, foi encontrada uma lareira, um baú de argila, bancos e diversas ferramentas de pedra, entre elas martelos entalhados. Em Xeste 3 havia grande número de martelos e outras ferramentas. No Porão 4/4a da Casa Oeste havia ferramentas de pedra (entre elas um pilão e moedores), um frasco, duas panelas, uma tigela e um molde de pedra.

Trabalho com metais é evidente em Acrotíri. Duas brocas e vasos de bronze,[60] além de vestígios metálicos, foram encontradas nas escavações: no Porão 4/4a da Casa Oeste vestígios metálicos esbranquiçados foram encontrados em dois potes, juntamente com um fragmento de cerusita (PbCO3); outro fragmento de cerusita foi identificado na Sala Delta 16 do Complexo Delta. Tais vestígios metálicos são evidências de um primitivo processo de copelação para obtenção de prata e chumbo por meio de outras substâncias como litargírio (PbO) e cerusita. A prata, mais do que um mero artigo de luxo, era empregada para produção de vasos e copos, alguns dos quais utilizados em ritos especiais; também tinha valor cambial agindo como moeda, principalmente no comércio de estanho.

Ossos de animais, principalmente bovinos e ovinos, foram encontrados em abundância no sítio o que apontam para um extensiva criação de animais; há grande abundeza de ferramentas produzidas como ossos. A indústria lítica foi bem desenvolvida e engloba a produção de bens funcionais (lajes de moagem, almofarizes, moinhos de mão, lâmpadas a óleo) bem como bens especializados (vasos, selos, joias e estatuetas); houve a utilização de uma vasta gama de matérias-primas: andesito, arenito, carbonato, mármore, serpentina, piroxena, horneblenda, escória, tufo, pedra-pome. Embora a produção fosse local como evidenciado pela utilização de matérias-primas da ilha, pedras brutas, vasos semi-acabados e núcleos importados foram encontrados nas escavações. A indústria cerâmica (ânforas, jarras de estribo, panelas, vasos para beber, vasos para derramar, etc.) foi muito disseminada em Acrotíri e contava com a utilização de rodas de oleiro. Embora ainda não tenha sido encontrado fornos nem mesmo evidências de onde tais atividades eram realizadas, a grande repetição de mesmos tipos em diferentes tamanhos é prova de que tal atividade foi desenvolvida em escala industrial para atender a demanda interna e externa.Além da cerâmica, exemplos de bens produzidos com terracota (suportes para fogueiras), faiança (fragmentos) e grés (vasos) foram encontrados.

É certo que a cidade possuiu um porto, que ainda não foi escavado, estaleiros e os ofícios relacionados. Em Acrotíri foram identificadas algumas âncoras feitas com pedra que foram utilizadas em todos os tipos de barcos, além disso, estes artefatos possuem uma ampla área de distribuição além de Tera: Chipre, Biblos, costa fenício-palestina, Ugarit e costa da Bulgária.

Na Sala 3 da Casa Oeste, ca. 450, e no Setor Alfa de Acrotíri foi encontrada abundância em pesos e fusos de terracota e chumbo.Incontáveis contas de murex, e o elevado valor do açafrão mostram que tecidos de lã e linho foram tingidos independente do custo. Nas redondezas havia uma agricultura diversificada.

Sociedade

Ao longo das escavações constatou-se notórias influências sociais cretenses em Acrotíri. Postula-se, por exemplo, que as oficinas de Tera, assim como as de Creta, eram associadas com santuários que consumiam os produtos manufaturados durante os rituais.


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COMO ABENÇOAR AQUELES QUE TU AMAS

 

O Senhor te abençoe e te guarde; O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz. Livro de Números, Capítulo 6, Versículos 22 ao 27. 


FLORES PARA TUA VIDA

 

http://youtu.be/_KONToq43vU

http://youtu.be/8FO9kBPXxzU

http://youtu.be/-AIsA33LMh4

http://youtu.be/O5uB9J14h4k


PREVISÃO DO TEMPO, CLIK NOS LINKS ABAIXO:

http://www.climatempo.com.br/videos/sudeste


LEIA A BÍBLIA E ELA SE TORNARÁ

 O TEU AMULETO  E TALISMà


SERVIDÃO SOB OS MEDIANITAS

 

Porém os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR; e o SENHOR os deu nas mãos dos midianitas por sete anos.
E, prevalecendo a mão dos midianitas sobre Israel, fizeram os filhos de Israel para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, as cavernas e as fortificações.
Porque sucedia que, semeando Israel, os midianitas e os amalequitas, e também os do oriente, contra ele subiam.
E punham-se contra ele em campo, e destruíam os frutos da terra, até chegarem a Gaza; e não deixavam mantimento em Israel, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos.
Porque subiam com os seus gados e tendas; vinham como gafanhotos, em grande multidão que não se podia contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra, para a destruir.
Assim Israel empobreceu muito pela presença dos midianitas; então os filhos de Israel clamaram ao Senhor.
E sucedeu que, clamando os filhos de Israel ao Senhor por causa dos midianitas,
Enviou o Senhor um profeta aos filhos de Israel, que lhes disse: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Do Egito eu vos fiz subir, e vos tirei da casa da servidão;
E vos livrei da mão dos egípcios, e da mão de todos quantos vos oprimiam; e os expulsei de diante de vós, e a vós dei a sua terra.
E vos disse: Eu sou o Senhor vosso Deus; não temais aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; mas não destes ouvidos à minha voz.

O ANJO FALA COM GIDEÃO

Então o anjo do Senhor veio, e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas.
Então o anjo do Senhor lhe apareceu, e lhe disse: O Senhor é contigo, homem valoroso.
Mas Gideão lhe respondeu: Ai, Senhor meu, se o Senhor é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém agora o Senhor nos desamparou, e nos deu nas mãos dos midianitas.
Então o Senhor olhou para ele, e disse: Vai nesta tua força, e livrarás a Israel das mãos dos midianitas; porventura não te enviei eu?
E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai.
E o Senhor lhe disse: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como se fossem um só homem.
E ele disse: Se agora tenho achado graça aos teus olhos, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo.
Rogo-te que daqui não te apartes, até que eu volte e traga o meu presente, e o ponha perante ti. E disse: Eu esperarei até que voltes.
E entrou Gideão e preparou um cabrito e pães ázimos de um efa de farinha; a carne pôs num cesto e o caldo pôs numa panela; e trouxe-lho até debaixo do carvalho, e lho ofereceu.
Porém o anjo de Deus lhe disse: Toma a carne e os pães ázimos, e põe-nos sobre esta penha e derrama-lhe o caldo. E assim fez.
E o anjo do Senhor estendeu a ponta do cajado, que estava na sua mão, e tocou a carne e os pães ázimos; então subiu o fogo da penha, e consumiu a carne e os pães ázimos; e o anjo do Senhor desapareceu de seus olhos.
Então viu Gideão que era o anjo do SENHOR e disse: Ah, Senhor DEUS, pois vi o anjo do SENHOR face a face.
Porém o Senhor lhe disse: Paz seja contigo; não temas; não morrerás.
Então Gideão edificou ali um altar ao SENHOR, e chamou-lhe: O SENHOR É PAZ; e ainda até o dia de hoje está em Ofra dos abiezritas.
E aconteceu naquela mesma noite, que o Senhor lhe disse: Toma o boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derruba o altar de Baal, que é de teu pai; e corta o bosque que está ao pé dele.
E edifica ao Senhor teu Deus um altar no cume deste lugar forte, num lugar conveniente; e toma o segundo boi, e o oferecerás em holocausto com a lenha que cortares do bosque.
Então Gideão tomou dez homens dentre os seus servos, e fez como o Senhor lhe dissera; e sucedeu que, temendo ele a casa de seu pai, e os homens daquela cidade, não o fez de dia, mas fê-lo de noite.
Levantando-se, pois, os homens daquela cidade, de madrugada, eis que estava o altar de Baal derrubado, e o bosque estava ao pé dele, cortado; e o segundo boi oferecido no altar que fora edificado.
E uns aos outros disseram: Quem fez esta coisa? E, esquadrinhando, e inquirindo, disseram: Gideão, o filho de Joás, fez esta coisa.
Então os homens daquela cidade disseram a Joás: Tira para fora a teu filho; para que morra; pois derribou o altar de Baal, e cortou o bosque que estava ao pé dele.
Porém Joás disse a todos os que se puseram contra ele: Contendereis vós por Baal? Livrá-lo-eis vós? Qualquer que por ele contender ainda esta manhã será morto; se é deus, por si mesmo contenda; pois derrubaram o seu altar.
Por isso naquele dia lhe chamaram Jerubaal, dizendo: Baal contenda contra ele, pois derrubou o seu altar.
E todos os midianitas e amalequitas, e os filhos do oriente se ajuntaram, e passaram, e acamparam no vale de Jizreel.
Então o Espírito do SENHOR revestiu a Gideão, o qual tocou a buzina, e os abiezritas se ajuntaram após ele.
E enviou mensageiros por toda a tribo de Manassés, que também se ajuntou após ele; também enviou mensageiros a Aser, e a Zebulom, e a Naftali, que saíram-lhe ao encontro.
E disse Gideão a Deus: Se hás de livrar a Israel por minha mão, como disseste,
Eis que eu porei um velo de lã na eira; se o orvalho estiver somente no velo, e toda a terra ficar seca, então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão, como disseste.
E assim sucedeu; porque no outro dia se levantou de madrugada, e apertou o velo; e do orvalho que espremeu do velo, encheu uma taça de água.
E disse Gideão a Deus: Não se acenda contra mim a tua ira, se ainda falar só esta vez; rogo-te que só esta vez faça a prova com o velo; rogo-te que só o velo fique seco, e em toda a terra haja o orvalho.
E Deus assim fez naquela noite; pois só o velo ficou seco, e sobre toda a terra havia orvalho.

Juízes 6:1-40


 O PROGRESSO E A GLÓRIA DE SIÃO

 

Canta alegremente, ó estéril, que não deste à luz; rompe em cântico, e exclama com alegria, tu que não tiveste dores de parto; porque mais são os filhos da mulher solitária, do que os filhos da casada, diz o SENHOR.
Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas.
Porque transbordarás para a direita e para a esquerda; e a tua descendência possuirá os gentios e fará que sejam habitadas as cidades assoladas.
Não temas, porque não serás envergonhada; e não te envergonhes, porque não serás humilhada; antes te esquecerás da vergonha da tua mocidade, e não te lembrarás mais do opróbrio da tua viuvez.
Porque o teu Criador é o teu marido; o Senhor dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; que é chamado o Deus de toda a terra.
Porque o Senhor te chamou como a mulher desamparada e triste de espírito; como a mulher da mocidade, que fora desprezada, diz o teu Deus.
Por um breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias te recolherei;
Com um pouco de ira escondi a minha face de ti por um momento; mas com benignidade eterna me compadecerei de ti, diz o Senhor, o teu Redentor.
Porque isto será para mim como as águas de Noé; pois jurei que as águas de Noé não passariam mais sobre a terra; assim jurei que não me irarei mais contra ti, nem te repreenderei.
Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão abalados; porém a minha benignidade não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não mudará, diz o Senhor que se compadece de ti.
Tu, oprimida, arrojada com a tormenta e desconsolada, eis que eu assentarei as tuas pedras com todo o ornamento, e te fundarei sobre as safiras.
E farei os teus vitrais de rubis, e as tuas portas de carbúnculos, e todos os teus termos de pedras aprazíveis.
E todos os teus filhos serão ensinados do Senhor; e a paz de teus filhos será abundante.
Com justiça serás estabelecida; estarás longe da opressão, porque já não temerás; e também do terror, porque não chegará a ti.
Eis que seguramente poderão vir a juntar-se contra ti, mas não será por mim; quem se ajuntar contra ti cairá por causa de ti.
Eis que eu criei o ferreiro, que assopra as brasas no fogo, e que produz a ferramenta para a sua obra; também criei o assolador, para destruir.
Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justiça que de mim procede, diz o Senhor.


Isaías 54:1-17 


DANIEL NA COVA DOS LEÕES

 

E pareceu bem a Dario constituir sobre o reino cento e vinte príncipes, que estivessem sobre todo o reino;
E sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes príncipes dessem conta, para que o rei não sofresse dano.
Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino.
Então os presidentes e os príncipes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.
Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a acharmos contra ele na lei do seu Deus.
Então estes presidentes e príncipes foram juntos ao rei, e disseram-lhe assim: Ó rei Dario, vive para sempre!
Todos os presidentes do reino, os capitàes e príncipes, conselheiros e governadores, concordaram em promulgar um edito real e confirmar a proibição que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
Agora, pois, ó rei, confirma a proibição, e assina o edito, para que não seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
Por esta razão o rei Dario assinou o edito e a proibição.
Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinaste o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração.
Ouvindo então o rei essas palavras, ficou muito penalizado, e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou para salvá-lo.
Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram-lhe: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou decreto, que o rei estabeleça, se pode mudar.
Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e lançaram-no na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará.
E foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus senhores, para que não se mudasse a sentença acerca de Daniel.
Então o rei se dirigiu para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono.
Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei, e foi com pressa à cova dos leões.
E, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste; e disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?
Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!
O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum.
Então o rei muito se alegrou em si mesmo, e mandou tirar a Daniel da cova. Assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.
E ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.
Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e línguas que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada.
Da minha parte é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre, e o seu reino não se pode destruir, e o seu domínio durará até o fim.
Ele salva, livra, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele salvou e livrou Daniel do poder dos leões.
Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.


Daniel 6:1-28


 ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO A DEUS

  

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu. Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano, e perdoa os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve, e não nos conduzas em tentação, mas livro-nos do mal. DEUS eu te agradeço por tudo o que fizestes no dia de hoje, nos dias anteriores e o que tu farás daqui para frente, a mim, a minha casa, a meus parentes, a meus amigos e irmãos de fé, pela nossa vida e saúde, por tudo o que tu nos dá de comer, beber, vestir, calçar, andar, estudar, trabalhar, ir e vir, pela tua justiça, pela tua verdade e reputação, pelo dia, pelo sol, pela luz, pelas nuvens, pelas chuvas, pelas noites, pela lua, pelas estrelas, por vermos, ouvirmos, falarmos, pelos nossos paladares, olfatos e tatos, pelos montes, montanhas, planaltos e planícies, pelos lagos, rios e mares, pelas ervas, árvores e frutos, pelos animais terrestres e aquáticos e por tudo o mais que tu nos dá no dia a dia. Eu entrego em tuas mãos todos os meus inimigos, os da minha casa, parentes, amigos e irmãos de fé. Pai teu é o reino, teu é o poder e tua é toda a glória. Amém (que assim seja).


 CUIDADORA DE IDOSOS

danicris.louro39@gmail.com

 

Cuidado em domicílio

Cuidado em domícilio ou apoio domiciliário, por vezes descrita em seu termo em inglês, home care, é uma especialização na área da saúde com uma visão bem diferente da hospitalocêntrica: ao invés do paciente ir até o hospital ser tratado, os profissionais de saúde vão até sua casa tratá-lo.

Vantagens

  • O paciente é tratado fora do hospital e em contato com a família. Isso é bom, uma vez que o ambiente hospitalar, para muitos, não é confortável e causa estresse;
  • O paciente fica menos exposto aos riscos infectológicos existentes no âmbito hospitalar;
  • Melhora a "autonomia" do paciente;
  • Melhora a "privacidade" do paciente.
  • Diminui o custo do tratamento para o sistema de saúde.

Público alvo

Pacientes com patologias estáveis, quase sempre portadores de doenças crônicas, como doenças neurológicas degenerativas e músculo-esqueléticas usualmente são tratados por intermédio de cuidados paliativos em hospitais, hospices (termo em inglês) e cuidados em domicílio (home care em inglês). Entretanto o hospice ou o home care não podem ser vistos apenas como uma alternativa para pacientes crônicos ou idosos, devem ser vistos como alternativa para todas as idades e patologias, contanto que o paciente esteja clinicamente estável.

Cuidados dispensados aos pacientes domiciliares

O paciente recebe um tratamento similar ao dado em um hospital, com toda estrutura necessária para sua estabilidade no ambiente doméstico, como sonda, cateter, soro-terapia, oxigeno-terapia, dentre outros. É traçada uma rotina para o cuidado ao paciente envolvendo todas as suas necessidades básicas e avançadas. É um trabalho interdisciplinar e pode envolver médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, psicólogos, fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, dentre outros. Durante a assistência é eleito pela família um cuidador (que pode ser contratado ou escolhido entre seus familiares) para ser treinado no auxilio do paciente para suas atividades de vida diária como alimentação, banho, transporte, utilização do banheiro e etc...

Importância da Home Care

O aumento da expectativa de vida nos últimos anos tem acarretado para o Brasil uma população cada vez mais idosa. O problema não é envelhecer, mas envelhecer sem qualidade. O Brasil não está se desenvolvendo paralelamente à população e isto está causando uma população idosa e sem saúde. A superlotação dos serviços de saúde é consequencial, assim como os problemas previdenciários. A Home Care vem auxiliar no tratamento aos pacientes crônicos e estáveis, e um dos objetivos é tirar o paciente do hospital, sendo que ele pode ser tratado em casa. É menos custoso para o Serviço Público e menos incômodo para o paciente, que poderia passar meses ou anos num hospital, já que sua doença é crônica e/ou degenerativa.

Disponibilidade de Home Cares no Brasil

Apesar de todos esses benefícios, existem poucas home cares no Brasil, principalmente nas cidades do interior. Com isso, os pacientes enchem os hospitais, sendo que, na maioria das vezes, eles poderiam ser tratados em hospices ou em domicílio.

Mas existem três pontos que justificariam essa não disponibilidade de Home Cares no mercado:

  • Os cursos de especialização encontram-se apenas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte;
  • Existem poucos profissionais especializados na área;
  • É algo novo na área da saúde, inclusive com poucas referências bibliográficas.

Demência  danicris.louro39@gmail.com

Demência (do latim de: 'falta, diminuição + mens, genitivo mentis: 'mente') é a perda ou redução progressiva das capacidades cognitivas, de forma parcial ou completa, permanente ou momentânea e esporádica, suficientemente importante a ponto de provocar uma perda de autonomia do indivíduo.

Dentre as causas potencialmente reversíveis estão disfunções metabólicas, endócrinas e hidro eletrolíticas, quadros infecciosos, déficits nutricionais, distúrbios psiquiátricos, como a depressão (pseudodemência depressiva) e as doenças passíveis de tratamento neurocirúrgico, principalmente a hidrocefalia do idoso (hidrocefalia de pressão normal), hematoma subdural crônico, higroma e tumores cerebrais.

Tipicamente, essa alteração cognitiva provoca a incapacidade de realizar atividades da vida diária. Os déficits cognitivos podem afetar qualquer das funções cerebrais, particularmente as áreas da memória, a linguagem (afasia), a atenção, as habilidades visuo construtivas, as práxias e as funções executivas, como a resolução de problemas e a inibição de respostas. A demência pode afetar também a compreensão, a capacidade de identificar elementos de uso cotidiano, o tempo de reação e os traços da personalidade. Durante a evolução da doença, pode-se observar a perda de orientação espaço-temporal e de identidade. À medida que a doença avança, os dementes também podem apresentar traços psicóticos, depressivos e delírios ou alucinações.

Embora a alteração da memória possa, em poucos casos, não ser um sintoma inicialmente dominante, é alteração típica da atividade cognitiva nas demências - sobretudo para a mais frequente delas, ligada à doença de Alzheimer -, e sua presença é condição essencial para o diagnóstico.

A depender da origem etiológica, a demência pode ser reversível ou irreversível.

Prevalência

O envelhecimento da população leva a um aumento das doenças crônicas e degenerativas, acarretando um maior custo-paciente na área de saúde e a necessidade de inúmeras adaptações sociais, ambientais e econômicas. É provável que, em 2025, o Brasil se torne o 6º país com mais idosos no mundo. O número de vítimas de demências aumenta exponencialmente com a idade afetando apenas 1,1% dos idosos entre 65 e 70 anos e mais de 65% depois dos 100 anos. A média em São Paulo no ano de 1998 na população acima de 65 anos foi estimada em 7,1%. Porém, como é muito sub-diagnosticada, maior nas áreas rurais e com níveis educacionais mais baixos e tem aumentado muito nos últimos anos é provável que atualmente esteja por volta de 21,9% entre os maiores de 65 anos. A doença de Alzheimer, o tipo de demência mais comum, é mais comum em mulheres enquanto as demências vasculares, segundo tipo mais comum, são mais comuns em homens.

Os custos com demência no mundo passam de 600 bilhões, custo maior do que o de qualquer empresa do mundo. A estimativa da Alzheimer’s Disease International (ADI) é de que em 2010 havia 35,6 milhões de pessoas vivendo com demência no mundo. Este número deve subir para 65,7 milhões até 2030 e 115,4 milhões até 2050. No Brasil, estima-se que entre 70% e 94% dos pacientes com demência vivam em casa, subindo para 90 a 95% nas áreas rurais, média muito acima da dos países desenvolvidos que fica por volta de 66%.

  <100
  100-120
  120-140
  140-160
  160-180
  180-200
  200-220
  220-240
  240-260
  260-280
  280–300
  >300

A prevalência média de demência, acima dos 65 anos de idade, é de 2,2% na África, 5,5% na Ásia, 6,4% na América do Norte, 7,1% na América do Sul e 9,4% na Europa.

Tipos

A demência é um termo geral para várias doenças neurodegenerativas que afetam principalmente as pessoas da terceira idade. Todavia a expressão demência senil, embora ainda apareça na literatura, tende a cair em desuso. A maior parte do que se chamava demência pré-senil é de fato a doença de Alzheimer, que é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade. Embora existam casos raros diagnosticados de pessoas na faixa de idade que vai dos 17 anos aos 50 anos e a prevalência na faixa etária de 60 aos 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30 a 40% da população.

Segundo a Organização Mundial da Saúde a exposição aos disruptores endócrinos poderá desencadear a doença de Alzheimer.

A demência pode ser descrita como um quadro clínico de declínio geral na cognição como também de prejuízo progressivo funcional, social e profissional. As demências mais comuns são:

No dicionário internacional de doenças outras demências são classificadas como:

CID 10 - F02.0 Demência da doença de Pick
CID 10 - F02.1 Demência na doença de Creutzfeldt-Jakob
CID 10 - F02.2 Demência na doença de Huntington
CID 10 - F02.3 Demência na doença de Parkinson
CID 10 - F02.4 Demência na doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)

Esses diagnósticos não são exclusivos sendo possível, por exemplo, a existência de Alzheimer simultaneamente com uma demência vascular. Outras classificações incluem a demência na Síndrome de Korsakoff.

Demência reversiva

Há fatores que podem causar demência e que podem ser revertidos. 

  • O uso de drogas
  • Depressão
  • Hipotiroidismo, encefalite de Hashimoto
  • Perda progressiva de visão e audição
  • Infecções , SIDA, sífilis
  • Deficiência de vitamina b12, ácido fólico: anemia.
  • Tumores, hidrocefalia
  • Reações tóxicas a medicamentos: antidepressivos, antihistaminicos, anticonvulsivos, corticosteroides, sedativos, antiparkinsonianos, anticonvulsivos, antiansiolíticos 

Tratamento integrativo

Um tratamento integrativo foi proposto em um estudo  cuja amostra foi formada por 35 pacientes (20 do sexo masculino, 15 do feminino) com uma idade média de 71,05 anos, diagnosticados com demência moderada e depressão. O tratamento proposto pelos autores incluiu: antidepressivos (sertralina, citalopram ou venlafaxina XR, apenas ou em combinação com bupropiona XR), inibidores de colinesterase (donepezil, rivastigmine ou galantamine), como também vitaminas e suplementos (multivitaminas, vitamina E, ácido alfa lipóico, omega-3 e coenzima Q-10). As pessoas participantes do estudo foram encorajadas a modificar a sua dieta e estilo de vida bem como a executarem exercícios físicos moderados. Os resultados do estudo demonstraram que a abordagem integrativa não apenas diminuiu o declínio cognitivo em 24 meses, mas até mesmo melhorou a cognição, especialmente a memória e as funções executivas (planejamento e pensamento abstrato).

Medicamentos

Atualmente, o principal tratamento oferecido para as demências baseia-se nas medicações inibidoras da colinesterase (donepezil, rivastigmina ou galantamina), que oferecem relativa ajuda na perda cognitiva, característica das demências, porém, com uma melhora muito pequena. Nesse sentido, a melhora das funções cognitivas verificadas no estudo avaliado não pode ser relacionada apenas a esse tipo de medicação.

Embora os pacientes do estudo avaliado evidenciassem um quadro de demência moderada e depressão, pesquisa de Kessing et al. (no prelo) demonstrou que o uso de antidepressivos em longo prazo, em pessoas com demência sem um quadro de depressão, diminuiu a taxa de demência e minimizou as perdas cognitivas associadas, sem, no entanto, ter reduzido tais perdas totalmente. Esse estudo também identificou que os antidepressivos utilizados em curto prazo geraram mais prejuízos às funções cognitivas em pessoas com demência. Portanto, apenas o uso de antidepressivos em longo prazo foi que surtiu um efeito protetivo.

Desse modo, podemos considerar que os antidepressivos usados em longo prazo, além de tratarem os quadros de depressão, que podem estar associados aos quadros de demência, são benéficos para o tratamento desta patologia. Alguns estudos revelaram que os antidepressivos podem ter efeitos neuroprotetivos, aumentando o nascimento e permitindo a sobrevivência de neurônios nas zonas do hipocampo (parte do cérebro relacionada principalmente à memória). Contudo, o uso apenas de antidepressivos não é suficiente para uma melhora acentuada das perdas cognitivas da demência.

Memória Reconstrutiva

Um estudo publicado no "Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory and Cognition" conclui que os declínios que se verificam na memória reconstrutiva são indicio de um comprometimento cognitivo leve e de demência de Alzheimer, e não se verificam no envelhecimento saudável. "A memória reconstrutiva é muito estável em indivíduos saudáveis​​, de modo que um declínio neste tipo de memória é um indicador de comprometimento neurocognitivo" revela Valerie Reyna.

Exercícios Mentais

O exercício mental tem um papel fundamental na preservação de uma boa saúde mental. Os exercícios deverão ser variados, com um certo grau de complexidade, ensinar algo de novo e devem ser agradáveis e feitos com regularidade. Deve-se treinar o calculo mental, ler em voz alta, aprender uma língua nova e treinar as imagens mentais (imagery), e também treinar os sentidos: da audição da visão e do cheiro. A perda da sensibilidade do cheiro, relacionada com o primeiro nervo craniano, é uma dos primeiras capacidades a serem infectados pela demência. Um estudo do Wellcome Trust Centre for Neuroimaging do UCL demonstrou que o treino intensivo de aprendizado levado a cabo pelos taxistas de Londres para obterem o certificado de motorista de táxi altera a estrutura do cérebro aumentando o volume da matéria cinzenta na área do hipocampo posterior. O estudo revela que o cérebro mantém a plasticidade mesmo em adulto e o treino mental intenso é fundamental para a criação de novos neurônios.

Videogames

  • Jogos multi-tarefa

Uma pesquisa, publicada na revista Nature, revela que pessoas idosas com dificuldades cognitivas podem treinar a mente e melhorar a atenção ( o foco de longo prazo) e a memória de curto prazo. Os neurocientistas revelam que alguns dos idosos de 80 anos que participaram da pesquisa conseguiram melhorar o seu desempenho e apresentar um padrão neurológico igual ao de um jovem de 20 anos. O treino com o jogo multi-tarefa, Neuro Racer, um jogo muito simples, desenvolvido por uma equipa da Universidade da Califórnia permitiu ainda registrar a alteração que se processa ao nível das ondas cerebrais.

  • Jogos de estratégia

Um outro estudo da UCL e Queen Mary University of London, usando o jogo StarCraft, também revela que após várias horas de treino há uma melhoria na flexibilidade cognitiva.  O Jogo Halo também foi objeto de estudo, e revela que é capaz de melhorar a capacidade de decisão ao torná-la mais rápida.

  • Tiro em primeira pessoa

Um estudo da universidade dos Países Baixos indica que os jogos de Tiro em primeira pessoa melhoram a memoria de curto prazo e a agilidade mental.

Há ainda a possibilidade do habito de jogar determinados tipos de jogos melhorar o bem estar e diminuir a possibilidade de ter depressão.

Segundo o Dr Adam Gazzaley "Isso confirma nossa compreensão de que os cérebros de adultos mais velhos, como os dos jovens, são 'plásticos' - o cérebro pode mudar em resposta ao treinamento focado" 

Um estudo revelou que jogar o jogo “Super Mario 64” provocava aumento nas regiões do cérebro responsáveis ​​pela orientação espacial, pela formação da memória e planejamento estratégico, bem como uma melhoria das capacidades motoras finas das mãos.

Jogar jogos diferentes, cada jogo focado no desenvolvimento específico de uma capacidade cognitiva distinta, e não apenas um só tipo de jogo, treina e desenvolve um leque mais vasto de capacidades cognitivas.

Exercícios físicos

Caminhada dos idosos promovido pela Secretaria de Saúde e Meio Ambiente em 2008

Em questão aos exercícios físicos, segundo Pérez e Carral (2008), estes apresentam um potencial de melhorar a plasticidade do cérebro, reduzindo as perdas cognitivas ou minimizando o curso progressivo da demência. A importância dos exercícios físicos no tratamento da demência pode ser apoiada por outros estudos.

O levantamento de pesos, comparado com outros exercícios revelou melhores resultados embora um conjunto de exercícios envolvendo levantamento de pesos, aeróbica e equilíbrio tivesse melhorado as capacidades linguísticas.

Alimentação

Uma dieta funcional e exercícios físicos associados também demonstraram serem protetivos contra o desenvolvimento da demência ou para diminuir o curso progressivo dessa patologia. Não obstante, pessoas com tendência a demência que utilizaram vitaminas antioxidantes (vitaminas C e E, por exemplo) apresentaram menor perda cognitiva que pessoas que não utilizaram tal recurso. 

A deficiência de vitamina D está associada a um risco significativamente maior do desenvolvimento de demências incluindo a doença de Alzheimer.

Ademais, Shatenstein e identificaram que pessoas com demência tenderam a ter uma alimentação mais pobre em macronutrientes, cálcio, ferro, zinco, vitamina K,vitamina A e ácidos gordurosos, o que pode acentuar o curso degenerativo da doença. Aspecto que justifica a administração de suplementos alimentares para essa população, devido à dificuldade de se alimentar, um dos sintomas que tendem a fazer parte do quadro de demência.

Em relação ao ácido alfalipóico e à coenzima Q10, potentes antioxidantes cerebrais, ou seja, redutores dos radicais livres, existem evidências em estudos que essas substâncias também contribuem significativamente para a redução da progressão das perdas cognitivas em pessoas com demência, além de serem agentes protetivos. Tais substâncias são produzidas naturalmente pelo organismo, mas essa produção tende a reduzir-se com a idade.

Comportamentos saudáveis

Metade das demências podem ser prevenidas ou pelo menos adiadas mantendo uma vida social, intelectual e profissional ativa

Uma vida com compromissos e ativa também revelou melhorar as perdas cognitivas em demências mais moderadas. O uso do fumo também pode vulnerabilizar as pessoas para a demência. Desse modo, a mudança do estilo de vida é um fator fundamental para minimizar o curso das perdas evidenciadas na demência.

Portanto, podemos observar que, no estudo de Bragin et al. (2005), foram utilizados como tratamento da demência vários recursos disponíveis para tanto. Ocorreu uma melhora significativa em funções cognitivas importantes, prejudicadas pela demência moderada.

Assim, o diagnóstico precoce da demência é um aspecto importante para que os tratamentos existentes possam diminuir a progressão das perdas cognitivas, funcionais, sociais e profissionais em pessoas com essa patologia. Conforme demonstrou o estudo de Bragin et al. (2005), o tratamento deve ser integrativo, envolvendo uma equipe multidiscliplinar, com medicações específicas e suplementação alimentar, além de uma mudança do estilo de vida que inclui exercícios físicos moderados, cessação do uso do fumo, uma alimentação adequada e uma vida com o máximo possível de atividades.

Uma abordagem integrativa pode reduzir o curso das perdas cognitivas da demência, porém, ainda não existem tratamentos que possam "curar" integralmente essa patologia. Assim, a prevenção ao longo da vida é o melhor recurso existente. É importante durante a vida manter uma alimentação saudável e exercícios físicos regulares; bem como, na aposentadoria, torna-se imprescindível manter um estilo de vida ativo.

Psicoterapia

É frequente a comorbidade entre depressão, transtornos de ansiedade, distúrbios comportamentais e transtornos delirantes e demências, por isso é importante o acompanhamento psicológico regular. Esse acompanhamento inclui os familiares pois a demência causa grande impacto nos cuidadores, especialmente na família nuclear, os deixando vulneráveis a transtornos psicológicos como síndrome de burnout (exaustão física e psicológica). São necessárias mais políticas públicas de apoio aos cuidadores pois, quando exaustos, tendem a colocar os idosos em asilos aumentando seriamente as despesas do governo.

Programa governamental no Brasil

O Ministério da Saúde brasileiro em parceria com o Ministério da Educação, a partir do decreto presidencial nº 6.286, de 5 de dezembro de 2007, vem desenvolvendo o programa Saúde na Escola com a visão de que os cuidados com a saúde começam na infância. Nesse programa, estão inclusos os cuidados com a alimentação e com os exercícios físicos regulares. O Ministério da Saúde é responsável pelo repasse de verbas às escolas locais; e o Ministério da Educação, pelos materiais educativos.

Essas ações governamentais são de especial importância, tendo em vista que a saúde é um recurso a ser preservado ao longo da vida para redundar em uma posteridade mais saudável. Contudo, acreditamos que tanto as esferas públicas como as privadas devem se engajar em programas preventivos e de saúde integral em prol da população. Os investimentos nesses programas serão bem menores que os custos financeiros com o tratamento da demência na terceira idade, já que essa patologia, com as perdas progressivas respectivas, acompanham as pessoas por mais de uma década de vida (MANCKOUNDIA e PFITZENMEYER, 2008). Nesse sentido, tais programas devem educar as pessoas em todas as faixas etárias, especialmente na infância; bem como as pessoas que estão ingressando na terceira idade devem ser alertadas para a necessidade de manterem um estilo de vida saudável.

Todos os países da UE têm regras para alimentação saudável nas escolas, embora o objetivo nao seja prevenir a demência, e nem sequer se cogita prevenir a demência numa idade tão precoce, mas melhorar a saúde, o desenvolvimento e o aproveitamento escolar das crianças.

Demência e oligofrenia

A oligofrenia ou retardo mental é o déficit da capacidade mental em que a morbidez ocorre antes do desenvolvimento completo do sistema nervoso central.

Dada esta diferenciação Esquirol dizia que o oligofrênico é o pobre que sempre o foi, ao passo em que o demente constitui-se no rico que empobreceu.


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 Somos uma organização brasileira sem fins lucrativos, que promove o bem-estar humano, fortalecendo a sociedade no cuidado responsável e sustentável para com a natureza.

 Porque precisamos da natureza para prosperar. 

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 Promovemos sociedades saudáveis e sustentáveis e o bem-estar humano através de nossos três eixos centrais:

 CAPITAL NATURAL

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Base para a existência e prosperidade

As pessoas precisam da natureza para prosperar. Proteger as regiões naturais críticas para o equilíbrio dos ecossistemas, restaurar as áreas degradadas essenciais para os serviços ambientais, criar e implementar mecanismos eficientes de proteção e gestão dos recursos naturais são eixos centrais da nossa estratégia e base para a promoção do bem-estar humano duradouro.

TERRITÓRIOS PRIORITÁRIOS

PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL
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Produzindo e conservando riquezas


Garantir que o uso econômico dos recursos naturais aconteça sem destruir a capacidade dos nossos ecossistemas de prover os serviços fundamentais ao bem-estar humano é um dos maiores desafios da atualidade. Para que a produção seja efetivamente sustentável, precisamos de muita inovação tecnológica, parcerias estratégicas e políticas públicas inteligentes.

NOSSAS INICIATIVAS

GOVERNANÇA
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Participação, transparência e políticas públicas

A proteção da natureza e a produção sustentável somente podem ocorrer efetivamente em um ambiente institucional adequado, onde haja a adequada participação social em processos decisórios transparentes. Para isso, apoiar a existência de fóruns apropriados e a construção de capacidades locais é parte integral de nossa estratégia.

TEMAS PRIORITÁRIOS

Nossa abordagem​

Nossa abordagem envolve o desenvolvimento de inovações de base científica para solução de problemas do mundo real e a realização de demonstrações de campo da efetividade dessas inovações.

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INÍCIOS DAS VIDAS NO PLANETA TERRA

 

Gênesis – Capítulo 1

 

1 No princípio criou Deus os céus e a terra.   

2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.   

3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.   

4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.   

5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. 

Neste período DEUS iniciou a dar condições ao planeta terra, para que fosse habitada pelos seres viventes, pois a luz e o calor são essenciais a vida dos animais e vegetais, tanto terrestres como aquáticos;

6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.   

7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.   

8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo. 

Neste período DEUS fez o espaço onde se situa a atmosfera terrestre, entendemos que este enorme espaço haja se formado pelo peso atômico dos gases;

9 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.   

10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.   

Neste período DEUS fez aparecer a parte seca, para a vida de todos as animais terrestres; 

11 E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que deem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, deem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.   

12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.   

13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.   

Neste período DEUS fez as ervas e árvores para o alimento dos animais que havia criado, principalmente os terrestres.

14 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;   

15 e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.   

16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.   

17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,   

18 para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.   

19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto. 

Neste período DEUS fez os luminares e a separação do dia e a noite, bem como as estações do ano;  

20 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu.   

21 Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.   

22 Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra.   

23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. 

Neste período DEUS criou os animais aquáticos e as aves; 

24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi.   

25 Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

Neste período DEUS criou todos os animais terrestres;   

26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.   

27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 

28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.

Neste período DEUS criou os espíritos do homem e da mulher, a sua imagem e semelhança;  

29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.   

30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.   

31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto. 

Neste período DEUS fez a sua primeira promessa ao espírito do homem e da mulher;  

 

Gênesis – Capítulo 2

 

1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército. 

Neste período após ter acabado as condições de sobrevivência do homem e da mulher na Terra, criou o seu exército espiritual;  

2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera.   

3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera.   

4 Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus   

5 não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra.   

6 Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra. 

Neste período DEUS provocou a evaporação da água, formando realmente a atmosfera terrestre, onde se iniciou a vida de tudo o que havia criado anteriormente. Existe 1 período a ser considerado:  O período pré-histórico, onde viveram animais enormes e inclusive espécies parecidas com o homem, porem irracionais. É importante frisar que animais criados que não serviam para conviver com os seres humanos foram eliminado por DEUS, e a nossa Ciência nos esclarece da existência de tais;  

7 E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. 

Neste período DEUS criou o homem racional e completo, quando em suas narinas lhe soprou o espírito. O espírito é o intelecto do ser humano e parte da vida, cuja não existiria sem o mesmo;  

8 Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o homem que tinha formado.   

9 E o Senhor Deus fez brotar da terra toda qualidade de árvores agradáveis à vista e boas para comida, bem como a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.   

10 E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.   

11 O nome do primeiro é Pisom: este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro;   

12 e o ouro dessa terra é bom: ali há obdélio, e a pedra de berilo.   

13 O nome do segundo rio é Giom: este é o que rodeia toda a terra de Cuche.   

14 O nome do terceiro rio é Tigre: este é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto rio é o Eufrates.   

15 Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e guardar.   

16 Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente;   

17 mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.   

18 Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.   

19 Da terra formou, pois, o Senhor Deus todos os animais o campo e todas as aves do céu, e os trouxe ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome.   

20 Assim o homem deu nomes a todos os animais domésticos, às aves do céu e a todos os animais do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea.   

21 Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar;   

22 e da costela que o senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem. 

Neste período DEUS iniciou a criação humana, formando a mulher também com o espírito, pois o referido espírito é o intelecto do ser humano e parte da sua vida, cuja não existiria sem o mesmo;     

23 Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.   

24 Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne.   

25 E ambos estavam nus, o homem e sua mulher; e não se envergonhavam.